quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Michael Douglas se antecipa a denúncia por assédio e nega acusações


SÃO PAULO — A recente onda de denúncias de assédio sexual em Hollywood produziu também uma nova categoria: a da declaração preventiva por parte dos acusados. O ator Michael Douglas, filho de Kirk Douglas e marido de Catherine Zeta-Jones, veio a público para negar uma história que está sendo investigada pelo "Hollyood Reporter", veículo especializado no mercado americano de cinema.
De acordo com o ator, que falou ao site "Deadline Hollywood", também especializado na indústria, ele estaria sendo acusado por uma mulher que trabalhou em sua produtora há 30 anos de, entre outras coisas, se masturbar na frente dela.
"Senti a necessidade de me antecipar a isso", disse ele, em entrevista ao site. Douglas continua dizendo que um repórter da "Hollywood Reporter" procurou seu advogado antes dos feriados de fim de ano para checar a história da funcionária que trabalhou para ele há 32 anos.

Ela o acusara de: usar linguagem vulgar na frente dela; usar termos chulos em conversas privadas com os amigos; de falar mal sobre seu trabalho e de impedi-la de conseguir outro emprego, e, finalmente, de se masturbar na frente dela.
"Não sei por onde começar", disse o ator. "É uma completa mentira, uma fabricação, não há nenhuma verdade nisso." Ele ainda conta que pediu mais tempo ao repórter para "digerir" a situação e pensar no que fazer. Saiu com a família para os feriados de fim de ano e quando voltou -- no mesmo dia, segundo ele -- recebeu uma ligação do mesmo jornalista. Na conversa que seguiu, ficou sabendo que a mulher estava rondando outros veículos para publicar sua denúncia e que a revista estava pensando em publicar o que tinha até o momento.

"Fiquei arrasado", completou Douglas. Na mesma entrevista, o ator ratifica que nunca assediou a mulher que quer denunciá-lo e nenhuma outra. "Sou orgulhoso da minha reputação nesta indústria, sem falar na longa história do meu pai e tudo mais. Não tenho esqueletos no meu armário, nem com ninguém que está se pronunciando ou dizendo essas coisas. Estou surpreso que, depois de 32 anos, isso esteja vindo a público agora."

Fonte: O Globo

Jojo Todynho viraliza na internet com a música 'Que tiro foi esse'


E+ - A nova música da carioca Jojo Maronttinni, mais conhecida como Jojo Todynho, está dando o que falar. O hit Que tiro foi esse?, lançado em dezembro do ano passado, alcançou recentemete o primeiro lugar na playlist As 50 virais do Brasil e o 11º lugar na lista Global Viral 50 do Spotify. Além disso, a música entrou no Top 100 da plataforma, alcançando a 89º posição.
Jojo Marontinni é a primeira artista do canal Funk Hits, da Universal Music Brasil, a alcançar a primeira posição no Top 100 do Spotify. Considerada um dos possíveis hits do Carnaval de 2018, a música tem chamado a atenção dos internautas e de outras personalidades. Famosos como Pabllo Vittar, Nego do Borel e David Brasil divulgaram o hit em suas redes sociais. A funkeira Anitta brincou com sua equipe simulando uma queda durante o trecho 'que tiro foi esse, viado?' da música.

Globo responde críticas sobre discurso de Huck no programa do Faustão


DM.com.br - A TV Globo respondeu em nota, críticas feitas sobre a fala do apresentador Luciano Huck no programa “Domingão do Faustão”, no último domingo (08/01).
Internautas consideraram a fala do apresentador como um discurso político antecipado. O Partido dos Trabalhadores (PT) abriu uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o apresentador, alegando que Huck abusou do poder econômico para se promover.

Veja nota na integra:
“A TVG cumpre rigorosamente a legislação eleitoral e tem uma política interna sobre eleições ainda mais rigorosa do que a lei. No período que antecede anos eleitorais, conversamos com diversos profissionais do nosso casting para relembrá-los sobre as regras que, entre outras restrições, impedem que contratados da emissora que desejem se candidatar permaneçam no ar em qualquer programa. A TVG reitera que não apoia qualquer candidato e que se limitará a realizar a cobertura jornalística das eleições de 2018, seguindo as regras de seus princípios editoriais.”

‘Deus Salve o Rei’: melhor estreia das 7 desde ‘Cheias de Charme’ segundo a Veja

Marina Ruy Barbosa em 'Deus Salve O Rei'
Todo o burburinho em torno da nova novela das 7 da Globo, Deus Salve o Rei, rendeu uma boa audiência para o primeiro capítulo do folhetim. Ambientada na Idade Média, a trama com ares de Game of Thrones marcou uma média de 29 pontos na Grande São Paulo, com 47% de participação. A faixa horária não registra um índice de estreia maior desde 2012, com Cheias de Charme. No Rio de Janeiro, a novela bateu os 27 pontos de audiência.
Deus Salve o Rei também esteve entre os assuntos mais comentados do Twitter nesta terça-feira. Ao todo, mais de 100.000 comentários sobre a trama foram publicados na rede social.
Escrita pelo recém-promovido-a-autor Daniel Adjafre, Deus Salve o Rei se passa entre os fictícios reinos de Montemor e Artena. Apesar da época e cenários inéditos, a história promete girar em torno de um manjado romance água com açúcar, que brotará entre o príncipe Afonso (Romulo Estrela) e a plebeia Amália (Marina Ruy Barbosa). Do outro lado, estará a vilã Catarina (Bruna Marquezine), herdeira do trono de Artena, que tentará de tudo para acabar com a paz entre os reinos.
A novela é a primeira a ser assinada por Adjafre. Antes, ele trabalhou como autor colaborador em A Vida da Gente (2011) e Sete Vidas (2015), de Licia Manzo.

Fonte: Veja

#TrilhasSonorasInesquecíveis - Os CDs de "América", novela de 2005


América foi mais uma novela da Rede Globo que fez muito sucesso, mas nunca foi reprisada até hoje. No ar entre 14 de março e 04 de novembro de 2005, América teve cinco trilhas sonoras, cada uma representando as duas fases da novela.
Pra quem não se lembra direito, América tinha como tema central a imigração, o sonho americano. A personagem central, Sol, interpretada por Deborah Secco, era uma garota do subúrbio que acreditava encontrar nos Estados Unidos oportunidades que nunca encontrou no Brasil. Depois de ter por duas vezes o seu visto de turista negado, ela apela aos coiotes em sucessivas tentativas de entrar nos Estados Unidos.

Trilha Sonora da 1ª fase
A Som Livre lançou os dois CDs Nacional e Internacional em apenas um álbum, como já tinha feito em outras novelas, como Mulheres Apaixonadas e Celebridade. Teve como capa a protagonista Sol, e incluía apenas as músicas usadas na primeira fase, entre elas, a que foi usada na abertura, "Órfãos do Paraíso", de Milton Nascimento, em parceria com a banda de rock Sagrado Coração da Terra. Foram colocadas dois temas pra Sol, "Você", de Marina Elali, e "Don't", de Shania Twain; um do homossexual Junior (Bruno Gagliasso), "Pra Rua Me Levar", de Ana Carolina; "She's A Carioca", de Celso Fonseca, tema da novinha Lurdinha (Cléo Pires); "Nervos de Aço", do boiadeiro Tião (Murilo Benício); "Pieces Of Me", tema da rebelde Raíssa (Mariana Ximenes), "The Look Of Love", de Diana Krall, para a cleptomaníaca Haydée; "Bésame Mucho", de Maysa, tema da mexicana Consuelo (Cláudia Jimenez) e do imigrante Jota (Roberto Bonfim), e as músicas tocadas quando passam os cenários onde os personagens moram, "A Horse With No Name", de America, tema dos Estados Unidos, e "Feitiço da Vila", de Martinho da Vila, tema da Vila Isabel.


