segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Patricia Abravanel pode apresentar dois programas no SBT após licença


TV Foco - Após dar à luz a pequena Jane, Patricia Abravanel vai aproveitar para se dedicar à filha durante sua licença maternidade. Sua volta está marcada para junho ou julho. Até lá, o SBT segue trabalhando no novo projeto da filha de Silvio Santos.
Até o momento, tudo está sendo mantido em sigilo. Mas é certo que a herdeira Abravanel finalmente ganhará um programa próprio que foge de formatos dos quais ela já apresentou, como o Cante se Puder e o Máquina da Fama. A estreia está definida para o segundo semestre. Procurada, a assessoria do canal confirma a nova atração de Patricia.
Além disso, é bem possível que Patricia acumule duas atrações no SBT. É que a emissora voltará a exibir o programa Topa ou Não Topa. A atração retornará em breve à programação da emissora de Silvio Santos. A diretora geral da Endemol Shine Brasil falou oficialmente sobre o programa.
“Para nós é uma honra que o SBT e o Silvio Santos queiram trazer de volta ao país um dos formatos de maior sucesso do catálogo da Endemol Shine. Com mais de 80 versões produzidas ao redor do mundo, ‘Deal or No Deal’ é um dos game shows mais eletrizantes da televisão mundial”, disse Juliana Algañaraz.
Silvio Santos, até o momento, ainda não definiu o apresentador. Ele, inclusive, será o responsável por aprovar o nome. De acordo com informações, além da Patricia, Celso Portiolli e o próprio Silvio aparecem como as possibilidades.

SAIBA QUEM ESCOLHEU O NOME DA FILHA DE PATRICIA ABRAVANEL E FÁBIO FARIA
Jane é fruto do relacionamento dela com o deputado Fábio Faria. Pedro é o primeiro filho do casal e ele teve grande importância na escolha do nome.
A apresentadora do Fofocalizando Lívia Andrade revelou que o primogênito foi quem escolheu o nome da irmã. O fato é que a filha do apresentador e empresário Silvio Santos estava em dúvida no nome da menininha, mas o desejo de Fábio predominou com a ajuda do filho.
Patricia deve ficar afastada de suas funções no SBT até abril, quando retornará inicialmente para o quadro Jogo dos Pontinhos, exibido no Programa Silvio Santos. Um novo programa, possivelmente aos domingos, ainda é formatado pela direção.

BBB18: 'Ninguém vai morrer de fome', diz Mahmoud após colocar todos no Tá Com Nada

Confinados conversaram em árabe
Jornal do Brasil - Instalado o "climão" na casa do Big brother Brasil 18 depois que a produção trancou as geladeiras e anunciou que todos os confinados estão no Tá Com Nada, como forma de punição pelo ato de Mahmoud – ele usou as panelas e um ingrediente (manteiga) do grupo Tá com Tudo para fritar ovos – Kaysar tentou convencer o brother a conversar com o grupo.
O refugiado sírio tentou conversar o colega de confinamento a tentar se justificar. "Ô, primo, tem que conversar com eles. Tem que conversar, cara, com eles", disse, mas o sexólogo disse estar estressado no momento para um diálogo. "Eu estava com fome. Fritei três ovos", rebateu Mahmoud, diante da insistência. "Você não podia avisar que você ia prejudicar todo mundo. Agora ninguém vai ver que foi sem querer. Você avisou", complicou Kaysar. "Você atacou o grupo inteiro", finalizou.
Momentos depois, em meio ao clima tenso na casa, Mahmoud pediu desculpas aos brothers. "No calor da emoção, eu falei que ia me vingar e já falei coisas que eu não devia. Eu não sou perfeito e trouxe todos os meus defeitos. E eu sou muito esquecido e ontem cometi uma gafe. Vocês podem acreditar no que quiserem, mas eu não fiz de propósito", revelou.

