quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Ana Paula, do "BBB 18" acredita que pai é ET e adora mandar nudes


A Rede Globo começou a anunciar na tarde desta quinta-feira (18) o nome dos confinados para a próxima edição do "Big Brother Brasil 18". O primeiro nome divulgado foi da paulista Ana Paula, de 23 anos. A morena é estudante de jornalismo e vem com tudo para o "BBB18".


Além de estudar jornalismo, Ana Paula também é atriz e, apesar de ter nascido em São Paulo, vive em São José, em Santa Catarina, desde quando tinha apenas 11 meses. A mais nova sister do "BBB 18" cresceu em uma família vem espiritual, experimentou diferentes crençase é conhecida pelos amigos como expert em signos.
"Eu sou bruxa. Todos os santos estão comigo", conta Ana Paula, que é wicca. A morena também diz acreditar em ETs e conta, inclusive, que toda sua família já foi abduzida, menos ela. Inclusive, a sister acredita ter um pai ET.

Ana se considera alegre, divertida, verdadeira e falante. "Tenho os dois lados: o sério e o brincalhão. Comigo não tem meio termo. Não sei o que existe entre o 8 e o 80”. Além disso, ela se diz bem superticiosa e gosta de ajudar a todos, o que para ela pode ser uma vatagem no jogo.

Estratégia? Ser uma pessoa alegre e divertida, nada mal para quem adora fazer piadas e ser alto astral. "Sou uma pessoa de muita fé e acredito em amizade", revela ela.

Entre uma revelação e outra, a nova participante do "BBB" conta que já morou durante um ano com um ex-namorado uruguaio em Porto Alegre e adora mandar nudes.


BBB18
O “BBB 18” começa na próxima segunda-feira (22), mais uma vez sob o comando de Thiago Leifert. Em sua 18ª edição, o reality show da Rede Globo segue sendo um dos programas mais vistos da TV aberta. Na última edição, Emilly Araújo se sagrou campeã, em uma temporada marcada por polêmicas. A segunda colocada, Vivian Amorim, retorna este ano como repórter, ao lado da também ex-BBB Fernanda Keulla. Entre as novidades da edição 2018 está o confinamento de uma família inteira na casa.

Fonte: Gente.IG

Mayana Neiva fala de retorno às novelas após quase cinco anos morando e trabalhando no exterior


G1 - Mayana Neiva está de volta às telinhas. E ao Brasil. O último trabalho da atriz (a Leandra de “O Outro Lado do Paraíso”) foi na pele de Charlene na novela “Sangue Bom” (2013).
Depois disso, embarcou para Nova York, onde fez cursos. Em quase cinco anos fora do país, ainda esteve na Argentina, Uruguai e Inglaterra.
“Vim [para o Brasil] para a novela especificamente, mas talvez tenha aí uma volta. Não sei ainda. Tenho projetos lá, uma peça em Nova York, que já está 'captada'. A gente está onde nosso trabalho está”, afirma Mayana.

“Sinto que meu percurso fora do Brasil foi de sucesso. Sucesso na dificuldade, sucesso no sucesso, sucesso em aprender, em renascer, sucesso em se colocar no risco. Só no risco a gente aprende”.

Mayana se formou em teatro nos Estados Unidos durante intercâmbio na adolescência, o que fez com que ela criasse uma conexão com o país.
“Eu queria voltar a estudar em uma faculdade, me entregar assim a uma pesquisa, em atuação para cinema, para vídeo, que é uma coisa que muitas vezes no Brasil você aprende fazendo, mas são poucas as escolas que têm estudo sobre isso”, conta.
Durante o período fora, ela estudou em um coletivo de cinema, ficou em cartaz com duas peças, gravou filme e esteve em séries de TV.
“Explorar-se em outra língua era um exercício que, pra mim, foi outra universidade. Assim como é uma universidade trabalhar com a Laura Cardoso”, afirma Mayana, citando uma de suas parceiras de cena em “O outro lado do paraíso”.
“Contracenar com a Laura... Ela está em um puteiro no Jalapão e parece que está no Palácio de Versalhes. Ela tem aquela capacidade de criar magia. Contracenar com essa galera é tipo estar nos braços de Buda”.
Glória Pires é outra atriz que divide cenas com Mayana:

“A Glória é uma rainha. Uma das maiores atrizes da televisão brasileira, é de uma generosidade. Ela tem uma plenitude, paciência, é aberta, um sonho”, afirma Mayana.

Glória Pires e Mayana Neiva em O Outro Lado do Paraíso
Dona de bordel
Em “O outro lado do paraíso”, Mayana interpreta Leandra, uma prostituta que se tornou dona do bordel na segunda fase da novela.

“O que mais me toca nessa personagem é pensar no feminismo, na mulher. O que mais amo na minha profissão é isso. É ser outras coisas que seu nome e sobrenome não seriam. E você entender verdades a partir de dentro”.

Para construir sua personagem, Mayana conta que pesquisou referências no cinema, em documentários e na vida.

“Fui buscar Giulieta Mazina, Fellini, fui nas referências do ‘Cidade Baixa’, de Sergio Machado, documentários sobre a Gabriela Leite. Depois você vai pra vida, conhecer as pessoas que vivem aquela história, vai entender por que elas entram naquele mundo.”

“Conversei com mulheres que foram para fora do Brasil para pagar dívidas de jogo, que entraram na prostituição por razões que você jamais vai saber na hora que você vê uma prostituta”.

Mayana conta que, entre suas pesquisas, ouviu a declaração de uma mulher sueca afirmando que “a prostituição é a última fronteira do feminismo”.
“Eu, como mulher, fiquei chocada com aquilo. Claro, nós como mulheres, gostaríamos de defender essas mulheres e que elas de alguma maneira não estivessem lá", explica.
"A gente tenta proteger, a gente torna a violência contra elas invisível. O que ela fala é que: 'Como a profissão não é legalizada, qualquer crime cometido contra nós é um crime que não existe'. Isso me movimentou muitas questões”.
E essas questões trouxeram uma lição de Leandra para Mayana: “Não julgar ninguém. E nessa segunda fase, principalmente, se divertir”.

Juju Salimeni nega que tenha apanhado após aparecer com braço manchado


Juju Salimeni continua tentando se manter na mídia, mesmo após o fim do Legendários, da Record, que foi cancelado por causa da péssima audiência que vinha obtendo.
Sempre fazendo posts patrocinados a fim de conseguir se bancar, a ex-Pânico posou com um minivestido, mas um detalhe em seu corpo chamou a atenção de algumas pessoas.
“O que são essas marcas aí no teu braço? Andou apanhando?”, questionou uma seguidora mais atenta. Juju viu e fez questão de dar uma resposta.
“Miga, eu não sou mulher de apanhar não!! Eu sou é de bater!! De qualquer forma, minha pele está apenas descascando”, explicou a loira marombada.

