quarta-feira, 14 de março de 2018

Novela "O Outro Lado do Paraíso": Nádia pede perdão à Raquel após assumir neto


Purebreak - Parece que vai rolar um pedido de perdão nos próximos capítulos de "O Outro Lado do Paraíso", Nádia (Eliane Giardini) finalmente admitirá que seus atos foram errados e pedirá que Raquel (Érika Januza) a perdoe por todo o preconceito que praticou contra ela, tudo isso por causa de seu neto.
A juíza irá descobrir que o herdeiro da mulher, filho de Diego (Arthur Aguiar) com a ex-prostituta Karina (Malu Rodrigues), está sendo alvo de piadas de mal gosto por ser negro. Raquel então decide ir até a casa de seu ex-namorado para conversar com Nádia.
Logo de início, as duas iniciam uma discussão, mas depois Nádia muda de opinião e pede perdão à moça: "Raquel, eu errei. O que posso fazer pra você me desculpar?". A juíza fica surpresa, mas aceita o pedido da dona do salão e as duas se abraçam. Bruno (Caio Paduan) assiste tudo super emocionado. "Foi preciso eu ter um neto negro para saber na pele o que é o preconceito", reflete a ex-esposa de Gustavo (Luis Melo).
Quer saber o que acontece? Então não perca as emoções da novela "O Outro Lado do Paraíso" aqui no Purebreak e na Globo, de segunda a sábado, às 21h20.

BBB18: Eliminação de Patrícia deve redesenhar estratégias dos brothers

Diego sobreviveu ao segundo paredão no 'BBB18'
Correio Braziliense - A eliminação de Patrícia na terça-feira (9/3) não foi uma surpresa para o público do Big Brother Brasil. Um dia antes da divulgação do resultado, enquetes não-oficiais mostravam que a sister seria eliminada com uma grande porcentagem de votos, o que de fato ocorreu: a cearense bateu o recorde de rejeição e deixou o reality com 94,26% dos votos. Dentro da casa, no entanto, a saída da sister surpreendeu.
Principal aliado da agora ex-sister, Diego acreditava que a amizade entre os dois seria suficiente para eliminar Caruso, o terceiro emparedado. Patrícia, inclusive, chegou a afirmar que sentia pena do publicitário paulista, já que ele estava ''sozinho'' nesta berlinda.
Sobrevivente de dois paredões, Diego é um jogador nato, mas se safou pela oportunidade. Na primeira vez, foi ofuscado pela polêmica envolvendo Lucas e sua noiva, Ana Lúcia. Na segunda, se tornou coadjuvante após a atitudes controvérsias de Patrícia, o que inclui a combinação de votos para a formação de paredões.
Se fora da casa ele não representa uma grande ameaça, dados os 3,30% dos votos no último paredão, dentro os números mostram o contrário. No queridômetro, sistema de notas atribuídas pelos brothers dentro do reality, o escritor aparece na lanterna, com 3 pontos, na frente apenas de Jéssica, que conta com uma nota de 2,9.
No Raio-X desta quarta-feira (14/3), ele afirmou: ''Vou tentar continuar com a cabeça erguida''. Resta saber se a pose vai ser suficiente para redobrar a atenção do brother e fazer com que ele reverta suas estretégias.

VITÓRIA
A acreana Gleici, por outro lado, está no auge. Além de ter indicado Patrícia ao paredão, ela adota uma postura no jogo que conquistou o público. A saída da cearense, no entanto, pode atrapalhá-la, na medida em que ela começa a demonstrar que percebeu o poder que possui - Gleici foi a menos votada no paredão da última semana e protagonizou uma eliminação falsa.
Ayrton, o pai da família Lima, mostra que está bastante atento. Em conversa com Paula, Jéssica e Breno no Bangalô do Líder, o carioca foi incisivo: ''Se a gente combinar voto, acabou pra eles'', disse em referência à Diego, Viegas e Caruso. A fala foi recebida em tom de brincadeira, mas, como o próprio Tiago Leifert diz, o jogo muda a todo momento e os brothers podem usar isso como vantagem no futuro.
Pouco mais de um mês separa a eliminação de Patrícia e a final do programa, prevista para o dia 19 de abril. Além disso, ainda restam sete eliminações para que se chegue aos três finalistas da edição.
Atualmente, o cenário é o seguinte: de acordo com enquete do site UOL, Gleici vence a edição com 38% dos votos. Kaysar vem em seguida, com 28%. Já o terceiro lugar é da família Lima, por seus 16%. Os três menos favoritos ao prêmio, de fato, são os 'antagonistas' Caruso (1,2%), Wagner (0,89%) e Viegas (0,6%).

