segunda-feira, 12 de março de 2018

Mulher grava assédio em voo para SP e denuncia nas redes sociais

em.com.br - "Fiquei com medo, tremendo muito. Depois, tive raiva e comecei a pensar em todas as notícias de mulheres que sofrem violência sexual", disse Vitória Antunes, 21 anos, que denunciou em suas redes sociais um caso de assédio em um voo entre Belo Horizonte e São Paulo, na manhã desse domingo. Segundo a jovem, funcionários da Avianca Brasil – empresa responsável pelo avião onde o episódio aconteceu – não fizeram nada para conter e punir um homem que se masturbava do seu lado. Companhia disse que vai apurar o caso.
Vitória contou ao Estado de Minas que estava sozinha em uma fileira do avião até o momento em que um homem chegou e sentou do seu lado, após a decolagem. "Naquele momento, eu fiquei incomodada, mas deixei. Ele, no entanto, começou a ficar muito inquieto, batendo os pés, e passando a mão no pênis por cima da calça", falou a jovem, que decidiu gravar a atitude do homem para que o caso fosse solucionado, ou minimizado, pelos comissários de bordo.
Na hora em que os funcionários se aproximavam da fileira em que os dois estavam, Vitória decidiu gravar. "Quando eles estavam a três fileiras de chegarem na nossa, ele pegou o pênis com as duas mãos e deu um gemido. Perguntei se ele estava em casa, mas, ao perceber a aproximação dos comissários, ele pediu desculpas e voltou para o seu lugar de origem", disse, indignada.
Com a chegada dos funcionários, Vitória contou o ocorrido e disse que tinha as filmagens para comprovar o ato do homem. Mas, segundo ela, os comissários disseram que não haviam visto o episódio, e sugeriram que um dos dois trocasse de lugar para que a situação fosse resolvida. "Com a oferta deles, eu disse que havia pagado por aquele lugar e que o homem estava errado, não eu. Pedi que tirassem ele de perto de mim, mas não o fizeram", afirmou.
Com a previsão de pouso, Vitória contou que o homem entrou no banheiro para que não a encontrasse no momento em que os passageiros deixam o avião. "Quando ele saiu do banheiro achando que eu não estaria mais no avião, deu de cara comigo. Mas, virou de costas e foi conversar com os comissários, de forma amigável, como se nada tivesse acontecido", relatou. De acordo com a jovem, os dois funcionários pediram que ela ficasse calma, uma vez que a viagem já estava chegando no seu destino, e repetindo que "não tinham visto nada".
"Na hora que estava indo embora, a comissária me segurou e o piloto do avião me cumprimentou, perguntando se eu estava bem. Respondi que não expliquei o que havia acontecido", contou Vitória que mostrou o vídeo do homem se masturbando. Segundo ela, o homem sugeriu que ela procurasse a polícia, pois não tinha visto nada de errado. "Eu tenho 21 anos e sei me defender. Mas, existem meninas da minha idade, e até mais novas, que não saberiam gritar ou pedir por socorro. Se fosse uma criança, ele continuaria se masturbando, sem se sentir incomodado."
Em nota, a Avianca disse que apura o caso e que repudia esse tipo de comportamento. "A Avianca Brasil esclarece que, em relação a ocorrência no voo 6145 CNF-GRU, está investigando internamente o ocorrido e tomará as medidas cabíveis. A companhia reforça que repudia veementemente todo tipo de comportamento inadequado de qualquer indivíduo que voe com a empresa", informou.


*Sob supervisão da editora Liliane Corrêa

#LoucuraLoucuraLoucura - Justiça bloqueia bens de Cabral e mais 24 réus por fraudes no setor de saúde