RECONCILIAÇÃO AMOROSA:
Juju Salimeni, ex-repórter do Legendários, da Record, abriu o coração e falou sobre o período que passou separada de seu marido, Felipe Franco, no início do ano.
Em seu canal no Youtube, a artista gravou um vídeo em que listava 50 fatos sobre si e falou sobre o período. “Foi muito triste ficar separado, tudo que a gente enfrentou. Foi a última tristeza da minha vida e, se Deus quiser, não vou chorar mais por esse motivo”, disse ela.
No vídeo, ela revelou também que seu gosto para homens era diferente da maioria das outras mulheres: “Nunca fui de gostar de homem certinho, cara de modelo, olho claro. Sempre me chamaram a atenção homens que outras não achavam muito bonito”, comentou.

Fonte: TV Foco

#Curiosidade - 7 atos horríveis que são permitidos em alguns países


Fatos Desconhecidos - As culturas e as crenças locais influenciam muito as leis que regem os países. Isso faz com que algumas coisas muito diferentes, que consideramos repugnantes e inaceitáveis, sejam permitidas mundo afora. Fazer parte de um determinado sistema faz com que compartilhemos de certos ideais e tenhamos que obedecer a algumas imposições.
Essas diferenças de opinião e comportamento fazem com que muitos fiquem aterrorizados com diferenças culturais. Coisas que consideramos atos horríveis, que acontecem não muito longe de nós e não são considerados crimes.

Incesto


O incesto é um ato considerado completamente imoral em nosso país. As polêmicas envolvendo o assunto já rondaram a internet e a mídia (como na série Game of Thrones). Apesar de qualquer opinião externa, o ato foi descriminalizado em países como a França, Espanha e Portugal.

Necrofilia


Você provavelmente já deve ter ouvido falar de casos de necrofilia por aí e se horrorizou com as histórias. Pois é, por mais que pareça difícil acreditar, ter relação sexual com cadáveres não é considerado um crime em alguns estados dos Estados Unidos.

Canibalismo


O canibalismo é representado até mesmo em alguns filmes e séries como Hannibal. O que muitos podem não saber é que o ato não é criminalizado nos Estados Unidos, na Alemanha e no Reino Unido. Assassinar uma pessoa para depois consumir sua carne continua sendo um crime e a pessoa que o fizer irá responder por isso. Mas, caso a pessoa já esteja morta, a história muda o seu rumo.

Mutilação Genital


Assim como falamos em "7 realidades tristes das mulheres em outros países", a mutilação genital é algo comum em 28 nações africanas e em alguns países asiáticos. O ato consiste em sua maioria, na retirada brutal do clitóris das meninas quando ainda são pequenas. Ele é feito mais frequentemente no Sudão, na Somália, no norte do Quênia, em partes da Etiópia, em regiões das Costas do Mar Vermelho e em alguns locais do Mali.

Apedrejamento


A morte por apedrejamento é uma punição prescrita na lei de alguns países. Sendo completamente legalizada e contendo até prescrições a respeito da forma como deve ser feita. Isso acontece no Irã, em partes da Nigéria, do Paquistão, Sudãoe dos Emirados Árabes Unidos.

Estupro Conjugal


O estupro é um ato horrível feito sobre as mulheres e homens pelo mundo, no qual uma das partes não está de acordo com o ato sexual. Apesar de todas as barbaridades envolvendo o crime, ele não é considerado uma violação em alguns lugares caso as duas pessoas sejam casadas. O sexo forçado com o cônjugue não é considerado crime em países como o Afeganistão, a China, o Paquistão e a Arábia Saudita.

Bestialidade


Mais conhecido como Zoofilia o ato sexual entre pessoas e animais não é criminalizado em alguns países. Na Alemanha existem locais específicos que tratam esse "fetiche" por animais. Apesar disso os lugares destinados ao ato não são os únicos onde eles ocorrem. Enquanto isso a prática também é legalizada na Hungria, Finlândia, México e em alguns estados dos EUA como: Nevada , New Hampshire, Novo México, Ohio, Texas, Vermont, West Virginia e Wyoming.

Há 19 anos, estreava a novela Suave Veneno, uma das piores do horário das oito




Suave Veneno foi sua nona novela, e também o seu primeiro - e único - fracasso. Como todo escritor tem seus altos e baixos durante a carreira, com Aguinaldo Silva não foi diferente. Suave Veneno durou quase oito meses no ar e não agradou em nada o telespectador, com exceção da atuação de Letícia Spiller, que interpretou a vilã Maria Regina; José Wilker, o protagonista milionário Waldomiro; Luiz Carlos Tourinho, o homossexual Edilberto; e Nívea Stellman, a empregada de Waldomiro, Eliete.

Letícia Spiller, como Maria Regina, foi um dos destaques da novela

Conseguiu 38 pontos de média geral, considerada baixíssima para o horário das oito, que exigia em torno de 45 pontos para que uma novela desse horário fosse um sucesso.

A novela gira em torno do empresário de origem pobre Waldomiro Ribeiro, que atropelou uma jovem chamada Maria Inês (Glória Pires), que acabou perdendo a memória. Para não deixa-la desamparada, o empresário leva a moça para sua casa, e com o passar dos dias, os dois acabam se envolvendo, para desespero de sua mulher Eleonor (Irene Ravache), e de Maria Regina, uma de suas filhas, que vê Inês como uma ameaça à toda fortuna da família. Maria costuma bater de frente com seu pai por se julgar mais qualificada e preparada para estar à frente da empresa construída e presidida por ele, a Marmoreal, e por desprezar as origens dele.

Glória Pires como Maria Inês em Suave Veneno
José Wilker como Waldomiro
Outro cenário importante na trama é a Marmoreal, pois todos dependem dela de um jeito ou de outro. Maria Regina e o marido, Álvaro (Kadu Moliterno), são um dos executivos principais da empresa. Márcia Eduarda (Luana Piovani), a filha mais nova do Waldomiro, trabalha no setor de marketing. Já a filha do meio, Maria Antônia (Vanessa Lóes), não trabalha, mas é casada com outro executivo da marmoreal, Augusto Ivan (Tarcísio Filho). Eleonor, já separada de Waldomiro, trabalha como comerciante e vive da pensão que recebe dele, e inclusive, todo mundo da família mora em um condomínio que o próprio empresário construiu.