Prazo para votar Previdência é “fevereiro, e ponto final”, diz Maia

Jornal do Brasil - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (5) que concorda com o relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), segundo o qual a proposta precisa ser apreciada em fevereiro e que o adiamento do prazo pode acabar com a expectativa de aprovação do texto ainda neste ano. Nesta tarde, após participar de reunião com governadores, Maia defendeu a discussão de outros temas, como a segurança, para resolver de forma definitiva os problemas fiscais dos estados.
“Se a gente ampliar prazo, não vota nada. Então, o prazo é fevereiro, e ponto final. Eu acho que tem tempo. Todo mundo tem clareza do seu problema fiscal, todos os governadores. Os parlamentares também têm clareza da necessidade da reforma, com todas as dificuldades”, disse o presidente da Câmara, depois da sessão solene de início dos trabalhos legislativos.

Os Presidentes do Senado e da Câmara em cerimônia de abertura do Ano Legislativo 2018
Segundo o presidente da Câmara, a semana posterior ao Carnaval será o período da “solução”. Enviada pelo governo, a proposta de emenda à Constituição (PEC) está prevista para ser lida em plenário a partir do dia 19, quando o relator Arthur Maia acredita que os parlamentares já estarão esclarecidos sobre o conteúdo do texto. Mais cedo, Rodrigo Maia havia negado a intenção de retirar a proposta de pauta antes deste prazo.
“Vamos construir a solução a partir do dia 19, 20. Em relação a isso, estou otimista: a gente vai conseguir uma solução. A gente vai trazer os governadores para resolver com eles a questão da Previdência dos estados”, acrescentou o parlamentar. Segundo Rodrigo Maia, na reunião, os governadores falaram sobre a possibilidade de criação de um fundo como forma de ajudar a garantir o equilíbrio fiscal nas contas dos estados.
“A proposta é deles, a ideia é tentar pensar, nas próximas semanas, em algumas soluções para que melhore a questão fiscal dos estados e da União”, disse Maia. “Eu respondi aos governadores que tínhamos que pensar soluções em algumas áreas que pudessem garantir temas com alguma convergência. A previdência da União e a dos estados estão dentro desses temas.”
De acordo com Maia, a proposta discutida com os governadores não dependeria de alterações na Constituição, conforme prevê o texto da PEC em discussão na Câmara. As mudanças serviriam como complemento para a proposta do governo. “Não adianta mais ficar organizando apenas soluções de curto prazo para o fluxo de caixa dos estados. Não ter mais [recursos da] repatriação [de ativos no exterior], PEC do Precatório etc. As alternativas para garantir fechamento do caixa estados e municípios estão acabando.”
A ideia de criação do fundo veio a público no dia 1º, após reunião de Maia com o economista Raul Velloso na residência oficial da presidência da Câmara. Segundo Rodrigo Maia, a ideia é aglutinar o apoio dos governadores em torno de um fundo de previdência complementar para os servidores estaduais, semelhante ao que já existe para o funcionalismo federal.
Regulamentado em 2013, o fundo é administrado pela Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), criada durante o governo Lula (2003-2011). O objetivo do fundo é servir como uma previdência complementar. “O fundo vai na linha de tentar construir uma solução, ainda está sendo elaborado pelos técnicos, pelo Raul Velloso, que faz consultoria para os governadores, junto com técnicos da Câmara. Tem o tema da segurança pública, algumas questões que também interessam aos governadores”, concluiu Maia.

Prefeitura do Rio recorre de decisão que aumentou passagem de ônibus

Jornal do Brasil - A Prefeitura do Rio de Janeiro recorreu de decisão liminar do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro que reajustou as passagens de ônibus de R$ 3,40 para R$ 3,60. O aumento começou a vigorar na madrugada desta segunda-feira (5).
A liminar foi concedida na última quarta-feira pela juíza Roseli Nalim, da 15ª Vara de Fazenda Pública, a pedido das empresas de ônibus do Rio de Janeiro.
O prefeito Marcelo Crivella considerou que a decisão atropelou o processo de diálogo entre o município e as empresas, já que uma empresa privada havia sido contratada para fazer um estudo e definir o valor da passagem.
"Recorremos porque atropelou o processo. Faltavam poucos dias para a gente fazer um acordo pacífico em uma controvérsia grande, e, de repente, a Justiça determinou. Fizemos um recurso para esperar a conclusão dos estudos", disse.