EBC - A Justiça do Rio determinou, em caráter liminar, o bloqueio de bens e valores do ex-governador Sérgio Cabral, do ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes e de mais 23 réus, incluindo 18 pessoas e cinco empresas. O juiz Sérgio Louzada, da 2ª Vara da Fazenda Pública, acolheu ação civil pública do Ministério Público (MP). Todos são acusados de terem causado prejuízo de R$ 68 milhões aos cofres públicos em irregularidades na aquisição de medicamentos, insumos e materiais médico-hospitalares.
O grupo é acusado por fraude em licitação, pactuação de termos aditivos sem requisitos legais, inexecução parcial de contratos, além de pagamentos indevidos relativos ao Fundo Estadual de Saúde (FES). A liminar determina ainda a quebra imediata dos sigilos bancários e fiscais dos acusados, com objetivo de localizar bens móveis ou imóveis, que possam vir a ser sequestrados para ressarcimento de valores desviados do fundo.
As informações foram divulgadas pela assessoria do Tribunal de Justiça nesta segunda-feira (12). De acordo com o processo, a ação civil pública, ajuizada pela 8ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania, pede também ressarcimento por danos morais coletivos causados aos cidadãos que deixaram de ter acesso aos produtos de saúde. Entre as irregularidades listadas no processo, encontram-se remédios e insumos médico-hospitalares descartados por terem seus prazos de validade vencidos. De acordo com cálculos do Grupo de Apoio Técnico Especializado do Ministério Público, apenas no Centro de Distribuição Pavuna e Barreto (CGA), o prejuízo foi de mais de R$ 68 milhões.
Para o o magistrado, todos esses fatos apontam para gestão catastrófica de manutenção e distribuição de produtos indispensáveis à sobrevida humana. “A fumaça do bom direito é densa diante dos documentos e registros trazidos com a inicial, denotando a prática de direcionamento e fraude em licitação, pactuação de termos aditivos sem o devido preenchimento aos requisitos legais, inexecução parcial dos contratos, pagamentos sem a devida contraprestação, pagamentos sem cobertura contratual, etc”, escreveu o juiz em sua decisão.
Segundo ele, é necessário o bloqueio e até perda dos bens e valores dos réus, com objetivo de ressarcir a sociedade pelos atos ilícitos praticados. “A fim de garantir o resultado útil do processo e visando estancar eventual enriquecimento ilícito dos demandados, mister se faz a decretação da perda dos proventos ilícitos que obtiveram com a prática dos atos ímprobos e criminosos, mostra-se imprescindível a decretação da indisponibilidade e o sequestro de tantos bens quantos bastem ao ressarcimento do patrimônio público lesado. Decreto a indisponibilidade e o posterior sequestro dos bens móveis, imóveis e ativos financeiros, no Brasil e no exterior, do patrimônio de cada um dos demandados”, disse Louzada.
A defesa de Cabral foi procurada, mas até a publicação desta matéria ainda não havia se pronunciado. As demais defesas não foram localizadas.

Ex-prefeita ostentação que responde por 14 crimes quebra o silêncio

SBT - O Conexão Repórter inicia a temporada 2018 de entrevistas inéditas nesta segunda-feira, 12 de março. Com exclusividade, Roberto Cabrini conversa com Lidiane Leite, a “prefeita ostentação” que trocou uma vida de luxo pelo banco dos réus. Após algumas tentativas, Cabrini consegue fazer com que a ex-prefeita de Bom Jardim, no Maranhão, quebre o silêncio para falar sobre a acusação de desvio de milhões de reais dos cofres públicos que iriam para uma vida de luxo compartilhada na internet. De carros importados a roupas e objetos de grife, o programa mostra os segredos por trás da jovem vaidosa, que tem olhos claros e cabelos longos.


Pela primeira vez diante das câmeras, o programa mostra o que ela tem a dizer sobre a compra de urnas funerárias de luxo, redução no salário de professores, escolas em condições precárias, entre outras acusações. Presa em sua própria casa, ela responde na Justiça por pelo menos 14 crimes com apenas 27 anos de idade. Lidiane se diz vítima do ex-marido e revela que ele teria usado seu nome em esquemas criminosos que a colocaram no centro da corrupção nacional. Cabrini também conversa com Beto Rocha, o ex-marido de Lidiane, mostrando o que ele diz sobre a mulher com quem dividiu uma vida comum, e que ele ajudou a eleger prefeita.


Conexão Repórter
Segunda-feira, às 23h30

Eliane Giardini fala de 'O outro lado do paraíso' e de feminismo


Kogut - No capítulo de "O outro lado do paraíso" desta sexta-feira, 9, Nádia (Eliane Giardini) deu o troco no marido depois de descobrir que estava sendo traída: seduziu Odair (Felipe Titto) e teve uma noite quente com o funcionário do salão. Eliane brinca sobre a repercussão da cena.
- Espero, depois disso, chegar a dez milhões de seguidores. Vou postar uma foto com o Felipe e quem sabe assim alavanco minha rede social? Ele é um fenômeno. No dia em que apareceu fazendo striptease na novela, ficou três minutos nos trending topicsmundiais do Twitter e 15 nos do Brasil - diverte-se a atriz, que acredita que o público ficará dividido. - As pessoas adoram Nádia com Gustavo (Luis Melo), mas também adoram a ideia de vê-la com Odair. Me parece que os dois casais têm apelo.

Eliane diz viver uma "situação inusitada", já que sua personagem caiu nas graças dos telespectadores mesmo proferindo os maiores absurdos:
- É um sentimento complexo do público, ele ama e odeia a personagem. Recebo muitos afagos e elogios das pessoas, mas elas deixam claro que detestam a Nádia. Todo mundo brinca que a casa vai cair. Ninguém pretende perder o tombo dela. Acho que querem vê-la pagando pelo que fez, mas, por alguma simpatia pela personagem, consideram que uma redenção seria bem-vinda.

Um caminho para que a megera se redima vai começar a ser desenhado nos próximos capítulos da trama. Ela ganhará um neto negro e rejeitará o bebê, a princípio. Depois, se apaixonará pela criança. Na história, ficará explicado que a avó de Gustavo e o avô de Nádia não eram brancos, para surpresa geral:
- Não poderia ter sido uma escolha melhor. Nádia não poderá escapar nesse caso, não conseguirá culpar alguém. É a sua própria história.