Letícia Spiller, Luana Piovani e Vanessa Lóes eram irmãs em Suave Veneno
Os outros atores que compuseram o cast da novela foram:
Diogo Vilela - como o paranormal Uálber
Betty Faria - com a personagem Carlota, forma um triângulo amoroso junto com Waldomiro e Maria Inês
Patrícia França - Clarice, a filha bastarda de Waldomiro
Ângelo Antônio - Adelmo, ex-presidiário, por quem Maria Regina era apaixonado
Deborah Secco - Marina, que tinha objetivo de se casar com um homem rico
Eva Todor - Maria do Carmo, mãe de Uálber
Cecília Dassi - filha mais velha de Maria Regina, Patrícia Elizabeth
Rodrigo Santoro - o pintor Eliseo
Nívea Maria - Emiliana, amiga de Eleonor


Ângelo Antônio como Adelmo
Diogo Vilela, Eva Todor e Luiz Carlos Tourinho nos bastidores de Suave Veneno
Betty Faria como Carlota
Patrícia França em Suave Veneno
Deborah Secco como Marina
Bastidores de Suave Veneno: Sérgio Viotti (que interpretou o tio de Eleonor, Alceste), Kadu Moliterno (ao fundo e do lado dele), José Wilker, Tarcísio Filho, Letícia Spiller, Vanessa Lóes, Irene Ravache e Luana Piovani
Rodrigo Santoro como Eliseo


A participação de Letícia Spiller nesta novela rendeu-lhe um troféu de Melhor Atriz e vários comerciais, entre eles o da marca de chocolate M&M. Maria Regina aparece em algumas listas das maiores vilãs da dramaturgia brasileira. Foi este personagem que ditou a moda em todo o país, como o seu corte de cabelo curto e de cor preta, muito copiado entre as mulheres.


Outro ponto alto da novela foi a sua trilha sonora, com muitos sucessos nacionais e internacionais daquele ano, entre eles a canção "Mais Feliz", de Adriana Calcanhoto, do álbum então recém-lançado Maritmo, "Gostoso Veneno", de Alcione, "É O Amor", de Maria Bethânia, "Frisson", da Banda Eva, "Believe", de Cher, "Sailing", de 'N Sync, "Sozinho", de Caetano Veloso, e outros artistas, Alanis Morissette, Celine Dion, George Michael, Roupa Nova, Zizi Possi, Nana Caymmi (que canta a música de abertura de mesmo título da novela) entre outros. Ouçam abaixo os destaques:


01. SUAVE VENENO – Nana Caymmi (tema de abertura)
02. MAIS FELIZ – Adriana Calcanhoto (tema de Maria Regina)
03. PELA VIDA INTEIRA – Kiloucura (tema de Eliete)
04. É O AMOR – Maria Bethânia (tema de Lavínia)
05. FRISSON – Banda Eva (tema de Marina)
06. SOZINHO – Caetano Veloso (tema de Eliseo)
07. GOSTOSO VENENO – Alcione (partic. especial Djavan) (tema de Renildo)
08. CANZONE PER TE – Zizi Possi (tema de Eleonor)
09. BEM MAIOR – Roupa Nova (tema de Uálber)
10. NASCENTE – Flávio Venturini (partic. especial Ed Motta) (tema de Clarice e Adelmo)
11. FIRMAMENTO – Orlando Morais (tema de Márcia Eduarda)
12. XERETA – Claudinho & Buchecha (tema de Claudionor)
13. CASA, COMIDA E PAIXÃO – Elba Ramalho (tema de Valdomiro)
14. TU ME ACOSTUMBRASTE – Joanna (tema de Carlota)



01. DO YOU KNOW WHERE YOU’RE GOING TO – Mariah Carey (tema de Carlota)
02. Y ¿SI FUERA ELLA? – Alejandro Sanz (tema de Valdomiro e Lavínia)
03. TO LOVE YOU MORE – Celine Dion (tema de Márcia Eduarda)
04. BELIEVE – Cher
05. SAILING – ‘N Sync (tema de Adriana)
06. CANTO DELLA TERRA (radio version) – Andrea Bocelli (tema de Eleonor)
07. THAT I WOULD BE GOOD – Alanis Morissette (tema de Maria Regina)
08. YOU GET WHAT YOU GIVE – New Radicals
09. BIG BIG WORLD – Emilia (tema de Marina)
10. AS – George Michael (tema de Gilvânia)
11. UNA HISTORIA DE AMOR – La Sociedad (tema de Nana)
12. EVERYTHING I DO (I DO IT FOR YOU) – Brandy
13. DOO WOP (THAT THING) – Lauryn Hill
14. YO SE QUE ES MENTIRA – Amaury Gutierrez


Suave Veneno foi uma das novelas que mais mostrou cenas de sexo e personagens seminus, o que, segundo Aguinaldo Silva, foi pedido do público, tanto do masculino quanto do feminino. Ele também disse que, com o tempo, deixou de atender outros pedidos de nudez, como a das personagens de Luana Piovani e Letícia Spiller.

Travestis destroem carro no centro de Santos


Diário do Litoral - Seis travestis destruiram um carro na manhã desta quinta-feira (18), no centro de Santos, após um suposto cliente ter se negado a pagar pelo programa.
O fato aconteceu na rua João Pessoa, prejudicando o trânsito na região.
Populares de reuniram no local para acompanhar o ocorrido. O homem teve o veículo abordado, porém, conseguiu fugir sem ferimentos.

Larissa Manoela renova contrato com o SBT até 2019


Uma das maiores estrelas do SBT, a atriz e cantora Larissa Manoela, de 17 anos, renovou nos últimos dias seu contrato com a emissora. A jovem está no canal desde 2012 e a cada ano ganha mais destaque. Ela é dona de um fã clube gigantesco nas redes sociais. Só no Instagram ela tem quase 13 milhões de seguidores.
Segundo informações de bastidores, o SBT, com medo de perder a garota, tratou de antecipar a renovação de contrato. Neste ano, por conta do lançamento do filme Fala Sério, Mãe!, a atriz passou por diversos programas da Globo, o que levantou a suspeita sobre uma aproximação.
Colunistas e entendedores dos bastidores de televisão, acreditam que em breve, Larissa deve migrar para a emissora carioca.

Fonte: GCN.net

Netflix libera trailer de série brasileira inspirada na Lava-Jato


Tecmundo - A Netflix Brasil divulgou o trailer promocional e as primeiras fotos oficiais de sua nova série original brasileira, O Mecanismo.
Do aclamado diretor José Padilha (Narcos, Tropa de Elite 1 & 2, Robocop) e da roteirista Elena Soarez (Filhos do Carnaval, Eu Tu Eles, Casa de Areia), O Mecanismo é uma série original de ficção inspirada em acontecimentos verídicos. A história retrata como um pequeno grupo de obstinados investigadores desvenda um monstruoso esquema de corrupção no Brasil e o impacto dessa descoberta em todos os envolvidos e neles próprios.
O programa é uma adaptação do livro "Lava Jato - O Juíz Sergio Moro e os Bastidores da Operação que Abalou o Brasil", de Vladimir Netto.
Na série, Selton Mello interpreta Marco Ruffo, um delegado aposentado da Polícia Federal obcecado pelo caso que está investigando; Carol Abras é Verena Cardoni, a determinada aprendiz de Ruffo; Enrique Diaz interpreta Roberto Ibrahim, um criminoso que é o objeto da obsessão de Ruffo.
O elenco também conta com Lee Taylor, Antonio Saboia, Jonathan Haagensen, Alessandra Colasanti, Leonardo Medeiros, Otto Jr., Susana Ribeiro e Osvaldo Mil, entre outros.