Max Fercondini esclarece confusão no Rio de Janeiro: ‘Não dei em cima da filha da Cássia Kis’


Caras - O ator Max Fercondini usou as redes sociais para escrever uma mensagem de esclarecimento após as notícias da confusão no Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira, 14, o programa Fofocalizando, do SBT, informou que o artista teria se envolvido em uma briga após dar em cima de Maria Cândida Fonseca, filha da atriz Cássia Kis. No episódio, o namorado da jovem discutiu com o ator, que chegou a ser golpeado com um skate. No entanto, o rapaz contou que isso não aconteceu.
“Não dei em cima da filha da minha querida amiga Cassia Kiss, como foi noticiado hoje mais cedo. Não apoio nenhum tipo de violência. Me defendi como pude. Estou bem como sempre”, disse ele.
Aos 32 anos, Max Fercondini está solteiro. Em outubro, ele terminou o relacionamento de nove anos com a também atriz Amanda Richter.

Ator e apresentador Max Fercondini se mete em encrenca


O apresentador da Globo foi envolvido numa briga aparentemente por causa da filha de Cássia Kiss, Maria Cândida. Segundo informações do programa Fofocalizando, do SBT, Max estava dando em cima da moça, que estava acompanhada de um grupo de rapazes que não gostaram e partiram pra porrada, resultando em um dente quebrado e várias escoriações nele.

Maria Cândida em passeio com a mãe num shopping da Barra da Tijuca (15/02/2018)
Todos chegaram nesse ponto quando Maria se identificou como filha de atriz. "Você é filha da Cássia? Eu vou falar para ela: Cássia, educa melhor a sua filha!".
Assistam abaixo o vídeo completo da barbárie, que ocorreu na Barra da Tijuca esta madrugada:

Três brasileiros concorrem ao International Dance Music Awards 2018

A DJ ANNA foi indicada como Melhor Artista Feminino (Underground)
Phouse - 32ª edição do IDMA traz diversas novidades; votação já está aberta
A votação para o International Dance Music Awards está aberta. Nesta 32ª edição, mudanças significativas foram feitas: não haverá uma cerimônia de premiação — os resultados serão divulgados online — e o número de categorias foi reduzido drasticamente de 56 para 21.
A categoria de Melhor DJ ainda foi desmembrada em outras quatro: Melhor Artista Masculino (Mainstream), Melhor Artista Feminino (Mainstream), Melhor Artista Masculino (Underground) e Melhor Artista Feminino (Underground). O fundador da premiação, Bill Kelly, explicou via assessoria de imprensa: “Nós queríamos especificamente destacar todo o incrível talento feminino na música eletrônica, e pensamos que suas contribuintes merecem ser reconhecidas”.
Entre os indicados, temos três nomes brasileiros: a DJ ANNA concorre como Melhor Artista Feminino (Underground), e o Green Valley e o Warung disputam o posto de Melhor Club (Global).
Há ainda categorias como Melhor Performance Ao Vivo, Melhor Podcast, Melhor Remix, Melhor Estação de Rádio e Melhor Produto Inovador para DJs. Você pode conferir todos os indicados e votar nos seus favoritos através deste questionário.
O evento, como de praxe, faz parte da Winter Music Conference, que rola nos dias 20, 21 e 22 de março, em plena Miami Music Week, no Faena Forum.

