domingo, 21 de janeiro de 2018

Jessie J emociona-se ao cantar música de Whitney Houston


Notícias Ao Minuto - Na última sexta-feira, dia 19, Jessie J participou num programa chinês e deixou todos de ‘boca aberta’ ao cantar a música ‘I Have Nothing’, de Whitney Houston.
No Instagram, Jessie J publicou um texto emocionado sobre a sua atuação. “Tu és a razão pela qual eu comecei a cantar. Quando ouvi ‘I Will Always Love You’, tinha 4 anos e a minha vida mudou para sempre. Tu és tudo. A melhor de se cantar. Ninguém chega aos teus pés”, começou por dizer a artista, que admite ter precisado de 25 anos para ganhar coragem de cantar a música da sua diva.
“Mais do que tudo, espero tê-la deixado orgulhosa”, acrescentou Jessie na legenda do vídeo, onde mostra a sua atuação.

*As tears fall down my face* Whitney Houston... 👑 You are the reason I started to sing. When I heard I will always love you when I was 4 years old. My life changed forever. You are everything. The best to ever do it. No one can ever come close. More than anything, I hope I did you proud. 🌹 Thank you from the bottom of my heart for helping me believe in me. It’s taken me 25 years to find the courage to sing this whole song on stage. It was one of the most unforgettable and special moments of my life... It happened because of you. I love this song, and I will always love you. ❤️ Thank you to everyone watching this, and sharing it and showing my voice love. It’s all it’s ever been about and it’s all it will only ever be about for me. The music, the feeling, the songs and the singing. ❤️ Just an Essex girl with a dream. Representing the UK everywhere I go. 🇬🇧 🇨🇳
Uma publicação compartilhada por J E S S I E . J (@jessiej) em

Após retorno, Rouge apresenta seu bloco de Carnaval


TV Foco - Se você não sabia, o grupo Rouge voltou! As meninas que fizeram sucesso no início dos anos 2000 estão agitando os palcos novamente para delírio dos fãs.
E o grupo já entrou em 2018 com o pé direito. Com agenda de shows cheia, Aline, Fantine, Luciana, Li e Karin se apresentaram no último sábado (20), no ensaio do bloco Chá Rouge, que foi realizado no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Segundo informações do site O Fuxico, este foi o primeiro e único ensaio do bloco, que estará na Avenida Faria Lima, no dia 3 de fevereiro, também na capital paulista. O show ainda contou com a presença mais que especial de Tiago Abravanel.

ANTES DO RETORNO ELAS LAVARAM MUITA ROUPA SUJA
As cinco integrantes do grupo Rouge, sucesso dos anos 2000, se juntaram novamente para uma turnê e se apresentaram pela primeira vez nesta sexta-feira (13). A carreira das artistas foi marcada por várias polêmicas, envolvendo a separação, e agora, elas revelam que lavaram muita roupa suja nesse retorno.
A girlband foi formada em 2002, no programa “PopStars”, do SBT. Elas estavam há doze anos sem se apresentar juntas, ou seja, foi um desafio imenso recomeçar tudo isso do zero, mantendo apenas as músicas do passado. Em entrevista à Contigo!, elas contaram tudo sobre os bastidores da banda e fizeram algumas revelações.
“A gente tinha ideia do carinho do público, mas não sabia que tomaria estas proporções”, afirmou Li. Sobre a “lavação de roupa suja”, ela aconteceu porque Luciana abandonou o grupo em 2004, um ano antes do fim.

‘Não tive intenção nenhuma de matar’, afirma motorista que matou bebê e feriu 17 em Copacabana

O motorista Antônio Anaquim, de 41 anos, que atropelou 18 pessoas entre o calçadão e a Praia de Copacabana, matando uma bebê de 8 meses, pediu perdão às famílias de todas as vítimas.
Em depoimento enviado por ele ao Fantástico, reiterou o que disse à polícia sobre o momento em antecedeu o acidente, alegando ter sofrido uma "ausência" e afirmou que não teve a intenção de matar alguém.

"Eu tive uma ausência. Você fica completamente congelado, se contorce pro lado e nisso perde também a consciência das coisas, de tudo", contou.

À polícia, Anaquim disse ser epilético. Ele, no entanto, omitiu do Detran que é portador da doença ao renovar a sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
"Pra elaborarmos um raciocínio, temos uma série de reações químicas no nosso cérebro que proporcionam transmissões elétricas, transmissões nervosas entre esses neurônios e de uma maneira organizada produzimos o raciocínio. A epilepsia é uma doença neurológica onde essa transmissão elétrica acontece de maneira desorganizada", diz o médico Aly Said Yassine, especialista em medicina do tráfego.
"Ou seja, são milhares de impulsos elétricos acontecendo por centenas de milésimos de segundo que acabam trazendo ao paciente um colapso neurológico. E esse colapso acaba trazendo nas pessoas os apagões", continua.

No vídeo que enviou ao Fantástico, Anaquim demonstra ter consciência da tragédia que provocou. Ele enfativou não ter tido a intenção de matar alguém.

"Quero dizer que não sou nenhum assassino. Não tive intenção nenhuma de matar ninguém. Peço perdão a todas as pessoas que estão sofrendo com essa tragédia que eu causei", disse.

"Peço perdão à mãe de Maria Louise, que infelizmente perdeu sua filha", disse o atropelador.
Maria tinha apenas 8 meses de vida e morreu pouco tempo depois de ser socorrida. Ela e a mãe estavam passeando no calçadão na noite de quinta-feira (18). O corpo da bebê foi enterrado no sábado (20).
"De repente, quando eu olhei pra frente, eu só vi farol e nem a pancada eu senti. Quando eu vi eu já estava no chão e um bando de gente em volta, e eu procurando a minha neném", lembrou Niedja Araújo, mãe de Maria Louise.

CNH suspensa
Inconformado com a perda da filha Maria Louise, o pai questionou o fato de Anaquim dirigir impunemente mesmo com a habilitação suspensa. "Ele estava proibido de dirigir, carteira vencida, não podia mais dirigir pelo Detran, e tava na rua aí normalmente", reclamou Darlan Rocha, o pai da bebê que, na ocasião, não sabia que Anaquim mentiu ao renovar o documento.

Darlan desabafa durante velório da filha Maria Louise no Cemitério São João Batista, Zona Sul do Rio
Em 2014, Antônio Anaquim deveria ter perdido a habilitação devido ao número de multas - ele acumulava 62 pontos na CNH - mas mesmo assim conseguiu renovar a carteira em 2015.
No documento que ele precisou preencher no Detran-RJ para a renovação, inicialmente respondeu "sim" à pergunta sobre uso de medicamentos controlados. Em seguida, porém, rasurou o documento e mudou a resposta para "não". Os nomes dos remédios também foram rasurados. Ele ainda afirmou, no mesmo questionário, não sofrer de nenhuma doença neurológica, inclusive epilesia.


"As respostas desse questionário não significam que ele terá a proibição em dirigir. O significado e sentido desse questionário é que ele traz ao médico do tráfego uma orientação de como é possível que esse candidato dirija com segurança", ressaltou o médico Aly Said Yassine.
No depoimento enviado ao Fantástico, Anaquim não fala sobre os problemas com sua habilitação e não explica as rasuras no formulário do Detran.
O escrito Eduardo teve a primeira crise epilética aos 3 anos de idade. Chegou a tirar a carteira de habilitação, dirigiu por algum tempo, mas decidiu não renovar o documento por questões de segurança a si próprio e às demais pessoas.
“Comecei a perceber que eu corria um risco se eu tivesse uma crise e, além disso, criava um risco pra outras pessoas também. Essas pessoas têm totais condições de dirigir, mas quando faz a prova de admissão, ela tem que falar que tem epilepsia. A própria pessoa tem que ter consciência da atitude dela e assumir a responsabilidade pela sua atitude”, apontou Eduardo.