Confira o trailer e as fotos da nova série.

Dragon Ball Super: Gohan pode ser eliminado do Torneio do Poder

IGN - O Torneio do Poder está quase acabando. Goku, Vegeta, Gohan, 17 e Frieza são os últimos lutadores que restaram para defender a continuação da existência do Universo 7 contra Jiren, Toppo e Dyspo, que lutam pelo Universo 11.
No episódio 123, os dois saiyajins estão focados no combate contra o guerreiro "mortal" mais poderoso de Dragon Ball Super. O vilão que agora luta ao lado dos heróis da franquia enfrenta o inimigo mais rápido da equipe rival. Por fim, o Androide e o pupilo de Piccolo combatem o candidato a Deus da Destruição que já se mostrou um adversário complicado até mesmo para Goku.
Em uma nova sinopse do episódio 124 publicada pela revista japonesa V-Jump ficou parecendo, no entanto, que o fim pode estar próximo para Gohan, já que ele nem mesmo é mencionado na breve descrição do episódio 125 e o anterior indica que ele fará seu esforço final.


Episódio 124: Ataque Feroz! A investida final de Gohan!!
Goku e Vegeta continuam seu poderoso ataque, mas sofrem um forte contra-ataque de Jiren.
Episódio 125: Majestoso! O Deus da Destruição Toppo Aparece!!
17 e Freeza encurralam Toppo, mas neste momento algo inesperado acontece com Toppo.



Ao que tudo indica, Gohan terá um grande momento no episódio 124. No entanto, se considerarmos que ele não aparece no 125, pode ser que, apesar de seus esforços, ele acabe sendo eliminado.
Uma prévia anterior do próximo capítulo da saga indicava que Gohan deixaria 17 lutando contra Toppo para ajudar Frieza no combate com Dyspo, o que indica que talvez o personagem alcance uma vitória sim e apenas descanse no episódio seguinte.

Morre aos 92 anos a atriz Tereza Corte Real


G1 - A atriz Tereza Ferreira Corte Real morreu nesta quinta-feira (18), aos 92 anos, em Campinas (SP). Bisu, como era conhecida, participou do humorístico 'Faça Humor, Não Faça Guerra' ao lado do marido, Renato Corte Real, e de Jô Soares. O programa foi exibido pela TV Globo entre os anos 1970 e 1973.
O corpo de Tereza Corte Real será enterrado no Cemitério da Saudade, em Campinas.

SBT Brasil registra melhor média anual dos últimos 12 anos

O SBT Brasil, telejornal ancorado por Carlos Nascimento e Rachel Sheherazade, encerrou o ano de 2017 no Painel Nacional de Televisão (PNT), com a maior média anual (6,4) dos últimos 12 anos. 
Ao longo do ano, ainda no PNT, o telejornal alcançou, em média, 6 milhões de telespectadorespor minuto, 13 milhões por dia, 77 milhões por mês e 155 milhões no total.

SBT Brasil registra maior audiência em 12 anos
Se considerado apenas o último mês de dezembro, o jornalístico conquistou o segundo lugar no horário pelo 4º mês seguido, com 6,0 pontos de média no PNT. O índice consolidou o SBT Brasil como o telejornal de maior audiência fora da principal concorrente.

Fonte: Kantar IBOPE Media - MW - Dados Domiciliares e Individuais (Rat, Rch, Cov) - Dez/17 e Jan a Dez/17 – PNT - Regiões Metropolitanas.

Filha de Woody Allen chora na TV e afirma: ‘ele mente’


Veja - Nesta quinta-feira, foi ao ar, no programa CBS This Morning, a entrevista com Dylan Farrow, filha adotiva da atriz Mia Farrow e do diretor Woody Allen. Ela já havia publicado uma carta aberta no The New York Times, em 2014, alegando ter sido abusada pelo pai na infância e enviou outro artigo ao Los Angeles Times, em dezembro do ano passado. Mas esta foi a primeira vez que ela comentou o caso para as câmeras de televisão.
“O que eu não entendo é como essa história de eu ter passado por uma lavagem cerebral é mais fácil de se acreditar do que eu dizer que fui abusada sexualmente pelo meu pai”, ela indaga em certo momento, comentando as alegações de que Mia a teria instruído a acusar Allen, em prol de uma suposta vingança contra o ex-marido. Em 1993, o casal se separou depois que o caso dele com Soon-Yi, outra filha adotiva dela, veio à tona. “Minha mãe apenas tem me encorajado a contar a verdade”.
Em 1992, quando tinha 7 anos, Dylan disse à mãe que Allen havia tocado suas partes íntimas, como ela relembra, bastante emocionada, no vídeo. O cineasta sempre negou as acusações e, ao jornalista Larry King na época, acusou a ex-mulher de estar colocando ideias na cabeça da filha e voltando a menina contra ele. Na entrevista apresentada esta manhã, ela fica bastante perturbada ao ver a declaração do pai. “Ele mente e está mentindo por muito tempo. E é difícil para mim vê-lo e ouvi-lo”, disse. À TV, ela afirma que, mesmo antes da primeira delação, o diretor tomava liberdades com ela, como chamá-la para o banheiro quando ele estava de cueca ou tocá-la demais.
A jovem também falou do movimento #MeToo e sobre os atores que continuam trabalhando com o pai dela. “Com todo esse silêncio sendo quebrado por tantas pessoas corajosas contra tantas pessoas poderosas, eu senti que seria importante acrescentar minha história à causa deles porque é algo que eu guardei comigo por tempo demais”, Dylan explicou. “Eu espero, já que muitos deles têm defendido o #MeToo e o Time’s Up , que eles possam se dar conta de sua cumplicidade e de como estão perpetuando essa cultura do silêncio nessa indústria”.
“Eu tenho repetido minhas acusações por 20 anos e sido sistematicamente desprezada, ignorada ou desacreditada”, desabafou. “Se eles não conseguem dar atenção às acusações de uma sobrevivente, como vão se levantar por todos nós?”, questiona no final.
Resposta de Woody Allen – Em nota, Allen volta a negar tudo. “Quando essa alegação foi feita pela primeira vez há mais de 25 anos, foi investigada pela Child Sexual Abuse Clinic (área do Yale-New Haven Hospital especializada em casos de abuso sexual de crianças) e pelo New York State Child Welfare (responsável por investigar crimes dessa natureza)”, atestou. “Ambos fizeram por muitos meses e, de forma independente, concluíram que nenhum abuso foi sofrido. Em vez disso, eles encontraram o que parecia uma criança muito vulnerável que teria sido orientrada a contar essa história por sua mãe raivosa durante uma ação de divórcio”.
“Moses, o irmão mais velho de Dylan já disse que testemunhou a mãe deles fazendo exatamente isso – implacavelmente orientandio Dylan, tentando incutir nela a imagem de que seu pai era um perigoso predador sexual”, Allen continua. “Parece que isso funcionou e, infelizmente, tenho certeza de que Dylan acredita no que ela diz. Mas mesmo que a família Farrow esteja cinicamente usando a oportunidade aberta pelo movimento Time’s Up para repetir esta desacreditada alegação, isso não é mais verdade agora do que era no passado. Eu nunca molestei minha filha – como todas as investigações concluíram um século atrás”.
A entrevista completa, sem legendas, está dividida em duas partes.