Mulher usa a corrida para afastar jovens da marginalidade


Boa Forma - Foi pela televisão que Neide Santos assistiu à primeira São Silvestre em que foi permitida a participação oficial de mulheres. “Presenciar aquela grande conquista feminina me marcou muito”, conta. Era 1975 e ela mal imaginava que, anos mais tarde, também se tornaria uma referência de força e da capacidade do esporte de transformar realidades. Até então, a adolescente, que adorava correr,havia sido obrigada a dispensar um convite para compor a equipe de atletismo do São Paulo Futebol Clube porque precisava ajudar a cuidar dos irmãos.
Mesmo com a rotina intensa de dona de casa e costureira – Neide se casou aos 18 anos e logo teve seu primeiro filho –, ela nunca deixou de acelerar pelas ruas do Capão Redondo, bairro da periferia de São Paulo. “Para não abandonar o esporte, passei a treinar ao lado do meu marido, que era jogador de futebol.”
O tempo escasso a levou às primeiras provas: eram uma forma de conseguir completar mais quilômetros na semana. Aos 30 anos, já colecionava algumas medalhas de maratona e chamava a atenção das outras mulheres da comunidade, que começaram a acompanhá-la. Passo a passo, o grupo cresceu e, em 1999, já reunia mais de 30 moradoras do bairro.


“Meu filho mais velho sempre me pedia para envolver as crianças do Capão nas atividades porque sabia da importância da recreação na infância de pessoas carentes. Mas eu não tinha tempo”, relembra. Além de manter o trabalho regular, aos fins de semana Neide organizava festinhas para ganhar um dinheiro extra. Até que um dia seu mundo virou de cabeça para baixo: um jovem de 14 anos tirou a vida do seu primogênito. “A dor da perda fez com que eu parasse de treinar.”
Depois que o processo de luto passou, Neide foi incentivada por suas companheiras de corrida a transformar a tragédia familiar em um bem coletivo. “Coloquei em prática o que ele havia pedido tempos antes: cuidar das crianças para que elas se afastassem da marginalidade.”
Todos os sábados, então, a costureira encontrava jovens de diversas idades para lhes ensinar tudo o que sabia sobre o esporte – das técnicas à paixão pela velocidade. “Não tinha noção de que aquilo seria tão relevante para a sociedade”, relembra.
Assim, surgiu o projeto Vida Corrida, que, após ganhar um concurso, passou a contar com o apoio da Nike e com a ajuda de preparadores físicos formados. Hoje, mais de 400 pessoas participam das atividades, que incluem atletismo, tênis e basquete.
O próximo passo da corredora – que também deseja escrever um livro – é construir uma casa para sediar o grupo e continuar mudando a realidade da comunidade. “Quando você se exercita, esquece o mundo lá fora. Aquele é seu momento único”, diz Neide, que treina seis vezes por semana.
Fato: uma hora de esporte por dia pode transformar uma vida inteira. O projeto, além de revelar talentos, incentiva as mulheres a voltar a estudar e a empreender dentro do Capão Redondo.
Assim, elas têm mais tempo para cuidar de si e da família. “Não vou conseguir criar um novo mundo, mas posso modificar o que está ao meu redor. Sou uma eterna sonhadora.”

Bianca Bin: “Não gosto, mas aceito e honro minha celulite”


Boa Forma - Quem não se lembra da cena de O Outro Lado do Paraíso em que, após um salto de dez anos na trama, Clara retorna à sua cidade? Em um vestido vermelho justíssimo, ela ressurge em uma festa e diz a frase “Não imaginam o prazer que é estar de volta”.
A partir daí, a saga da personagem de Bianca Bin se resume à busca pela vingança. Enquanto isso, na vida real, a atriz ironicamente procura trabalhar a autoaceitação. “O mundo só nos vê bela quando a gente se sente assim. O elogio não tem que vir do outro, e sim de si mesma. Para mim, ser bonita é se aceitar, honrar seu corpo e confiar na intuição”, declara.
“Se estou saudável, não posso ficar triste porque meu bumbum tem uns furinhos – isso não merece que eu lhe atribua importância. Não vou dizer que gosto, mas aceito e honro a minha celulite. Ela é parte de mim!”, afirma.
A autoestima que Bianca prega, claro, nem sempre é inabalável como em cena de TV. “Tem dias em que me sinto linda, e em outros me acho horrível, uma completa farsa. Penso: ‘Quando as pessoas vão descobrir que sou uma fraude?’ [risos] É uma luta comigo mesma para me amar mais”, admite.
Quando o motivo da controvérsia é sua franjinha assimétrica, ela ri. “Mulher, esse cabelo está uma polêmica! Ninguém aceita essa franja torta porque ela é fora da caixinha. Rejeitam o diferente logo de cara. Só que eu estou amando meu cabelo novo!”, diz.
O corte moderninho, assinado pelo hairstylist Neandro Ferreira, que se divide entre Londres, Rio e São Paulo, foi pensado para reforçar a nova fase de Clara. Cristiane Vicente, do Projac, ainda iluminou o tom do cabelo de Bianca, que viu o guarda-roupa romântico e simplório da personagem dar lugar a vestidos que delinearam seu corpo.
“A fase recente está maravilhosa, os looks sofisticados, esses vermelhos… Mas é tão difícil ficar 11 horas sobre o salto alto, tão difícil usar roupa colada! Eu sinto meus órgãos espremidos lá dentro!”, reclama Bianca, que prefere optar por peças confortáveis, como o vestido de algodão branquinho que usava no dia da entrevista para a matéria de capa da edição de fevereiro de 2018 de BOA FORMA.
“Admiro muito quem tem um olhar fashion, porque eu sou muito fraca para a moda. Até hoje escuto que devo me vestir melhor. Me falam: ‘Ah, não, Bianca, você não vai sair assim, né? Troca essa roupa pelo amor de Deus’. [risos] E odeio sutiã. É a primeira coisa que tiro quando entro em casa”, diz.