Ao contrário de Nádia, Eliane defende a igualdade em todos os aspectos, principalmente no que diz respeito ao gênero:
- Nádia é fruto de uma sociedade patriarcal e trabalha pela continuidade disso. Eu acredito que as mulheres terão cada vez mais posições melhores, temos lutado por espaços. Acho que, na dramaturgia, veremos muitas escritoras tratando de histórias femininas. Por mais competentes que sejam os homens, quem melhor do que a mulher para contar as histórias de outras? Sou bem otimista em relação a isso. A gente também tem que conseguir ganhar o mesmo que os homens. Estamos muitas vezes no mesmo patamar e recebemos menos. Celebro todos os movimentos feministas. As mulheres precisam ter voz e ser ouvidas.

A atriz destaca também algumas semelhanças com a personagem:
- Sou meio controladora em relação à família como ela. Tenho uma tendência a querer sempre organizar o carnaval. Tenho aprendido a recuar um pouco e deixar que as pessoas façam o que querem. Além disso, Nádia tem humor. Eu também. Gosto de levar a vida não tão a sério e debochar de mim e das situações.

A Cor do Som apresenta duas músicas inéditas no álbum em que celebra 40 anos


G1 - A rigor, os 40 anos de vida da banda carioca A Cor do Som já são 41. Mas o grupo formado em 1977 ainda celebra em 2018 as quatro décadas de existência. A comemoração se dá com o álbum intitulado justamente 40 anos, gravado ao longo de 2017 e programado para chegar às plataformas digitais na próxima sexta-feira, 16 de março.
No disco, produzido por Ricardo Feghali, Armandinho (guitarra, bandolim e guitarra baiana), Ary Dias (percussão), Dai Carvalho (baixo), Gustavo Schroeter (bateria) e Mú Carvalho (teclados) reciclam hits com convidados (caso de Zanzibar, revivido com a adesão de Samuel Rosa), registram músicas nunca gravadas pelo quinteto e apresentam duas músicas inéditas.
Uma das inéditas é Somos da cor, parceria de Armandinho com Maria Vasco, autora da letra que exalta a miscigenação étnica do Brasil. A outra é Sonhos de Carnaval, música composta por Armandinho com letra de Fausto Nilo. No álbum, essa música foi gravada com suingue caribenho e pegada roqueira no toque da guitarra baiana de Armandinho.
Outras duas músicas são inéditas somente na discografia d'A Cor do Som, casos de Alvo certo (Dadi Carvalho e André Carvalho) – disparada por Dadi em álbum editado em 2005 pelo selo japonês Rip Curl Recordings – e Sou volúvel (Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Dadi Carvalho, 2013), composição lançada há cinco anos em álbum de Arnaldo Antunes.
Já Olhos d'água (Mú Carvalho, Pierre Aderne e Alexia Bomtempo, 2011), embora esteja sendo apresentada como inédita, foi lançada há sete anos em álbum gravado por Mú com a cantora Ana Zingoni – convidada, por isso mesmo, do revival da música no disco 40 anos – e reapresentada pela Cor do Som em 2016 como single.

Faustão quer acabar de vez com música de fim de ano da Globo


R7 - Faustão vem insistindo em uma tecla que pode mudar uma das marcas registradas da Globo.
O apresentador voltou a criticar no 'Domingão' a música de final de ano da emissora. Aquela: "Hoje é um novo dia, de um novo tempo", que a Globo utiliza em suas vinhetas de final de ano há décadas.
O alvo não é a música em si. Mas Fausto voltou a reclamar que a letra nada tem a ver com a situação atual do país, e afirmou que se recusa a cantá-la até as coisas mudarem de verdade no Brasil.
“Por isso eu encho o saco de falar, eu não canto mais essa p*** de ‘hoje é um novo dia…’. Aqui na Globo eu não canto mais, não é novo dia p*** nenhuma. O dia que tiver, eu volto aqui. Não tenho cara de pau para cantar isso”, disse ele no programa de domingo (11), após mais uma crítica social aos políticos, reforma da previdência, intervenção militar no Rio...
Fausto não só tem se recusado a gravar a famosa vinheta de fim de ano da emissora ao lado do elenco, como tem feito campanha contra esse clima de "mudança" pregado pela música.
Não, não é rabugice do apresentador. É uma luta contra a 'alienação'.
Composta por Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle e Nelson Motta, "Um Novo tempo" (nome da música) foi interpretada pela primeira vez originalmente pelo elenco em 1971. Desde então é recorrente na vinheta de encerramento de ano da emissora.
No entanto, as duras (e pertinentes) críticas de Faustão podem acabar com a carreira da canção. Falando isso repetidamente, Fausto ajuda a acabar com o 'encantamento' do tema, jogando uma pá de realidade em cima da confraternização estrelada da emissora. Afinal, do que adianta Huck e Ana Maria Braga se abraçarem cantando se o novo tempo prometido nunca começa???
Como não adianta pedir para Faustão parar de reclamar da vinheta (ele não o fará), já tem gente disposta a pensar em um novo jingle para as campanhas de fim de ano da emissora.
Procurada, a Globo não se manifestou até então sobre o assunto.

