quinta-feira, 15 de março de 2018

Amaro perderá a visão e vai morar na casa de Estela em 'O Outro Lado do Paraíso'


As cenas da explosão ocorrida na mina de esmeraldas foram ao ar hoje. O incidente fez com que todos os garimpeiros ficassem presos lá dentro, mas pior ficou pra Amaro (Pedro Carvalho), que entrou enxergando e vai sair sem enxergar nada. Isso deixará a filha de Sophia (Marieta Severo), Estela (Juliana Caldas), sensibilizada, e ela irá chamar o português para morar em sua casa por um bom tempo.

Estela abrigará Amaro em sua casa após vê-lo em situação difícil
O comerciante será ajudado pela sua "mimosa" a se acostumar com sua realidade e a ser independente novamente, o que fará com que se apaixone mais ainda por ela, tanto é que irá pedi-la em casamento.

#ConteúdoAdulto - Revejam Ellen Rocche, a Suzy de 'O Outro Lado do Paraíso', sem roupa nenhuma na Playboy


Em 2001, posou totalmente nua para a edição de novembro da revista Playboy, ganhando no ano seguinte o título de mulher mais sexy do mundo pela revista VIP. Na época, tinha apenas 22 anos de idade e quatro que havia começado na carreira artística.
Ela havia sido assistente de palco do programa Fantasia, que estreou em dezembro de 1997, e uma das concorrentes do reality show Casa dos Artistas, do qual foi vice-campeã.

Ellen Rocche antes de tirar tudo
A revista com a atriz da novela das nove O Outro Lado do Paraíso vendeu 376 mil cópias em todo o país. Vejam abaixo todas as todos publicadas neste #tbt:































Fotos retiradas do site Gato Bem Dotado

Criptocoelhinha: Playboy inova indústria para adultos com criptomoedas


Sputnik News - A revista masculina PlayBoy é uma das pioneiras na indústria a implementar carteiras digitais de criptomoedas. Agora, a companhia pretende usar criptomoedas na indústria sexual para aumentar "flexibilidade de pagamento" para seus clientes.
A companhia Playboy Enterprises anunciou planos de adicionar aos seus serviços uma carteira digital de criptomoedas que permitirá manter ativos digitais ou usá-los para pagar, informa Fortune.com.
O diretor comercial da PlayBoy explica que a medida, além de dar mais flexibilidade a clientes na hora de pagar pelo conteúdo, permitirá receber recompensas da Vice Industry Token (VIT), uma plataforma de entretenimento para adultos e ao mesmo tempo uma criptomoeda.
Esta não é a primeira vez que a PlayBoy recorre a criptomoedas: ainda em 2014, a companhia introduziu opção de pagar com bitcoin pelo seu conteúdo Playboy Plus, sendo uma das poucas empresas na indústria a dar esta oportunidade a clientes.
Segundo informações, desta vez, a carteira da PlayBoy poderá usar não apenas bitcoin, mas também Ethereum a e outras moedas digitais populares.
Vice Industry Token Inc. anunciou em fevereiro a criação de um sistema baseado na tecnologia blockchain, que dará recompensas aos consumidores de filmes para adultos com uma criptomoeda especial — tokens.

Geyse Arruda posa sensual e planeja filhos


Folha Max - Geisy Arruda fez um ensaio sensual de lingerie e exibiu suas curvas. Mas se depender dos planos da modelo, que está com 29 anos, seu físico deve mudar em breve. Geisy contou que pretende em breve se tornar mamãe.
Solteira, ela conta que não vai espera encontrar o "marido ideal" para formar uma família. Se continuar solteira, Geisy pretende congelar os óvulos e ter um filho por meio de uma produção independente.
"Solteira, procuro um pai para o meu filho, mas se não achar, penso em ter uma gravidez independente. Hoje em dia com a técnica de congelamentos de ovulos, você consegue escolher o doador conforme suas características. É uma decisão que precisa ser muito bem pensada, mas ser mãe é meu maior sonho", explica.