CD Nacional
01. SOY LOCO POR TI AMÉRICA – Ivete Sangalo (tema de abertura – 2ª fase)
02. ATÉ PENSEI – Nana Caymmi (tema de Sol, depois tema de Zé Higino e Miss Jane)
03. A VOLTA – Roberto Carlos (tema de Jatobá e Vera)
04. PRA RUA ME LEVAR – Ana Carolina (tema de Júnior)
05. FEITIÇO DA VILA – Martinho da Vila (tema de locação – Vila Isabel)
06. NERVOS DE AÇO – Leonardo (tema de Tião)
07. MÁGOA DE BOIADEIRO – Lorenço e Lourival (tema de locação – Boiadeiros)
08. OS AMANTES – Daniel (tema de Neuta e Dinh))
09. GIRASSÓIS AZUIS 2 – George Israel (tema de Alex)
10. VIDA DE VIAJANTE – Lenine (tema de Tião)
11. SHE´S A CARIOCA (ELA É CARIOCA) – Celso Fonseca (tema de Lurdinha)
12. VOCÊ – Marina Elali (tema de Sol e Tião)
13. UM MATUTO EM NOVA YORK – Roberto Trevisan (tema de Jota)
14. SINFONIA DOS SONHOS – Marcus Viana (tema de Sol e Tião)
15. ÓRFÃOS DO PARAÍSO – Milton Nascimento (tema de abertura – 1ª fase)

CD Internacional
01. TAKE ME HOME, COUNTRY ROADS – Happening (tema de locação – Boiadeiros)
02. DON´T – Shania Twain (tema de Sol)
03. HOME – Michael Buble (tema de Eddie)
04. ABRAZAME ASÍ – Tamara (tema de Neto e Helô)
05. AMORE E MUSICA – Russell Watson (tema de Glauco)
06. THE LOOK OF LOVE – Diana Krall (tema de Haydée)
07. SUMMERTIME – Michael Bolton (tema de Nina)
08. A HORSE WITH NO NAME – America (tema de locação – EUA)
09. REDNECK WOMAN – Gretchen Wilson (tema das marias-breteiras)
10. PIECES OF ME – Ashlee Simpson (tema de Raíssa)
11. POR UN BESO – Gloria Estefan (tema de locação – pensão de Consuelo)
12. CANCIÓN MIXTECA – Mariachi Vargas de Tecalitlan
13. BESAME MUCHO – Maysa
14. WIND SHAKING THE TREES – Darwing James Band
15. LONG LONG AWAY – Jesse Johson

Trilha Sonora da 2ª fase
Com Bruno Gagliasso na capa do álbum nacional e Juliana Knust na capa do internacional, teve no repertório o grupo de tenores Il Divo, com a versão em espanhol de Unbreak My Heart, "Regresa A Mí", o projeto de música eletrônica Kasino, com o hit "Can't Get Over", a música de abertura desta segunda fase, "Soy Loco Por Ti América", de Ivete Sangalo, e algumas que integram o álbum da primeira fase.


CD Nacional
01. A VOLTA – Roberto Carlos (tema de Jatobá e Vera)
02. SOY LOCO POR TI AMÉRICA – Ivete Sangalo (tema de abertura – 2ª fase)
03. NERVOS DE AÇO – Leonardo (tema de Tião)
04. OS AMANTES – Daniel (tema de Neuta e Dinho)
05. EU SEI QUE VOU TE AMAR – Caetano Veloso (tema de Sol e Tião)
06. VOCÊ – Marina Elali (tema de May)
07. ATÉ PENSEI – Nana Caymmi (tema de Sol, depois tema de Zé Higino e Miss Jane)
08. FEITIÇO DA VILA – Martinho da Vila (tema de locação – Vila Isabel)
09. VIDA DE VIAJANTE – Lenine (tema de Tião)
10. MÁGOA DE BOIADEIRO – Lorenço e Lourival (tema de locação – Boiadeiros)
11. PRA RUA ME LEVAR – Ana Carolina (tema de Júnior)
12. GIRASSÓIS AZUIS 2 – George Israel (tema de Alex)
13. SHE´S A CARIOCA (ELA É CARIOCA) – Celso Fonseca (tema de Lurdinha)
14. SINFONIA DOS SONHOS – Marcus Viana (tema de Sol e Tião)


CD Internacional
01. REGRESSA A MÍ (UNBREAK MY HEART) – Il Divo (tema de Mari e Helinho)
02. DON´T – Shania Twain (tema de Sol)
03. HOME – Michael Buble (tema de Eddie)
04. A HORSE WITH NO NAME – America (tema de locação – EUA)
05. TAKE ME HOME, COUNTRY ROADS – Happening (tema de locação – Boiadeiros)
06. REDNECK WOMAN – Gretchen Wilson (tema das marias-breteiras)
07. PIECES OF ME – Ashlee Simpson (tema de Raíssa)
08. CAN´T GET OVER – Casino (tema das dançarinas da boate em Ocean Drive)
09. SUMMERTIME – Michael Bolton (tema de Nina)
10. AMORE E MUSICA – Russell Watson (tema de Glauco)
11. THE LOOK OF LOVE – Diana Krall (tema de Haydée)
12. POR UN BESO – Gloria Estefan (tema de locação – pensão de Consuelo)
13. ABRAZAME ASÍ – Tamara (tema de Neto e Helô)
14. BREATHE – O2 (tema de locação – boate em Ocean Drive)

Trilhas Complementares


- América Rodeio
01. PEÃO DE VITRINE – Gian & Giovani (tema de Waldomiro)
02. NÓIS TROPICA MAS NÃO CAI – Rick & Renner (tema dos peões de Boiadeiros)
03. CHATTAHOOCHEE – Alan Jackson (tema de Carreirinha)
04. NA SOLA DA BOTA – Rionegro & Solimões
05. OITO SEGUNDOS – Hugo & Tiago
06. SAVE A HORSE (RIDE A COWBOY) – Big & Rich
07. CORAÇÃO AVENTUREIRO – Marlon & Maicon
08. SE TIVER MULHER ´NÓIS VAI´ – Cézar & Paulinho
09. SOMEBODY LIKE YOU – Keith Urban
10. GARANHÃO DA MADRUGADA – Teodoro & Sampaio
11. AMOR OU PAIXÃO – Tannia Mara
12. ACHY BREAKY HEART – Billy Ray Cyrus (tema de locação – Boiadeiros)
13. APAZIGUAR – Bruno & Marrone
14. EU SOU PEÃO – Luiz Cláudio & Giuliano (tema dos peões de Boiadeiros)
15. FERA MANSA – Zezé Di Camargo & Luciano (tema de Gil)
16. I WANNA DO IT ALL – Terri Clark
17. AVE-MARIA NATUREZA – Paula Fernandes (tema dos rodeios)
18. EU SEI QUE VOU TE AMAR – Caetano Veloso (tema de Sol e Tião)


- América Berço do Samba
01. MEU ÉBANO – Alcione (tema de Feitosa)
02. QUEM É ELA – Zeca Pagodinho (tema de Creuza)
03. VAI E VEM – Emílio Santiago
04. TENDÊNCIA – Jorge Aragão
05. QUANDO ESSA ONDA PASSAR – Martinho da Vila
06. AMOR PROIBIDO – Juliana Diniz (tema de Islene)
07. INCONFORMADO – Exaltasamba
08. NOSSO JEITO DE AMAR – Nalanda
09. TEMPERO DE DONA DADÁ – Os Mulekes
10. PÉ DO MEU SAMBA – Mart’Nália
11. PEGA GERAL – Dudu Nobre
12. ME FAZ FELIZ – Jeito Moleque
13. COMPASSO DO AMOR – Grupo Revelação
14. FACHO DE ESPERANÇA – Fundo de Quintal
15. CORAÇÃO EM DESALINHO – Monarco e Marquinhos China
16. TERRA DE NOEL – Flávia Bittencourt

Quase um ano após engatar romance, Joelma posta primeira foto com o namorado


Revista Quem - Joelma começou o ano com uma reunião para planejar os próximos passos de sua carreira. A cantora, que postou em seu Instagram um registro do momento, estava acompanhada do namorado, Alessandro Cavalcante.
"Amores, olhem só a primeira reunião de planejamento do ano. Tem muitas novidades chegando para vocês! Preparem-se!", avisou a cantora.