Duplo inquérito policial
"Diante desse mar de irregularidades eu determinei a instalação de um procedimento paralelo que visa apurar, dentre outras coisas, a falsidade ideologica, que seriam informaçoes inexatas sobre a sua enfermidade quando da renovaçao da sua carteira e todos esses problemas que nos recebemos essas informações", adiantou o delegado Gabriel Ferrando, responsável pelas investigações sobre o acidente.
O delegado adiantou, também, que a investigação aponta que Anaquim, de fato, sofreu um mal súbito e que, por isso, não teria conseguido frear o carro.
"Conversamos já com um perito, embora isso não esteja ainda inserido num laudo técnico, há indícios de que não houve a marca de frenagem no local", destacou o delegado Gabriel Ferrando.
"Com a perda da consciência, os desmaios, a pessoa se projeta pra frente. Se projetando pra frente, naturalmente o peso das suas pernas também são projetadas pra frente. Em qualquer um desses casos, pode ter, infelizmente, o condutor um aumento da pressão sobre o acelerador e uma impossibilidade voluntária de frear esse veículo", esclareceu o médico especialista em medicina do tráfego, Aly Said Yassine.

Fonte: G1

Calor não desanima e foliões tomam conta de BH

Ana Andrade, uma das criadoras do bloco Charanga das Padês
Uai - Sol forte, calor intenso e os blocos de carnaval atraindo centenas de pessoas para ruas e praças em Belo Horizonte. Nem a criançada escapa. Na Savassi, o bloco Charanga das Padês, formado por uma bateria de 47 mulheres, um dos únicos da capital dedicado aos baixinhos, fez seu ensaio pré-carnavalesco recheado de músicas infantis intercaladas com marchinhas de carnaval, samba e axé, entre outros repertórios.
É o quarto carnaval do grupo que começou por meio de redes sociais, espaço em que reunia em torno de quatro mil mães. “Tivemos a ideia de criar um bloco carnavalesco e convocamos todas elas. Apenas 15 se dispuseram a sair no primeiro ano, mas agora já somos 47”, conta Ana Andrade, uma das fundadoras. A bateria é formada por advogadas, médicas, engenheiras, donas de casa e os ensaios começam em julho. Aos domingos pela manhã a praça Diogo de Vasconcelos (Savassi) é fechada ao tráfego e a criançada fica solta e se diverte.

Bloco Charanga das Padê
Para este ano, a expectativa é de que o bloco atraia 10 mil participantes já no pré-carnaval do dia 4 de fevereiro. "Reunimos em torno de 500 participantes por ensaio. Neste ano, a homenageada será Clara Nunes uma vez que sempre homenageamos mulheres empodeiradas”, revelou Ana. Nos anos anteriores o grupo destacou Frida Kahlo e Carmen Miranda.

Sapucaí de BH


Na rua Sapucaí, bairro Floresta, região Central, o rocksamba tomou conta da moçada com o bloco Ziriggydum Sapucaí, com o repertório de rock in roll em rítmo de bateria de escola de samba empolgando os participantes. O casal formado pelo microempreendedor Thiago Henrique Silva e a estudante de Letras Marina Medrado encontrou um motivo a mais para sair este ano. Thiago que já participou do bloco no ano passado trouxe a namorada, que toca tamborim no bloco “Vou ali e volto”, do Padre Eustáquio, para curtir o samba rock. Fiel ao seu bloco de origem, Marina disse estar encantada com “a moçada e a bateria”.
Segundo Mônica de Paula, jornalista e produtora de imagens, uma das fundadoras do bloco que sai desde 2016, a bateria é formada por 70 integrantes. O bloco nasceu em homenagem a David Bowie, que faleceu naquele ano. Posteriormente foram incorporados outras homenagens a roqueiros famosos. 

Ambientes recebem credenciais e orientações

Ambulantes receberão credenciais
Os ambulantes que trabalharão no carnaval de Belo Horizonte recebem da Belotur suas credenciais a partir de amanhã (22), no Largo da Saideira. No local também serão repassadas orientações sobre trabalho infantil durante a folia. Agentes dos Conselhos Tutelares estarão presentes e prometem orientar os vendedores sobre como lidar com crianças e adolescentes durante o trabalho nas ruas em todo o período momesco.
As informações repassadas aos ambulantes serão relativas à exploração e ao abuso sexual de menores, trabalho infantil, venda e consumo de bebidas alcoólicas por crianças, adolescentes e jovens. Dez mil panfletos com informações e detalhes sobre as questões serão distribuídos aos vendedores nos três dias de credenciamento.
“Essa orientação tem o objetivo de sensibilizar esses profissionais, informando-os de que o trabalho para pessoas menores de 18 anos é proibido e destacando as consequências negativas de expor esse público a situações de riscos relacionados à atividade laboral, principalmente em megaeventos”, afirmou Andréa Passos, gerente de ações estratégicas da Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania.
A gerente destaca que o desgaste físico e emocional, os desaparecimentos, a exposição à violência sexual e a exploração do trabalho são as principais consequências da presença de crianças acompanhando seus responsáveis durante o trabalho. “Por isso, é importante que os menores não estejam presentes. Caso eles queiram participar da festa, é necessário que haja um adulto responsável exclusivamente pela criança, que não esteja trabalhando nas barracas”, completa.
Os vendedores ambulantes serão também orientados sobre a venda e o consumo de álcool por menores de idade. Mais de 10% dos atendimentos realizados pelo SAMU no Carnaval de 2017 foram de pessoas menores de 18 anos, boa parte relacionada ao consumo de álcool e outras drogas.
Denúncias - Vale lembrar que denúncias de violações de direitos podem ser feitas para a Guarda Municipal ou no Disque 100. O plantão do Conselho Tutelar, que funciona das 18h às 8h, aos finais de semana e feriados, também receberá denúncias durante o carnaval pelo telefone: (31) 3277-1912.

Gasolina sobe 19,5% em seis meses no Brasil


em.com.br - Nos últimos seis meses, o preço médio da gasolina subiu 19,5% nos postos de combustível e já se aproxima dos R$ 4,20. Em algumas cidades, está perto de romper a barreira dos R$ 5. O preço médio, sem descontar a inflação, é o maior já registrado na série histórica da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que começou em 2001.
A gasolina mais cara do Brasil está na região Norte. Em Tefé, no Amazonas, o preço médio é de R$ 4,941 por litro. Em Alenquer, no Pará, chega a R$ 4,838. Para os paulistas, a gasolina mais cara é de Dracena (R$ 4,196) e a mais barata fica em São José dos Campos (R$ 3,863).
A escalada do preço está relacionada à nova política de ajustes da Petrobras, em vigor desde julho de 2017, quando a estatal anunciou que as variações ocorreriam com mais frequência. Nesse período, os preços foram reajustados 133 vezes. A mudança foi feita para dar agilidade aos reajustes e acompanhar a volatilidade da taxa de câmbio e da cotação de petróleo. O barril ficou 28% mais caro nesse período.
Quando se compara o preço da gasolina no país com o do mercado norte-americano – de livre concorrência e sem nenhum tipo de política de preços – percebe-se um ritmo diferente. Nos EUA, o combustível ficou cerca de 7,6% mais caro quando o preço é convertido em reais.
Uma das explicações pode estar na sazonalidade. O período comparado começa no verão – quando os combustíveis ficam mais caros nos EUA – e termina em pleno inverno – quando os preços historicamente são mais baixos. Lá, a gasolina custa, em média, US$ 2,639 o galão, ou R$ 2,2576 por litro.
Para não colocar em cima do consumidor todo o peso da volatilidade internacional do petróleo, especialistas sugerem um “amortecedor de preços”. Um dos mecanismos mais citados seria usar a atual Cide (o tributo federal que incide sobre os combustíveis) como um “colchão” para suportar a variação internacional, sem causar instabilidade no preço praticado no Brasil. O tributo seria variável: quanto maior o valor do litro, menor o percentual da alíquota. E vice-versa.
“No Reino Unido, por exemplo, há certa estabilidade no valor cobrado, pois a volatilidade é amortecida pelo tributo variável. Isso dá mais estabilidade para o consumidor. A maior parte da Europa faz isso, e o Japão também”, defende o presidente da consultoria agrícola Datagro, Plínio Nastari.