BISSEXUAL
Recentemente, Geisy afirmou durante uma entrevista para Daniela Albuquerque ser bissexual. Apesar disto, a modelo revelou que nunca se apaixonou por uma mulher. “Nunca, por mulher não, mas pode ser que venha assim um dia, por alguma mulher especial, mas gosto muito da ideia de outra mulher, de beijar, estar junto, é um cheiro, uma pele diferente. E eu não me permito ter nenhum tipo de preconceito, acho que amor não tem gênero, não tem sexo”, pondera ela, que não teria problemas em assumir um relacionamento com alguém do mesmo sexo.
“É obrigação você assumir, não vou esconder uma pessoa que eu amo, e que fique como exemplo também. Se você gosta de mulher ou é bi, não vejo problema nenhum nisso, é minha opção sexual”.

BULLYING
Geisy Arruda relembra o episódio de bullying que sofreu durante a faculdade por conta de um vestido curto no programa Sensacional. “Acabei me tornando um símbolo bem feminista, representante das mulheres. Eu processei a faculdade, ganhei por danos morais. Eles me expulsaram, aí voltaram atrás. Me tornei uma pessoa pública, hoje vivo e me sustento da minha fama. Eles queriam me fazer mal, mas me fizeram bem, só que não é sempre que o bullying tem um final feliz, sou uma exceção muito rara”, diz.

Karol Lannes, a Ágata de Avenida Brasil, passa no vestibular


Catraca Livre - Em 2012, a pequena Ágata de "Avenida Brasil" conquistou todo o país com sua personalidade. Hoje, a atriz Karol Lannes, que deu vida à personagem da novela, conquistou um feito pessoal: aos 17 anos, a adolescente passou no vestibular para o curso de artes cênicas da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).


"Essa conquista é a realização de um sonho. Eu sempre quis fazer artes cênicas e estudar fora do Brasil. Era isso que eu ia fazer se eu não tivesse passado na faculdade", disse a atriz mirim em entrevista ao UOL.
Hoje, Karol vive em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, numa república localizada em frente à universidade. Antes, ela morava em São Paulo com seus pais.
Karol foi criada pelo tio Fabio e o marido, João Paulo, desde os quatro anos de idade, quando perdeu a mãe.

Uma publicação compartilhada por Karollannes® (@karollannes_) em

Uma publicação compartilhada por Karollannes® (@karollannes_) em

Uma publicação compartilhada por Karollannes® (@karollannes_) em

Uma publicação compartilhada por Karollannes® (@karollannes_) em

Uma publicação compartilhada por Karollannes® (@karollannes_) em

Ator da Globo não renova com emissora e assinará apenas contratos por obra


Não é porque foi dispensado, não. É porque não quer! Uma das estrelas principais de 2017, Marco Pigossi, que protagonizou a novela 'A Força do Querer', pretende estudar fora do Brasil, e por isso optou por deixar que o contrato vença sem chances de renovação. Antes, Marco aparecerá em 'Onde Nascem Os Fortes', nova supersérie das onze, como Nonato, irmão gêmeo da personagem de Alice Wegman, Maria.
O personagem de Marco vai sumir após se bater de frente com o poderoso empresário Pedro Gouveia, interpretado por Alexandre Nero, mas vai pairar um mistério no ar: o que aconteceu com Nonato?

Protagonista de Tomb Raider é alvo de sexismo por ter 'seios pequenos demais'