‘Se te agarro com outro, te mato’: campanha denuncia violência contra a mulher na música


"Se te agarro com outro / te mato! / te mando algumas flores / E depois escapo", cantava Sidney Magal, nos anos 1980. Neste ano, MC Diguinho lançou uma música com o seguinte trecho: "Só surubinha de leve com essas filhas da puta / Taca bebida, depois taca a pica e abandona na rua".
Músicas como essas viraram alvo de uma campanha e de uma exposição da Prefeitura de São Leopoldo, cidade de 230 mil habitantes no Rio Grande do Sul. A ideia era mostrar como a música brasileira já tratou (e continua tratando) as mulheres de forma pejorativa e, muitas vezes, com incitações à violência.
A canção de MC Diguinho, por exemplo, foi alvo de acusações de apologia ao estupro - depois, o músico lançou uma versão mais "light".



Em meados do mês passado, a cidade gaúcha começou a publicar imagens de mulheres segurando cartazes com trechos de músicas de teor machista. A iniciativa foi pensada por causa do Dia Internacional da Mulher, no dia 8 deste mês. Nessa semana, uma galeria com as fotografias viralizou nas redes sociais - foram mais de 50 mil compartilhamentos.
Uma em cada três mulheres sofreu algum tipo de violência em 2016, seja agressão física ou verbal. Os dados são de uma pesquisa do Datafolha e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgada no ano passado. Cerca de 503 mulheres brasileiras são vítimas de agressão a cada hora, de acordo com o levantamento.
Segundo Danusa Alhandra, secretária de Políticas para as Mulheres do município, a ideia da mostra surgiu depois da polêmica envolvendo "Surubinha de leve", de MC Diguinho. "Nos questionamos se esse tipo de letra existia apenas no funk", conta.
Servidoras da pasta acabaram encontrando uma série de músicas com teor machista, sexista e de apologia à violência contra as mulheres. "Concluímos que não acontece apenas no funk. Está em toda a música brasileira: samba, rock, axé, música romântica, sertaneja. Até Noel Rosa", aponta a secretária.



No início do século 20, Noel Rosa compôs o samba "Mulher indigesta", que "merece um tijolo na testa" - essa letra também está na campanha de São Leopoldo.
Para Alhandra, dizer que apenas o funk é machista também é uma forma de aumentar o preconceito. "Se você diz que é só o funk, que é cantado nas favelas e na periferia, você está afirmando que apenas um segmento da sociedade é machista e violenta", explica ela. "E não é. Como está em todos os estilos musicais, a violência e a cultura de ver a mulher de forma submissa está em toda a sociedade, na classe média, na alta, na baixa."
Por isso, as fotos da campanha de São Leopoldo mostram de Noel Rosa à banda de rock Camisa de Vênus, passando por MC Livinho e Bezerra da Silva.



Alhandra diz que a campanha não pretende acusar ou criminalizar nenhum artista. "Foi uma ideia simples que a gente teve, para refletir sobre as músicas e sobre os discursos que a gente repete, não como acusação. A música é uma manifestação artística, que pode reproduzir um pensamento da sociedade".
Segundo ela, após o sucesso das primeiras imagens, servidoras da prefeitura e moradoras de São Leopoldo se ofereceram para posar para novas fotografias. A exposição fica em cartaz até o fim do mês, na sede da prefeitura de São Leopoldo e, depois, deve seguir para escolas municipais da cidade.

Fonte: BBC

Marília Mendonça rebate crítica de Faustão e internet reage


Mídia News - Marília Mendonça rebateu Fausto Silva após ser chamada de gordinha pelo apresentador no palco do Domingão do Faustão. Incomodada, ela ironizou o comentário ao citar a tradicional pizza que Faustão oferece para os amigos anualmente.
— Você vive me chamando de gordinha, mas me chamar pra comer pizza que é bom, nada, né?!

Sem graça, o apresentador garantiu que vai convidar a sertaneja para o jantar e fez piada ao dizer que será só para os dois para que sobre comida.
Nas redes sociais, os fãs saíram em defesa de Marília e apoiaram a resposta dela para o apresentador.

Aos 52 anos, Mart'nália revela: 'Nunca transei com homem'


Notícias Ao Minuto - A cantora Mart'nália, de 52 anos, revelou detalhes íntimos de sua vida em entrevista à repórter Marluci Martins, do jornal "O Globo".
Ao ser questionada sobre menopausa, Mart'nália disse que está ansiosa para não menstruar mais e contou que não toma anticoncepcional por não correr risco de engravidar. A cantora, então, foi perguntada se já transou com algum homem na vida. "Nunca transei com homem. Sempre namorei menina", afirmou ao jornal.
"Desde os 10 anos. Não tinha negócio de gay ou não gay. Sempre tive cara e jeito de menino, e as meninas se permitiam. Eu agarrava elas, elas me agarravam", contou.
Sobre se Martinho da Vila, seu pai, sempre aceitou numa boa a relação dela com mulheres, Mart'nália respondeu: "Muito tempo depois, fizeram fofoca pro meu pai, e ele disse: 'Você podia ter me falado'. Eu respondi: 'Ué, mas eu nem sabia o que era'. O pessoal botou peso numa coisa que era normal pra mim. Não tive que mudar de jeito, nem de roupa. Nunca olhei pra homem, não."
Mart'nália ainda afirmou que não perdeu a virgindade, que nunca sofreu preconceito por ser lésbica e que está solteira. Questionada se já pensou em mudar de gênero, ela respondeu: "Sou Mart’nália porque minha mãe se chama Anália, meu pai se chama Martinho. Pronto."

