sábado, 24 de março de 2018

Morre ex-diretor da Globo Toninho Drummond, criador do 'Bom Dia Brasil'


SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Morreu nesta sexta-feira (23), aos 82 anos, o jornalista Antônio Carlos Drummond, conhecido como Toninho Drummond ex-diretor da TV Globo.
Procurada pela reportagem, a assessoria do Hospital Brasília, onde o jornalista estava, informou que ele foi atendido no pronto-socorro no final da tarde desta sexta, e morreu às 21h20. Segundo informações da "Globonews", o corpo do jornalista será cremado na segunda-feira.
A família Marinho, dona das organizações Globo, lamentou a morte de Drummond por meio de um comunicado.
"Toninho Drummond foi um dos expoentes da sua geração, honrando a tradição mineira que tão bons jornalistas deu ao país. Tenaz, mas sempre gentil; altamente competente, mas sem nenhuma dose de estrelismo; de uma seriedade ímpar no que fazia, mas sempre irradiando bom humor. Formou uma legião de jornalistas. O Grupo Globo deve muito ao talento dele, e expressa a sua imensa gratidão. Toninho foi um profissional exemplar e um amigo querido. Nossa solidariedade à família", diz a nota assinada por Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho.
Drummond nasceu em Araxá, no estado de Minas Gerais. Ele iniciou a carreira jornalística em 1960, como repórter do jornal O Estado de Minas. Em 1971, assumiu a direção do jornalismo da Globo em Brasília. O jornalista participou de coberturas importantes, como o impeachment do presidente Collor, em 1990, e a entrevista do presidente Ernesto Geisel à TV Globo dentro de um trem-bala que ia de Tóquio até Kioto.
Em 1983, integrou a equipe responsável por implementar o jornal Bom Dia Brasil. Em 1987, assumiu a direção da sucursal de jornalismo da Globo em Brasília, e lá permaneceu por 25 anos até sua aposentadoria, em 2012.

Fonte: Folhapress

#TheLegend - John Paul Larkin, ou "Scatman John", um gago que conseguiu hitar!

Scatman John (El Monte, 13 de março de 1942 - Los Angeles, 03 de dezembro de 1999)
Todos que vivenciaram os anos 1990 devem se lembrar claramente do cantor John Paul Larkin, que fez sucesso com "Scatman (Ski-Ba-Bop-Ba-Dop-Bop)", canção lançada em 30 de novembro de 1994, quando a eterna estrela do eurodance/house tinha 52 anos.
Scatman John, como era chamado artisticamente, provou que nem todo mundo é substituível, e que com determinação e força, se vai mais longe do que o imaginável, transformando a sua gagueira em um "meio de se sustentar", como ele mesmo dizia em suas entrevistas.
Após o lançamento, a canção alcançou a posição #1 na parada de sucessos de 12 países, entre eles a Espanha, Canadá, Irlanda e Áustria. Teve boa colocação na Alemanha (#2), Suécia (#2), Escócia (#3), Austrália (#8) e Estados Unidos (#10), recebeu disco de platina na França e na Alemanha por vender mais de 500 mil cópias.

Capa do single 'Scatman (Ski-Ba-Bop-Ba-Dop-Bop)'

O cantor nos deixou precocemente, no dia 03 de dezembro de 1999, mas ficou eternizado na história da música.
Além desta canção, Scatman também é lembrado pela música "Scatman's World", de 19 de junho do ano seguinte. Ambas fazem parte de seu segundo álbum de estúdio, Scatman's World, que teve 2 milhões e cópias distribuídas ao redor do mundo.

Capa do single 'Scatman's World'

Capa do bem sucedido álbum Scatman's World
Até a sua morte, o cantor lançou outros dois álbuns e quatro singles cada um, mas nenhum fez tanto sucesso como estes dois acima. Portanto, fica aqui mais um pouco do trabalho maravilhoso dele para vocês conhecerem:

Single 'Song Of Scatland,' que faz parte do álbum 'Scatman's World

Single 'Only You', o último lançado para promover o álbum Scatman's World, em 1996

Capa do álbum 'Everybody Jam!', de 25 de novembro de 1996
Single 'Everybody Jam', de 1996

Capa do single 'Su Su Su Super Ki Re i' (super linda em português)

Capa do single 'Pri Pri Scat', que assim como o de cima,
fez enorme sucesso no Japão

Capa do single 'Let It Go', lançado em 1997

Capa do álbum Take Your Time, gravado enquanto ele fazia o tratamento contra um câncer no pulmão. Foi lançado no dia 1º de junho de 1999
Capa do single 'Scatmambo (Patrícia)', de 1999