Diário de Pernambuco - A atriz Alicia Vikander foi vítima de comentários sexistas nas redes sociais pelo tamanho de seus seios para interpretar Lara Croft na novo filme da franquia Tomb Rider nos cinemas. Na opinião de alguns internautas, o tamanho dos seios da artista não é "fiel" às proporções da heroína no game que inspirou o longa-metragem. Também houveram comparações com Angelia Jolie, que interpretou a personagem na primeira versão da franquia. Um dos comentários de maior repercussão foi a de youtuber norte-americano T.J Kirk, que tem mais de um milhão de inscritos em seu canal.
"Eu preciso ser o cara que tem que dizer que ela tem seios muito pequenos para fazer a Lara Croft? Precisa ser eu? Tenho mesmo que ser eu quem vai dizer isso? Parece que sim. Desculpa", ironizou o youtuber. "Não pode existir uma Tomb Rider com seios menores", diz outro comentário no Twitter. "Eu não gosto dessa nova atriz. Os seios dela não são grandes o suficiente para o trabalho", publicou outro internauta. "Os seios dela são pequenos demais para viver a Lara Croft, desculpa", digitou mais um.
Fãs da atriz e da série de games que deu origem ao filme logo a defenderam das críticas sexistas. "Quando Tomb Rider foi lançado em 1996, os seios da Lara Croft eram triangulares. Vamos parar de achar que o formato dos seios de uma mulher influenciam na forma como ela vai interpretar Lara Croft. Não importa se você vê Alicia Vikander ou não como Lara Croft, ela é a personagem", escreveu uma usuária no Twitter.
"Sobre as pessoas dizendo que os seios da Alicia são muito pequenos... bem, as opiniões deles não importam porque o filme não é para eles e sim para nós", escreveu uma outra usuária que faz cosplay da personagem em eventos. Outros fãs salientaram que a versão da Lara Croft que Vikander está interpretando é baseada no jogo que foi lançado em 2013, que trouxe uma versão bem menos sexualizada da personagem. Tomb Raider: A Origem estreou nesta quinta-feira (15), nos cinemas brasileiros.

Por onde anda 'Chica Xavier', a Bá da novela Sinhá Moça (1986)?


A atriz Chica Xavier está no ar com a reprise da novela Sinhá Moça no Canal Viva. A obra foi originalmente ao ar em 1986 às 18hrs, e Chica interpretou a escrava Virgínia, também chamada de Bá, que cuidava de Sinhá Moça (interpretada pela atriz Lucélia Santos) como se fosse sua filha, pois no passado perdeu o seu para o pai da moça, o Barão de Araruna (Rubens de Falco).
Chica, que hoje tem 86 anos de idade e 62 de carreira, está apenas afastada e um pouco debilitada devido à problemas de hipertensão e diabetes, o que lhe afastou do elenco da novela Sol Nascente, exibida entre os anos retrasado e o passado. Seu papel, a caiçara Neide, ficou para a sua neta, Luana Xavier.

Chica Xavier com a neta, a também atriz Luana Xavier
(foto: Instagram de Luana Xavier)

Marina Lima vai do funk e do samba à música eletrônica em novo disco

O passado foi vivido, diz Marina Lima, enfática. Dona de muitos sucessos – até hoje tocados nas rádios -, Marina, se quisesse, poderia passar os próximos anos de carreira cantando seus hits. Ela não quer. “O que realmente me move é o meu trabalho, é criar”, afirma ela, em entrevista ao Estado, em São Paulo. Essa inquietação foi uma das razões que a levaram a se mudar do Rio para São Paulo. “Falei: preciso procurar um lugar que me estimule a produção. No Rio, chegou um momento que parecia, para mim, que os próprios cariocas não estavam muito interessados no que eu tinha a dizer, como se eu fosse o Corcovado, o Pão de Açúcar, como se eu fosse uma entidade.”
E, se ainda restam dúvidas sobre esse discurso da cantora, seu novo disco autoral, Novas Famílias, o 21.º da carreira, é a prova de como Marina está conectada com o hoje, em “música, letra e dança”. Em suas composições, Marina, tanto sozinha quanto em parceria, joga luz sobre temas atualíssimos, talvez de uma maneira nunca antes vista em sua trajetória. “Não acho que a arte tem que ser engajada. Arte não é jornalismo, não vou descrever o que acontece no dia a dia. Passa num outro lugar. Agora, num momento como está o Brasil, se eu não olhar para o lado e não me colocar, vou ser muito egoísta, não dá. A coletividade importa muito.”
A começar pela faixa Novas Famílias, de sua autoria, que abre o álbum e dá nome ao novo trabalho. Nela, Marina fala sobre a crise hídrica em São Paulo e a descoberta de água em Marte, mas também celebra as recentes conquistas de direitos no Brasil, como a lei da união estável de pessoas de mesmo sexo, e dos novos amigos que ela fez em São Paulo, e que formam seus novos grupos, sua ‘nova família’ na cidade. “Céus, e essas novas famílias/Com terras molhadas de amor/Minando qualquer ditador”, canta, num trecho.
Em Só Os Coxinhas, parceria dela com o irmão Antonio Cicero, faz um funk com os códigos típicos do gênero, para ridicularizar a quem ela considera “coxinha”. “Essa gente chata, cheia de ideia, de regra. Eu já tinha uma parte: ‘Agora abaixa um pouquinho, agora solta o mindinho’. Quando eu levei para o Cicero, ele quis fazer também. A gente, quando compõe, tem o negócio do humor mesmo. Aí ele foi completando com Feito Um Pica-Pauzinho. Quis fazer uma coisa que não era ofendendo nem agredindo, era ridicularizando, fazendo com humor.” A parceria com Cicero rendeu ainda a canção Juntas, em que Marina revisita poeticamente São Paulo, fazendo um paralelo entre o entardecer da cidade, que ela vê da janela de sua casa, com vista para o Pacaembu, em comparação ao do Rio.
São Paulo está bastante presente no disco, não? “Acho que tem uma coisa do Brasil. São Paulo aparece, mas o Rio também, tem Belém, Parnaíba (cidade de seu pai, no Piauí). O Rio vem comigo, faz parte de mim, tenho uma relação com a natureza, com o mar. Em São Paulo, logo que me mudei pra cá, me lembrava de Washington, onde morei quando era pequena, uma cidade onde não tem mar, mas tem muito verde.”
Ainda da dupla Marina-Cicero, a cantora resgata o antigo sucesso Pra Começar, que, pela primeira vez, ganha versão em estúdio (originalmente, foi lançada ao vivo, em 1986, no disco Todas Ao Vivo) e dialoga com o restante do álbum por causa da atualidade de sua letra. Há ainda outras parcerias, como em Do Mercosul, com Silva e Dustan Gallas; e uma única canção que não é de seu cancioneiro, Climática, de Klébi Nori e Gian Correa.
Na bela Árvores Alheias, outra composta solitariamente por Marina, ela se inspirou em um poema de Fernando Pessoa para falar sobre sentimentos que são universais, de “histórias velhas que o tempo levou”. “Percebi que, volta e meia na minha vida, aparecem pessoas de um ciclo atrás, que não souberam agir e querendo agir agora. Não tem mais nada a ver, são sombras de árvores alheias, aquilo ficou.”
Pop em sua essência, Marina não só flerta com o funk, como avança para outros estilos e gêneros, como tecnobrega, samba e música eletrônica. Reflexo do caldeirão rítmico presente em São Paulo, que se tornou, há tempos, ponto de encontro e morada de músicos de várias partes do País.
O flerte com as texturas eletrônicas, por exemplo, vem desde Fullgás. De lá para cá, Marina foi estudando, se aprimorando no assunto. Para ela, a música eletrônica lhe dá independência. “Eu não fazia parte de nenhuma banda. Geralmente, componho no violão. A música eletrônica me trouxe acesso a todos os timbres possíveis, então posso fazer verdadeiros esqueletos, programar baixo… Aí, quando chamo um músico com quem quero trabalhar, ele parte de um ponto de partida todo pronto.”
O tempo de Marina é hoje, mas, não raro, fatos do passado voltam à conversa. Depois que revelou, anos atrás, que um erro médico lesionou suas cordas vocais e que teve depressão, sua voz tornou-se foco de curiosidade a cada novo disco, a cada novo show. A potência vocal de Marina pode não ser mais como de outrora, mas ela se adaptou à interpretação mais intimista, menos rasgada, estilo, aliás, facilmente identificável em uma geração mais nova de cantoras. “Isso tem quase 20 anos. A questão da voz, quando aconteceu, foi em um momento em que eu entrei em ‘tilt’. Eu não estava feliz com minha carreira, só tinha eu de cantora pop no Brasil, e tudo vinha em cima de mim. Não queria ficar numa redoma. Juntou tudo e também a depressão. Isso passou, está superado. Canto tudo o que quero no disco, minha voz é minha voz. Reconheço ela, cuido dela como sempre cuidei.” E ela diz isso como se esse capítulo precisasse ser virado pelos outros, porque, para ela, já foi. “[ ]Não tenho uma história nem profissional nem emocional que eu queira resgatar. As coisas estão bem resolvidas.”
Empoderada desde sempre, a cantora fala também da união das mulheres para denunciar casos de assédio e abusos. “Uma coisa que a gente não era”, diz. “As redes sociais talvez tenham trazido mais uma consciência coletiva, mais gente entende que não está só.” Musa do pop, ela chegou a sofrer assédio? “Nunca passei por isso, assédio nunca, mas tinha uma história de que mulher não compõe, tentavam me diminuir. Isso sim.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Após quase seis anos, Vera Fischer volta à gravar novela na Globo