Produtor Ryan Tedder divulga trecho de música inédita de Camila Cabello em programa de TV

Pop Line - Atualmente participando como mentor no programa “The Launch”, da televisão canadense, ao lado de nomes como Shania Twain, Fergie e Julia Michaels, o produtor e cantor do OneRepublic, Ryan Tedder, pegou todos de surpresa quando, em um dos episódios do programa, ele revelou um trecho de uma música inédita de Camila Cabello.
Supostamente intitulada “It Ain’t Easy”, a música não entrou na tracklist final do primeiro álbum de Camila Cabello, o “Camila”, que foi lançado no dia 12 de janeiro.
A faixa de Camila Cabello foi tocada para um grupo de participantes do programa como um exemplo da importância do refrão na música.

Ryan Tedder trabalhou em várias músicas com Camila Cabello, incluindo “Into It”, a única co-escrita por ele a entrar no álbum “Camila”.

Xuxa e Geovanna Tominaga ironizam frase de Suzana Vieira


GCN.net - No palco de "Dancing Brasil", a ex-repórter do "Vídeo Show" Geovanna Tominaga ironizou um episódio marcante de sua carreira, envolvendo a atriz Suzana Vieira. A conversa aconteceu na estreia da terceira temporada do programa, nesta quarta-feira (17).
Durante a apresentação da repórter como uma das competidoras da temporada, a apresentadora Xuxa foi quem relembrou a frase polêmica. "Desde os 12 anos, ela esteve em cartaz no teatro. Já comandou reality e foi repórter. O que a gente quer saber é se o nosso bailarino veterano teve paciência com quem está começando", disse, relembrando o fora de Suzana Vieira.
O episódio em questão ocorreu em 2009, enquanto Tominaga entrevistava a atriz para o "Vídeo Show". Irritada com o ritmo da reportagem, Vieira tomou o microfone da mão da repórter. "Eu vou pegar o microfone dela porque não tenho paciência com quem está começando. Ela está começando e eu sou mais agitada", disse.
A frase marcou a carreira de Tominaga, que respondeu Xuxa após sua apresentação. "Eu sei do trabalho lindo que ele [Teo, seu professor de dança] fez nas temporadas passadas. O Téo é super exigente e tem muita paciência com quem está começando", brincou ela.
No Twitter, alguns internautas relembraram o caso com memes e gifs. "Tô morta com essa referência", disse uma internauta. "Que pisão foi esse, menina?", comentou outro telespectador, "Amei a Xuxa jogando os memes na roda".
Giovanna está na TV desde nova, quando trabalho como assistente de palco de Angélica. Ela também é lembrada como uma das apresentadoras da "TV Globinho" e por seu trabalho como repórter no "Vídeo Show" e no "Mais Você". Fora da Globo desde 2014, a jornalista estreou em "Dancing Brasil" com uma coreografia de foxtrote que recebeu as melhores notas dos jurados.

Acusada de assassinar marido americano, carioca é a 1ª brasileira a ser extraditada para ser julgada no exterior


G1 - Quando um avião fretado pelos Estados Unidos e repleto de agentes da Interpol tocou o solo americano, por volta das 23h desta quarta, Claudia Cristina Sobral Hoerig, de 53 anos, se tornou a primeira brasileira da história a ser extraditada para ser julgada no exterior.
A aeronave, que partiu do Brasil sob forte esquema de segurança e sigilo, levava Claudia de volta ao país ao qual ela se naturalizou e de onde, há dez anos, teria fugido logo após assassinar o marido, Karl Hoerig, ex-piloto da Força Aérea Americana.
A volta de Claudia é também um marco para a história das relações internacionais brasileiras e abre a possibilidade de que mais brasileiros que tenham obtido cidadania de outras nações possam enfrentar processos semelhantes ao dela.
O caso judicial de Cláudia se arrastou por mais de dez anos antes que ela entrasse no voo da Interpol.
A brasileira nasceu Cláudia Cristina Sobral, no Rio de Janeiro, mas se mudou para os Estados Unidos ainda nos anos 1990. Casou-se com o médico nova-iorquino Thomas Bolte e, graças à união, conseguiu o Green Card - a licença permanente para viver e trabalhar no país.
Nos Estados Unidos, se tornou contadora. Em 1999, já divorciada de Bolte, resolveu concluir o processo de naturalização como cidadã americana. A mudança facilitaria a atuação profissional de Claudia, que teria aumentado seus rendimentos em cinco vezes depois da alteração de nacionalidade, de acordo com o que disseram os advogados dela no processo brasileiro.
O que talvez Claudia ignorasse no momento em que tomou essa decisão é que, ao assumir a a cidadania americana, ela estaria necessariamente abrindo mão da brasileira.

Casamento e morte


Karl Hoerig e Claudia teriam se conhecido pela internet. Ele era um veterano das guerras do Afeganistão e do Iraque e, depois de voltar aos Estados Unidos, trabalhava como piloto comercial. Em 2005, eles se casaram, ela adotou o sobrenome dele e o casal foi morar em Newton Falls, um vilarejo de cerca de 5 mil habitantes em Ohio, onde Hoerig nasceu. O casamento, no entanto, não durou nem dois anos.
O corpo de Hoerig foi encontrado em 15 de março de 2007, na casa dos dois, com perfurações de balas nas costas e na cabeça. Apenas três dias antes, no suposto dia da morte do piloto, um vizinho do casal teria visto Claudia sair de casa com pressa.
Naquele dia, ela voou para o Brasil, deixando para trás boa parte dos pertences pessoais. As investigações da polícia de Ohio concluíram que Hoerig havia sido alvejado por disparos de um revólver Smith & Wesson, calibre 357 - semelhante a um modelo que Claudia havia comprado apenas cinco dias antes da descoberta do homicídio.