Capa do single 'The Ckickadee Song', de 1999

Capa do single 'Ichi Ni San... Go!', de 1999

Capa do single 'Take Your Time', de 1999

MC Carol lança música em homenagem a Marielle Franco


RIO — A cantora MC Carol lançou, nesta quarta-feira, a música "Marielle Franco", uma homenagem à vereadora do morta a tiros na semana passada e a "todas as mulheres negras vítimas de violência", conforme escreveu no Facebook a artista de Niterói, na Região Metropolitana do Rio.
O clipe da música, em parceria com os DJs do Heavy Baile, começa com o depoimento emocionado de uma mulher que perdeu o neto, de 12 anos, vítima da violência. Em seguida, o vídeo mostra uma manifestação de moradores do Morro do Preventório, em Niterói, que começou após um homem ser baleado por ter uma muleta confundida com uma arma.
"Vocês querem nos matar, nos controlar. Vocês não vão nos calar, mesmo sangrando a gente vai tá lá para marchar e gritar", diz parte da letra, que cita o nome de Marielle ao lado de outras mulheres vítimas de violência, como Claudia Silva Ferreira, arrastada por uma viatura da PM por 300 metros na Zona Norte do Rio, em 2014.
No Instagram, a cantora já tinha prestado diversas homenagens a Marielle. Carol lembrou um encontro que teve com a ativista e com Talíria Petrone (PSOL), eleita para a Câmara de Niterói com número recorde de votos e também militante de causas como a violência contra a mulher.
"(Elas) estiveram na minha casa, onde conversamos por horas sobre meus medos, minhas dúvidas etc. Eu estava tão segura, tão esperançosa depois de conversar com elas. Hoje eu só sinto medo, eu sempre senti na verdade, por ser negra, por morar no morro, por andar à noite na rua, por ser mulher, por cantar funk", escreveu a funkeira, em um post com a foto de Marielle.

Estou buscando palavras, pq eu só sinto ódio, só sinto raiva e mt medo, realmente, eu nao sei o que falar, mas do que nunca eu estou me sentindo oprimida e fraca, eu tinha tantos planos esse ano... e agr eu só tenho lagrimas e pavor. Marielle e Taliria me encorajaram, a lutar, a ser mais forte, elas estiveram na minha casa, onde conversamos por horas, sobre meus medos, minhas dúvidas etc.. eu estava tao segura, tao esperançosa dps de conversar com elas, hoje eu só sinto medo, eu sempre senti na verdade, por ser negra, por morar no morro, por andar a noite na rua, por ser mulher, por cantar funk principalmente "Delação premiada", mas alguma coisa me dava força e esperança la no fundo, algo me dizia que eu tinha que fazer, que eu tinha que gritar e falar msm, que eu podia, mas hoje eu tenho certeza que nada te proteje independente de quem voce seja, se voce for negro e lutar pelos negros, vc sempre acaba EXECUTADO!!! 😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭
Uma publicação compartilhada por MC Carol (@mccaroldeniteroioficial) em

MC Carol é uma das vozes mais críticas do funk atualmente. Em "Delação premiada", ela relata a banalização da violência nas comunidades: "Na televisão a verdade não importa / É negro favelado, então tava de pistola". E lembra casos emblemáticos: "Cadê o Amarildo? Ninguém vai esquecer / Vocês não solucionaram a morte do DG / Afastamento da polícia é o único resultado / Não existe justiça se o assassino tá fardado".

Sobe a oito número de mortes após confronto na Rocinha

A Delegacia de Homicídios do Rio (DH), órgão ligado à Polícia Civil, está investigando as mortes de oito pessoas após confronto entre policiais do Batalhão de Choque (BPChq) e traficantes na manhã deste sábado, 24, na comunidade da Rocinha, na zona sul da cidade.
De acordo com informações preliminares, no período da manhã, seis pessoas baleadas foram socorridas e levadas para o Hospital Miguel Couto, mas não resistiram e faleceram. Já no inicio desta tarde, outros dois corpos foram transportados por moradores até a passarela que liga a favela à Vila Olímpica da Rocinha, onde ficaram até a chegada da perícia.
Os policiais militares estão sendo ouvidos na DH. As armas dos policiais militares envolvidos no tiroteio serão apreendidas.