Casamento de Clara é um dos maiores absurdos de O Outro Lado


R7 - O fato é: Renato pediu Clara em casamento. E ela aceitou. Tudo bem se eles fossem namorados. Tudo bem, eles já até foram, tiveram um rolinho no passado e meio que sentem uma certa atração um pelo outro. Mas é apenas isso. Eles não são namorados e nem têm um caso oficial, daqueles que está claro que algo está acontecendo ali entre os dois. Quer dizer, na prática, Renato e Clara são apenas amigos.
E aí o que acontece? O cara vai lá, chama a moça para jantar e, do nada, puxa um anel de noivado. Clara fica surpresa, meio assustada, na verdade. Óbvio, né? Afinal eles não são namorados. Mas, para surpresa geral, ela aceita. Ou seja, a moça topou juntar os trapinhos com um amigo. Nada mais do que isso.
O mais absurdo de tudo é Patrick (Thiago Fragoso), advogado e apaixonado por Clara, que mora na casa dela. Não dá para saber muito bem porque ele vive lá e não numa casa própria, mas beleza. A gente engole. O pior mesmo é ele aceitar continuar na casa da moça mesmo após ela anunciar que foi pedida em casamento. Inicialmente ele disse que iria sair, afinal ela vai se casar com outro. Mas ela pediu para ele ficar mais um pouco e ele concordou. Ué, o que é que tem, né?
Aí, alguém pode dizer: mas isso é novela, ficção, é assim mesmo. Ok, entendo isso. Acontece que O Outro Lado do Paraíso tem os quatro pés fincados na realidade. É como se fosse o nosso dia a dia e aí, uns disparates desse tamanho, acabam ficando totalmente bizarros.

Juliana Paiva será uma das protagonistas da novela 'O tempo não para'


Kogut - Depois de um papel de coadjuvante em “A força do querer”, Juliana Paiva será a protagonista de uma novela. Em “O tempo não para”, trama de Mario Teixeira dirigida por Leonardo Nogueira, ela viverá a filha de uma família que estava congelada desde 1886 e acordará.

Tony Ramos: "Fui criado respeitando as mulheres, a vida e o tempo”


Portal A Tarde - Tony Ramos acredita ter cumprido sua missão na pele de José Augusto em Tempo de Amar, novela das 18h da Globo. Na reta final da trama de Alcides Nogueira, o ator enaltece a beleza da trama do pai que se redime com Maria Vitória (Vitória Strada), após tê-la separado da filha recém-nascida. O conservadorismo do personagem afastou os dois por um período, mas o perdão triunfou no fim.
Na entrevista a seguir, o ator, que completará 70 anos em agosto próximo, comenta o caminho da redenção de José Augusto, o reencontro em cena com Regina Duarte e o talento de uma nova geração de atores presentes em Tempo de Amar. Além disso, Tony avalia a passagem do tempo e o respeito a sua vida particular com a esposa Lidiane Barbosa, com quem é casado desde 1969. Ele ainda confessa ser conservador, diz como vê o Brasil atualmente, o que espera do país e quais são seus próximos projetos.