Testemunhas disseram tê-la visto praticando tiro com a arma em um alvo próximo à casa. Para a polícia americana, ela se converteu na suspeita número um. Um pedido de prisão foi expedido.
A Interpol a incluiu na lista de procurados e o Estado americano entrou com um processo no Brasil para que ela fosse devolvida a território americano para ser julgada.

O processo
O caso causou comoção nos Estados Unidos, onde Hoerig é frequentemente retratado como herói nacional. No Facebook, um ex-colega de Forças Armadas do piloto criou uma página - intitulada Justice For Karl Hoerig - para divulgar notícias do caso e pressionar políticos americanos pelo retorno de Claudia.
Em documentário sobre o caso veiculado pela TV Americana CBS em novembro passado, a família do ex-piloto faz acusações contra ela.
"Eu descobri (que Karl havia morrido) quando o meu irmão mais velho me ligou e me contou. Ele simplesmente disse: 'Karl está morto'. Assim que ele disse "Karl está morto", eu já sabia quem tinha feito isto. Imediatamente, eu sabia que tinha sido ela", disse o irmão dele, Paul Hoerig, ao programa "48 hours", da rede CBS.
No mesmo programa, a família afirma que o casamento de Claudia e Karl Hoerig era tumultuado, marcado por brigas e discussões.
Até esta quarta, ela não havia mais pisado nos Estados Unidos. Constituiu advogados brasileiros que levaram o caso até o Supremo Tribunal Federal (STF), onde o assunto foi julgado em março de 2017.

Caso de Claudia Hoerig passou pelo STF brasileiro que autorizou sua extradição (Foto: BBC)
Ao longo do processo, Claudia foi destituída da nacionalidade brasileira. Em julho de 2013, o Ministério da Justiça oficializou a anulação.
No Supremo, os ministros da Primeira Turma levaram em conta que, quando Claudia optou pela nacionalidade americana em 1999, sua nacionalidade brasileira estava definitivamente anulada.
Isso porque a Constituição brasileira prevê, em seu 12º artigo, a perda da nacionalidade brasileira quando outra é adquirida, com algumas exceções - nenhuma delas, para a corte, aplicável ao caso de Claudia.
"A Constituição é muito clara sobre a perda da nacionalidade brasileira. Mas o Brasil não costuma ir atrás das pessoas para retirá-la e alguns consulados brasileiros pelo mundo já chegaram a orientar que não haveria perda dela. Criou-se um clima de não crença na Constituição e isso foi corroborado por práticas administrativas", afirma Ana Flávia Velloso, professora de Direito Internacional no Centro Universitário de Brasília (Uniceub-DF).
Ela conclui: "A decisão do STF sobre o caso Claudia Hoerig indica o que a Constituição dizia e ninguém acreditava. Se a prática administrativa vai mudar em razão disso, só o tempo vai dizer", diz a especialista.
O resultado não foi unânime. O Ministro Marco Aurélio Mello protestou contra o entendimento dos colegas:
"Uma primeira vez tem que ser a primeira vez, até pela própria nomenclatura. Vejo que este colegiado (...) está para inaugurar a entrega de uma brasileira nata, ante extradição, a um governo irmão."
Foi voto vencido.

Apelações
Claudia tentou reaver a nacionalidade brasileira. Em entrevista ao portal de notícias G1, um dos advogados da contadora, Antônio Andrade Lopes, afirmou que, nos dez anos em que morou no Brasil, ela viveu na região serrana do Rio e voltou a se casar, desta vez com um brasileiro.
Apenas dois dias antes de embarcar no avião da Interpol, Claudia teve negado um mandado de segurança no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em que pedia novamente para voltar a ser oficialmente brasileira. A manobra impediria a extradição.
A BBC Brasil enviou mensagens aos advogados de Claudia, mas não obteve respostas.

Penas
O Estado de Ohio possui previsão de pena capital e prisão perpétua, mas nenhuma das duas penas poderá ser aplicada à Cláudia caso ela seja condenada em um julgamento, cuja data ainda não está definida.
Em sua decisão, o Supremo concordou com a extradição de Claudia desde que lhe fosse aplicada, na pior das hipóteses, a pena máxima de 30 anos de prisão.
Consultado, o Ministério da Justiça afirmou em nota à BBC Brasil que "a efetivação da extradição só ocorreu após os EUA terem formalmente apresentado ao Brasil o compromisso de a extraditada não ser condenada à pena de morte ou de prisão perpétua".
De acordo com o órgão, "havendo uma condenação à pena superior ou que não seja aplicada pelo Estado brasileiro, o governo norte-americano compromete-se a substitui-la pela pena máxima aplicada no Brasil, que é a de 30 anos de prisão".
O Brasil não deve prestar assistência jurídica à Cláudia ou à sua família brasileira - que não foi localizada pela BBC Brasil. O país já não tem mais competência sobre o assunto.
Mas, mesmo admitindo que Cláudia não é mais brasileira e que os Estados Unidos são os legítimos julgadores do caso, o Brasil ainda pode fazer exigências sobre o tipo de pena que pode ser aplicada à ela, segundo Florisbal de Souza Del'Olmo, professor de direito da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI):
"Pelo simples fato do réu estar aqui no Brasil, e sendo o país aquele que vai extraditar, ele pode impor suas condições. Para os parâmetros internacionais, o não cumprimento destas condições pelo país de destino seria uma grave infração."
Consultado, o Ministério da Justiça afirmou em nota que "irá acompanhar o desenrolar do processo, a fim de verificar se os compromissos assumidos pelos Estados Unidos estão sendo cumpridos".
Claudia está agora em uma cela em uma prisão do condado de Trumbull.

Woody Allen nega abusos à filha adotiva e condena cinismo dos Farrow


Clic RBS - O celebrado diretor americano Woody Allen negou mais uma vez, nesta quinta-feira (18), as acusações de abusos sexuais feitas por sua filha adotiva, Dylan Farrow, acusando a família Farrow de oportunismo.
"Embora a família Fallow esteja cinicamente usando a oportunidade oferecida pelo movimento Time's Up para repetir esta denúncia desacreditada, isto não a torna mais verdadeira hoje do que no passado", escreveu Allen, de 82 anos, em um comunicado divulgado na quinta-feira.
"Nunca abusei da minha filha, como concluíram todas as investigações há um quarto de século", acrescentou.
As declarações de Allen, que dirigiu mais de 50 filmes e ganhador de quatro Oscar, foram divulgadas como resposta a uma entrevista que sua filha adotiva, Dylan Farrow, de 32 anos, concedeu à CBS em um momento em que o movimento Time's Up contra o assédio sexual sacode os Estados Unidos e que foi transmitida na íntegra nesta quinta-feira.