Mais cedo, a Polícia Militar havia informado a morte de sete bandidos após confronto em uma região da favela conhecida como "Roupa Suja", além da apreensão de um fuzil, sete pistolas e duas granadas. De acordo com a PM, a equipe do Batalhão de Choque foi atacada no início da manhã, durante um patrulhamento de rotina.
Moradores da comunidade, no entanto, postaram em redes sociais que desde o início da manhã a PM estaria procurando o assassino do policial Filipe Santos de Mesquita, da UPP Rocinha, assassinado no dia 21. Um forte tiroteio tomou conta da região e o Centro de Operações Rio sugeriu que motoristas utilizassem rotas alternativas às vias próximas à Rocinha.

Fonte: Estadão Conteúdo

Filho de Luciana Gimenez diz que mãe falará sobre separação

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Filho da apresentadora Luciana Gimenez com o músico Mick Jagger, Lucas Jagger afirmou na noite deste sábado (24) que prefere manter privacidade e não comentar sobre a separação de sua mãe com Marcelo Carvalho, um dos donos da RedeTV!
"A gente prefere manter a privacidade por enquanto, mas tenho certeza de quando ela quiser, vai falar", disse Jagger, que acompanha o segundo dia do Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo.
O jovem de 18 anos disse que mantém uma relação boa com seu padrasto e que o ama. "Eu amo ele. Ele é o meu padrasto desde sempre e estamos bem. Temos uma boa relação."
Luciana Gimenez e Marcelo de Carvalho se encontraram na última quarta (20) para celebrar o aniversário do filho caçula, Lorenzo Gabriel, que completou sete anos. Os dois estavam juntos há 12 anos. Nem Gimenez nem Carvalho comentaram sobre a separação.

Fonte: Folhapress

Arma e munições são encontradas em ônibus na BR-235


Portal A Tarde - Uma arma modelo espingarda calibre 28 e munições foram encontradas escondidas dentro de um bagageiro de um ônibus interestadual na BR-235. O flagrante aconteceu na noite desta sexta-feira, 23, durante um procedimento de vistoria realizado pela polícia no km 85, na cidade de Jeremoabo (a 389 quilômetros de Salvador).


O cobrador do veículo, que fazia o trajeto Euclides da Cunha - Jeremoabo, disse aos militares que um homem colocou a bagagem no coletivo da empresa Gontijo e depois sumiu.
Segundo o major Wellington Morais dos Santos, comandante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Nordeste, policiais tentam localizar o suspeito.

Alok esbanja pirotecnias em show no Lollapalooza


Veja - Alok foi a última atração do palco Perry’s by Doritos, especializado em música eletrônica, na primeira noite do festival Lollapalooza. O DJ goiano incrementou a apresentação com muita pirotecnia, da abertura ao fim do show. “Já é ano novo?”, brincavam pessoas que assistiam da plateia.
Além dos fogos, fitas de papel, fumaça, raios de luz e até jatos de fogo saiam do palco. Os telões eram espaço para imagens abstratas com cores neon, mas não transmitiam o DJ, que quase sumia atrás do balcão com pickups.
O show de Alok começou com vinte minutos de atraso, mas por um motivo justificado. A dupla Galantis, que se apresentou antes do brasileiro, terminou o show por volta de 22h10, quase vinte minutos depois do planejado.
A entrada do goiano ao palco foi precedida de uma contagem regressiva em inglês e já alguns fogos de artifício. O DJ abriu a setlist com a música Hear Me Now. O setlist intercalava canções de Alok, como Big Jet Plan e Never Let Me Go, e de outros artistas conhecidos pelo público, incluindo Turn Down For What (de DJ Snake e Lil Jon) e até We Will Rock You (do Queen).
Entre as músicas, Alok se dirigia à plateia perguntando se “tem alguém feliz aí?” e gritando “hey” para ouvir os fãs responderem “ho”. O cansaço de um dia de apresentações não abalou o público, que manteve as mãos levantadas durante todo o show.
O Lollapalooza 2018 vai até domingo, 25, em São Paulo. Lana Del Rey, Imagine Dragons e The Killers são algumas das atrações que se apresentam no festival.




Lollapalooza promove música eletrônica e sedia edição politizada

Rincon Sapiência no Lollapalooza 2018: a indignação foi marca de Rincon Sapiência. "Marielle presente!", disse o rapper à tarde (LollapaloozaBR/Divulgação)
São Paulo – Os tons que devem marcar o Lollapalooza de 2018 foram dados nesta sexta-feira, 23, primeiro dia do festival que segue até domingo, 25, no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo. Será uma temporada de discursos de protestos e afirmações como não se vê há tempos sobretudo dos grupos brasileiros. A música eletrônica foi promovida, ganhando uma área muito mais privilegiada em localização e tamanho. E as atrações nacionais se impõem com mais força.
Um dos grandes destaques entre os internacionais foi Chance, The Rapper. Nome dos mais representativos da nova geração, fez um show intenso, com uma pegada que transporta o hip-hop ao gospel. Sua música é jovem, atual e contestadora, e ele sabe usar bem os recursos vocais. De repente, tudo pareceu mais difícil para os headliners Red Hot Chili Peppers, que fechariam a noite.