O que você achou dessa virada do personagem, que foi visto com um vilão no início, mas que se redimiu com a filha? O que você achou dessa virada do personagem, que foi visto com um vilão no início, mas que se redimiu com a filha?
É muito interessante. Mas o que é um vilão de fato? Nós estamos muito acostumados ao psicopata. Eu fiz um em A Regra do Jogo (2015). O Zé Maria era um psicopata. Só tinha amor para os filhos, o resto passava batido. Então, era um vilão que se mascarava de um bom homem, mas era horroroso. Aqui, essa vilania aos olhos do público era: "Meu Deus! Como ele tem coragem de fazer isso com a própria filha?", mas esse é o raciocínio de hoje. Mamãe me dizia: "Filho, isso é triste, mas eu conheço, no mínimo, uns três casos destes". Quando ele começa a se dar conta do ato agressivo que fez, há uma virada. Então, isso mostra a contradição do próprio ser humano.

A cena do pato com a Lucerne foi ótima. Como vê esse reencontro com a Regina Duarte?
Ela não sabia que este português não era um pato (risos). Aquela cena foi muito engraçada realmente. O reencontro com Regina dispensa qualquer comentário, porque ela é minha querida amiga, uma atriz que é um ícone da história da televisão brasileira. A nossa reunião foi de exercício de atores. Havia citações da própria Rainha da Sucata (1990). Tinha ali uma metalinguagem do Alcides Nogueira que foi colaborador do Silvio de Abreu na novela. Nosso reencontro foi de muito humor. Nós não fizemos cenas duas vezes nunca. Ensaiávamos e saía de primeira, tamanha a nossa sintonia.

Regina Duarte caracterizada como Lucerne em 'Tempo de Amar'
(os dois já trabalharam juntos em Rainha da Sucata, de 1990)
Em Tempo de Amar, você também contracenou com uma galera jovem. Qual a sua relação com eles?
Minha relação é ótima! Quando me perguntam coisas, respondo, mas nunca com um tom professoral. Às vezes, a pessoa tem uma dificuldade cênica naquele momento e me pergunta o que é melhor, mas só isso. De resto, é uma turma primorosa. Olha essa menina, a Vitória Strada! Ela não veio pra brincar não! Veio para ficar. A Olivia Torres, que faz a Tereza, fez cenas com Letícia (Sabatella) que comecei a me comover. Tem o Bruno Ferrari, com quem não tinha trabalhado anteriormente, mas claro que eu sabia da carreira dele. Ele estava na Record, voltou para a Globo e é um belíssimo ator, consciente, inteiro. O Bruno Cabrerizo também. Num capítulo recentemente encerrou com aqueles olhos enfrentando o Ferrari e você quer saber o que vai rolar no próximo porque tem dramaticidade. Tem também as meninas que fazem a Celina (Barbara França), a Olímpia (Sabrina Petraglia)...

Como você lida com o passar do tempo?
Eu sou um senhor. A coisa que mais gosto é de assumir as minhas idades, porque nunca tive crise com elas. Não tive crise aos 30, 40, 50, 60, então não vou ter aos 70, porque sou muito grato a Deus. Sou um homem que foi criado numa família que minha mãe era separada de meu pai e você pode imaginar o que era ser separada no início dos anos 1960. Lá atrás, isso era um palavrão. Então, a minha mãe, uma mulher muito forte, lidou bem com isso, com minha avó e elas me educaram no sentido de que a vida é libertária, os homens é que a tornam proibitiva. Então, cresci assim, respeitando as mulheres, a vida e o tempo. Envelhecer é uma dádiva. Fico feliz em assistir à televisão, ver O Outro Lado do Paraíso e olhar para Lima Duarte, Laura Cardoso, Fernanda Montenegro. Outro dia vi Ilva Niño, nossa grande atriz de teatro e televisão. É uma benção estarmos de pé trabalhando. Quando Laura (Cardoso) fez 90 anos, telefonei muito emocionado, porque eu comecei com ela e tem toda essa história de vida.