Vera voltaria com tudo no ano passado em 'A Força do Querer', mas sua briga com Glória Perez por não ter conseguido um grande papel em Salve Jorge foi tão grande que acabou na geladeira por mais um ano. Ela fará uma participação na nova temporada de Malhação - Vidas Brasileiras, que estreou semana passada, como rival de Isadora, personagem de Ana Beatriz Nogueira. Desde o fim de Salve Jorge, ela fez só uma participação numa esquete do programa 'Tá No Ar: A TV na TV', que reuniu todas as Helenas de Manoel Carlos para o lançamento do livro fictício 'Minha Vida com Helenas'. Aliás, né, já chega de deixar tanto tempo assim uma atriz de peso na geladeira, não acham?
Mesmo com esse tempo todo afastado, no ano passado mesmo, fez duas peças de teatro, 'Ela É o Cara' e 'Doce Pássaro da Juventude'.

Vereadora Marielle Franco é assassinada a tiros na região central do Rio


Extra - A vereadora Marielle Franco (Psol) foi morta, na noite desta quarta-feira, a tiros na Rua Joaquim Palhares, no Estácio. O motorista Anderson Pedro Gomes, que estava com ela, também foi morto na ação. Ela também estava acompanhada de uma assessora, que sobreviveu. A Polícia Civil encontrou pelo menos oito cápsulas no local.
Policiais militares no local informaram que um carro teria emparelhado com o da vereadora, e os ocupantes abriram fogo, fugindo em seguida. De acordo com a PM, a janela à direita no banco de trás, onde estava Marielle, ficou completamente destruída. Segundo investigadores da Delegacia de Homicídios (DH), que investigam o caso, os criminosos não levaram nada de nenhum dos ocupantes do veículo. Pelo menos cinco tiros teriam atingido a cabeça da vereadora.


A infomação da morte da vereadora foi confirmada pelo vereador Tarcísio Motta (Psol). Ele afirmou que "vários indícios apontam para uma execução". No entanto, o vereador afirma que a vereadora não havia sofrido ameaças recentes. O novo diretor da Divisão de Homícidios, Fábio Cardoso, foi para o local do crime.

O deputado Marcelo Freixo (de preto) está no local
— Há vários indícios que apontam para uma execução. É uma satisfação que precisamos dar para a cidade do Rio. Se houvesse ameaça, nós teríamos compartilhado esse tipo de receio. Nossos mandatos eram muito próximos — afirmou o vereador.


Marielle tinha acabado de sair de um evento chamado "Jovens Negras Movendo as Estruturas", na Lapa. Ela foi a quinta vereadora mais votada do Rio nas eleições de 2016.


A assessora que estava no carro presta depoimento na Divisão de Homicídios.
— Estou em contato com o delegado Rivaldo Barbosa. Todas as características são de execução. Isso é muito nítido. Queremos isso apurado o mais rápido possível. Não por nós, mas pelo Rio de Janeiro. Não havia qualquer ameaça. Eu tinha contato diário com a Marielle. Trabalhou dez anos na minha equipe. Nós não temos conhecimento de nada nesse sentido. A família também não — afirmou o deputado Marcelo Freixo (Psol).

MESTRADO SOBRE UPP
A vereadora se formou pela PUC-Rio, e fez um mestrado em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com o tema: “UPP: a redução da favela a três letras”.
Marielle trabalhou em organizões como a Brasil Foundation e o Centro de Ações Solidárias da Maré (Ceasm). Coordenou a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), ao lado de Marcelo Freixo.
Em 2005, uma de suas amigas mais próximas morreu, vítima de bala perdida, durante um tiroteio entre policiais e traficantes na Maré. O episódio impulsionou seu engajamento na defesa dos direitos humanos e contra ações violentas nas favelas.
Um ano depois, ela fez campanha para Marcelo Freixo se tornar deputado estadual e, desde então, é sua assessora parlamentar. Na Zona Sul, Marielle esteve entre os cinco candidatos mais votados em quase todos os bairros (no Jardim Botânico, foi a segunda). Na zona eleitoral da Maré, foi a quinta.
O Psol soltou uma nota lamentando a morte da vereadora e exigindo apuração "imediata e rigorosa".