Chance, The Rapper no Lollapalooza 2018
Na sequência, James Murphy trouxe o LCD Soundsystem, descumprindo a promessa de término da banda há sete anos. Veio com a anarquia do punk transportada em beats eletrônicos, berros, sintetizadores, calmaria e pedidos de socorro.

LCD Soundsystem
O Red Hot Chili Peppers entregou o que prometeu no palco Bud. Otherside, balada do disco Californication (1999), trouxe recordações da geração teenager 2000. Kiedis ainda mostra uma voz potente, apesar do abuso de drogas e álcool, e esbanjou vigor físico e musical em quase duas horas de show. A surpresa da noite veio do guitarrista Josh Klinghoffer, que fez cover de Jorge Ben Jor e cantou Menina Mulher da Pele Preta.

Red Hot Chilli Peppers no Lollapalooza 2018
A indignação foi marca de Rincon Sapiência. “Marielle presente!”, disse o rapper no Bud, no meio da tarde. Se em 2017 Rincon ficou no topo de várias listas de melhores do ano com Galanga Livre, uma exploração livre entre o rap e o afrobeat, em 2018 vem colhendo com juros os frutos de anos e anos de dedicação à música nacional. “Já ouviu falar em pobreza? Ela não morreu”, canta em Ostentação à Pobreza. “Isso aqui é um decreto: se a coisa tá preta, é que a coisa tá boa”, diz, antes de A Coisa tá Preta.
No meio do show, chamou Iza, duas estrelas da música brasileira contemporânea. “Esse é um país de alto índice de genocídio preto, isso acontece nas periferias comumente. É um indicador de que algo precisa ser mudado, certo?” Antes de Ponta de Lança, falou mais: “Se alguém disser que o rap não tem nada a ver com Lolla, eu digo: ahn, ahn, ahn… não tô entendendo nada!”.

Rincon homenageia Marielle Franco no Lollapalooza 2018
Já no palco Onix, Fernanda Kostchack, violinista do Vanguart, surgiu no começo da tarde com uma regata branca estampada com a frase “contém feminista”. Posicionamento efetivo, necessário. Banda com mais de 15 anos de estrada, o Vanguart expressa a maturidade de um grupo que já correu o País e sabe o que encontra fora do eixo Rio-São Paulo. São incisivos ao pedir por amor nas suas canções e ao gritar “Marielle Presente”.
É bonito ver como a música alternativa brasileira tem sido capaz de saltar as barreiras estabelecidas por um sistema que privilegia os artistas massivos. Luneta Mágica e Plutão Já Foi Planeta deram seu suor. Receberam palmas e ovações.
A começar pela Luneta Mágica, que foi capaz de fazer com que os termômetros acima dos 30ºC fossem ignorados pelos poucos – porém fiéis – fãs que chegaram ao festival ainda cedo. Às 12h, já estavam no palco Onix, com seus dois discos como repertório e um convite ao derretimento, com seus vocais alongados e dobrados, loopings e uma candura psicopop.
Carlos Eduardo Miranda, que morreu aos 56 anos, trabalhava com o grupo para o terceiro disco. “Miranda, esteja bem onde você estiver”, gritou Erick Omena, vocalista e guitarrista da banda. Plutão Já Foi Planeta encontrou um número maior de fãs. Com Rashid, na música Insone, eles trouxeram uma porção de rap mais incisivo em sua performance. Golaço.

Carlos Eduardo Miranda tinha 56 anos quando faleceu
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Lucélia Santos critica intervenção do governo Temer: 'Foi só para matar pobre'