FICÇÃO
O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, elogia a atual política de preços da Petrobras por acabar com a “ficção econômica” praticada nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff – que represaram os preços para conter a inflação.
Pires defende, no entanto, o aprimoramento do sistema com a adoção da Cide como imposto ambiental – que oneraria a gasolina em favor de combustíveis mais limpos, como etanol – e também para corrigir externalidades – como a variação do preço internacional dos combustíveis. “A próxima etapa é rever a questão tributária. É preciso avançar na questão ambiental e na volatilidade de preços.”
A disparada da cotação do petróleo é resultado da maior demanda e consequente diminuição dos estoques, já que a produção não cresceu no mesmo ritmo, segundo o relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Mas nem todo esse aumento chegou às bombas. “De maneira geral, o petróleo não é um bem consumido diretamente, mas utilizado para produção de derivados. As negociações são realizadas com base nas cotações dos próprios derivados e não na do petróleo”, explica, em nota, a Petrobras. A estatal reconhece que, no longo prazo, petróleo e derivados têm comportamento semelhante, mas “no curto prazo podem ocorrer, e de fato ocorrem, oscilações de diferentes magnitudes”.

Advogado que foi ofendido em grupo de WhatsApp vai ser indenizado em R$ 2 mil


O Observador - No caso, a ofensa ao advogado Leopoldo Rocha Ferreira da Silva foi feita em uma discussão no grupo de WhatsApp com 24 pessoas.
Um advogado será indenizado em R$ 2 mil por ter sido de chamado de profissional de “porta de cadeia” em um grupo de WhatsApp. A decisão é do juízo do 3º Juizado Especial Cível de Belo Horizonte.
Segundo a juíza Lucélia Alves Caetano Marçal, a indenização é devida porque ofensas feitas em meios digitais faz com que a “divulgação desenfreada de mensagens” atinja um número incontável de pessoas.
No caso, a ofensa ao advogado Leopoldo Rocha Ferreira da Silva foi feita em uma discussão no grupo de WhatsApp com 24 pessoas.
“Importante registrar que as postagens nas redes sociais que integram o ambiente virtual nos dias atuais possuem enorme alcance, que pode ser majorado de forma ilimitada por meio dos compartilhamentos de seus usuários”, afirmou a juíza, que classificou a postagem de ofensiva e desabonadora.

#Paraná - Foz do Iguaçu estreia neste domingo no estadual no Estádio ABC


GDia - Chegou a hora. O Foz Futebol Clube estreia neste domingo, 21, às 178 horas no Campeonato Paranaense. A partida será contra o Londrina, equipe que terminou a Série B do Brasileirão ano passado em quinto lugar, e um dos times favoritos ao título deste ano. A diretoria do Foz quer ver o estádio ABC lotado e por isso decidiu ampliar a promoção de ingressos. Todos que forem ao estádio pagarão meia entrada, ou seja, R$ 20 (arquibancada) e R$ 30 (cadeiras). “Este é o nosso quarto ano consecutivo na elite do futebol paranaense e queremos comemorar com nosso torcedor. Ingressos nos Estacionamentos Bismillah (Vila Portes), Bar do Natal (anexo ao ABC), Ande Materiais Elétricos, Bar da Joice, Django Burger, Bar do Juca, Banca do Abel, Silva Móveis, Santi Móveis — Morumbi e República. “Montamos um elenco a altura da competição e nesse ano o torcedor do Azulão verá um Foz do Iguaçu forte e vencedor dentro de campo”, diz Arif Ahmad Osman, presidente do clube.

#Paraná - Caminhão com sucata tomba e interdita meia pista da BR-116 no Campo de Santana


Tribuna PR - Um motorista com sinais de embriaguez provocou o tombamento da carreta carregada de sucata que conduzia, na altura do quilômetro 90 da rodovia BR 116, na pista sentido Curitiba. O acidente aconteceu na tarde deste domingo (21) e deixou o trânsito complicado na região.
De acordo com o policial rodoviário federal, Oseias, o homem perdeu o controle do volante ao fazer uma curva de conversão à rodovia. Ele foi submetido ao teste do bafômetro, que teria indicado ingestão de álcool. Ele não se feriu e nenhum outro veículo se envolveu no acidente.
O congestionamento na altura do quilômetro 90 já passa dos 3km, e deve ser normalizado dentro de uma hora, após remoção total da carga e do veículo da pista. A PRF orienta o trânsito no local.

#Pará - Homens são presos por homicídio triplamente qualificado em Santarém

Folha do Progresso - Nesta sexta-feira (19), a Polícia Civil prendeu, em cumprimento a mandados de prisão preventiva, três homens acusados de cometer um homicídio em Santarém, no oeste paraense. Pedro da Silva Colares, Gracildo da Silva Colares e Rosiney Fernandes Braz foram localizados nesta tarde.
De acordo com informações do delegado Nelson Nascimento, titular da Seccional de Santarém, as prisões foram resultados de investigações deslanchadas pela equipe formada por policiais civis da Seccional e da Divisão de Homicídios, sob coordenação da Superintendência Regional do Baixo Amazonas.
Anderson Matheus Pedroso Rodrigues, de 22 anos, foi encontrado morto com perfurações pelo corpo na comunidade Boim, em Santarém. O crime ocorreu no dia 6 de novembro do ano passado. Segundo os familiares, a vítima teria saído com amigos para um torneio de futebol na comunidade.
A motivação do crime ainda está sendo apurada, informou a Polícia Civil. Os presos irão responder por crime de homicídio triplamente qualificado.

Polícias Civil e Militar procuram quadrilha de assaltantes formada por índios

Neusina Ferreira Guajajara e Hilson Ventura Guajajara foram presos
A Polícia Civil, em conjunto com a Polícia Militar, está realizando uma operação que busca prender integrantes de uma quadrilha de assaltantes na BR-226. A operação ocorre desde a manhã dessa quarta-feira (17), na cidade de Barra do Corda, a 290 km de Imperatriz.
Dois índios já foram presos, segundo a polícia, que também apreendeu armas, celulares e capuzes que eram usados nos assaltos. Os suspeitos foram identificados como Neusina Ferreira Guajajara e Hilson Ventura Guajajara. Segundo o delegado de Barra do Corda, Renilton Ferreira, eles cometiam assaltos todos os dias.
“Essa operação foi elaborada pela Polícia Civil justamente pela situação insustentável em que se encontrava a BR-226, entre a cidade de Barra do Corda e Grajaú, com centenas de assaltos diários, dia e noite. Ela não é única. É uma das operações que nós vamos fazer para combater esse grande número de assaltos. São vários criminosos, a maioria indígenas, com alguns brancos infiltrados no meio”, afirmou.
Existe uma grande quadrilha formada, em sua maioria, por índios que realiza assaltos na BR-226 desde o ano passado, de acordo com a Polícia Civil. A maioria dos índios é da reserva Cana Brava e utiliza arma de fogo e armas artesanais durante os assaltos.
O delegado Renilton informou que, por conta da dificuldade em coletar provas que mantenham os criminosos presos, além dessa quadrilha outros grupos menores de indígenas têm iniciado assaltos na região.
“A polícia tem identificado uma grande quadrilha que já vem com mandados de prisão de diversas operações anteriores, nos anos de 2016 e 2017. A dificuldade de prender tem gerado impunidade. Essa impunidade tem incentivado outras aldeias a também se motivarem a cometer crimes. Então, além dessa quadrilha, que já agia há mais de um ano na região, agora estamos com outros pequenos grupos realizando assaltos”, informou Renilton.
De acordo com o delegado de Barra do Corda, agora a Polícia busca até estabelecer parcerias para conter a onda de assaltos na região. “Pretendemos nos reunir com o Ministério Público ou o Poder Judiciário local para tentar uma parceria de uma atuação mais rígida por essas autoridades para que, após prender, eles não sejam liberados. Semana que vem, provavelmente, vamos fazer essa reunião para buscar essa parceria e a manutenção mais longa da prisão”, afirmou.

Fonte: O Progresso

#Maranhão - Polícia Militar prende baiano acusado de ter agredido dez mulheres em Imperatriz


Policiais da Força Tática-01 e do Esquadrão Águia do 3º BPM prenderam o elemento Daniel Brito dos Santos, 38 anos, sem endereço fixo, que é acusado de ter agredido dez mulheres nos últimos dias. Daniel Brito é natural da cidade de Simões Filho-BA e está em Imperatriz perambulando pelas ruas há cerca de 60 dias.
Uma das mulheres foi agredida com uma faca, atingindo-lhe a orelha. Ontem, ele deu uma cotovelada no nariz de outra mulher, que sangrou e teve de ser medicada no Socorrão. A jovem informou que alguns dentes superiores ficaram abalados. Há cerca de dez dias, Daniel Brito agrediu a mulher de um empresário da cidade, deixando o olho esquerdo roxo.
Antes de ser entregue aos policiais que já estavam à procura dele, Daniel Brito foi cercado por populares próximo à agência do Banco Itaú e agredido. Além de socos e pontapés, ele levou uma pancada na cabeça, feito com um daqueles ferros usados para fechar portas de aço.
Os policiais chegaram logo em seguida. Antes de ser apresentado na Delegacia Regional de Polícia Civil, teve de passar pelo Socorrão para ser medicado.
Várias vítimas dele foram até a delegacia para prestarem depoimento. Daniel Brito foi autuado por tentativa de homicídio e lesão corporal.
Ele será levado na manhã de hoje para a Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz - UPRI, onde ficará até ulterior deliberação da Justiça.

Fonte: O Progresso.net

Prevenção contra HIV vai além da camisinha


Tribuna de Notícias - O preservativo é uma excelente e prática estratégia de prevenção ao HIV/aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), mas hoje não é o único meio para evitar estas doenças. Outras alternativas eficazes fazem parte da prevenção combinada.


Mas você sabe o que é isso?
A Prevenção Combinada associa diferentes métodos (ao mesmo tempo ou em sequência) conforme as características e o momento de vida de cada pessoa .
Entre os métodos que podem ser combinados, estão: a testagem regular para o HIV, que pode ser feita gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS); a prevenção da transmissão vertical (quando o vírus é transmitido para o bebê durante a gravidez); o tratamento de infecções sexualmente transmissíveis e das hepatites virais; a imunização para as hepatites A e B; programas de redução de danos para os usuários de álcool e outras substâncias; a profilaxia pré-exposição (PrEP); profilaxia pós-exposição (PEP); e o tratamento de pessoas que já vivem com HIV. É bom lembrar que uma pessoa em tratamento atinge níveis de carga viral tão baixos que é praticamente nula a chances dela transmitir o vírus para outras pessoas. Além disso, quem toma o medicamento corretamente, não adoece e mantém a sua qualidade de vida. Todas essas métodos podem ser utilizados pela pessoa isoladamente ou combinados.
Nos últimos dez anos, foi observado um crescimento de HIV entre os homens de 15 a 19 anos, 20 a 24 anos, 25 e 29 anos e 60 anos e mais. Com o objetivo de garantir que esse público possa viver plenamente a sexualidade sem medo, vergonha e culpa, independente da condição física, orientação sexual, idade e estado civil, o Ministério da Saúde vem elaborando estratégias que garantem uma vida mais saudável a eles. “As ações de prevenção estarão voltadas para essa população, em especial com a população trans, os gays e os homens que fazem sexo com homens, as trabalhadoras do sexo, porque são grupos mais vulneráveis à infecção pelo vírus. Nós temos várias reuniões com todas as agências da Organização Mundial da Saúde – ONU - para definir estratégias para toda essa população. Uma das escolhas é trabalhar com aplicativos e com as mídias sociais ao longo de todo ano colocando mensagens de prevenção, e destacando a PreEP”, explica a diretora do Departamento das IST, HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), Adele Benzaken.

Prevenção
O preservativo ainda é o método de prevenção mais usado, sendo o mais barato e de fácil acesso. A oceonógrafa, Ilanna Rego fala que desde a sua primeira relação sexual ela usou camisinha. “Essa foi uma das minhas condições para que eu levasse adiante essa ideia com meu parceiro e depois de muita conversa essa foi uma das condições foi o uso da camisinha”, comentou.
O Ministério da Saúde mantém a distribuição dos preservativos masculinos e femininos, em todo o Brasil. “Em visita ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, estavam distribuindo camisinhas. No momento em que comprei ingresso estava sendo fornecida, achei a ideia muito boa, inclusive já usei a camisinha do SUS em diversas ocasiões e gostei muito”, fala Ilanna.
Camisinha "estourou"
Mas se a camisinha “estourou” ou você transou sem preservativo, é necessário o uso de profilaxia pós-exposição de risco ao HIV, conhecida como PEP. Trata-se da combinação de antirretrovirais que devem ser tomados durante 28 dias. A PEP é oferecida gratuitamente em serviços de referência em todos os estados. O tratamento deve ser iniciado em até 72 horas, após o possível contato com vírus tanto numa relação sexual desprotegida, quanto num acidente com instrumentos cortantes (como agulhas, alicates etc). Para saber qual o serviço que oferece a PEP mais perto da sua residência ligue para a Ouvidoria do SUS 136. Atenção, a PEP só é aplicável em quem não tem o vírus. Porque quem já tem o vírus precisa iniciar o tratamento.
Outra opção é a PrEP, que é a utilização do medicamento antirretroviral por aqueles indivíduos que não estão infectados pelo HIV, mas que se encontram em situação de elevado risco de infecção. Com o medicamento já circulando no sangue no momento do contato com o vírus, o HIV não consegue se estabelecer no organismo. A PrEP é a mais nova tecnologia de prevenção ao HIV, introduzida no SUS no ano passado. Ela está disponível atualmente em 36 serviços em 11 unidades federadas, incluindo o Distrito Federal. No momento, os grupos que tem indicação para receber a PrEP são: os profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens e gays, população trans, e casais sorodiferentes (quando um tem o vírus e o outros não).
Converse sempre com o profissional de saúde, porque ele pode indicar e te ajudar a melhor forma ou as melhores formas de prevenção de acordo com o seu comportamento e o seu momento de vida.
Para o estudante de 21 anos, Francisco (nome fictício) a Prevenção Combinada é muito eficaz, mas é necessário que essa divulgação seja mais ativa. “Precisamos multiplicar informações sobre prevenção e cuidado, de modo que todos saibam se prevenir. Estou em um relacionamento monogâmico. Por isso, depois de fazermos exames (de 3 em 3 meses fazemos) resolvemos tirar. Mas sei dos riscos que isso implica”, comenta ele.
Para a diretora do Departamento de HIV, Aids e Hepatites Viriais do Ministério da Saúde, a PrEP é uma das opções mais avançadas no campo da prevenção. “A PrEP tem evidências que ela consegue impactar e reduzir a epidemia entre populações jovens. Isso que o Ministério da Saúde vem trabalhando” destacou.
No Brasil, estima-se que 830 mil pessoas vivam com o HIV. Por ano, há cerca de 40 mil novos casos de aids – quando a pessoa que vive com o vírus começa apresentar sintomas da doença. A epidemia de HIV tem afetado desproporcionalmente alguns grupos de pessoas, mais do que outros, como é o caso dos homens jovens e homens que fazem sexo com homens. A PrEP é mais uma opção de prevenção para as pessoas se protegerem do vírus causador da aids. “Com as novas opções de prevenção disponíveis estamos confiantes que é possível reverter o números de nova infecções pelo HIV, bem como os novos casos de aids que temos registrado anualmente”, esclare a diretora.

Trump deve ser bem recebido no Reino Unido, afirma Boris Johnson

Jornal do Brasil - O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, disse neste domingo (21) que o presidente dos EUA, Donald Trump, deve ser bem recebido em terras britânicas.
Na segunda-feira, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, estará no Reino Unido e cumprirá agenda oficial.
Johnson diz que fazer oposição a uma possível visita de Trump prejudica os interesses britânicos.
"Donald Trump é o presidente eleito da maior e mais poderosa democracia do mundo — e um país que também é nosso aliado mais próximo", escreveu Johnson no jornal The Sunday Telegraph.
A ida de Trump para o Reino Unido, entretanto, tem ares de novela. Após atentado terrorista em Londres, o presidente republicano atacou o prefeito da cidade, Sadiq Khan. O prefeito londrino, então, disse que a população não deve "estender o tapete vermelho" para Trump porque "suas políticas vão contra tudo o que defendemos".
Trump também se desentendeu publicamente com a primeira-ministra Theresa May. Ele compartilhou vídeo do grupo antimuçulmano "Britain First" e um porta-voz de Downing Street classificou a atitude do chefe da Casa Branca como um erro. Trump não gostou e escreveu um recado para May no Twitter: "Não se concentre em mim, foque no destrutivo terrorismo radical islâmico que está ocorrendo no Reino Unido. Estamos muito bem".

Cãozinho de Sthefany Brito é encontrado morto

Cláudia Abril - De férias com o namorado na França, a atriz Sthefany Brito viveu momentos de tensão quando soube que seu cãozinho de estimação, chamado Snow, desapareceu da casa em que passava alguns dias, em Barrinha, no Rio de Janeiro.
No sábado (20), ela então fez um apelo em sua conta no Instagram, pedindo ajuda para encontrá-lo. Imediatamente, vários famosos, como a apresentadora Xuxa, abraçaram a campanha e compartilharam fotos do animal para auxiliar nas buscas.
Mas, na manhã deste domingo (21), a história teve um final triste. “Meu coração parece que vai parar a qualquer momento e todo meu corpo dói! Em prantos, dilacerada, destruída, encontramos o Snow sem vida! Um pesadelo”, escreveu Sthefany. Infelizmente, o cachorro foi encontrado morto.

É inacreditável, surreal, desesperador saber q vamos passar a noite sem notícias do nosso branquelinho! 💔 Meu coração está despedaçado! Só quem tem um “serzinho” desse em casa sabe do amor que eu to falando! ❤️ É assim a maioria das nossas noites (às vezes ele escolhe o papai e eu só fico babando achando a coisa mais linda os dois juntos!) grudados, abraçados mesmo! 🤗 Meu Deus do Céu, meu São Francisco de Assis, protejam meu gordinho essa noite e nos devolvam logo ele!!! 💔 E se vc está lendo essa msg e está com o Snow, pelo amor de Deus eu imploro nos devolva nosso filho! Por tudo que é mais sagrado! Se vc está assustado com a proporção que as coisas estão tomando, entra em contato e vamos resolver da melhor e mais discreta forma possível! E se vc viu o Snow e está com medo, eu garanto que nada vai ser divulgado, só queremos nosso menino de volta! 💔 Por favor nos ajudem divulgando! Não é possível que ninguém tenha visto ele!!!! Por favor qq informação entre em contato (21)966626043 Vanderli ou (21) 994083061 Josef ou (21)996790379 Caetano
Uma publicação compartilhada por Sthefany Brito (@sthefanybrito) em

Em nova postagem, a atriz agradeceu as mensagens de carinho e disse que daria um tempo das redes sociais por estar se sentindo profundamente triste. “Um pedaço de mim foi embora”, desabafou.

Bruna Marquezine se declara para Neymar no Instagram


Portal A Tarde - Depois de muitas idas e vindas, desde o início do relacionamento em 2013, o romance de Bruna Marquezine e Neymar está mais forte do que nunca. Neste sábado, 20, a atriz publicou uma imagem de rosas vermelhas no stories do Instagram e se declarou para o craque.
"Te amo", escreveu ela, na legenda da foto. Internautas especulam que as flores teriam sido um presente do jogador para a namorada. Mas, até o momento, ela não confirmou a informação.
O casal reatou, novamente, o namoro no final de 2017, durante as comemorações de fim de ano em Fernando de Noronha (PE). Desde então, a troca de declarações amorosas entre os dois está cada vez mais intensa.

Gretchen desabafa sobre transição de Thammy: “Difícil”


Gretchen relembrou a descoberta de seu filho como homem transgênero. A eterna Rainha do Bumbum contou no “Altas Horas”, da TV Globo, no último sábado (20), como foi a transição de Thammy.
“É uma coisa que choca. E no começo é difícil aceitar. Mas na hora que você se lembra que aquele bebê que você gerou, não importa que sexo ele tenha”, disse a famosa.
E continuou: “Era a filha de um símbolo sexy e todos esperavam que ela fosse minha sucessora, mas isso não importa. Não importa se é ele ou se é ela. É o meu filho”.
A cantora afirmou considerar muito mais importante os valores de Thammy e detonou os críticos a ele na web com piadinhas preconceituosas: “Até fazem brincadeiras ridículas com ele na internet sobre negócio de ter ou não o pênis. Não é isso que faz um homem. O homem não precisa ter isso para ser homem.
E não parou por aí: “Ele tem é que se digno, verdadeiro, honesto. Isso é ser homem. É respeitar e amar as pessoas”.
Em 2015, Thammy lançou um livro em que conta como foi sua transição de gênero. Na publicação, o rapaz conta que tudo começou pelo corte do cabelo, e a partir daí foi acontecendo de forma gradual.

Fonte: Famosidades

Cleo Pires faz a dieta de Mayra Cardi e perde 3 quilos


Em 20 dias, Cleo Pires perdeu 3 quilos com a dieta de Mayra Cardi, a musa fitness queridinha das celebridades.
Aos 35 anos, a atriz celebrou a vida de artista e postou cliques de biquíni à beira da piscina.
"Sou muito grata pela vida que tenho! Amo ser artista e tudo o que esse estilo de vida me permite. Existem quartas feiras com cara de domingo, e finais de semana com cara de uma eterna segundona", disse.
E prosseguiu: "Às vezes eu tenho um break durante a semana, o que me permite aproveitar o sol, a piscina... e às vezes, tenho fins de semana nos quais eu viro noites trabalhando".


Fonte: Catraca Livre

'Sou muito grato ao Sul': Ed Motta comemora retorno ao Planeta Atlântida depois de 19 anos


G1 - Considerado por muitos um possível sucessor do tio, Tim Maia, Ed Motta fez sua carreira na black e soul music brasileiras trilhando seu próprio caminho. O cantor carioca, hoje com 46 anos, foi uma das revelações da música nacional no final da década de 80, quando lançou seu primeiro álbum "Ed Motta & Conexão Japeri" - banda que ele fazia parte à época - e colocou no mundo uma das mais famosas músicas de sua carreira, "Manuel".
Música que, aliás, rendeu polêmica quase 30 anos depois do seu lançamento. Em 2015, o cantor foi duramente criticado por uma publicação feita em suas redes sociais, onde falava dos seus shows no exterior e, entre outras coisas, fez o seguinte comentário: “então, pelo amor de Deus, não venha com um grupo de brasuca berrando ‘Manuel’, porque não tem”.
Passado algum tempo, o intérprete de outros sucessos como "Colombina", "Fora da Lei" e "Daqui pro Méier" - as duas últimas músicas que fazem parte do álbum de maior sucesso do cantor "Manual Prático para festas, bailes e afins", lançado em 1997, com mais de 300 mil cópias vendidas - volta para os palcos do Rio Grande do Sul no Planeta Atlântida 2018. Ed Motta se apresentou no festival há 19 anos, quando foi uma das atrações principais do Planeta de 1999.

"Eu sou muito bem recebido no Sul desde os anos 80, um público cativo que respeitou e apreciou cada fase da minha carreira, sou muito grato ao sul."

O cantor, que estará no Camarote do Planeta no sábado, dia 3 de fevereiro, conversou por e-mail com a reportagem do G1, onde falou um pouco de tudo: carreira, Planeta, redes sociais, Pabllo Vittar e, claro, revelou se os planetários podem esperar que ele cante "Manuel" no repertório do seu show entitulado "Baile do Flashback".


G1 - Você esteve no Planeta Atlântida de 1999. Qual a sua relação com o festival, com o Rio Grande do Sul, e o que espera encontrar nessa sua volta, 19 anos depois?
Ed Motta - Foi uma experiência muito interessante pra mim, porque, usualmente, desde o começo da minha carreira, sempre toquei em lugares de porte médio. É muito instigante apresentar minha arte para um público maior. Eu sou muito bem recebido no Sul desde os anos 80, um público cativo que respeitou e apreciou cada fase da minha carreira, sou muito grato ao Sul.

Ed Motta e Skank no Planeta Atlântida de 1999
G1 - Você utiliza bastante as redes sociais para expor suas opiniões e até mesmo ter um feeback do seu público, interagindo com eles através desses meios. O que você acha das redes sociais e qual a importância que você vê no uso delas na sua carreira?
Ed Motta - A Internet é incrível! É a maior biblioteca sobre a humanidade e tem todas essas ferramentas, esse periféricos, como as redes sociais, que democratizam a participação de todos sobre os eventos da vida. Muito importante poder me comunicar com meu público diretamente, isso é um grande feito da Internet.

G1 - Recentemente, no Facebook, você escreveu uma publicação elogiando a performance da Pabllo Vittar - que é uma das atrações confirmadas no Planeta - cantando uma música da Whitney Houston no programa Altas Horas. Qual é sua visão em relação ao cenário musical brasileiro atual levando em conta nomes como da Pabllo.
Ed Motta - Eu achei muito boa a forma que ela cantou um tema que é um certo desafio para qualquer profissional da voz. Sobre a nova música brasileira, gosto muito de Rafael Martini, Zé Manoel, Mahmundi, Lucas Arruda, tem muita gente fazendo arte de verdade e isso é animador.

G1 - Você está com um novo trabalho chamado "Baile do Flashback", que mistura hits e baladas românticas, reunindo teus maiores sucessos. Conta pra gente um pouco mais sobre o projeto.
Ed Motta - É um repertório emocional, músicas que escuto desde de criança em todo lugar. Eu faço uma mescla com meus maiores sucessos como "Colombina", "Fora Da Lei", etc.


G1 - Vou arriscar a pergunta, mas o público do Planeta pode esperar para ouvir a música "Manuel"?
Ed Motta - Sim certeza, essa nunca falta.

G1 - O que você acha de festivais como o Planeta Atlântida - em termos da mistura de estilos brasileiros e internacionais - e qual a contribuição que um evento musical como esse tem para a música brasileira?
Ed Motta - Sempre importante celebrar a música, de diversas formas e estilos.

G1 - Você é um artista com referências muito claras do soul, R&B, jazz, blues e funk norte-americanos e britânicos. Sua sonoridade é considerada, por muita gente, como mais internacional do que nacional. Você acha que isso é um problema, comercialmente falando, nos tempos atuais?
Ed Motta - Meus discos recentes são possíveis de encontrar no Brasil, mas foram um investimento de um selo alemão, o Membram. Meu novo disco, que deve sair em junho, é no mesmo sistema. Eu sempre persegui uma sonoridade mais internacional do que nacional, nunca quis falar da minha aldeia para entender o mundo, e sim trazer o mundo para minha aldeia descobrir e entender junto comigo.

Se você ainda não garantiu ingresso para o Planeta Atlântida 2018, ainda dá tempo. É só entrar no site do Planeta que lá você pode comprar online ou encontrar informações dos pontos de venda espalhados pelo estado.


Planeta nas redes
Instagram: planetaatlantida
Twitter: @planetaatlantida

Serviço
PLANETA ATLÂNTIDA 2018
Quando: dias 2 (sexta) e 3 de fevereiro (sábado)
Onde: SABA - Avenida Interbalneários, 413 – Centro – Praia de Atlântida – Rio Grande do Sul
Classificação indicativa: 14 anos

Autor de Em Família desiste de aposentadoria e desenvolve novo trabalho na Globo

Famosos Na Web - O autor Manoel Carlos, na Globo há mais de 40 anos é tido como um dos mais experientes do canal. No entanto, seu último trabalho na emissor foi há quase 4 anos, quando estreava a então novela das nove, Em Família. A trama era calma, tranquila demais para o horário nobre, o que gerou diversas críticas do público, que queria mais ação, algo que não é o foco das novelas de Maneco, como é chamado carinhosamente. Com baixa audiência, o autor levou a trama até o final.
Depois disso tudo, a imprensa cravava que ele estava se aposentando do canal, o que nunca foi confirmado pela emissora, nem tampouco pelo novelista, que agora está se dedicando a um novo trabalho na emissora. Trata-se de uma série de 10 capítulos, que está sendo intitulada de Castelo de Areia. Entende-se que Manoel não deve mais escrever novelas na emissora, mas ele deve apostar em trabalhos menores na emissora.

Malhação deve voltar a ser exportada pela Globo
Considerada uma das temporadas mais ousadas de toda a história de Malhação, Viva a Diferença vem quebrando barreiras, tanto é que estará no catálogo da Globo para ser exibida no exterior. Segundo informações do site Notícias da TV, a novela foi confirmada no Natpe, uma das principais feiras de TV do mundo. Não sabe-se se a novela foi vendida, mas princípio sim.
Para a versão espanhol a trama acabou se tornando Viva la Vida – Celebre la Diferencia. Já no inglês, a trama passa a se chamar: Young Hearts: Embrace Diversity (Jovens Corações: Abrace a Diversidade). Com 215 capítulos aqui no Brasil, a trama teen terá exatos 215 capítulos. No entanto, será reeditada para que possua 120 capítulos cada um com uma hora de duração. Vale dizer que tem 13 anos que a emissora não exporta uma temporada de Malhação, visto que a última a desembarcar em outro país era protagonizada por Juliana Didone e Guilherme Berenguer em 2004.

Febre amarela: corrida aos postos de saúde podia ter sido evitada, dizem especialistas

Jornal do Brasil - “A corrida aos postos de saúde acontece por conta de um alerta. Mas desde o final de 2016 vemos um novo ciclo de avanço da febre amarela, e as pessoas não se vacinaram nas regiões afetadas”, criticou a pesquisadora Danielle Sanches de Almeida. O medo da doença tem levado populações inteiras de diversos municípios do Sudeste a procurar logo cedo as unidades de saúde que disponibilizam a vacina. Longas filas, de dobrar quarteirões, só aumentam a tensão e a preocupação com o tema.
Em São Paulo, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a busca desenfreada está causando desabastecimento ‘pontual’ de vacinas e insumos, como agulhas. Postos que aplicavam 500 doses por mês agora vacinam mil pessoas por dia. A demora e a falta de planejamento nas ações preventivas, e a má distribuição das vacinas - sem o foco nas cidades mais afetadas e onde ocorreram mais mortes pela doença - facilitaram o avanço da febre amarela no país, segundo o estudo da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (DAPP/FGV), do qual Danielle Sanches fez parte.
“O que verificamos foi a estratégia de vacinação que foi focada nos grandes centros. Vacina tinha, mas as escolha das regiões teve uma prioridade diferente. E já que nós estamos falando de uma febre amarela de tipo silvestre, a atenção das autoridades devia ter sido com regiões de mata e floresta”, concluiu a pesquisadora.
Enquanto isso, a cobertura vacinal está muito aquém do necessário. A estimativa da Secretaria Estadual de Saúde do Rio é que mais de oito milhões de pessoas (cerca de 60%) de um público alvo de 14 milhões — incluindo grupos inseridos em 2018 pelo Ministério da Saúde, como os idosos com aval médico — ainda não foram vacinadas. Na capital, a Secretaria municipal de Saúde informa que apenas 1,69 milhão procurou os postos no ano passado para tomar a vacina, sendo necessário imunizar outros dois milhões.
A recomendação é que se vacine toda a população de mais de nove meses de idade. Pessoas acima de 60 anos, gestantes, mulheres amamentando e pessoas com HIV cujo sistema imunológico não esteja comprometido, devem passar por uma avaliação criteriosa do médico. A vacina possui contraindicações absolutas, como para pessoas com alergia grave a componentes, como ovo, e pacientes com imunossupressão.
“É preciso haver um bloqueio para que não haja epidemia. E para isso é preciso ter uma cobertura vacinal de 90% a 95% do estado”, explicou o infectologista Alberto Chebabo, chefe do Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – UFRJ. Para não haver pânico, Chebabo pondera: “Se as medidas forem tomadas adequadamente, podemos evitar uma epidemia. Não temos caso de febre amarela na região metropolitana e urbana, o que temos até agora são casos de macacos mortos em algumas regiões no entorno. Mas para que isso continue assim, precisamos vacinar a população”.
O pesquisador do Instituto Nacional de Infectologista Evandro Chagas (INI/Fiocruz), André Siqueira, afirma que poderia ter sido feita uma mobilização de vacinação para outras áreas. Isso porque, o especialista explica, a febre amarela é cíclica, e com os casos no fim de 2016, e vacina suficientemente disponível, as autoridades já tinham conhecimento da possibilidade de haver um novo surto em 2018. “A circulação da febre é sazonal, sabemos que existe um pico de epidemia. Quando houve a redução dos casos, podia ter tido vacinação. O inter-epidemia é um momento onde se pode agir com mais tranquilidade na tentativa de antever a possibilidade de novos surtos e proteger o máximo de pessoas possíveis. Esse deve ser um momento de atuação mais efetiva”, reforçou.
As medidas estão sendo tomadas com certa urgência e confusão. Há reclamações de longos períodos de espera - que em alguns postos chega a oito horas na fila -, falta de orientação do profissional da saúde, falta de vacina e equipamento necessário, e até brigas e invasões aos postos.
De acordo com Siqueira, não há risco de falta de estoque, já que será adotada a dose fracionada – tão eficaz quanto a dose única. A diferença entre as duas está no tempo de garantia de efeito. Enquanto a dose única foi confirmada para a vida toda (antes ela valia por 10 anos), a dose fracionada tem validade de oito anos, de acordo com estudos feitos até agora. “Temos quantidade suficiente de vacina para cobrir a população. Mas isso vai depender de uma ação organizada dos gestores públicos”, alertou Siqueira.
“O fracionamento já foi usado tanto em Angola em 2013, quanto no Congo em 2016, para controle de febre amarela urbana, inclusive. E isso se mostrou totalmente eficaz. O que pode acontecer, em longo prazo, é revacinar as pessoas que receberam apenas a dose fracionada. Mas para uma situação crítica como temos agora, essa é a melhor estratégia”, explicou o infectologista Chebabo.

Secretarias de Saúde negam falhas
As secretarias de Saúde dos estados do Rio de Janeiro (SES-RJ), São Paulo (SES-SP) e Minas Gerais (SES-MG) negaram as afirmações dos especialistas com relação a falhas na estratégia de vacinação.
A SES-RJ defendeu que sua função é distribuir vacinas e orientar os municípios, já “a procura depende da população”. “A subsecretaria de Vigilância em Saúde vem realizando mensalmente reuniões com os secretários de saúde dos 92 municípios do estado recomendados para acompanhar a situação vacinal e o desenvolvimento da doença em cada região”, informou em nota ao Jornal do Brasil.
A SES-MG afirmou que “essa vacina sempre está e esteve disponível nos postos de saúde dos municípios, não sendo registrada falta em nenhum período, mesmo durante o surto do último ano”. E acrescentou: “O que ocorreu foi, eventualmente, nos meses do surto, uma falta momentânea de vacina em alguma unidade de saúde, visto que há exigências importantes referentes ao armazenamento e administração das doses, sendo que a reposição era sempre realizada com a máxima celeridade, a partir dos estoques contidos nas Unidades Regionais de Saúde da SES-MG ou do estoque central”.
A SES-SP informou que aplicou, em 2017, mais de sete milhões de doses da vacina, e nos últimos dez anos, de 2006 a 2016, 7,6 milhões. “Nós temos no estado 445 municípios, de um total de 675, marcados como áreas de recomendação para vacina. Em abril de 2016 teve o primeiro caso humano de febre amarela que veio a óbito em São José do Rio Preto. Nesse mesmo ano, 75% da área recomendada de São Paulo já era vacinada. Em fevereiro de 2017, aparece um animal morto no município de São Roque - área não-recomendada para vacina, assim como em Mairiporã. E a partir daí, começamos a olhar mais atentos para estas áreas”, disse a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da secretaria de estado da Saúde, Regiane de Paula.


Campanha
A vacinação contra a febre amarela é ofertada na rotina dos municípios com recomendação, como nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Para o enfrentamento da doença, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente a vacina por meio do Calendário Nacional de Vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, principalmente para as pessoas que moram ou vão viajar para área rural, silvestre ou de mata.
O Ministério da Saúde (MS) informou que desde o início de 2017 tem enviado doses extras da vacina aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença. No total, foram registradas 45 milhões de doses, tanto para a rotina de vacinação, como para o reforço. Somente para MG, RJ, SP, ES e BA foram distribuídas 36,3 milhões. Neste ano de 2018, apenas no mês de janeiro, foram repassadas 8,8 milhões aos estados de todo o país.
Na última terça-feira (16), as secretarias estaduais de Saúde atualizaram as informações sobre casos infectados no país. No período de monitoramento (que começa em julho/2017 e vai até junho/2018), foram confirmados 35 casos de febre amarela, sendo que 20 vieram a óbito até 14 de janeiro deste ano. Ao todo, foram notificados 470 casos suspeitos, sendo que 145 permanecem em investigação e 290 foram descartados.


São Paulo
São Paulo é um dos 19 estados do país onde ocorre vacinação permanente, também chamada de vacinação de rotina, contra a febre amarela. Diante do surto da doença, o estado também foi contemplado com o chamado bloqueio vacinal, uma ação de imunização utilizada em resposta a situações de maior risco à população. Diferentemente das campanhas anuais de vacinação, o bloqueio impede que a doença saia do seu foco inicial, ao vacinar as pessoas dos municípios no entorno da região afetada.
“O cinturão de bloqueio ocorre em áreas de transição e risco para não permitir que esse vírus entre. Ele pode chegar através da própria fauna silvestre, é claro, mas a intenção é bloquear. Se a cobertura vacinal fosse suficiente já no início desse verão, a possibilidade de a febre se alastrar seria menor ainda. Perdemos seis meses por falta de estímulo. As vacinas estavam disponíveis em alguns postos e, inclusive, sobrando. Eu sei de casos de vacina em postos privados que perdeu a validade”, indignou-se o infectologista Chebabo.
A campanha de vacinação em São Paulo foi antecipada para o dia 25 de janeiro. O número de municípios que farão o fracionamento da vacina subiu para 54, adicionando São Caetano do Sul, assim como a população que será vacinada, que passará para 8,3 milhões de pessoas, sendo 6,3 milhões com a dose fracionada e 2 milhões com a padrão.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo afirmou que as pessoas não estão buscando vacina em área de risco, mas em áreas urbanas. A diretora do CVE Regiane de Paula disse que há registros no estado de pessoas que moram em área de risco e se recusam a tomar a vacina. “As explicações são inúmeras, gente que acredita que a doença não existe, ou que nunca vai pegar, etc”, acrescentou.
A primeira paciente que recebeu transplante de fígado devido à doença é um desses casos apontados por Regiane. A família da engenheira Gabriela Santos da Silva, de 27 anos, que teria sido infectada em uma viagem a Mairiporã, alerta para que a população não deixe de tomar a vacina quando recomendada, como Gabriela fez.
“Mais do que o pânico que está ocorrendo agora, é importante sinalizar quem precisa tomar a vacina da febre amarela. E quem precisa é quem está em área de risco. A falta de vacina em algumas unidades de São Paulo é por conta de uma demanda enorme de pessoas que não precisam dela nesse momento. As doses têm estoque, não é infinito. O município de Mairiporã, onde tivemos casos infectados, atende a 20% de uma população de outros municípios. Isso é desnecessário. Sair de um meio urbano para uma área de risco para tomar vacina é se expor ao risco”, alertou.

Rio de Janeiro
Já no Rio de Janeiro, 7,7 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 2,4 milhões a padrão em 15 municípios. Desde julho do ano passado, todos os 92 municípios do estado já estão incluídos na área de recomendação da vacina. Um recente estudo do DAPP/FGV divulgado nesta sexta-feira (19), aponta para novos dados sobre o estado do Rio, e a baixa procura pela vacina confrontada com a taxa da população, ou pelas doses de bloqueio que não acompanhou o número de internações em cada município.
Durante o ano de 2017 foram confirmados 14 internações no estado por febre amarela, dois deles na capital. No mesmo ano, o Ministério da Saúde afirmou que apenas uma morte no estado – que ocorreu no município de Silva Jardim - estava relacionada à febre amarela. “Este município não está listado entre as dez cidades que mais receberam doses da vacina, e nem mesmo entre aquelas onde a vacinação ocorreu com grande procura. Porém, segundo nota oficial do município, 91% da população já haviam sido imunizadas”, diz o estudo.