Este foi o primeiro post que Joelma fez com uma foto do namorado. Separada de Ximbinha, desde agosto de 2015, Joelma assumiu o novo amor em abril do ano passado para o Fofocalizando. Alessandro, de 38 anos, foi apresentado a Joelma por meio da stylist Maris Tavares, consultora de imagem especializada em artistas sertanejos.

A cantora, de 43 anos, falou com QUEM sobre o relacionamento. "Realmente estou conhecendo uma pessoa, temos muita afinidade, mas estou indo devagar. Não tenho pressa. Não quero ficar com um ou com outro. Quero casar pra sempre. Não casei pra separar, casei pra ser pra sempre e infelizmente não deu certo. Vou casar de novo quando for o amor da minha vida", explicou a loira, se referindo ao casamento de 18 anos com Ximbinha.

Joelma com Alessandro Carvalho e amigos

Equipe de afiliada do SBT é surpreendida por tiroteio e foge pulando muro


Diário de Pernambuco - Uma equipe da TV Borborema, afiliada do SBT na Paraíba, passou por momentos de pânico durante a produção de uma reportagem sobre um jovem assassinado e a guerra pelo tráfico no município de Campina Grande, nesta terça-feira (9). A repórter Cláudia Gomes e o cinegrafista Popó Calixto estavam apurando informações no bairro de Jeremias, na Zona Norte do município, quando foram surpreendidos pela chegada de um carro com quatro homens armados. De acordo com a jornalista, os suspeitos deram vários tiros para o alto.
"Todo mundo na rua correu. O motorista da minha equipe entrou dentro do carro e fugiu. Eu e o cinegrafista corremos para o quintal da residência. O meu cinegrafista pulou o muro e correu para se esconder em outra residência. Como o muro era um pouco alto eu não consegui pular e fiquei escondida no quintal", relatou a repórter durante o programa jornalístico Patrulha da cidade, comandado pelo âncora José Cláudio.
"A gente nunca tinha vivenciado algo como isso na pele. Tivemos que correr para não ser mais uma vítima da violência", contou Cláudia. Ela ainda explicou que o bairro de Jeremias atualmente vive em uma guerra pelo comando do tráfico com o vizinho bairro do Araxá. "A gente costuma chegar nesses bairros para tentar colher informações, mas acontece que as pessoas estão com medo de falar. A população vive tão aterrorizada que não quer passar informações básicas", disse a jornalista.
A polícia foi acionada, fez rondas, mas não conseguiu localizar os suspeitos. A equipe tentou entrar em outro bairro, mas declinou ao saber através de moradores que também houve tiroteio. "Os bandidos mandam lá. A gente só entra [nos bairros] com permissão. Nesses locais, impera a lei do silêncio", desabafou.

Assista ao relato de Cláudia Gomes:

Baleia salva mergulhadora do ataque de um tubarão-tigre


Nan Hauser foi levada para a superfície do mar por uma baleia de 20 toneladas que a salvou de um ataque de um tubarão-tigre. O incidente ocorreu perto das Ilhas Cook, no sul do Pacífico
Uma baleia salvou uma mergulhadora de ser atacada por um tubarão-tigre, comunicou esta terça-feira, o The Independent. O incidente ocorreu perto das Ilhas Cook, na parte sul do Pacífico, quando a bióloga marinha Nan Hauser, de 63 anos, se encontrava debaixo de água e começou a ser empurrada por uma baleia.


A bióloga acredita que a baleia tinha mais de 22 toneladas e lhe salvou a vida, protegendo-a do ataque de um tubarão-tigre durante uma expedição nas ilhas Cook, no passado mês de outubro.
O animal empurrou a mulher com a cabeça, até à superfície, para protegê-la do ataque de um predador que media mais de quatro metros e meio, enquanto outra baleia evitou com a cauda que o tubarão a alcançasse.
Nan Hauser disse à Time que não estava a compreender as ações da baleia que começou a tocar-lhe e a empurrá-la com a cabeça, e que não se apercebeu da presença do tubarão, até que o viu.
"Eu não tinha a certeza do que a baleia estava a fazer quando se aproximou de mim. Durante 10 minutos que pareceram horas, ela não parou de me empurrar", contou a bióloga marinha que apesar do medo que sentiu tentou manter a calma.
Hauser acredita que esta é a prova viva que as baleias seguem o seu instinto para proteger as outras espécies, incluindo os seres humanos.
Nan Hauser espera que as imagens do sucedido, que só agora foram divulgadas e rapidamente se tornaram virais nas redes sociais, aumentem o interesse dos investigadores pela personalidade das baleias.

Fonte: JN.pt

Mulher se joga de 2º andar de prédio para fugir de agressões de marido, em Manaus

Uma mulher de 23 anos corre o risco de ficar paraplégica depois de ter se jogado do 2º andar do prédio onde mora, em Manaus, para fugir das agressões do marido. O homem, de 27 anos, foi preso, mas foi liberado após pagar fiança.
O crime ocorreu na manhã de terça-feira (9), no apartamento onde o casal morava, na Avenida Comendador José Cruz, bairro Lago Azul, na Zona Norte de Manaus.
No relato para a polícia, a vítima informou que o marido brigava com ela por causa de ciúmes. Antes de se jogar da janela do apartamento, a jovem disse que estava sendo agredida. A delegada Débora Mafra, da Delegacia da Mulher, informou que o homem estava embriagado.
"Ele chegou em casa embriagado, acusando ela de traição, com muito ciúme, xingando, ofendendo ela, acabou fazendo ameaças e pegou a cabeça dela e bateu contra a parede, de forma que fez uma lesão no rosto dela", contou.


Após a agressão, o depoimento afirma que o homem seguiu para a cozinha, momento em que a vítima aproveitou para ir até a janela e se jogar. "Ela queria se matar para não morrer na mão dele. Ele ameaçou minutos antes, dizendo 'você não sabe o que eu vou fazer com você' e ela acabou se jogando", explicou Mafra.
Após cair, o homem ainda teria tentado arrastar a vítima para dentro do carro, mas foi impedido por moradores do condomínio.
A mulher foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no local e levada ao Pronto-Socorro Platão Araújo. Ela fraturou uma vértebra e os médicos dizem que há riscos de paraplegia.
Os moradores dizem estar com medo, pois o marido também fez ameaças aos vizinhos.
O homem foi preso pela polícia após o crime. Ele foi levado para a delegacia, mas foi solto após pagar fiança de R$ 2,5 mil. Ele pode responder na Justiça por lesão corporal e injúria.
"Ele iria para Audiência de Custódia, mas, como é um direito dele pagar fiança arbitrada pela autoridade policial, a família dele veio e pagou, liberando ele da audiência que já estava encaminhada", completou a delegada.

O agressor já foi preso em outra ocasião pelo mesmo crime. Em 2014, ele fez cortes nos braços e no pescoço de uma ex-companheira com uma faca de cozinha.
O G1 aguarda resposta Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam) sobre a atualização do estado de saúde da mulher.

Fonte: G1

Bailarina de Itaboraí faz vaquinha para estudar nos Estados Unidos


R7 - Bailarina desde pequena, Ana Lívia Costa Santos, de 15 anos, participou de importantes festivais nacionais e despertou a atenção de uma conceituada escola de dança no exterior. A menina que sonha em rodar o mundo na ponta dos pés, conquistou a primeira grande oportunidade em um programa de verão da Companhia Miami City Ballet, nos Estados Unidos. Porém, para embarcar rumo ao sonho, ela precisa conseguir R$ 40 mil até junho.
A quantia está fora da realidade da família de Ana Lívia, que mora em Itaboraí, região metropolitana do Rio. O pai, Edmilson Silva Santos, trabalha como vigilante e a mãe, Adriana Costa, como auxiliar administrativa. Para complementar a renda, o casal vende doces e salgados aos fins de semana, dinheiro extra que nos últimos anos tem ajudado a financiar os cursos e viagens da menina.
A jovem bailarina ganhou uma bolsa de 50% na escola norte-americana, mas ainda precisa arcar com a outra metade da mensalidade, além dos custos com viagem e hospedagem. Para não desistir da oportunidade, a família iniciou uma campanha de financiamento coletivo na internet.
— A gente criou essa vaquinha eletrônica para tentar levantar esse valor e não deixar esse sonho para trás. A gente não tem condições. Nos finais de semana que eu estou em casa, a gente vai pra rua, a gente vende salgado, vende bolo, de vez em quando tem essa necessidade mesmo. Apenas com a nossa renda, a gente não teria condições de manter ela como bailarina — explicou o Edmilson, pai da menina.

Ana Lívia começou no ballet aos 3 anos e atualmente faz parte da turma de formação de uma academia de São Gonçalo, município vizinho a Itaboraí. Estudante do segundo ano do ensino médio, ela dá aulas desde os 13 anos na própria escola para crianças, entre 2 e 12 anos. Depois do Colégio, ela segue para a academia, onde faz aulas de ballet, sapateado e jazz. Apesar de intensa, a rotina não desanima a adolescente.
— A dança representa tudo na minha vida, eu comecei bem pequenininha e até hoje o amor só cresceu. Na verdade, representa também meu bem estar, eu gosto de estar fazendo isso, é algo que me deixa bem feliz — destacou Ana Lívia.

Em julho passado, a menina conquistou o terceiro lugar na mostra competitiva do Festival de Dança de Joinville, considerado o mais importante do país. No mês seguinte, ela voltou a Santa Catarina para se apresentar no 8° Festival de Dança de Florianópolis, onde conquistou o segundo lugar, além da indicação de melhor bailarina da noite.
O ano de Ana Lívia terminou com uma grande apresentação no Teatro Carlos Gomes, no centro do Rio. Logo após o espetáculo 'O Quebra-Nozes', ela recebeu o convite para o curso de verão dos Estados Unidos, feito pela diretora da academia.

— As pessoas que passam por essa companhia [Miami City Ballet] têm uma carreira muito forte. A principio ela vai em julho para fazer o curso de verão, passa duas semanas e volta. Se for aprovada ela retorna em setembro para fazer a continuidade do curso. Lá, ela vai ter oportunidade de ser selecionada e ficar na academia — contou Edmilson.

Além de Ana Lívia, outros dois jovens da mesma academia também foram selecionados para o programa.
— Eu estou muito animada com essa possibilidade de estudar fora do Brasil, vai ser uma grande oportunidade e, quem sabe futuramente, ser a primeira bailarina de uma companhia, de uma escola de ballet fora do país — declarou a menina.

Desde que recebeu o convite, a família de Ana Lívia tenta buscar formas de levantar o dinheiro necessário para a viagem. Além da venda de salgados aos finais de semana, os pais da bailarina fazem rifas e tentam mobilizar as pessoas a doarem através da vaquinha virtual. Até o momento, o financiamento coletivo conta com pouco mais de R$ 1.400.

Justiça condena acusados de matar ex-vocalista do grupo Kaoma

A justiça condenou os acusados de matar a ex-vocalista do grupo musical Kaoma, Loalwa Braz Vieira Machado Ramos, de 63 anos, no dia 19 de janeiro do ano passado em Saquarema, região dos lagos do Rio.
O homem que trabalhava como caseiro na pousada da cantora, Wallace de Paula Vieira, foi condenado a 37 anos de prisão por crime de latricínio (roubo seguido de morte) e por causar incêndio em uma residência habitada. Os outros dois suspeitos, Gabriel Ferreira dos Santos e Lucas Silva de Lima, pegaram 28 e 22 anos de reclusão, respectivamente, também por latrocínio.
Segundo a denúncia, a vítima estava dormindo, quando os acusados arrombaram a porta de seu quarto e a agrediram com pauladas, golpes de facas, chutes e socos. Além disso, a mulher também foi enforcada. Após as agressões, os três homens roubaram alguns bens da cantora, como jóias, dinheiro, um celular e um cartão bancário.
Ainda de acordo com a denúncia, os criminosos a agrediram novamente após tentar deixar o local e, com a cantora ainda viva, atearam fogo sobre seu corpo e sobre o imóvel. A vítima acabou falecendo e seu corpo foi carbonizado.
Para a juíza Aline Dias, responsável pela condenação dos acusados, a autoria do crime é indiscutível, já que os três foram presos em flagrante logo após a prática do delito.
"O crime foi premeditado pelos três réus, partindo sua ideia do réu Wallace, que era empregado da própria vítima, dormia no local, tinha conhecimento da rotina da pousada e de sua movimentação financeira, do alto valor lá guardado (R$ 15 mil) e sabia que, no dia e hora do local do delito, a vítima se encontrava sozinha e no seu quarto", destacou.
A magistrada lembrou também que a cantora era conhecida internacionalmente pela interpretação de sucessos da lambada e que Loalwa buscava retomar a sua carreira.
*Sob supervisão de PH Rosa

Fonte: R7

Cabeleireiro ganha cadeira de rodas de atleta paralímpico após furto

O cabeleireiro Rafael Miranda Eugênio, 29 anos, ganhou uma nova cadeira de rodas, no último domingo (7), após ser furtado no último dia 26 de dezembro, na região do Grajaú (zona sul de São Paulo).
A doação partiu do atleta paralímpico Fernando Fernandes, que descobriu o drama de Rafael por meio de uma reportagem do R7.
“Agora já era, vou voltar à minha rotina normal, trabalhando e praticando esporte”, afirma Rafael. Ele trabalha como cabeleireiro, uma vez que atende os clientes em sua casa, e pratica vôlei.

Foi o esporte que ligou o doador com o cabelereiro. Ao R7, Fernandes poupou palavras para evitar uma promoção pessoal com o caso: "Não queria divulgar muito isso, foi só para fortalecer o moleque".
No Instagram, porém, Fernandes falou um pouco mais da doação: "Isso aqui não pra preencher meu ego ou me vangloriar pela atitude pois essa não foi a primeira e nem será a ultima, mas sim pra tentar mostrar que Fortalecendo que a gente se fortalece... [sic]".

De rolê no Grajaú ❗ Hoje era dia de descanso, de ficar em casa quietinho recuperando da semana corrida e preparando para a proxima, mas na ultima sexta-feira recebi uma mensagem no insta sobre um mlk que teve a cadeira de rodas furtada na frente da sua casa e ficou literalmente "na mão". Nem pensei duas vezes... separei uma cadeira de rodas novinha que tinha aqui em casa, liguei pro Dudu e disse: Bora chegar ali comigo ! Acordamos nesse domingão chuvoso e seguimos rumo ao Grajaú, extremo sul de SP, chegando la tava o Rafael na porta da sua casa, sentado num skate esperando a gente com um sorrisão no rosto. Entrei, conheci a familia, tomei um café, bati mó papo gostoso, e fui embora amarradão, com a alma leve e aquela paz no coração... simples assim 🙇🏽 Isso aqui não pra preencher meu ego ou me vangloriar pela atitude pois essa não foi a primeira e nem será a ultima, mas sim pra tentar mostrar que Fortalecendo que a gente se fortalece...não se apegue ao material pois divindo e multiplicando a gente vai somando e evoluindo na vida como seres humanos. Estamos vivendo um mundo cada vez mais egoísta, cada um olhando para o proprio umbigo e f0$@-se o outro, se não dermos as mãos pra se ajudar e se unir pelo bem, com os "de bem", vai todo mundo pro buraco junto❗ Eu boto Fé na vida...fui 👊🏼
Uma publicação compartilhada por Fernando Fernandes (@fernandoflife) em

Segundo o cabeleireiro, uma moradora da região viu a reportagem do R7 e disse que iria ajudá-lo na divulgação. Ela entrou em contato com alguns atletas e pessoas que pudessem ajudar Rafael.
Cerca de uma semana depois, Fernandes entrou em contato com o cabeleireiro via Instagram e informou que iria doar uma nova cadeira de rodas. O atleta foi até o bairro onde Rafael mora, no Grajaú, para fazer a doação.

O furto
A cadeira de rodas de Rafael foi furtada na manhã do último dia 26, em frente à casa onde mora, no Jardim Lucélia, região do Grajaú, zona sul de São Paulo.
O cabeleireiro conta que havia acabado de chegar de um passeio que tinha feito à praia e, como de costume, deixou a cadeira de rodas em frente à residência para conseguir mais comodidade dentro da casa pequena.
Pouco depois de tomar café com a família, o rapaz conta que recebeu a notícia do pai dizendo que a cadeira de rodas havia sito furtada. O cabeleireiro entrou em desespero e acionou os amigos para fazer uma vaquinha (arrecadação coletiva).
Antes de conseguir o dinheiro para comprar a nova cadeira de rodas, Rafael recebeu a visita do doador.

Fonte: R7

Mulher empurrada no Metrô de SP diz que sentiu vagões passarem sobre ela: 'Morri'

G1 - A mulher empurrada para os trilhos do Metrô de São Paulo disse ao G1 que sentiu os vagões do trem passarem por sobre seu corpo e que ainda não acredita como saiu viva do incidente. Jussara Araújo de Souza, de 23 anos foi empurrada por um homem na estação Conceição da Linha 1-Azul, na tarde desta terça-feira (9). “Morri! No que eu vi eu já estava lá embaixo. Quando senti o baque fui olhar e senti os vagões passando por cima de mim”, afirmou Jussara.
Ela descreveu que sentiu um empurrão e caiu de frente, com a cara no chão. “Caí com a cabeça na minha bolsa. Minha bolsa me salvou”, afirmou Jussara. “É muito barulho, muita poeira, muito quente. Se não fosse Deus eu não estava viva para contar a história.”
Jussara estava indo da estação Conceição para a estação Marechal Deodoro, na região central de São Paulo, para ir trabalhar. Ela trabalha como atendente em uma lanchonete de rede de fast-food. É casada e tem três filhos.
“Só senti que estava viva quando vi meu marido uma hora depois’, afirmou. A jovem diz que levou 30 pontos na perna, tem hematomas na testa e nos braços. “Tudo dói.”
Jussara relatou que, por sorte, caiu no vão entre os trilhos, e lá permaneceu durante a passagem do trem do Metrô. Quatro bombeiros a retiraram do local. As pessoas em volta estavam assustadas, segundo ela. “Até agora não acredito que passei por isso”.



Suspeito 'ouviu vozes'
O suspeito, identificado como Sebastião José da Silva, 55, foi detido. Segundo o boletim de ocorrência, ele teria dito que "ouviu vozes".
De acordo com a assessoria de imprensa do Metrô, o caso foi registrado na Delpom (Delegacia Polícia Metropolitano), na estação Palmeiras-Barra Funda. A assessoria informou que o homem que empurrou a vítima sofre de problemas mentais e teria empurrado a primeira pessoa que viu na plataforma.
Na estação Conceição, a faixa amarela é a única sinalização de segurança para os passageiros, a qual fica a menos de um metro do vão onde passam os trilhos.

Jussara ficou com hematomas nas pernas e nos braços
Metrô vai instalar proteção
O presidente do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo, disse que a estatal tem um plano de instalação de portas de proteção entre a plataforma e os trilhos de suas estações.
Segundo o presidente da empresa, o Metrô está em negociação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a compra de portas de plataformas, “para serem instaladas justamente nas estações da Linha 1 [Azul, onde ocorreu o incidente] e da Linha 3 [Vermelha]”.
Ele disse também que a data de instalação das portas será divulgada ainda em janeiro.
O Metrô começou a instalar portas de proteção nas estações nas estações da Linha 3-Vermelha em 2010, mas o projeto foi interrompido por problemas com uma das empresas responsáveis pelo serviço.
Algumas estações da Linha 2-Verde já contam com o dispositivo.

Jussara ia para o trabalho quando foi empurrada para os trilhos do metrô

Dona de casa que já tem 4 filhos gera o neto em 'barriga solidária' em Cuiabá: 'Não pensei duas vezes'

A dona de casa Maria Madalena Leite, de 46 anos, está no último mês de gestação do próprio neto, em Cuiabá. Ela vai dar à luz ao bebê da filha dela, a assistente administrativa Patrícia Ferreira Leite.
A ideia de "barriga solidária" surgiu diante do sofrimento da filha e do genro, o funcionário público Alex da Costa Magalhães.

"Para vê-la feliz vale a pena passar por tudo de novo", disse Madalena, que tem outros três filhos, além de Patrícia.

Patrícia tentava engravidar, mas não conseguia devido a uma doença rara, a Síndrome de Rokitansky, que impede mulheres de engravidar naturalmente. A síndrome atinge o aparelho reprodutor de uma a cada 5 mil mulheres. "É uma malformação, o meu útero não se formou", explicou.
Daí, o casal tentou a gravidez solidária, através da fertilização e contou com a ajuda de uma pessoa da família para realizar o sonho de ter um filho.
Ter um filho sempre foi o sonho do casal, que está junto há sete anos.
Eles se casaram em 2014 e, no ano seguinte, começaram a planejar a gravidez.


Agora, com a ajuda da mãe de Patrícia, os pais estão cuidando dos últimos detalhes do quartinho do filho que vai nascer neste mês e terá o nome do pai: Alexandre.

"Sinto como se ele estivesse dentro de mim, também engordei e estou fazendo tratamento para conseguir amamentar", disse Patrícia.

Madalena, que já tem quatro filhos, disse que não imaginava ter uma quinta gestação depois dos 40 anos, mas que não pensou duas vezes quando a filha fez o pedido.
"Não pensei duas vezes e fiz os exames e o médico disse que estava tudo certo", contou.

Mulher se torna barriga solidária da própria filha
Já Patrícia fala que se sente mãe e está fazendo tratamento para ter leite. "Cada pessoa que eu vejo eu conto que vou ser mãe, quero pegar dicas e saber as experiências de outras pessoas", afirmou.
A gravidez pode não ser convencional, mas é muito amor envolvido para a chegada do mais membro da família.
A previsão é que o parto seja realizado entre os dias 20 e 29 deste mês e, segundo Patrícia, eles estão contando os dias.