“Altas Horas” bate recorde histórico desde 2000 com a presença do grupo Rouge


Boa Informação - Depois de um jejum de 16 anos, Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hills, Li Martins e Luciana Andrade passaram a fazer peregrinação nos programas da Globo com o grupo Rouge, depois de serem barradas por mais de uma década por terem sido criadas pelo SBT através do reality show “Popstars”, em 2002.
Após o “Domingão do Faustão”, o quinteto dono do hit “Ragatanga” fez a sua estreia no programa “Altas Horas”, de Serginho Groisman, no último sábado (10).
Em uma atração dedicada às mulheres, por conta da Semana da Mulher, que contou com as participações de Tatá Werneck, Cleo Pires e Naiara Azevedo, o grupo Rouge cantou alguns de seus sucessos e levaram a plateia e as demais convidadas a dançaram. Serginho, inclusive, se mostrou bastante feliz com a presença da banda em seu programa.
No quesito audiência, o “Altas Horas” bateu recorde histórico de audiência desde sua estreia, em 2000, com 18,7 pontos de média segundo a Kantar Ibope na Grande São Paulo.
Na web, a repercussão igualmente bombou e os fãs festejaram a presença do Rouge, mais uma vez, na emissora carioca.

Filhas de Gugu vencem competição de vôlei e apresentador comemora


Neste último domingo (11), o apresentador Gugu Liberato comemorou em seu Instagram, a vitória das filhas gêmeas em uma competição de vôlei, realizada em Orlando, nos Estados Unidos.
Em seu Stories, no Instagram, Gugu publicou uma foto onde aparece ao lado das filhas Sofia e Marina, e da sua esposa, Rosa Miriam Di Matteo. Ainda no click, as gêmeas exibem o troféu que ganharam por vencerem a competição.


Vale lembrar, que o apresentador também é pai de João Augusto.

Formatura das gêmeas
Mês passado, Gugu comemorou a formatura das gêmeas, também através do seu Instagram. Na ocasião, ele legendou os clicks com a seguinte frase: “Festa 8º grau, Sofia e Marina“.
“Como tempo passa rápido! Lindonas”, “Duas bonecas!”, “Parabéns as meninas…uma nova fase se inicia para futuras mulheres”, “Elas estão umas mocinhas , lindinhas .Que Deus continue abençoando a vida e o crescimento de vocês. Bjo no seu coração Gugu”, “Que lindas que deus abençoe vocês”, “Parabéns pra vcs florzinhas de Jesus”, foram alguns dos comentários disparados no registro… Confira!

Gugu de volta aos domingos
De acordo com informações do jornalista Flávio Ricco, a ideia da Record TV em reprisar a ‘Escolinha do Gugu’ foi só um teste, já pensando em por o apresentador no horário, no lugar de Geraldo Luís.
Caso Geraldo realmente seja substituído por Gugu aos domingos, ele deverá migrar para um outro dia da semana na emissora dos bispos. Porém, até então, não existe uma posição oficial da emissora paulista, referente ao assunto… Saiba mais!

Mara é retirada do programa carregada por segurança após tomar suspensão de Silvio


Portal A Tarde - Após levar uma suspensão de Silvio Santos, dono da SBT, durante o "Jogo dos Pontinhos", exibido neste domingo, 11, a apresentadora Mara Maravilha teve quer ser retirada do programa, carregada por um segurança.
Segundo Silvio, ela estava querendo "aparecer mais do que os outros" e por isso decidiu retirá-la da gravação. "Todo mundo quer aparecer nesse programa, vou ter que fazer uma limpeza. Vou tirar a Mara Maravilha. Mara, você está suspensa, pode ir embora. Está querendo aparecer mais do que os outros", declarou o "patrão".
Mara, com tom de brincadeira, rebateu: "Ah, vou embora! Vou, mas eu volto. Ah, gente! Vou ficar aqui com as bailarinas", disse ela, se sentando ao lado das dançarinas do programa.
Logo, Silvio chamou um segurança para tirar a artista do palco. Mara, por sua vez, pediu para que o homem a levasse no colo. Até o fim do quadro, a apresentadora não retornou mais ao programa.

Relembre as novelas que fracassaram na Globo em audiência e/ou repercussão - PARTE 2


11. Suave Veneno (1999): escrita por Aguinaldo Silva, que estava sozinho pela segunda vez, a novela não conseguiu bons índices de audiência e decepcionou a Rede Globo, que esperava no mínimo 42 pontos e uma ótima repercussão, como aconteceu com as antecessoras 'Por Amor', que conseguiu 43 (42.6) de média geral, e 'Torre de Babel', 44 (43.6).