Divergências
O valor das tarifas foi motivo de divergência ao longo do ano passado entre os consórcios, a prefeitura e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Com isso, as passagens sofreram duas reduções no ano passadoem 2017. Em agosto, a desembargadora Mônica Sardas considerou abusivo o aumento determinado no Decreto Municipal 39.707/2014 e reduziu a passagem de R$ 3,80 para R$ 3,60. Em novembro, em outra decisão, assinada pela juíza Luciana Losada Lopes, considerou-se também abusivo o reajuste previsto no Decreto Municipal 41.190/2015, e o valor caiu para R$ 3,40.
Atualmente, tramitam no TJRJ ações distintas que discutem o reajuste anual que deveria ter sido adotado na passagem de 2017 para 2018, o valor adequado para as passagens e o processo de climatização de 100% da frota de ônibus, cuja interrupção é questionada pelo MPRJ.
Em dezembro, foi realizada uma audiência na qual se discutiram os parâmetros para uma perícia independente, que pudesse oferecer subsídios para a decisão dos magistrados que se ocupam de cada um dos três processos. Na ocasião, também tentou-se construir um consenso para definir uma "tarifa emergencial" a partir de 1º de janeiro deste ano, mas as tratativas não deram resultado prático.

Táxis
O prefeito participou hoje da divulgação de um balanço do aplicativo Taxi.Rio, que está em funcionamento há 97 dias e pode ser usado para chamar táxis da cidade. O valor do transporte pode ser pago em dinheiro ou cartão. Segundo a Empresa Municipal de Informática, Iplanrio, o aplicativo registra mais de 240 mil corridas e 14 mil taxistas conveniados, dos cerca de 33 mil que são cadastrados na cidade.
A prefeitura anunciou que os 300 taxistas mais bem avaliados do aplicativo terão direito a prestar serviço no sambódromo do Rio de Janeiro durante os desfiles das escolas de samba. Ao discursar para servidores da Iplanrio e taxistas, o prefeito disse que o aplicativo "defende a economia popular" ao estabelecer uma concorrência com outros serviços de transporte, mas pediu que os motoristas utilizem a ferramenta de oferecer descontos para tornar as corridas mais atrativas.
"O desconto é um investimento. É uma maneira de a gente começar a trazer povo para o nosso sistema. Se hoje nos dá uma condição desfavorável, amanhã ele vai ser muito favorável. Todo começo precisa de investimento", disse o prefeito, que afirmou estar em estudo a liberação das faixas exclusivas do BRT para táxis que estiverem atendendo a corridas do aplicativo.

Com Agência Brasil

Na TV, Silvio Santos abraça e beija fã mirim que pediu emprego em novela


RD1 - A participação de uma criança em um dos quadros do “Programa Silvio Santos”, do SBT, neste domingo (4), deu o que falar. Maria Eduarda chamou a atenção do apresentador com sua desenvoltura. Ela se inscreveu na atração para tocar um piano gigante com os pés.
Ao lado do dono da emissora, Duda disse que deseja mesmo é ser atriz e, de cara, pediu um emprego em uma das novelas do canal. “Silvio Santos, eu quero ser atriz! Me coloca em uma novela?”, pediu ela. SS tratou de desconversar sobre o assunto e falou que as responsabilidades da dramaturgia estão sob cargo de Reynaldo Boury.
“Eu posso ser o dono, mas não sou eu que mando. O Boury que manda no departamento. Mas por que você quer ser atriz? Você não quer ter uma profissão para ganhar dinheiro?”, provocou ele.
Após a apresentação, Maria Eduarda agradou o auditório e ganhou R$ 900 de Silvio, que, inicialmente, recusou um pedido de abraço dela. “Eu posso te dar um abraço?”, perguntou ela. “Não!”, gritou o apresentador. A participante se espantou: “Nossa, Silvio Santos!”.
“Você veio aqui para tocar ou dar abraço?”, questionou SS. “Para dar abraço e tocar”, respondeu a menina “sincerona”. “Quer dar um abraço? Me dá 200 paus!”, pediu ele, brincando.
Em seguida, quando ela ia saindo, cabisbaixa, o comunicador se rendeu e pediu para ela voltar, dando um abraço e um beijo de surpresa.