E como fica a vaidade?
O fato de você não aparentar tal idade, não me faz negá-la. Eu não sou hipócrita e, às vezes, me olho fazendo a barba e vejo que realmente setentão não aparenta, mas sei que tenho. Não vou negar essa passagem do tempo, porém não complico pra viver. Faço meus exercícios, mas não por vaidade. Se tenho um bom tônus muscular é porque quero ficar com a saúde em dia. É muito simples a minha vida. Pode parecer, aos olhos de tantos, que não, por causa do glamour que a profissão exala, mas nunca vi glamour no meu ofício.

Ninguém invade a sua privacidade e isso é raro no meio artístico. Como explicar?
Sim, ninguém invade a minha privacidade e sou muito grato. Mas isso é fruto de um acordo tácito entre a imprensa e eu. Nunca me furtei a nenhuma pergunta. Nunca compliquei essa relação com a imprensa, mas também nunca facultei publicamente o meu cotidiano a ninguém. Estou escondendo pessoas? Não. Saio com a minha mulher, com os meus netos. Quantas vezes os fotógrafos que ficam de plantão na rua, em shopping, me fotografaram com netos, mãe, sogra, com minha companheira, filhos. A minha vida fora de casa continua sendo normal. Dentro de casa, ela não está aberta a visitação pública. É isso.

Como você não tem redes sociais isso facilita a sua privacidade?
Sim, não tenho Instagram. Falo isso com muito cuidado porque parece que estou ofendendo quem tem, mas todos são suficientemente inteligentes para saber que não estou dizendo que está errado quem tem. O meu perfil não é esse. Se comprei uma roupa nova, não vou fotografar e dizer: "Olha só! Comprei uma roupa nova". Não faz parte do meu cotidiano. Viajo muito com a minha mulher, fui a lugares que muitos nem sonharam em ir. Fui para o topo de uma montanha na Nova Zelândia, numa aventura linda com a Lidiane. Está toda fotografada, mas é para nós dois. Não ponho na rede. Nada contra, mas me deixa viver do meu jeito.

Você se considera mais moderno ou conservador?
Eu sou um homem absolutamente do seu tempo. O que quer dizer isso? Fui um homem jovenzinho nos anos 1960, querendo amadurecer nos anos 1970, já maduro em 1980, mais maduro em 1990, inteiro e pronto para a velhice nos anos 2000. Mas sempre atentando para o que é a vida e nunca criticando aquilo que via. Primeiro, quero entender o que me cerca. Então, hoje sou um homem conservador em várias coisas e não tenho medo ser. Há muito moderninho que é conservador e não assume.

De que forma você é conservador?
Sou conservador na relação humana, no respeito ao próximo, ao falar ou não palavrão publicamente sendo uma pessoa pública. Ah mas você não é autêntico? Sou mais do que aquele que fala palavrão e acha que é o moderno de plantão. Porque a televisão é uma concessão pública, que nós devemos tomar certos cuidados. A minha mãe está assistindo e é de um jeito, a vovó do apartamento ao lado é de outro. Se nós não atentarmos para isso, estamos violentando a individualidade de cada um. Posso ser conservador na minha relação de afeto com minha companheira, de não nos expormos tanto. Terapia se fosse necessária, a gente faria a dois e não publicamente. Mas sou absolutamente moderno para todas as manifestações culturais, para os novos avanços da transgenia, das relações homossexuais que precisam se afirmar. Se é para falar dessa modernidade, estou completamente identificado com ela, mas há limites.

Quais limites?
Não sou de ficar me exibindo em beijos e abraços em lugares públicos. Posso dar uma bitoca na minha esposa, um aperto de mão, mas não vou ficar dando beijos cinematográficos no meio da rua, com criança passando, com pessoas que podem estranhar. Isso serve para qualquer gênero. Se é ser conservador nesse aspecto, então sou.

Para você, como está o Brasil atualmente?
O meu Brasil está enfermo, triste, desesperado por segurança, emprego, hospitais, educação. Sempre vou voltar ao assunto educação, pois um país sem educação não pode se chamar de nação. Sempre sonhei com criança às 7h30 da manhã na escola e alguém buscando ou condução pública às 16h, com essa criança tendo seu tempo preenchido por música, trabalhos manuais, teatro, educação física, repondo a matéria e aí ela sairia plena da escola. Esse é um pequeno sonho que eu tenho. Será que vou ver isso algum dia? Não sei. O meu Brasil é triste, mas esperançoso. Sou um incorrigível otimista. O que quero é um país que se reencontre, se renove, reflita sobre ele mesmo.