Parte do elenco de Suave Veneno: Luana Piovani, Irene Ravache, Letícia Spiller e José Wilker
Transmitida entre janeiro e setembro de 1999, Suave Veneno girava em torno da família Cerqueira, chefiada pelo empresário e fundador da empresa Marmoreal, Waldomiro (José Wilker), homem casado, pai de três filhas e apaixonado por outra mulher, Maria Inês (Glória Pires), que apareceu em sua vida como objeto da vingança de sua filha bastarda, a advogada Clarisse Ribeiro (Clarisse Ribeiro). A Marmoreal era alvo de disputa entre Waldomiro e sua filha mais velha, Maria Regina (Letícia Spiller), que junto com seu marido, Álvaro (Kadu Moliterno), era uma das executivas principais desta empresa.
O enredo não impressionou, e Suave Veneno conseguiu só 38 pontos de média geral.
No elenco, tinha Diogo Vilela como intérprete do vidente e portador de poderes paranormais Uálber Canhedo; Betty Faria como a fogosa Carlota Valdez, amante de Álvaro; Ângelo Antônio como Adelmo, irmão de Clarisse; Rodrigo Santoro, intérprete do pintor Eliseu; Luana Piovani, a filha mais nova de Waldomiro, Maria Eduarda; Vanessa Lóes como a hipocondríaca Maria Antônia, filha do meio do empresário; Eva Todor, intérprete de Maria do Carmo, mãe de Uálber entre outros.


Mesmo fracassando na Grande São Paulo, a novela teve outros pontos positivos: Letícia Spiller, pela sua atuação, foi chamada para os comerciais da marca de chocolates M&M e do óleo de amêndoas Paixão, e ganhou o Prêmio Extra de Televisão de Melhor Atriz do ano. Além disso, Maria Regina aparece em diversas listas de maiores vilãs da TV brasileira.
A trilha sonora nacional de Suave Veneno tinha a canção 'Sozinho', de Caetano Veloso, como um dos maiores destaques. Além dela, tinha também 'Mais Feliz' (Adriana Calcanhoto), 'É O Amor' (Maria Bethânia), 'Frisson' (Banda Eva), 'Firmamento' (Orlando Morais), e os artistas Claudinho e Buchecha, Flávio Venturini, Alcione e Roupa Nova.
A trilha sonora internacional de Suave Veneno também foi composta por vários sucessos, entre eles 'Do You Know Where You're Going To' (Mariah Carey), 'To Love You More' (Celine Dion), 'Believe' (Cher), 'Sailing' (N' SYNC), 'You Get What You Give' (New Radicals) e 'Canto Della Tierra' (Andrea Boccelli).


12. Guerra dos Sexos (2012): é um remake da novela homônima que foi ao ar originalmente em 1983, mas diferente da primeira vez, o público não simpatizou-se com a disputa entre os primos Charlô (Irene Ravache) e Otávio (Tony Ramos) pela fortuna e bens deixados por seus tios. Sendo assim, o autor, Sílvio de Abreu, passou a dar ênfase ao triângulo amoroso vivido por Reynaldo Ghianechini, Glória Pires e Mariana Ximenes, intérpretes do motorista Nando, da dona da fábrica de roupas Positano Roberta, e a executiva das lojas Charlô's Juliana.
A primeira versão foi um fenômeno, pois obteve média geral de 51 pontos, 11 a mais que a meta exigida pela emissora. Já a de 2012 conseguiu 23 pontos, 7 abaixo do esperado na Grande São Paulo.


13. Esperança (2002): a novela mostra o quanto que os telespectadores estavam cansados das histórias sobre os italianos. Aliás, né, esta foi a terceira novela que o autor Benedito Ruy Barbosa falou sobre a vida deles no Brasil. Substituindo O Clone, Esperança sofreu por oito meses e só conseguiu 38 pontos de média geral, 7 a menos que a meta exigida entre 1994 e 2007, e 9 a menos que a antecessora.

Reynaldo Gianecchini e Priscila Fantin nos bastidores de Esperança
Primeiro fracasso de Benedito Ruy Barbosa, autor de sucessos como Cabocla (1979), Paraíso (1982), Sinhá Moça (1986), Renascer (1993) e O Rei do Gado (1996), Esperança se passou na década de 1930 em Civita, cidade da Itália onde se passava a história, protagonizada por Toni (Reynaldo Gianecchini) e Maria (Priscila Fantin), que estavam juntos mesmo contra a vontade do pai da jovem, Giuliano (Raul Cortez), por causa da situação financeira dele. Inclusive, as famílias de ambos são inimigas por fatos que ocorreram anos antes. Em busca de novas condições de vida, Toni decidiu viajar para São Paulo.

Reynaldo com Eva Wilma e Raul Cortez em outra cena de 'Esperança'
Esperança tinha também em seu elenco Regina Dourado, como a dona de pensão para estudantes Mariusa; o cantor Gilbert Stein como o comerciante Ezequiel; Ana Paula Arósio, que interpretou a judia Camilli, apaixonada por Toni; Mareliz Rodrigues, intérprete de Izabela, sobrinha de Mariusa; Othon Bastos, como o imigrante italiano Vincenzo; Fernanda Montenegro como a sogra de Giuliano, Luiza; José Mayer como Martino, marido de Maria; Walmor Chagas, como o irmão mais velho de Genaro, Giuseppe; Eva Wilma, como a mulher de Genaro, Rosa; Paulo Goulart, como o fazendeiro Farina; Otávio Augusto, o fazendeiro espanhol Manolo; Denise del Vecchio, como Soledad, filha de pais espanhóis que reside no Brasil e é casada com Manolo; Giselle Itié, a filha de Manolo e Soledad, Eulália; Cláudio Corrêa e Castro como o escultor imigrante Agostino; Nuno Lopes, o português José Manoel entre outros.

Ana Paula Arósio, a Camilli, e Paulo Ricardo, o Samuel
Apesar do insucesso, Esperança deteve dois troféus de Melhor Novela e mais dois de Melhor Autor. Os atores Reynaldo Gianecchini, Raul Cortez, Ana Paula Arósio, Priscila Fantin foram alguns do elenco que conseguiu levar troféus para casa nas categorias Melhor Ator e Melhor Atriz. No exterior, Esperança conseguiu fazer sucesso de público em Israel.
Até pelo menos dez anos após a trama, Benedito Ruy Barbosa ainda brigava com o substituto, Walcyr Carrasco por causa dessa novela, que ele não conseguiu terminar devido à problemas de saúde. Em entrevista ao site EGO, Benedito, que ainda escrevia o seu segundo flop, Meu Pedacinho de Chão, disse que o Walcyr estragou tudo, pois aplicou seu próprio modo de trabalhar com os personagens.



14. Pecado Capital (1998): teoricamente é o único fracasso de Glória Perez em seu currículo. Quatorze anos depois, ela viria a escrever e lançar o enredo de Salve Jorge, em 2012, que mesmo obtendo na Grande São Paulo apenas 34 pontos no horário das nove, quando a meta deste horário era de 40, ela conseguiu no PNT uma média geral de 37.4 pontos, 3 décimos a mais que sua sucessora, Amor à Vida, que teve 36 pontos em São Paulo.
Pecado Capital também conseguiu uma média razoável nos sete meses que foi ao ar: 27 pontos de 30. Porém, quando o Canal Viva anunciou sua reprise em 2013, vários assinantes reclamaram. Assim, ela foi substituída pelo também remake Anjo Mau, de 1997. No ano seguinte, o canal fez mais uma vez o anúncio da reprise, mas ainda assim houve reclamações. Já sobre Salve Jorge, as opiniões são bem divididas.

Carolina Ferraz e Eduardo Moscovis em 'Pecado Capital' (1998)
Baseada na versão original, exibida em 1975, Pecado Capital contava a história de Carlão (Eduardo Moscovis), um taxista do subúrbio carioca que teve como clientes assaltantes de banco, que, ao sair, esqueceram uma mala cheia de dinheiro em seu carro. O motorista vê nessa mala a oportunidade de melhorar sua condição financeira e se casar com sua eleita, Maria Lúcia (Carolina Ferraz), mas ao mesmo tempo pensava em se ver livre dela antes que se encalacrasse ainda mais. Eduardo e Carolina já viveram o mesmo papel em Por Amor, onde fizeram muito sucesso juntos.



O destaque de Pecado Capital vai para a trilha sonora internacional, com os artistas Tina Arena (I Wanna Know What Love Is), Fatboy Slim (Rockafeller Skank), Stars On 54 (If You Could Read My Mind), Glória Stefan (Feelin'), Tamia (Careless Whisper), The Corrs (What Can I Do), Brandy & Monica (The Boy Is Mine) e Ace Of Base (Whenever You're Near Me).
Teve no elenco Francisco Cuoco, que viveu Carlão na primeira versão, assumindo o papel que antes era de Lima Duarte, o milionário Salviano Lisboa. Betty Faria, que viveu Lucinha na primeira versão, fez uma breve participação como ela mesma.


15. Além do Horizonte (2013): primeira novela escrita pelos atores Carlos Gregório e Marcos Bernstein. Os dois não emplacaram o projeto, e ele obteve somente 20 pontos de média final, derrubando cinco pontos de sua antecessora, Sangue Bom.
Além do Horizonte falou sobre a procura dos personagens Alice (Juliana Paiva), Rafael (Vinicius Redd) e William (Thiago Rodrigues) por seus parentes desaparecidos: o pai dela, Luis Carlos (Antônio Calloni), a tia e o irmão de Rafael, Tereza (Carolina Ferraz) e Marlon (Rodrigo Simas), e Paulinha (Christiana Ubach), a namorada de William. Mas para os telespectadores, a novela falou muito e não disse nada, então nem se tem muito a falar sobre ela. Nem eu assisti.


16. A Lei do Amor (2016): até o momento, foi a última novela a registrar baixíssimos índices de audiência no horário nobre. A antecessora de A Força do Querer não impressionou com a história e obteve apenas 27 pontos de média geral na grande São Paulo e 28 no Painel Nacional de Televisão, cinco pontos abaixo da meta, exigida pela Rede Globo entre 2014 e 2017.

Reynaldo Gianecchini e Cláudia Abreu como os personagens principais Pedro e Helô na novela 'A Lei do Amor'
Escrita por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, tinha como personagens principais o filho de um rico empresário, Pedro (Chay Suede/Reynaldo Gianecchini), e Helô (Isabelle Drummond/Cláudia Abreu), uma mulher de origem pobre. Os dois se amavam, mas não puderam viver essa paixão por 20 anos graças à um mal entendido. Sua madrasta, Magnólia (Vera Holtz), em parceria com seu pai, Fausto Leitão (Tarcísio Meira), doparam Pedro sem que ele percebesse e o pôs na cama com Suzana (Gabriela Duarte), contratada por ela para separar o casal.
A história se passava em São Dimas, cidade fictícia localizada na região metropolitana de São Paulo que sofreu diversas transformações enquanto Fausto esteve no poder.

Os vilões Tião e Magnólia em 'A Lei do Amor'

17. De Quina Pra Lua (1985): foi totalmente preterida pelo público durante os seis meses em que foi exibida no lugar do fenômeno A Gata Comeu, às 18hrs. Foi a primeira novela de Alcides Nogueira, que não conseguiu sucesso imediato, obtendo 31 pontos de média geral, sendo que a meta era 35. É tão esquecida que não foi nem mesmo reprisada no quadro Novelão, do Vídeo Show, nem exportada para outros países.
Contou com a participação dos atores Agildo Ribeiro, Eva Wilma, Isabela Garcia, Elizabeth Savala, Hugo Carvana, Tamara Taxman, Thelma Reston, Paulo Betti, Denise Milfont, Cristina Mullins entre outros.



18. O Amor É Nosso (1981): com Fábio Jr. como o protagonista principal, a novela das sete não empolgou, e faz parte do rol de obras que a Globo quer esquecer à todo custo. Há boatos que a emissora mandou queimar todas as fitas com os 155 capítulos gravados.


Fábio Jr. com sua família na ficção em 'O Amor É Nosso' (1981)
Pedro, o personagem do cantor, que não faz mais novela desde o término de Corpo Dourado, em 1998, tem a mesma profissão que ele e quer muito ser reconhecido pela crítica e pelo povo, sendo criticado pelo pai, Celso - personagem de Nelson Dantas, e apoiado pela mãe, Anita - de Aracy Cardoso. Seu irmão, Cláudio (Ney Sant'Anna), também era cantor, e gravou seu primeiro disco logo nos primeiros capítulos.
Foram convocados o ator mirim Fernando Ramos da Silva, que fazia sucesso no mesmo ano com o aclamado 'Pixote, A Lei do Mais Fraco', de 1981, e a cantora de rádio Marlene, e ambos só fizeram essa novela na vida.

Tônia Carrero e Fernando Ramos da Silva em 'O Amor É Nosso'
Pra continuar a ópera, a novela só teve 39 pontos de média geral. Pontuação mediana, já que a meta era 40 (até 1996) para o horário das sete, mas nesse caso, o que interessa mesmo é a repercussão baixíssima, e outro exemplo de que audiência nem sempre importa é 'Vamp', que ficou dois pontos abaixo da meta, mas ainda assim foi muito bem falada até mesmo durante a reprise no Vale A Pena Ver de Novo, obtendo 22 pontos (dois a mais que o exigido).
Por um momento, Walther Negrão, que substituiu Roberto Freire e Wilson Aguiar Filho devido ao naufrágio, cogitou criar uma catástrofe para renovar uma boa parte do elenco e iniciar uma nova história. A mesma tática foi usada por Janete Clair em 1968, quando ela substituiu Emiliano Queiroz em 'Anastácia, A Mulher Sem Destino'.


19. O Mapa da Mina (1993): teve mais audiência que a antecessora, Deus Nos Acuda, mas isso não é nada, pois a novela foi mais uma que não agradou os telespectadores. Ela apanhava constantemente de 'Mulheres de Areia', exibida no horário das seis, e até a emissora já cogitou a troca de horário entre as duas, já que a trama de Ivani Ribeiro conseguia chegar a mais de 50 pontos facilmente
Foi a última novela de Cassiano Gabus Mendes, morto de infarto do miocárdio, faltando apenas duas semanas para o desfecho.



20. Sabor da Paixão (2002): flopou muito, derrubou seis pontos da antecessora, Coração de Estudante (que fechou na meta), e acabou se tornando esquecida. O recorde máximo obtido por ela foi de 31 pontos, e já chegou a ser superada por 'Por Amor', reprisada no Vale A Pena Ver de Novo naquele ano, como também pela 9ª temporada de 'Malhação'.
Foi a única novela a não ter reprise do último capítulo, pois a Globo transmitiu ao vivo a final do Campeonato Paulista de Futebol de 2003.
A trama tinha Letícia Spiller como atriz principal. Ela interpretou Diana, mulher batalhadora que luta para ter de volta as terras que sua família herdou em Portugal, ocupadas pela viúva Zenilda (Arlete Sales), mãe de Alexandre (Luigi Baricelli), o rapaz que acaba conhecendo e se apaixonando, sem saber que ele se aproximou dela para não perder as propriedades.