Fonte: G1

Larissa Manoela rebate críticas por vida amorosa: "Zelo pela coisa pura do namoro"

Jornal do Brasil - Com apenas 17 anos, Larissa Manoela já tem uma lista de ex-namorados que chama atenção de seus fãs e admiradores. Isso porque a bela já se relacionou com alguns colegas de elenco de tramas em que protagonizou. Atualmente, ela namora o ator Leo Cidade e rebateu a “fama de namoradeira”. "Sou uma menina normal, mas acho que zelo muito por essa coisa pura do namoro, não ficar por aí com vários. Eu sou muito dessa coisa tradicional", disse, em entrevista ao "TV Fama", exibida na noite desta segunda-feira, 8. "Eu não fico por aí com vários. Enfim, acho que sou muito dessa coisa tradicional", disse ela, que elogiou o novo eleito. "Estamos muito felizes. Leo e eu somos parceiros acima de tudo e compartilhamos os momentos bons", afirmou.
A atriz, que integra o elenco de "As aventuras de Poliana", próxima trama infantil do SBT, com estreia prevista para o primeiro semestre, garantiu que tem um relacionamento com diálogo com os pais. "Às vezes sou bastante criticada por conta disso: por realmente mostrar. Mas prefiro muito mais fazer as coisas certinhas com meus pais sempre cientes".

Marido de Anitta usa rede social e pede atenção da amada: "Podemos ver um filminho?"

Discreto até então, Thiago Magalhães, o marido de Anitta, acaba de criar uma conta no Twitter e já tem divertido os admiradores da amada. O empresário usou a rede social para responder algumas dúvidas de fãs de sua esposa e, claro, contar curiosidades sobre a sua vida. Pensa que é só? Pois ele já usou o espaço para chamar atenção da cantora. Anitta revelou que criou o projeto #CheckMate em um período em que estava apaixonada e perguntou o que isso significava. Já ambientado com a rede social, Thiago foi rápido: “Que eu não atrapalho seu trabalho. Tá vendo, né, galera? Até criei um Twitter para receber atenção quando você estiver atracada nesse telefone respondendo seus fãs”, brincou.
A cantora, então, foi econômica e colocou apenas um emoji rindo, mas Thiago continuou. "Oi, amor. Já tem 1 hora, 16 minutos e 21 segundos que você está aí dando atenção pros seus fãs! Podemos um filminho? Tenho certeza que eles vão entender e me apoiar", pediu.
Uma das fãs perguntou como Thiago chama a amada, se pelo nome artístico ou de batismo. "Chamo de 'Meu Amor". E quando fico puto, de 'Larissa'. Mas é uma Larissa com amor", contou ele, que garantiu que os dois não brigam e esclareceu a "exposição". "Mas exposição não tem a ver com ser famoso ou não. Posso conversar com vocês aqui, criar uma relação de respeito e não preciso me expor pra isso! Quando ela falou de exposição ela tava falando de todo mundo fuxicando minha vida. Entendeu?".
Ele ainda esclareceu que nunca opinou sobre as roupas ousadas usadas por Anitta. "Nada! Eu curto! Ela fica ainda mais linda! Mas mesmo que eu não curtisse, jamais me meteria nisso! O corpo é dela, ela se veste do jeito que ela quiser".

Fonte: Jornal do Brasil

Ivete Sangalo diz que deixou recadastramento biométrico para a 'última hora'


Portal A Tarde - Assim como boa parte dos eleitores de Salvador, a cantora Ivete Sangalo deixou para fazer o recadastramento biométrio na 'última hora'. A artista contou, em vídeos gravados no stories do Instagram, que sabia da obrigatoriedade do processo há anos, mas que somente agora decidiu fazer.
"Essa semana eu também aproveitei para fazer a minha biometria, que é a leitura da digital pra substituir o título eleitoral. Eu tô vendo essa propaganda desde muito tempo (...) Em 2014, eu comecei a ouvir falar. Em 2016, começou a primeira propaganda disso e eu só vim fazer isso essa semana. E só vai ser possível fazer essa biometria até dia 31 de janeiro. Agora veja: eu tive esse tempo todo para fazer. A gente gosta de emoção, né?", revelou Ivete, que está de licença maternidade e ficará fora da folia de Momo, neste ano.

Nasce Jane, segunda filha de Patrícia Abravanel e 11ª neta de Sílvio Santos


Nasceu nesta quarta-feira (10) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, a segunda filha de Patrícia Abravanel, Jane, um dia depois dela confirmar que a bebê realmente terá esse nome. A informação do nascimento foi dada pela assessoria de imprensa do hospital.
O nome Jane foi escolhido ontem após muita indecisão tanto da parte de Patrícia quanto do marido, o deputado Fábio Faria, que sugeriu este nome para a bebê.
Jane é a 11ª neta de Sílvio Santos. Nos últimos quatro meses, incluindo Jane, Sílvio ganhou três. Daniela Beyruti deu à luz Lucas em 20 de novembro. Já em 15 de dezembro, Renata Abravanel, a filha caçula de Sílvio, trouxe ao mundo uma menina chamada Nina.

'Ninguém liga para PMs mortos', diz americana que luta por justiça para noivo executado no Rio


Cassia Roth e Clayton Fagner Alves Dias eram um casal improvável. Ela, uma historiadora americana em vias de obter o título de doutorado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA); ele, um policial militar do Rio de Janeiro, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora da favela de Manguinhos e prestes a interromper a breve carreira de PM para se mudar para os Estados Unidos, se casar com a noiva e iniciar uma nova vida.
Faltava pouco mais de um mês para a viagem planejada quando Clayton foi perseguido por traficantes da comunidade da Zona Norte do Rio ao deixar o serviço. De moto a caminho de casa, o PM de 30 anos foi atingido por quase 20 tiros pelas costas na Estrada do Galeão, na Ilha do Governador, por volta das 19h. Chegou a sobreviver a uma cirurgia, mas morreu horas depois do ataque. Era a madrugada de 29 de abril de 2015.
Quase três anos se passaram e o caso de Clayton permanece sem resolução, como mais de 90% dos homicídios que ocorrem no Brasil, e em meio à estatística alarmante de assassinatos de PMs no Rio.
Em meio à grave crise fiscal do Estado, aos cortes de recursos para a segurança pública e à escalada de violência no Rio, 134 PMs foram mortos em 2017 e outros 146 no ano anterior. Em 2015, Clayton foi um dos 91 PMs assassinados no Estado.
Cassia deixou o Brasil após a morte de Clayton, mas vem lutando como pode para que o assassinato seja elucidado. Quatro traficantes foram identificados e há suspeita de que uma banda podre da polícia tenha tido envolvimento.

No processo, a americana diz que vem tendo de lidar com grandes diferenças estruturais e culturais entre os Estados Unidos e o Brasil - tanto no sistema criminal e nas taxas de elucidação de homicídio quanto na forma de a sociedade brasileira ver a polícia.
"Já faz quase três anos e ninguém foi a julgamento ainda. Nesse meio tempo, muitos outros policiais foram assassinados, e o trabalho dos investigadores vai se acumulando. Faltam recursos para investigar, mas também falta ênfase por parte do governo", lamenta ela.

"Parece que ninguém liga", desabafa. "Acho que isso reflete a maneira como as pessoas veem a Polícia Militar. Elas já supõem que policiais sejam violentos e sejam corruptos. Não ligam (quando morrem)", diz Cassia, agora fazendo um pós-doutorado em Edimburgo, na Escócia.