Veja a nota completa:
O Partido Socialismo e Liberdade vem a público manifestar seu pesar diante do assassinato da vereadora Marielle Franco. Estamos ao lado dos familiares, amigos, assessores e dirigentes partidários do PSOL/RJ nesse momento de dor e indignação. A atuação de Marielle como vereadora e ativista dos direitos humanos orgulha toda a militância do PSOL e será honrada na continuidade de sua luta. Exigimos apuração imediata e rigorosa desse crime hediondo. Não nos calaremos!

O prefeito Marcelo Crivella (PRB) também lamentou a morte da vereadora. Ela integreva a oposição ao governo de Crivella. Veja a nota completa:
É com profundo pesar que lamentamos o brutal assassinato da vereadora Marielle Franco cuja honradez, bravura e espírito público representavam com grandeza inigualável as virtudes da mulher carioca. Sua trajetória exemplar de superação continuará a brilhar como uma estrela de esperança para todos que, inconformados, lutam por um Rio culto, poderoso, rico, mas, sobretudo, justo e humano. Em cada lar uma prece, em cada olhar uma lágrima e em cada coração um voto de tristeza, dor e saudade. É assim que hoje anoitece a cidade desolada e amargurada pela perda de sua filha inesquecível e inigualável. Que Deus a tenha!

Hylka Maria afirma: 'Achei prematura a minha saída'


CARAS - Oitava eliminada do Dancing Brasil, Hylka Maria deixou a competição apresentada por Xuxa Meneghel na noite de quarta-feira, 14, com a sensação de que sua saída foi prematura. Na semana anterior, ela e o instrutor Fernando Perroti estavam em segundo lugar no ranking. "Não podemos esquecer que o programa não é apenas uma competição de dança, mas também um reality show. São muitas variantes envolvidas. Ainda não me enxergava na final, mas confesso que achei prematura a minha saída se olho para o panorama da minha evolução e do quanto eu ainda poderia evoluir se continuasse", conta a atriz. "Fiz grandes amigos e saio do programa sendo uma atriz com muito mais consciência corporal", explica.
A atriz, que interpretou Alessia, mulher do bandido Sabiá (Jonathan Azevedo) em A Força do Querer, fez descobertas sobre si mesma na disputa. “Meu maior desafio foi me adequar a esta vida de atleta. A exigência física é muito mais puxada do que eu poderia supor. Outro grande desafio é trabalhar a minha memória de uma outra maneira. Decorar páginas de textos não tem nada a ver com a memorização de uma coreografia em três dias. Às vezes me dá pane mental e o “tico e teco” custam a abrir mão de um ritmo já memorizado para dar lugar a outro completamente diferente”, confessa. "Descobri que emocionalmente sou mais forte do que imaginava”.

Garota de programa na TV
Hilka agora foca totalmente suas atenções ao trabalho como atriz. Ela é a protagonista da série argentina Tras las puertas, no qual interpreta uma garota de programa. “Carolina é uma brasileira que vive há anos em Buenos Aires trabalhando como acompanhante vip. Se vê envolvida num triângulo amoroso perigoso entre seu ex-namorado, que também é seu antigo "cafetão", e um novo cliente que lhe propõe um negócio no mesmo segmento, mas em um nível ainda mais alto”, conta. “No decorrer dessa história vamos revelando seu passado problemático no Brasil e como isso afeta suas decisões do presente”, antecipa.
Ela também pode ser vista na série Os Suburbanos, do Multishow, com Rodrigo Santanna. “Como desde “A Força do Querer” vi que minha vida tomou um rumo diferente do que eu planejava, aprendi a viver dia após dia, observando que portas vão se abrindo durante minha caminhada. A vida é sábia e eu hoje prefiro fluir com ela, dançando a música que ela me propuser”.