- Orientada? -
As alegações de Dylan Farrow de que o diretor a tocou de forma inapropriada quando tinha sete anos apareceram pela primeira vez há 25 anos, na sequência da separação de sua mãe de Allen, que, em 1992, começou um relacionamento com umas das filhas adotivas do casal, Soon-Yi Previn, que tinha 21 anos na época.
Mas o lendário diretor de 82 anos e quatro vezes ganhador do Oscar sempre negou as alegações. As denúncias nunca foram comprovadas.
No entanto, a onda de denúncias de assédio sexual foi um combustível para uma crescente revolta contra Allen.
O cineasta assegura que tudo é uma tentativa da ex-mulher, Mia Farrow, de se vingar porque ele a deixou em 1992 para ficar com Soon-Yi Previn, por sua vez, filha adotiva da atriz com o pianista André Previn. Soon-Yi, nascida na Coreia do Sul, tinha 21 anos na época e Allen, 56. Os dois são casados há mais de 20 anos e têm duas filhas adotivas.
Os serviços de bem-estar infantil de Nova York e um hospital de Connecticut investigaram na época as denúncias de Mia Farrow, que tem 14 filhos, "e concluíram que não houve abuso" e que "possivelmente uma criança vulnerável foi orientada para contar essa história por sua mãe irritada durante uma separação tumultuada", disse Allen.
"O irmão mais velho de Dylan, Moses, disse ter visto a mãe fazer exatamente isso: treinando incansavelmente Dylan, tentando fazê-la acreditar que seu pai era um predador sexual perigoso. Parece que funcionou e tristemente estou certo de que Dylan realmente acredita no que diz", afirmou Allen.
Moses não fala com a mãe adotiva, nem com muitos de seus irmãos, e defende seu pai há vários anos.
"Sou confiável e digo a verdade", disse à CBS Dylan Farrow, que é casada há oito anos e tem uma filha de 16 meses. Allen "está mentindo e vem mentindo há muito tempo".
Farrow contou que quando sua mãe saiu para fazer compras, seu pai a levou ao sótão e pediu para que se deitasse de bruços e brincasse com o trem de seu irmão. "Enquanto brincava com o trem, foi atacada sexualmente... Como diria uma menina de sete anos, [ele] me tocou as partes íntimas", relatou. "Tocou meus lábios vaginais e minha vulva com seu dedo".
Dylan Farrow expôs os detalhes dos abusos que diz ter sofrido do pai pela primeira vez em 2014, em uma carta aberta publicada no New York Times. E voltou a repeti-los recentemente, em dezembro, em uma coluna do jornal Los Angeles Times, intitulada: "Por que a revolução do #MeToo [Eu também] perdoa Woody Allen?".

- Boicote de atores -
Mas agora vários atores, como a ganhadora do Oscar, Natalie Portman, dizem acreditar nela. Greta Gerwig, Mira Sorvino, Evan Rachel Wood, Ellen Page, Rebecca Hall e Timothée Chalamet dizem estar arrependidos de ter trabalhado com ele e que não voltarão a fazê-lo.
Alguns, como Chalamet, Hall e Selena Gómez, protagonistas de seu último filme, "A Rainy Day in New York", doaram seus salários a associações que defendem vítimas de abusos sexuais.
No entanto, um ator muito conhecido saiu em sua defesa. Alec Baldwin tuitou seu apoio a Woody Allen na terça-feira e lembrou que as investigações na época não encontraram provas da culpa de Allen.
É "injusto e triste" que seja acusado, afirmou Baldwin, para quem ter trabalhado em três filmes com o diretor foi "um dos privilégios" de sua carreira.
Ronan Farrow, único filho biológico de Mia e Woody Allen, cortou há anos relações com o pai e é o autor de uma investigação jornalística, publicada pela revista The New Yorker, que ajudou a derrubar o poderoso produtor de Hollywood Harvey Weinstein, que caiu em desgraça após ter sido acusado de assédio, agressão e estupro por mais de cem mulheres.

'Tempo de Amar': Maria Vitória e Inácio se reencontram em Portugal. 'Ironia'


Purepeople - Após muito sofrimento devido às maldades de Lucinda (Andreia Horta), Maria Vitória (Vitória Strada) e Inácio (Bruno Cabrerizo) finalmente se reencontrarão em Portugal após o casamento da filha de José Augusto (Tony Ramos) com Vicente (Bruno Ferrari) nos próximos capítulos da novela "Tempo de Amar". Na ocasião, Maria Vitória estará rezando na igreja do povoado onde os dois se conheceram e então verá depois de dois anos o pai da sua filha. Os dois ficarão emocionados, chorarão e a mãe de Mariana falará: "Se tu soubesses quanto eu procurei por ti no Rio de Janeiro, Inácio". Ele, comovido, também desabafará: "Eu sei, Maria Vitória. Sofro até hoje por todos os desencontros. Nossa história...". Contudo, a atual mulher de Vicente mudará os rumos da conversa: "Não vamos falar dela. Não há mais o que dizer". As informações são do colunista Daniel Castro, do site "Notícias da TV". A cena está prevista para ir ao ar dia 25 de fevereiro.

Maria Vitória e Inácio irão se reencontrar em Tempo de Amar
'CHEGO A ESTAR ZONZO DE FELICIDADE EM REVÊ-LA', DECLARARÁ INÁCIO PARA MARIA VITÓRIA
O músico, que fugiu do Brasil para se livrar de Lucinda, interromperá a fala de Maria Vitória e continuará falando: "Há muito o que dizer, Maria Vitória". Mas ela interromperá: "Não agora que estamos imersos em tanta emoção. Porque estou, sim, muito emocionada em ver-te, Inácio, muito". Eu também. O português responderá animado: "Chego a estar zonzo de felicidade em revê-la". Maria Vitória ainda completará: "Que ironia, nós dois no Rio de Janeiro e só conseguimos nos encontrar aqui em Morros Verdes". O mocinho seguirá o relato: "Ironia cruel! Por ti fui para o Brasil, para dar-te uma vida digna quando voltasse". Maria Vitória ponderará:" Deste-me Mariana. Por ela valeu a pena. Porém, Inácio voltará a perguntar sobre o relacionamento do casal: "Mas nós dois...".

'PROCURA SER FELIZ, INÁCIO', DESEJARÁ MARIA VITÓRIA PARA O EX
Maria Vitória continuará relembrando da saga que passou para reencontrar Inácio: "Deus é testemunha de tudo que fiz para...", mas o músico interromperá. "E é também testemunha de todas as tramas que foram feitas para que eu não te encontrasse". Entretanto, ao notar um clima romântico, a ex-freira terminará a conversa: "Eu preciso ir". Inácio prosseguirá: "Teu marido, eu sei". Maria terminará enchendo o marido de elogios: "Homem algum agiria com tanta nobreza quanto ele! Preciso ir por mim e por ti! Procura ser feliz, Inácio.