Os 10 municípios com maior número de doses aplicadas de vacinas no estado do Rio de Janeiro - 2017
Na quinta-feira (18), Niterói, que fica na Região Metropolitana do Rio, registrou o primeiro caso de um macaco infectado pelo vírus no estado em 2018. Até agora, ao todo no Rio, são cinco casos de humanos infectados desde o início do ano: dois em Teresópolis (uma morte) e três em Valença (duas mortes). O estudo da FGV mais uma vez aponta que não há dados referentes à vacinação para o município de Teresópolis durante o ano de 2017. E comenta: “A ausência de dados sobre o município não nos permite afirmar que não houve vacinação no município, porém este fato dificulta o planejamento de políticas pensadas para o controle epidemiológico”, acrescentou em nota.
O período da campanha no estado do Rio também foi antecipado para a próxima quinta-feira (25), sendo o próximo sábado (27), o dia D de mobilização.

Minas Gerais
No primeiro estudo do DAPP/FGV, Danielle aponta, os municípios do noroeste mineiro que tiveram casos de óbito causados pela febre amarela – Setubinha, Santa Rita do Itueto, Piedade de Caratinga, Frei Gaspar, São José do Mantimento, Novo Cruzeiro, Ladainha, Ipanema, Jose Raydan, Santa Rita de Minas, Itanhomi, Conceição do Castelo, Poté, Simonesia, Pancas -, não contavam com a presença de um infectologista. “Significa um retardo no diagnóstico, o que dificulta o tratamento. Os sintomas da febre amarela podem ser tratados, basta que se tenha um diagnóstico célere”, explicou Danielle, continuando:
“Desde 2003 o estado de Minas e parte do estado de São Paulo encontram-se em áreas de transição da fronteira epidemiológica. Entendemos que alguns municípios em áreas rurais têm difícil acesso a postos de saúde. Os municípios mineiros são vulneráveis, com baixo desenvolvimento humano, e por esse motivo também devia ter tido um aporte maior”, acrescenta a pesquisadora sugerindo, por exemplo, que houvesse disponibilidade de agentes que se deslocassem até a residência de pessoas que vivem em regiões de difícil acesso a unidades de saúde.
“Tem que avaliar se há uma ação de educação e esclarecimento da população, além de uma ação mais ativa para ir até onde as pessoas moram a fim de aumentar essa cobertura”, concordou o pesquisador da Fiocruz, André Siqueira.
Em Minas Gerais ocorreram dois surtos de febre amarela entre os anos de 2001 a 2003 em regiões distintas: uma no centro-oeste mineiro, outro no Alto Jequitinhonha. Em 2008 e 2009, ocorreram dois casos no noroeste de Minas e na Zona da Mata. É importante ressaltar, ainda, que a cobertura vacinal no Estado do período 2007-2016 era de 57,54%. Após o esforço realizado ao longo do último ano, a Secretaria Estadual de Saúde informou que atualmente a cobertura vacinal em Minas passou para 82,21%.
A maior frequência da febre amarela ocorre entre os meses de dezembro e maio, período com maior índice de chuvas, quando aumenta a proliferação do vetor, o que coincide ainda com maior atividade agrícola. A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a doença, ou tomado a vacina contra, é picada por um mosquito infectado, oHaemagogus e o Sabethes.
Chebabo explica que é a primeira vez que houve caso em região litorânea no Brasil depois de mais de um século. “Ela vem pelo corredor de floresta, porque a disseminação é através do macaco [no caso da silvestre]”, acrescentou. O infectologista vai além, e explica que outros fatores como o desmatamento, a mistura entre área silvestre e urbana, e mudanças drásticas no meio ambiente, contribuem para esse deslocamento do vírus.
Isso tudo para dizer que o rompimento da barragem da Samarco que causou a tragédia ambiental em Mariana, em novembro de 2015, pode ser um dos fatores que contribuíram para essa proliferação. “Se o acidente da Samarco, com a eliminação de uma fauna grande, pode ter contribuído para evolução mais rápida, não tenho como dizer garantido. Não temos dados disso ainda, apesar de haver uma mobilização de pesquisa em cima disso. O que nós sabemos é que a doença começou em Minas e se espalhou muito rápido”, disse.
A bióloga da Fiocruz Márcia Chame já havia feito essa relação ao JB em janeiro de 2017. A hipótese dela tem como ponto de partida a localização das cidades mineiras que identificaram inicialmente os casos de pacientes com sintomas da doença. Grande parte dos municípios está na região próxima do Rio Doce, afetado pelo rompimento da Barragem de Fundão.
“Mudanças bruscas no ambiente provocam impacto na saúde dos animais, incluindo macacos. Com o estresse de desastres, com a falta de alimentos, eles se tornam mais suscetíveis a doenças, incluindo a febre amarela”, afirmou a bióloga. “Isso pode ser um dos motivos que contribuíram para os casos. Não o único”, disse na ocasião.

Dados foram levantados por estudos da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV
Febre amarela - história
“O vírus é o mesmo e a doença é a mesma, o que muda é a forma de transmissão”, explicou o infectologista Chebabo, quando perguntado sobre a diferença entre a febre amarela silvestre e urbana. A silvestre é transmitida por mosquitos que vivem em área de floresta, o Haemagogus e o Sabethes. Já a urbana, pode ser transmitida pelo famoso Aedes aegypti, ele mesmo, o mosquito que também transmite doenças como a dengue, chikungunya e zika. No Brasil, não existem casos de febre amarela urbana desde 1942, que ocorreu no Acre. “Não é que não possa acontecer. Mas exatamente por isso tem que vacinar”, acrescentou Chebabo.
É importante ressaltar que o macaco também é vítima da febre amarela, e não transmissor como o mosquito. Matar o animal não resolve o problema e consiste em crime ambiental. O pesquisador da Fiocruz André Siqueira explica ainda que 70% das pessoas infectadas apresentam algum sintoma, que pode ser leve, segundo ele, como febre e dores no corpo. Desses 70%, a letalidade pode alcançar 50%, “ou até mais em alguns cenários”, alertou.
A doença, como pode-se constatar, não é de hoje, e nem de oito anos atrás. No início do século XX, o Rio de Janeiro foi tomado pela febre amarela do tipo urbana. O médico sanitarista Oswaldo Cruz, que dá nome a fundação hoje responsável pela fabricação da vacina, venceu o mosquito Aedes aegypti e algumas epidemias, entre elas, a febre amarela, com ações radicais que eliminaram o inseto em meio a críticas e protestos dos cariocas. Grande parte dos médicos e da população acreditava que a doença era transmitia pelo contato com as roupas, suor, sangue e secreções de doentes.
À frente das campanhas, Oswaldo Cruz prometeu acabar com a febre amarela em três anos, e travou uma verdadeira guerra contra o desconhecimento da população. Em 1904, a oposição atingiu seu ápice. Os jornais se lançaram contra a medida de vacinação adotada pelo sanitarista. No dia 13 de novembro, estourou a rebelião popular e, no dia 14, a Escola Militar da Praia Vermelha se levantou. Mas Oswaldo Cruz venceu a batalha.
Em 1907, a doença já estava erradicada do Rio. E atualmente, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é referência mundial na pesquisa científica e na produção de vacinas. Sua produção é exportada para mais de 70 países. “Nós produzimos três quartos da vacina do mundo todo”, destacou Chebabo, continuando: “Em 2008 houve um surto no Paraguai, que precisou de pouco mais de 1 milhão de vacinas. Só o Brasil forneceu 800 mil para o país vizinho”.
Quando perguntado sobre o porquê a população brasileira não é totalmente, ou majoritariamente, vacinada contra a febre amarela, o infectologista responde que existem contradições entre especialistas que afirmam que a vacina não é inócua, e exige restrições. “Vacinar uma população que está sob baixo risco de estar exposta ao vírus, é colocá-la sob o risco de ter uma reação à vacina também”, concluiu.
“O que temos visto é que a cada ciclo da doença – que gira em torno de 7 a 8 anos - há uma expansão da área de acometimento pela febre amarela. Antigamente tínhamos basicamente a região Centro Oeste e Amazônia. E gradativamente ela foi vindo para o litoral”, continuou Chebabo.
André Siqueira completou o infectologista: “Existe hoje uma população de macacos e mosquitos que habita as matas nos estados do Rio e São Paulo, que antes eram áreas onde não existia circulação de febre amarela. Áreas onde as populações de primatas por muitos anos não foram expostas ao vírus da febre, são mais suscetíveis. E as pessoas não imunes entram nesse cenário”, finalizou.

De 70% das pessoas infectadas que apresentam sintomas da doença, a letalidade pode alcançar 50%