Após terminar Tempo de Amar, quais são os seus projetos?
Estou convidado para a série 'Aracy, o Anjo de Hamburgo', mas ainda não está fechado 100%. É uma história verídica da viúva do (escritor) Guimarães Rosa, que ajudava os judeus a escaparem da Alemanha, mas ainda não bateram o martelo. Só vou procurar saber se estou mesmo nesse projeto depois que terminar de gravar o filme do Luiz Villaça, chamado '45 do Segundo Tempo'.

Patrícia bate recorde de rejeição e é eliminada do BBB com 94,26% dos votos


Portal A Tarde - Com 94,26% dos votos, Patrícia foi a sétima eliminada do Big Brother Brasil 2018 na noite desta terça-feira, 13, e bateu um novo recorde de rejeição. A sister disputava o paredão junto com os colegas de confinamento Diego (que recebeu 3,30% dos votos) e Caruso (que teve 2,44% do total de votos).
Ao receber a notícia pelo apresentador Tiago Leifert, patrícia chorou e se despediu dos outros brothers antes de deixar a casa.
Em sua trajetória no reality, Patrícia se envolveu com Kaysar - o primeiro beijo 'oficial' aconteceu na Festa Roda de Samba e os dois chegaram a movimentar o edredon. Antes dele, entretanto, ela já havia se tornado parceira de Diego, com quem formulou inúmeras estratégias de jogo e formações de Paredão.
A funcionária pública não imaginava que uma das eliminações seria falsa e Gleici, em vez de deixar o programa, foi confinada no Quarto Farol. Após ver e ouvir parte das conversas da casa, a estudante de Psicologia voltou para a casa imune e indicou Patrícia para a berlinda.

Lívia Andrade abre o jogo e fala sobre rixa com Mara Maravilha


Meio Norte - Lívia Andrade resolveu abrir o jogo sobre sua rixa com Mara Maravilha. A apresentadora afirmou que apesar de já ter discutido ao vivo com a colega, nunca houve uma briga nos bastidores.
“Não existe briga. Eu nunca briguei com ninguém fora do palco. Não considero o que acontece uma briga, considero discussão, debate, mas acaba no palco”, afirmou a famosa ao “Uol”.
A gata ainda comentou os boatos de clima pesado no SBT: “Não tem esse negócio de [clima] insustentável. E cada apresentador tem seu camarim. Nós só nos encontramos diariamente para reunião de pauta, fora isso, cada um tem seu espaço”.
A artista ainda falou que aceitou de prontidão ao ser chamada para apresentar o “Fofocalizando”, do SBT. “Quando me convidaram para ficar no programa eu sabia onde estava pisando. Eu sabia das polêmicas dela com os outros integrantes. Ela é uma pessoa polêmica, de opinião forte. Mas a partir do momento que aceitei a oportunidade, eu sabia o que iria enfrentar”, contou.
Lívia ainda disse que em qualquer ambiente profissional as pessoas estão sujeitas a isso: “Quando é no trabalho nem sempre amamos todos os envolvidos. A gente tem relacionamentos mais legais com umas pessoas, outros menos e algumas pessoas não fazem diferença na nossa vida”.

Lula diz em livro que está pronto para ser preso


em.com.br - Em uma das três entrevistas que deram origem ao livro "A Verdade Vencerá - o povo sabe por que me condenam", o jornalista Juca Kfouri perguntou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a possibilidade de se exilar em uma embaixada amiga em vez de aceitar passivamente a prisão. Lula admite estar pronto para enfrentar a prisão e nega a possibilidade de fuga: "Olha, conheço companheiros que ficaram 15 anos exilados e não tiveram voz aqui dentro, no Brasil".
No livro, que é assinado pelo próprio Lula e será lançado nesta sexta-feira, 16, em São Paulo, o ex-presidente, condenado a 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SO), admite pela primeira vez estar pronto para enfrentar a cadeia.
Além disso, Lula adianta o discurso político que será usado para seus seguidores, o do preso político, injustiçado, que um dia será absolvido pela história. "O preço que vai ser pago historicamente é a mentira contada agora", diz Lula. "Eles querem prender? Prendam, paguem o preço", afirma.
Kfouri volta ao assunto com mais ênfase. "O senhor está cogitando a hipótese de ser preso?" Lula afirma: "Estou. O que não estou é preparado para a resistência armada, nem tenho mais idade. Como sou um democrata, nem aprender a atirar eu aprendi".
Na sequência a editora Ivana Jinkings indaga: "Como é que se prepara o espírito para isso?" "Eu não preparo o espírito", diz Lula. "Eu sou um homem de espírito leve. Tudo isso faz parte da história (...) Há duas instâncias superiores a que a gente pode recorrer e vamos recorrer. Eles vão tomar a decisão e estou pronto para ser preso. É uma decisão deles."
O livro da editora Boitempo é fruto de três entrevistas feitas por Kfouri, Ivana, Gilberto Maringoni e Maria Inês Nassif em fevereiro deste ano, depois, portanto, de o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) ter confirmado a condenação do petista. Além disso, traz textos de Luis Fernando Veríssimo, Luiz Felipe de Alencastro, Eric Nepomuceno e outros.

Dilma
Lula diz que faltou empenho político da presidente cassada Dilma Rousseff e sua equipe para evitar o impeachment. "Em todas as conversas que eu mantinha, as pessoas se queixavam 100% dele (Aloizio Mercadante) e 101% da Dilma. Cheguei a ponto de dizer para a Dilma: 'Olha, você vai passar para a história como a única presidente que nem os ministros defenderam'."
Além disso, admite que o presidente Michel Temer, chamado por ele de "traidor", soube resistir melhor do que a petista, conta histórias de eleições passadas - como o dia em que Leonel Brizola, já no segundo turno da disputa de 1989, sugeriu que ambos renunciassem em favor do tucano Mario Covas -, e evita fazer a defesa pública do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Lula revela ainda que João Santana tentou, primeiro, fazer de Dilma uma "candidata-tampão" e, depois, afastá-la dele. Com bom humor, mostra aspectos de sua vida pessoal, como a relação com a bebida. "Duvido que um jornalista tenha me visto bêbado. A última vez que bebi pra valer foi para ver Brasil e Holanda na Copa de 1974. A gente ficou guardando a bebida pra depois da vitória e tomamos de 2 a 0. Ficamos xingando os jogadores e bebemos."

Fidel
Inspiração de Luiz Inácio Lula da Silva, o discurso "A História me Absolverá" foi escrito como a defesa do advogado e líder da revolução cubana, Fidel Castro, diante do tribunal que o julgava em razão do ataque fracassado ao quartel Moncada, em Santiago de Cuba.
Era 1953. Fidel tentara a ação armada para derrubar o regime de Fulgêncio Batista. No discurso, ele se transformava em acusador do regime. "Quanto a mim, sei que a prisão será dura, como tem sido para todos - prenhe de ameaças, de vil e covarde rancor. Mas não a temo."
E terminava com a síntese de sua estratégia: "Condenai-me, não importa. A história me absolverá." Recebeu 15 anos de prisão. Anistiado em 1955, ele derrubaria Batista três anos depois.

Morre aos 76 anos o físico Stephen Hawking


Os familiares confirmaram agora há pouco a morte do físico e cosmólogo Stephen Hawking, aos 76 anos e provavelmente de causas relacionadas à esclerose lateral amiotrófica (ELA), descoberta quando tinha 21 anos. Ele era conhecido no mundo todo por realizar trabalhos relacionados à origem do universo e aos buracos negros.
Ele deixa três filhos, Robert (1967), Lucy (1970) e Tim (1979), todos de seu relacionamento com a educadora Jane Hawking, e três netos. Ele também foi casado com a enfermeira Elaine Mason entre 1995 e 2006.

Stephen Hawking na segunda metade dos anos 1970, com a esposa, Jane, e os filhos, Robert e Lucy
Os filhos de Stephen emitiram um comunicado lamentando a perda: 
"Estamos muito abalados com a morte do nosso pai. Ele foi um grande cientista e um homem extraordinário, cujo trabalho e legado viverão por muitos anos. Sua coragem e persistência com seu brilho e humor inspiraram pessoas em todo o mundo. Ele disse uma vez: 'Não seria muito um universo se não fosse o lar das pessoas que você ama'. Nós vamos sentir falta dele para sempre".
A causa da morte ainda não foi revelada.