Sem recursos, sem punição
Nos Brasil, a taxa geral de elucidação de homicídios é estimada em cerca de 8%, com variações de um estado para o outro. Mas não há números confiáveis para acompanhar a situação nacional.
Estudo recente do Instituto Sou da Paz, intitulado "Onde mora a Impunidade?" concluiu que apenas seis estados brasileiros tinham estatísticas consistentes que permitissem estimar uma taxa de esclarecimento.
Um deles é o Rio, onde 11,8% dos homicídios cometidos em 2015 geraram denúncias criminais para que fossem levados a julgamento, segundo o levantamento.
A taxa está muito abaixo da média dos Estados Unidos, por exemplo, que esclarece em torno de 65% dos assassinatos.
Diante do aumento do número de mortes de policiais militares no Rio, a Secretaria de Segurança Pública criou, em 2016, uma divisão especial dentro da Delegacia de Homicídios para investigar as mortes de agentes de segurança de uma forma geral - como policiais militares, civis, federais, bombeiros e agentes penitenciários.
De acordo com o delegado responsável pelo núcleo, Brenno Carnevale, o núcleo conseguiu elucidar 47% dos casos ocorridos na capital entre sua criação, em agosto de 2016, e o fim do ano passado.
O número é bem superior, praticamente o dobro, ao da taxa de elucidação que o Estado tem registrado nos últimos anos, que, segundo a Secretaria de Segurança Pública, chega "a até 27%".
O número não pode ser comparado à taxa de 11,8% citada no estudo do Sou da Paz, pois não se refere aos casos em que uma denúncia criminal foi oferecida, mas sim, segundo Carnevale, aos inquéritos em que se concluiu o que aconteceu e quem foi o autor, o que nem sempre gera provas suficiente para produzir uma denúncia.
"Temos tido um percentual de descoberta relevante", diz o secretário de Segurança Pública, Roberto Sá, enumerando outras medidas que foram tomadas, "apesar de toda a escassez de recursos da Polícia Militar", para coibir a morte de policiais, como o projeto Percurso Seguro - que aumentar a segurança para agentes em seus deslocamentos - e a disponibilização de coletes a prova de balas para todos eles trabalharem.

"É uma preocupação muito grande, o número (de mortes) é elevado. O número acabou não sendo maior que o de 2016, mas isso não nos tira a dor e a comoção", disse Sá, em um encontro com jornalistas no fim do ano passado, em que falou das dificuldades apresentadas pelos cortes no orçamento e dos esforços que vinham sendo feitos para contornar a falta de recursos.


Cada pasta, um morto
Há cerca de 100 pastas gordas empilhadas com inquéritos sobre as mesas de Carnevale, situadas em uma sala de luz branca, paredes nuas e mobiliário econômico na Delegacia de Homicídios da Capital, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Cada uma traz um inquérito. "Cada pasta dessas é pelo menos um morto. Alguns processos acumulam mais de um", explica o delegado.
O inquérito sobre a morte de Clayton não está entre as pastas, porque foi anterior à criação do núcleo coordenado por Carnevale. Mas a escassez de recursos de infraestrutura e de pessoal que atravanca o trabalho do delegado é o mesmo que contribui para que ninguém tenha sido acusado pela morte dele, quase três anos após sua execução.
O núcleo de Carnevale tem dez policiais e acumula não só os assassinatos de agentes de segurança, mas também os homicídios decorrentes da oposição a intervenção policial, antes conhecidos como autos de resistência.
Desde agosto de 2016, o delegado recebeu cerca de 500 desses casos, contra cerca de cem homicídios de policiais. Para os autos de resistência, ele não arrisca estimar uma taxa de elucidação - a maioria dos casos está ainda aguardando laudos cadavéricos, depoimentos de policiais e outras pendências.
"Aí a gente entra nessa discussão de recursos, de estrutura, essa coisa toda", resume.

A falta de recursos significa falta de papel para impressoras, falta de viaturas para a equipe (o que significa depender da boa vontade de testemunhas quando convocadas a prestar depoimento), falta de motivação para policiais, que receberam apenas em dezembro o décimo-terceiro de 2016, e quatro ou cinco computadores para serem usados pelos cerca de 50 agentes que atuam na Delegacia de Homicídios da Capital.
"Os delegados todos têm computador, mas os policiais não. Quando não preciso do meu, coloco um policial para trabalhar nele. Estou otimizando recursos", diz Carnevale.

O delegado não se prolonga em queixas e ressalta o esforço que sua equipe tem feito para trabalhar. É só que trabalhar está mais difícil. "Não estou nem falando de conseguir a cereja do bolo, não. É para fazer o básico, o feijão com arroz."
Ele afirma que apurar as mortes de policiais não pode ser mais importante que investigar homicídios de cidadãos comuns, mas ressalta a importância de se punir quem atenta contra agentes de segurança do Estado.
"A reposta a essas mortes é uma maneira de impor limites à atividade de criminosos que acham que podem medir forças ou mesmo se sobrepor à força de um policial. Se ele faz isso, aí mesmo que não tem mais limites", considera.

Denúncia de banda podre
Quatro suspeitos foram identificados pela morte de Clayton. Um deles, Luan Lopes da Silva, o Luanzinho, foi encontrado morto em dezembro de 2015. Havia uma recompensa de R$ 20 mil estipulada para sua prisão.
Luanzinho se intitulava "matador de policiais", e logo antes de morrer liderou um ataque à UPP do Jacarezinho que matou outros dois agentes.
Além dos traficantes, o promotor de Justiça Sauvei Lai diz que denúncias anônimas apontaram para o envolvimento de PMs no assassinato de Clayton. A Corregedoria da Polícia Militar foi acionada, mas a denúncia não foi comprovada.
O promotor diz que faltam provas contundentes para embasar uma denúncia contra os suspeitos da execução.
"Os traficantes foram identificados e conseguimos comprovar que haveria interesse na morte do Clayton", diz Lai, titular da 30ª Promotoria de Investigação Penal da 1ª Central de Inquéritos e responsável pelo caso do PM. "Mas polícia não conseguiu produzir com êxito uma comprovação contundente da participação desses indiciados", acrescenta.

De acordo com o promotor, de nada adianta o Ministério Público oferecer uma denúncia "de forma açodada" se as provas forem frágeis, já que os réus acabarão sendo inocentados por júri popular, que costuma ter uma alta taxa de absolvição.
O promotor se reuniu com Cassia Roth e sua advogada para conversar sobre o processo de Clayton e formas de buscar provas mais robustas. Um dos caminhos foi solicitar uma perícia de imagens filmadas em uma câmera que o PM levava durante as operações, para que pudessem ser usadas nas investigações.
As imagens não trouxeram revelações sobre o momento do crime - mas corroboraram a idoneidade do policial em sua atuação na UPP de Manguinhos.
"Mostram que ele era um PM atuante. Que, quando prendia, havia proposta de suborno, e ele recusava. Que estava realmente desagradando o tráfico local, que portanto teria interesse em matá-lo."

Ainda assim, diz o promotor, falta uma "bala de prata" para embasar a denúncia, e o caso voltou à Polícia Civil com pedidos para aprofundar as investigações.
Lai estima que, para cada dez assassinatos no Rio, apenas dois casos resultem em denúncias - e apenas um acabe produzindo de fato uma condenação. Ele diz que faltam recursos de todos os lados.
"Nós temos uma precariedade física, pessoal e estrutural. É como em hospital público. O médico no hospital público não faz uma escolha? Ele vai atender o paciente que tem mais chance de sobrevivência. Os policiais nas delegacias estão fazendo a mesma coisa. Cada policial recebe entre 700 e mil inquéritos para cuidar, ou até mais. É muito crime para pouco policial, temos um déficit enorme. Investigação no Brasil não é eficaz, e a razão é a deficiência pessoal e material."

Pressão familiar conta
Nesse universo de servidores sobrecarregados, o promotor afirma que costuma haver um "esforço maior" em casos de policiais assassinados porque os familiares colaboram, cobram e marcam presença.
"A grande maioria dos inquéritos arquivados é por falta de interesse dos familiares da vítima. Se uma vítima assassinada é traficante, então a família nem se digna a ir para a delegacia para esclarecer. E o Estado não vai correr atrás quando nem a família está correndo atrás", diz Sauvei Lai.