Diário de Pernambuco - A atriz Lucélia Santos, conhecida por seu papel na novela Escrava Isaura, fez duras críticas à intervenção federal que ocorre no Rio de Janeiro no programa Mariana Godoy Entrevista da última sexta-feira (23). "A intervenção foi para matar pobre. Foi um erro de avaliação no País, não deveria ter havido. Isso é uma cartada do presidente para dizer que ele está fazendo alguma coisa. Custa bilhões e não resolve o problema da segurança", opinou, ressaltando que considera a atual situação "fora de controle".
"É uma situação que sempre houve, mas foi se agravando por causa da total incompetência administrativa do Estado e da cidade. São sucessivos governos completamente detratores, incompetentes, irresponsáveis. A segurança se transformou num 'nada'. Isso é um problema do País, mas no Rio de Janeiro é configurado de uma forma extremamente agressiva por causa dessa questão social que envolve a população negra que mora nas comunidades e que é confundida com bandido, por causa do tráfico de drogas", explicou.
Lucélia também deu sua 'solução' para o problema: "Eu pessoalmente considero que a questão passaria por uma reforma política de base, estrutura, onde se mudassem as regras do jogo. A gente repete os mesmos vícios e os mesmos maus hábitos de corrupção desde a fundação da república. Isso está se agravando porque vem um problema cultural do Brasil, onde a corrupção se transformou numa forma de agir, como se fosse normal ser corrupto. Hoje é obrigatório ser corrupto! Isso é uma realidade dramática."
A atriz ainda disse acreditar que o posicionamento político de um artista pode contribuir para afastá-lo das produções na TV: "O Brasil não é um país tão habituado a lidar com pessoas que se posicionam, talvez seja isso".
Por outro lado, Lucélia disse que o fator não foi o principal para sua ausência nos folhetins: "Basicamente, não foi isso que atrapalhou minha carreira. As pessoas ficam cobrando que eu esteja presente nas novelas. O que atrapalhou foi a questão de as pessoas tratarem os atores também como escravos, porque não pagam os nossos direitos conexos, isso foi o que atrapalhou, não o fato de eu estar na rua ao lado do povo ou de eu andar de ônibus".
Em outro momento, quando falavam sobre a primeira versão da novela Sinhá Moça, da qual Lucélia participou, e que é reprisada pelo canal Viva, a apresentadora perguntou se os artistas recebem algo quando seus antigos trabalhos voltam ao ar.
"Não recebemos nada. Não recebemos absolutamente nada. É bom que essas coisas comecem a ser faladas e ficar esclarecidas, porque todo mundo acha que eu não faço novela porque eu sou riquíssima e tenho uma preguiça de ir pra televisão gravar novela, vivo na banheira, nos meus sais e não preciso fazer nada. Não é verdade! Eu ralo pra caramba, preciso ganhar a vida. Não tenho aposentadoria e não recebo um único centavo por todo meu trabalho de quase 40 anos!", desabafou a atriz.
Questionada por Mariana Godoy sobre sua relação com novos atores com quem tem trabalhado em oficinas de teatro, Lucélia respondeu, destacando a necessidade de estudos e dedicação para o mundo da atuação: "O que eu sinto nos atores é um total despreparo, porque essa profissão é uma profissão difícil, não é uma profissão de inspiração, somente. Você tem que ter inspiração, mas é uma profissão de transpiração".

Separados desde janeiro, Cauã Reymond e Mariana Goldfarb voltaram a se seguir no Instagram


TV Foco - Muito se falou no início do ano sobre a separação de Cauã Reymond e Mariana Goldfarb. Os dois que estavam juntos há quase dois anos surpreenderam os fãs ao anunciar o fim do relacionamento. Na ocasião, eles preferiram cortar qualquer tipo de relação e pararam de se seguir no Instagram.
No entanto, um fato no mínimo curioso e que tem gerado uma série de especulações aconteceu nesses últimos dias. O ator e a ex-namorada voltaram a se seguir na rede social. A modelo aparece na lista dos perfis adicionados recentemente pelo ator em sua conta e o mesmo acontece com Mariana.
Se eles estão ensaiando uma reconciliação ou não é algo que ainda não ficou muito claro. Quando estavam juntos, os dois chegaram a dividir o mesmo teto, visto que a modelo passava mais tempo no apartamento de Cauã na Praia da Joatinga. O ator passou os últimos se dedicando as gravações da série Ilha de Ferro.

CAUÃ REYMOND REVELOU QUE QUER VOLTAR A FAZER NOVELAS
Longe das novelas desde o término de A Regra do Jogo, exibida em 2015 no horário nobre da TV Globo, o ator Cauã Reymond revelou para o programa TV Fama que está com muitas saudades da rotina de gravações de um folhetim, que costuma durar de 6 a 8 meses.
“Procede que a gente está conversando sobre isso, tô com saudade de fazer novela”, disse ele, ao ser questionado se é verdade que estaria escalado para a novela da autora Manuela Dias na faixa das 19hrs em 2019.
Sobre uma das novas séries”Está sendo ótimo. Eu faço o Dando em Ilha de Ferro, de 12 capítulos para a Globo, e a gente está terminando de filmar agora em maio”, contou que ele, que ainda definiu como “mistura boa” o quarteto amoroso formado por ele, Maria Casadevall, Klebber Toledo e Sophie Charlotte.