Temer embarca para São Paulo para gravar participação em programas do SBT


O presidente Michel Temer embarcou na manhã desta quinta-feira, 18, para a capital paulista, onde fará gravações para os programas Silvio Santos e do Ratinho, do SBT. A participação em programas populares faz parte da estratégia do Palácio do Planalto de intensificar a defesa da reforma da Previdência. Esta semana, Temer já recebeu o jornalista Amaury Junior, que vai estrear um programa na TV Band. Essa entrevista vai ao ar na noite do dia 27 de janeiro.
Ainda na capital paulista, Temer deve se reunir com seu advogado Antonio Claudio Mariz, que deve entregar nesta quinta-feira à Polícia Federal as respostas de Temer às 50 perguntas feitas pela PF no inquérito sobre suposto esquema de corrupção no Porto de Santos (SP).
Havia a expectativa de que as respostas pudessem ser protocoladas na quarta-feira, 17, mas o advogado ainda precisava fazer uma revisão final do material. "As respostas serão protocoladas amanhã (hoje)", disse Mariz nesta quarta ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. As respostas serão protocoladas no Supremo Tribunal Federal (STF) e o relator do inquérito na Corte é o ministro Luís Roberto Barroso. Temer deve retornar ainda nesta quinta para Brasília.

Fonte: Diário de Pernambuco

Rádio britânica estreia “Dancing”, nova música da Kylie Minogue

Antes da estreia oficial de “Dancing” na sexta (19/1) nas plataformas de streaming e lojas online, Kylie Minogue entregou o lançamento de seu novo single para a BBC Radio 1. A faixa tocou na manhã desta quinta durante o programa de Gordon Sparks. Kylie ainda participou de uma entrevista por telefone.
No papo, a cantora que faz 50 anos em 2018 estava super animada com a estreia de “Dancing” nas rádios e enalteceu o clima da cidade de Nashville durante a produção do novo disco. “Foi recompensador. Nós trabalhamos neste álbum a maioria das vezes em Nashville e me ensinou a colocar mais história em uma música e mostrá-la de uma forma diferente e foi uma boa ferramenta para me expressar”, disse.
Após a primeira execução da música, Kylie agradeceu a todos nas redes sociais. “Obrigada a todo mundo que sintonizou para a primeira vez de ‘Dancing'”, escreveu.
Após a execução, a BBC Radio 1 liberou oficialmente um trecho em alta qualidade da música em sua página oficial. De acordo com a imprensa britânica, “Golden” será lançado em abril.

Fonte: Portal Pop Line

Rogério 157 será transferido para mesmo presídio do traficante Nem, em Rondônia

Jornal do Brasil - O traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, será transferido para a Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia. Em dezembro do ano passado, o juízo da 20ª Vara Criminal da Capital já havia autorizado a transferência para um presídio federal pelo prazo inicial de 360 dias.Ele atualmente está no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio.
No mesmo presídio está preso, desde 2011, o traficante Antonio Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Os dois provocaram uma guerra pelo controle de venda dos pontos de venda de drogas na Rocinha, em setembro último. Houve necessidade de intervenção das Força Armadas, que ocupou a favela para dar tranquilidade os moradores, que ficaram vários dias sem sair de casa, com medo das constantes troca de tiros entre as duas facções criminosas rivais.
Rogério Avelino da Silva está no Complexo Penitenciário
de Gericinó, Zona Norte do Rio
O pedido para que Rogério seja transferido para um presídio fora do Rio foi feito pela Secretaria de Segurança Pública e pelo Ministério Público estadual. A transferência agora ficará a cargo da secretaria e dos demais órgãos responsáveis.
Rogério 157 foi preso no dia 6 de dezembro do ano passado, pelas forças de segurança do Estado, na favela do Arará. Considerado um dos traficantes de drogas mais procurados da cidade, Rogério Avelino de Souza, o Rogério 157, da favela da Rocinha, na Zona Sul, onde estava foragido e se escondendo em várias comunidades controladas pela facção criminosa a qual ele pertence.
Há três meses, ele provocou uma guerra na comunidade, depois de deixar a quadrilha de Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Com essa atitude, Nem deu ordens de dentro de um presídio federal fora do Rio, onde está preso desde 2011, para que integrantes de sua quadrilha invadissem a Rocinha com o apoio de homens de outras comunidades, ligados à mesma facção criminosa, o que resultou em uma verdadeira guerra.

MC Diguinho muda letra de música criticada por apologia ao estupro: ‘Foi mal interpretada’

MC Diguinho se apresentando em São Paulo após polêmica com letra de funk
Extra - MC Diguinho, que virou alvo de uma polêmica na última quarta-feira pela letra do funk “Surubinha de leve”, pronunciou-se sobre as acusações de apologia ao estupro. Num vídeo gravado em São Paulo para o canal de sua produtora, GR6, no Youtube, na última quarta-feira, o caxiense comenta o caso e canta a nova letra. Na canção divulgada, aparecem as frases: "Brota e convoca as tchucas/ Mais tarde tem fervo, hoje vai rolar suruba / Só surubinha de leve com essas minas malucas/ Taca a bebida, depois taca e fica / Mas não abandona na rua / Só surubinha de leve com essas minas, de leve".
No vídeo, DJ Selminho, produtor da música, diz, antes de o MC cantar: “Vai mandar aquela? Cuidado, hein”. E Diguinho responde, em seguida cantando a versão alterada: “A rapaziada na internet, hoje em dia, entende a música de um jeito. Cem pessoas, cada um entende a música de um jeito. Eu queria passar a música de um jeito e ela foi mal interpretada. Eu vou cantar, e só quem sabe vai cantar com Diguinho e com DJ Selminho”. A aparição do funkeiro acontece a uma hora e 35 minutos de vídeo, no fim do show, e a repercussão da música é comemorada pelos MCs. O vídeo tinha, até a manhã desta quinta-feira, mais de 200 mil visualizações.


Na versão polêmica, a música apresentava os trechos: “Hoje vai rolar suruba / Só uma surubinha de leve/ Surubinha de leve / Com essas filha da puta / Taca a bebida / Depois taca a pica / E abandona na rua” . As redes sociais do cantor estavam fechadas e, nesta quinta-feira, foram reabertas.
A assessoria de impresa do cantor divulgou, na última quarta-feira, um comunicado oficial com o posicionamento do MC antes de o vídeo da produtora ser lançado: “MC Diguinho reconhece o conflito de informações devido a toda repercussão. O mesmo informa que mora com mãe, irmãs e uma sobrinha. Jamais irá denegrir a honra e a moral das mulheres. Em respeito a tudo isso, a música será lançada na versão light”.

Fonte: Extra