A americana Cassia Roth conhece bem as dinâmicas brasileiras. É pesquisadora de história latino-americana e morou no Rio por mais de três anos.
Ciente de que monitorar o andamento das investigações seria importante para que elas fossem adiante, contratou uma advogada para acompanhar o processo de Clayton. Desde a morte do parceiro, vem se engajando como pode para que o caso avance.
"É muito triste saber que ter recursos e educação fazem diferença para que as coisas funcionem no Brasil. Eu era uma estudante de doutorado e tive acesso a coisas que outros brasileiros mais pobres não têm, só porque tenho mais recursos. É desanimador ver que as pessoas precisam lutar tanto para conseguir seus direitos. É angustiante conviver com esse tipo de burocracia todos os dias."

Cassia teve contato com investigadores e com o promotor responsável pelo processo, buscou integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), abriu uma página em um site de financiamento coletivo para reunir recursos para ajudar a família de Clayton e escreveu um artigo relacionando o caso à situação de segurança pública do Rio para o blog acadêmico Nursing Clio, do qual é colaboradora.
No texto, contextualiza a morte dele com o histórico de violência nas favelas do Rio, a criação das Unidades de Polícia Pacificadora e a reputação da polícia fluminense de agir de forma violenta e corrupta, e diz que Clayton foi alvejado e executado por ser reconhecido em sua unidade - e pelos traficantes de Manguinhos - como um policial honesto e trabalhador.
Também fala sobre como se sentiu quando uma operação policial para prender os suspeitos da morte do noivo resultou de forma desastrosa, atingindo e matando com uma bala perdida o menino Cristian Soares Andrade, de 13 anos, na favela de Manguinhos.
A morte gerou comoção na comunidade e foi condenada por organizações defensoras de direitos humanos, como a Anistia Internacional.
Em seu artigo, Cassia considerou que as mortes de Clayton e de Cristian eram parte do mesmo espectro, e questionou por que as organizações que tinham saído em defesa do rapaz não tinham se manifestado quando seu parceiro policial foi assassinado.
"Dói quando a Justiça que (os policiais) estavam tentando fazer é para o seu ente querido, e aqueles que parecem defender os direitos humanos apagam a possibilidade de que Clayton também tivesse esses direitos", comentou no artigo.

Desde a morte do parceiro, a historiadora vê se exacerbar a desconfiança com a atividade policial, o que já sentia durante o namoro de três anos.
Era comum ouvir manifestações de surpresa por estar com um policial militar. "As pessoas me questionavam, como se não conseguissem imaginar que uma doutoranda pudesse se apaixonar por um PM", diz ela.
"Depois que ele morreu, uma acadêmica brasileira me falou: 'vamos te arranjar um outro brasileiro que não seja um policial militar'", lembra Cassia, que até hoje se enfurece ao lembrar do episódio.

Ela evita comparações com os Estados Unidos, e lembra que lá há muitas questões problemáticas na polícia, casos que explicitam um racismo estrutural. "Mas, generalizando muito, acho que há mais respeito por policiais."

Trajetória interrompida
Cassia chegou ao Brasil em 2011 para fazer a pesquisa para seu doutorado, sobre saúde reprodutiva e direitos de mulheres brasileiras entre 1890 e 1940, após a abolição da escravatura.
Foi apresentada a Clayton por um amigo em comum, em 2012, fazendo a longa trilha que sobe do Parque Lage, no Jardim Botânico, até o Cristo Redentor. Lembra que estava com duas amigas brasileiras, e que ele levou suas mochilas para aliviá-las do peso. A oferta mexeu com seus brios feministas.
"Eu achei aquilo ridículo, mas ele perguntou se eu queria que carregasse a minha também. Falei que não precisava de um homem, que podia carregar a minha própria mochila", ri. "Na semana seguinte, marcamos de sair, e alguma coisa clicou", lembra.

"O Clayton era um ser humano extraordinário. Cresceu em condições muito adversas e sempre lutou para ser uma pessoa melhor. Fico muito triste que ele não pôde ter a vida que ele merecia", diz a historiadora, que levou para a Escócia o vira-lata Fox, que o noivo encontrou em Bonsucesso e o casal adotou. "Ele agora é o rei de Edimburgo."

Clayton tinha ensino médio completo e origens "muito humildes", filho de mãe nordestina que veio para o Rio atrás de emprego. Ainda estava na Escola da Formação de Praças da PMERJ (Cefap) quando se conheceram.
"Ele era muito idealista. Acreditava no projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Mas foi se desencorajando com o que viu. Ele não era corrupto, isso as investigações confirmam com muita clareza. Mas outros a seu redor eram", diz Cassia.

Notícia pelo Google
A americana estava em Los Angeles e tinha acabado de embarcar em um avião para ir ver os avós quando soube do assassinato. Estava inquieta com a falta de notícias do parceiro, que não respondera suas últimas mensagens de texto.
Antes da decolagem, por um impulso jogou as palavras no Google: "Policial militar, UPP Manguinhos". E viu a notícia de que um policial lotado naquela unidade havia sido baleado a caminho de casa na Ilha do Governador, onde ela morava com o noivo.
"Liguei para seu irmão, e o Clayton tinha acabado de morrer. Saí do avião e peguei o próximo voo de volta para o Rio."

Ao chegar, Cassia foi do aeroporto direto para o enterro de Clayton. No caminho, passou necessariamente pela Estrada do Galeão, onde ele fora baleado. Hoje, ela continua voltando ao Brasil periodicamente para cuidar de burocracias relacionadas ao caso, que incluem um pedido póstumo de reconhecimento de união civil, no qual deu entrada para tentar ajudar a família de Clayton financeiramente.
Depois da grande história de amor que viveu, ela pena toda vez que tem que voltar ao Brasil. "Vamos dizer que já não tenho mais um bom relacionamento com o Rio. É muito difícil para mim estar na cidade."
Cassia não acredita que Justiça possa ser feita no caso de Clayton. "Justiça seria ele ter a vida que merecia, e isso nunca vai acontecer." Mas considera que prender e responsabilizar as pessoas que o mataram é o mínimo que o Estado deveria fazer.
"A frase 'fazer o quê?' jamais deveria ser usada para falar da morte do seu parceiro, e no entanto eu ouvi isso muitas vezes de pessoas no Rio. Os assassinos do Clayton ainda estão foragidos. 'Fazer o quê, é o Brasil.' Ele foi preso por fazer seu trabalho. 'Fazer o quê, é a Polícia Militar'. O fato de brasileiros estarem resignados a não haver uma responsabilização é trágico", lamenta.

Ela ressalta que não quer fazer qualquer julgamento sobre os brasileiros. "Minha crítica é a um governo e um sistema judicial que forçam as pessoas a não esperarem qualquer resolução", diz.

Fonte: G1

França abre investigação contra Apple por 'obsolescência programada'

A Justiça francesa abriu uma investigação preliminar contra a Apple pela suposta "obsolescência programada" de alguns modelos do iPhone. A empresa é acusada de deixar determinados aparelhos anteriores mais lentos voluntariamente, informou nesta segunda-feira uma fonte judicial à AFP.
Aberta em 5 de janeiro, a investigação foi aberta após a denúncia da associação francesa Halte à l'obsolescence programmée (HOP, "Fim à obsolescência programada"), apresentada em 27 de dezembro, que acusa a Apple de reduzir radicalmente o rendimento e a duração de seus smartphones mediante atualização de seu sistema operacional.


Mudança de preço e pedido de desculpas
A substituição de baterias dos iPhones que estejam fora da garantia custava R$ 450. Após a redução, sairá por R$ 150. O corte no preço valerá até dezembro de 2018 para todos os aparelhos a partir do iPhone 6.
A Apple já havia divulgado uma carta em que pedia desculpas pelo "jeito que lidou com a performance dos iPhones com baterias antigas".

Fonte: G1