Cristiane Brasil diz que sofre "campanha difamatória" e pede rapidez ao STF

Jornal do Brasil - A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) afirmou nesta segunda-feira (5), por meio de nota, que está sendo vítima de um julgamento político. Ela ainda pediu à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, celeridade na análise dos questionamentos jurídicos que têm sido feitos à sua nomeação para o Ministério do Trabalho. A deputada afirmou que sofre "campanha difamatória" e que vai continuar se esforçando para provar que não cometeu "nenhuma ilicitude".
Há duas semanas, Cármen Lúcia acolheu, em regime de plantão do Judiciário, um pedido para que a posse de Cristiane Brasil não ocorresse, mesmo após autorização do Superior Tribunal de Justiça. A ministra deferiu parcialmente a liminar, suspendendo a investidura no cargo, até que novas informações sejam coletadas.


"Não devo mais nada à Justiça Trabalhista. Estou sendo julgada política [politicamente], e não juridicamente. Tenho a ficha limpa. Mas, infelizmente, o meu julgamento superou essa esfera. Preciso que o STF decida essa questão, para que eu possa seguir minha vida política", pediu a deputada.
Indicada pelo presidente Michel Temer há pouco mais de um mês para o cargo, Cristiane Brasil não tomou posse até hoje devido a uma série de decisões liminares, da primeira e segunda instâncias. O Judiciário foi provocado por uma ação popular de três advogados que questionam se Cristiane Brasil tem moral para assumir o ministério após ter sido condenada pela Justiça do Trabalho por não assinar a carteira de trabalho de dois motoristas.
Por meio do Twitter, o pai da deputada, Roberto Jefferson, que é o presidente do PTB, disse que a posse de Cristiane é legítima. "Por que destruir a vida política promissora de uma pessoa dedicada em tudo que faz e que está preparada para exercer o cargo de ministra?", escreveu Jefferson, durante o fim de semana.
Nesta segunda-feira (5), Jefferson compartilhou uma reportagem em que a maioria dos deputados petebistas afirmam que o Palácio do Planalto tem de insistir na posse. Mais cedo, o secretário de Governo, ministro Carlos Marun, reafirmou que o governo não vai recuar da disposição de defender a nomeação de Cristiane Brasil para o posto.

Deputada enfrenta denúncias envolvendo associação com tráfico e pedido de votos a servidores
Cristiane Brasil viu seu nome envolvido em novas denúncias neste final de semana. No sábado (3), O Estado de S. Paulo revelou que a deputada é investigada em inquérito que apura suposta associação com o tráfico de drogas. No domingo (4), o Fantástico divulgou gravação de 2014, na qual a parlamentar, então Secretaria Especial do Envelhecimento Saudável e da Qualidade de Vida da Prefeitura do Rio, pede votos a funcionários da pasta para se eleger deputada federal pelo PTB. 
No fim de semana, a assessoria da deputada divulgou nota informando que o referido inquérito sobre associação ao tráfico foi aberto baseado em uma denúncia anônima durante a campanha eleitoral de 2010, ano em que Cristine sequer foi candidata. “A deputada afirma que não foi ouvida no inquérito e nega veementemente que teve contato com qualquer criminoso”, diz o texto. 

Veja a íntegra da nota divulgada nesta segunda-feira por Cristiane Brasil:

Nota à Imprensa
Venho sofrendo uma campanha difamatória que busca impedir minha posse no Ministério do Trabalho. Peço, respeitosamente, à ministra Cármen Lúcia que julgue o mais rápido possível essa questão, baseada na existência de duas ações trabalhistas que tive no passado. Não devo mais nada à Justiça Trabalhista. Estou sendo julgada política e não juridicamente. Tenho a ficha limpa. Mas, infelizmente, o meu julgamento superou essa esfera. Preciso que o STF decida essa questão, para que eu possa seguir minha vida política. Seguirei não poupando esforços para provar que não cometi nenhuma ilicitude.

Deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ)