sexta-feira, 30 de março de 2018

#CineClassics - 'Carrie, A Estranha', filme estadunidense de 1976


Carrie, A Estranha é o nome de um dos filmes de terror mais famosos dos anos 1970, trazendo Sissy Spacek como a intérprete da personagem título, uma adolescente tímida que sofria com as humilhações de seus colegas de colégio e até de sua própria mãe, a fanática religiosa Margaret (Piper Laurie), que também protegia demais a garota. Ela descobre, no decorrer do filme, que pode se vingar dos malfeitores usando o poder da mente.

Sissy Spacek em cena de Carrie, A Estranha
Teve ainda no elenco Amy Irving, como a amiga de Carrie, Sue; William Katt, como o aluno mais popular do colégio que ambas estudavam, Tommy; e Nancy Allen, a inimiga de Carrie, Chris, entre outros.



As atrizes Sissy Spacek e Piper Laurie foram, respectivamente, indicadas às categorias de melhor atriz e melhor atriz coadjuvante no Oscar referente ao ano de 1976, e o filme Carrie, A Estranha ganhou dois remakes, sendo mais conhecido o de 2013, que teve Chlöe Grace Moretz no papel principal.

Sissy Spacek e Pipper Laurie em cena de Carrie, A Estranha

Juliana Paes e marido curtem jantar no Rio

Juliana Paes e o marido, Carlos Eduardo Baptista
Revista Quem - Juliana Paes e o marido, o empresário Carlos Eduardo Baptista, saíram para jantar na noite de quinta-feira (25). O casal escolheu um restaurante de um shopping da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. Na ocasião, ela dispensou o uso de bolsa e escolheu uma pochete para usar atravessada ao corpo.
Nesta semana, a atriz comemorou seu aniversário de 39 anos em mais do que uma ocasião. Ela fez questão de celebrar entre amigas, com uma festa na piscina, e também teve uma festa mais intimista, reunindo familiares.
Em férias das novelas desde o fim de A Força do Querer, Juliana foi chamada para o elenco do longa-metragem Boca de Ouro, dirigido por Daniel Filho e protagonizado por Milhem Cortaz.



Maria Ribeiro e Fábio Assunção estariam namorando


Folha Vitória - Alerta de novo casal no ar!
De acordo com o colunista Ancelmo Gois, Fábio Assunção e Maria Ribeiro estariam namorando! Os dois haviam terminado seus relacionamentos anteriores no ano passado, e já mostraram que é necessário seguir em frente.
Maria estava casada há dez anos com o ator Caio Blat, e surpreendeu a todos ao anunciar sua separação, em agosto de 2017. Meses após o anúncio, ela comentou no Youtube que gosta de estar casada e para ela, casamento é coisa séria.
- Se você gosta do outro, tem que permitir que o outro tenha alguma liberdade. É tão bonito conhecer outras pessoas, né? Que ele conheça outras pessoas. Mas na prática eu não consigo. Gosto de ficar casada, não quero trair, não quero que me traiam.
Já Fábio estava namorando a atriz Pally Siqueira, atriz de Malhação, há quase dois anos quando terminou o relacionamento no final de 2017.
Até o momento nenhum dos dois se pronunciou sobre o namoro.

#BOMBA - Alinne Barros fala mal da prática homossexual em programa e se dá mal na web


sites: Jornal da Opção/Área VIP
A cantora Alinne Barros foi a convidada do programa da jornalista Mariana Godoy que irá ao ar nesta sexta-feira (30) às 23hrs na Redetv!. Ela disse que mesmo tendo amigos e colegas homossexuais, não concorda com a união entre pessoas do mesmo sexo.
“Meu posicionamento sempre vai ser aquilo que a palavra de Deus me orienta. Ele criou o homem e a mulher e, em sua plenitude, pensou na estrutura de família para que o homem pudesse se unir a mulher, os dois fossem uma só carne e pudessem se multiplicar e encher a terra”, acrescentou.
Nas redes sociais, vários internautas criticaram a declaração da cantora. “Pois é Aline, ser gay não é uma questão de escolha. Eu sou e sempre fui e nunca foi diferente isso, mesmo quando eu congregava viu”, publicou um. “Falam desse livro Bíblia como se fosse a verdade absoluta. No entanto vivem pecando. Sempre julgando”, criticou outro.
No programa, Alinne também fala sobre seu casamento com o ex-jogador de futebol e agora pastor Gilmar dos Santos, que dura há 18 anos, além de outros temas polêmicos, e claro, aproveitar para cantar alguns de seus hits.

Sertanejo, música eletrônica e ritmos latinos agitam o feriadão

Dupla João Bosco & Vinícius se apresenta na Bamboa Brasil
Correio Braziliense - Na véspera da Sexta-Feira da Paixão, a programação de Brasília se agita com apresentações musicais e também com festas. Os principais ritmos que animam a noite pré-feriado são o sertanejo e a música eletrônica, mas também há alternativas para quem entrou na moda atual da música latina.
O sertanejo é o ritmo escolhido para as programações das casas noturnas Bamboa Brasil, no Setor Hípico, e Shed Wester Bar, no Setor de Clubes Sul. Os locais recebem os shows da dupla João Bosco & Vinícius e Paula Mattos, respectivamente.
Uma das duplas pioneiras do sertanejo universitário, os cantores João Bosco e Vinícius chegam a Brasília embalados pelo lançamento do projeto digital Segura Maracajú (2018), que tem canções como Não era você, Rosas e versos e Não precisa perdão, para show em mais uma edição do Night Clube FM, hoje, a partir das 22h, na Bamboa. “Segura Maracajú é um projeto lindo que nos leva ao início de nossa caminhada, foi produzido com muita simplicidade, qualidade e um carinho todo especial, por justamente nos transportar para esse start da nossa dupla”, revela João Bosco.
Os hits do recém-trabalho estarão no show desta noite, assim como faixas do DVD Céu de São Paulo, de 2016, composto por sucessos como Buquê de flores, Deixa a gente quieto e Não fez por merecer, como adianta Vinícius: “Com certeza trabalharemos os hits do nosso projeto digital, entre outros que a galera costuma pedir como as do DVD Céu de São Paulo”.

Atriz 'Smallville' nega recrutar escravas sexuais para seita em novo escândalo de Hollywood


Revista Quem - Allison Mack e Kristin Kreuk, que fizeram sucesso nos 2000 na série Smallville estão no meio do mais novo escândalo sexual de Hollywood. As duas atrizes foram acusadas de fazer parte de uma seita cujo líder, Keith Raniere, foi preso no México esta semana por tráfico sexual e trabalhos forçados - ele também marcaria com as suas iniciais mulheres que seriam usadas como escravas sexuais. Allison, que seria a segunda em hierarquia no culto, estava com Raniere, quando ele foi preso.
De acordo com o New York Post, Allison, a Chloe Bennet da série, e Kristin, que vivia a Lana Lang, aliciariam escravas sexuais para a seita, informação negada por Kristin no Twitter na noite de quinta-feira (25). "As acusações de que eu faria parte de uma 'cúpula interna' ou recrutaria mulheres como 'escravas sexuais' são descaradamente falsas", afirmou a atriz, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás.

ENTENDA O CASO
Ketih Raniere, de 57 anos, é co-fundador de uma sociedade secreta, a NXIVM, e estava no balneário mexicano de Puerto Valleta quando foi preso pela polícia do México e deportado para os Estados Unidos, onde vai aguardar julgamento. De acordo com a promotoria de Nova York o site do Departamento de Justiça americano, a operação para prender Raniere envolveu vários orgãos e agências, inclusive o FBI, que liderou a investigação. Raniere, entre outras acusações, queimava e marcava como gado as mulheres que atraía para a seita, ameaçando revelar informações pessoais dela e ficar com seus bens.

Allison Mack
Segundo a Justiça americana, a NXIVM funcionaria em um esquema de pirâmidade por meio de cursos de autoajuda: alunas subiriam hierarquicamente dentro da organização recrutando outras e pagando por mais aulas. Dentro da NXIVM, Raniere teria criado um sub-grupo, o DOS (algo como Senhor/Mestre de Companhias Femininas Obedientes), onde "escravas" eram lideradas por "mestres" - "escravas" teriam como uma de suas funções recrutar outras "escravas", se tornando "mestres". Ainda de acordo com a Justiça americana, as vítimas acreditavam que o DOS era composto apenas por mulheres e eram instruídas a fornecer informações comprometedoras sobre amigos e familiares, de forma que a organização tinha material suficiente para chantagem, quando necessário.

ALLISON MACK E KRISTIN KREUK
Em 2017, Frank Pantano, um membro do grupo que foi expulso, deu uma entrevista revelando os segredos da organização e disse que tanto Allison Mack como Kristin Kreuk recrutavam escravas sexuais para Raniere. Segundo ele, que foi relações-públicas do grupo entre 2007 e 2008, Kristin entrou na seita primeiro e trouxe Allison, rompendo com a DOS em 2012, quando um jornal acusou Raniere de relações sexuais com menores de idade. Allisson teria continuado no culto, subido na hierarquia - Pantano diz que ela começou como escrava e depois virou uma mestre, recrutando escravas e ficando conhecida como "Pimp Mack", ou "Cafetina Mack". Alisson seria hoje o braço direito de Raniere e estaria citada no processo da Justiça americana.

Kristin Kreuk
Kristin respondeu às acusações revelando que foi parte sim da NXIVM, mas não está envolvida com tráfico sexual. "Quando eu tinha cerca de 23 anos, eu fiz um intensivo Programa de Sucesso Executivo/NXIVM, que eu entendi ser um curso de autoajuda/crescimento pessoal que me ajudaria a lidar com a timidez que eu tinha, razão pela qual continuei com o programa. Eu abandonei (o programa) cerca de cinco anos atrás e tive um contato mínimo com aqueles ainda envolvidos", explicou ela em seu post no Twitter.
"Na minha época, eu nunca vivi nenhuma experiência ilegal ou nefasta. Eu estou horrorizada e enojada pelo que está vindo à tona sobre o DOS. Obrigada a todas as bravas mulheres que vieram a público contar suas histórias e expôr o DOS; não posso imaginar o quão difícil isso tem sido para vocês. Eu estou profundamente perturbada e envergonhada por ter me associado com a NXIVM. Eu espero que as investigações tragam justiça para todos os envolvidos", fianlizou Kristin.

Arnold Schwarzenegger passa por cirurgia de emergência

Caras - O empresário de 70 anos precisou se submeter a uma cirurgia de emergência na última quinta-feira, 29, no hospital Cedars-Sinai, de Los Angeles, nos Estados Unidos. Internado para a realização de um simples cateterismo, o procedimento teve algumas complicação que o levaram direto para a sala de cirurgia.


As informações foram divulgadas pelo portal americano TMZ, que informou também que o estado de saúdo do ator agora é estável. Schwarzenegger tem uma visita agendada no Brasil para o próximo mês, em um evento de esportes e saúde, a feira Arnold Sports Festival South America.
Não se sabe se após o procedimento a presença do astro ainda é confirmada. Vale lembrar que esse não é o primeiro problema cardíaco que o também atleta já enfrentou. Em 1997, precisou substituir uma válvula aórtica também por meio de uma cirurgia.
Arnold esteve no Brasil em 2017, onde curtiu um dia ao ar livre enquanto andava de bicicleta pelas ciclovias da cidade. Na ocasião, pedalou por aproximadamente 01H15 minutos na ciclovia da Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini.

'Eu nunca o vi como vilão', diz Kadu Moliterno sobre Pilatos em Nova Jerusalém


G1 - Neste ano, Pilatos está sendo interpretado por Kadu Moliterno na encenação da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Para ele, o personagem não é um vilão.
Estreante nos palcos da cidade-teatro, o ator afirmou ao G1 que, para ele, Pilatos não queria mandar crucificar Jesus e cedeu à pressão popular. Confira na entrevista:

Como foi a questão do convite para atuar em Nova Jerusalém?
Eu já havia sido sondado para participar do espetáculo algumas vezes, mas nunca minha agenda permitia. Desta vez, o convite veio em um momento em que estou livre e foi emocionante! Eu falei: Ah, até que enfim aconteceu! E o Pilatos é um dos grandes personagens bíblicos, apesar de ele lavar as mãos, ele, no fundo, não queria crucificar Jesus. Isso já me coloca, como ser humano, em uma posição mais agradável. E eu estou muito feliz de estar participando.

E como tem sido representar Pilatos? Você o vê como vilão?
Eu nunca o vi como vilão, desde que eu li sobre ele. Eu acho que ele tinha uma postura totalmente distanciada do que estava acontecendo. Ele não queria. E quando ele diz "A impunidade é um manto pelo qual o mal floresce", é uma posição bem política, importante, e que se remete até os dias de hoje. Eu vejo Pilatos como um personagem inteligente, sensível e que ficou sem saída. Ou ele lavava as mãos, ou iriam tirá-lo do poder. O poder, realmente, é uma das piores coisas que existem na humanidade. O poder corrompe, é negativo, e eu acho que Cristo foi crucificado por causa da existência desse poder.

Há alguma dificuldade em se apresentar em um teatro a céu aberto?
A dificuldade não existe, já que as falas são gravadas. Mas é necessário que a gente saiba bem o texto para que o sincronismo aconteça. Este é o meu primeiro espetáculo a céu aberto. Eu creio que esta será uma experiência que vai ficar para o resto da minha vida.

E o que você achou da cidade-teatro?
É impressionante, uma coisa inesperada e, ao mesmo tempo, eu já esperava que fosse da forma que é, por ser o maior espetáculo ao ar livre da Terra. O brasileiro sabe fazer arte.

Mulheres da classe C dominam audiência de reprises do “Vale a Pena Ver de Novo”


RD1 - Um levantamento mostrou que, atualmente, a reprise de novelas do “Vale a Pena Ver de Novo” possuem um público específico na Globo. E, como não poderia ser diferente, são as mulheres quem lideram essa audiência.
De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, do “UOL”, 66% do público que assiste as novelas desta faixa são mulheres, que ficam entre 35 e 49 anos e pertencentes à classe C.
Rendidas às telenovelas, as donas de casa, porém, também estão atentas à outras mídias: 74% delas afirmaram acessar a internet com frequência, e outros 40% disseram ser interessadas nos avanços tecnológicos.
Interesses à parte, são elas as responsáveis pelos 13.9 pontos de média que “Celebridade”, atual novela reprisada no horário, vem marcando na Grande São Paulo. O índice é o menor das últimas duas reprises: “Senhora do Destino” marcou 16,3 pontos, e “Cheias de Charme” 16,1 pontos.

#HouseClassics - Audio Bullys Feat. Nancy Sinatra: "Shot You Down"


Em 2005, a dupla britânica Audio Bullys resolveu trabalhar em cima da canção 'Bang Bang (My Baby Shot You Down)', composta por Sonny Bono e cantada por Cher em 1966, mas que só veio a ser conhecida quando outra cantora, Nancy Sinatra, regravou a música para seu segundo álbum de estúdio, 'How Does That Grab You?', no mesmo ano.

Nancy Sinatra em cena do videoclipe de Bang Bang (My Baby Shot Me Down) em 1967
A canção na voz de Nancy foi rebatizada de Shot You Down. Alem de alcançar a posição #3 na parada de sucessos britânica, entrou no repertório dos álbuns The Annual 2006 (Ministry Of Sound), In The Mix - Revival (EMI) e The Very Best Of Uplifting House Euphoria (Euphoria) entre outros.

André Gonçalves diz que IURD não interferiu em filme

André Gonçalves como R.R. Soares
Pleno News - A cinebiografia de Edir Macedo, Nada a Perder, chega aos cinemas nesta quinta-feira (29) já com um marco. O longa é a maior bilheteria nacional do ano.
O ator André Gonçalves, que interpreta o missionário R.R. Soares, comentou ao jornal Extra como foi fazer parte da produção.
– Não tive interferência da igreja. Sou profissional. Não é um filme chapa-branca. As pessoas podem ver sem levantar bandeira e mesmo não sendo evangélicas — afirma André.

Já Petrônio Gontijo, que desempenha o papel do próprio bispo, falou sobre a dificuldade de interpretar uma personalidade viva.
– Foi muito difícil por ser uma figura atuante, conhecida das pessoas. Precisei me livrar do medo da comparação. Mas, por outro lado, recebi do próprio Edir o aval para trabalhar com toda a liberdade – conta Gontijo à publicação.

A partir de 26 de abril, Nada a Perder entra em cartaz na América Latina, África do Sul, Angola e Moçambique. Em maio, chega aos cinemas dos Estados Unidos e México.
O filme ainda será exibido em 300 presídios e unidades de recuperação de menores infratores, além de sessões a céu aberto em locais sem salas de cinema.

Após se separar de Caio Blat, Maria Ribeiro surpreende e engata romance com Fábio Assunção


TV Foco - O amor está no ar, e dessa vez ele foi visto percorrendo os corredores dos estúdios da Globo. É que a atriz Maria Ribeiro, que está separada desde o ano passado, adentrou em um romance com um famoso e polêmico ator do canal carioca.
De acordo com informações da coluna do jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, ela acaba de engatar um romance com ninguém mais, ninguém menos que Fábio Assunção. Ele, para quem não sabe, se terminou o namoro com Pally Siqueira em dezembro de 2017.
Já pra Maria Ribeiro, a mudança foi mais radical, e veio um pouquinho antes, em agosto. Ela surpreendeu muitos ao anunciar o fim de seu casamento com o também ator Caio Blat, com quem estava há mais de dez anos.

MARIA RIBEIRO FALOU SOBRE O EX
A atriz Maria Ribeiro, que ficou casada com o ator Caio Blat por 11 anos, falou sobre o casamento, quatro meses após dar um fim em sua relação com o artista.
Em vídeo para o canal no Youtube, Maria levantou algumas questões sobre casamento: “O que é infidelidade? É você falar com alguém no Facebook? É dar like no Instagram em todas as fotos de outra pessoa? Todo casal tem que fazer aquele combinado: ‘Ah, se eu for numa festa e quiser dar uns beijos numas meninas, meu marido não fica bravo’. ‘Ah, se eu estiver, sei lá, em Aracaju, quilômetros de distância, pode’. Aí, vai de cada um”, disse ela.
“Casamento é uma coisa que é sacanagem com o ser humano. Duas pessoas que se gostam você coloca para decidirem quem vai comprar um mamão ou quem vai ali no cartório. Se você gosta do outro, tem que permitir que o outro tenha alguma liberdade. É tão bonito conhecer outras pessoas, né? Que ele conheça outras pessoas. Mas na prática eu não consigo. Gosto de ficar casada, não quero trair, não quero que me traiam”, afirmou ela.
“Mas, ao mesmo tempo, eu gosto de dar uma sensualizada por aí. Sabe? Eu gosto, gente! Aí tem umas pessoas que eu dou uma paquerada no Instagram…”, completou a atriz.
Maria ainda revelou que está sempre apaixonada. “A pessoa precisa dormir pensando em alguém, senão qual é a graça da vida?”, disse ela, que aproveitou para dar uma dica: “Sempre que você está sem ninguém para pensar, Cauã é uma coisa que não tem erro. É tipo Rivotril”.

Violência obstétrica atinge 25% das mulheres no Brasil


O Tempo - Entre a internação de Juliana Reis, 36, então grávida do seu primeiro filho, Paulo, em uma maternidade pública, e o nascimento dele, se passaram mais de 36 horas. A situação, que já era delicada porque ela não tinha dilatação para um parto normal, ficou ainda pior devido ao tratamento que recebeu. Juliana relata que o hospital não permitiu a entrada de seu marido na sala de pré-parto, que cada exame de toque era feito por quatro pessoas – o médico plantonista, uma médica professora e dois estudantes de medicina –, recebeu medicamentos de indução do parto sem saber do que se tratava, teve os braços amarrados durante o trabalho de parto e ainda foi xingada pela equipe médica pela demora na evolução do quadro. “Eu me senti um lixo em um momento que era para ter sido mágico”, lembra.
Tudo que ela passou tem nome – violência obstétrica – e atinge cerca de 25% das grávidas do país de acordo com pesquisa da Fundação Perseu Abramo divulgada no site da Organização Não Governamental (ONG) Artemis, que trata de violência doméstica e obstétrica. O tema também está em discussão na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), onde tramita um projeto de lei que pretende obrigar hospitais e maternidades a fixarem cartazes em locais visíveis informando as práticas que são consideradas violência obstétrica. “Muitas vezes, nem a mulher tem ideia de que está sofrendo esse tipo de violência”, diz a deputada Geisa Teixeira (PT), autora do projeto e vice-presidente da Comissão Extraordinária das Mulheres.
O texto preocupa a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), principalmente porque prevê que a paciente tem que concordar com alguns procedimentos, como a episiotomia (corte no períneo para aumentar o canal de parto). “Há procedimentos que devem ser feitos, e o paciente não tem a mínima condição de opinar”, diz o presidente da entidade, Carlos Henrique Mascarenhas Silva. Ele afirma que a entidade não foi consultada para a elaboração do projeto.
Para Silva, a relação do médico com a paciente tem que ser sempre respeitosa, mas não deve ser regulada por legislação. “Essas leis têm inspiração na Venezuela do Hugo Chávez. As relações entre os cidadãos têm que ser livres”, afirma.
O projeto já foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, agora, está em análise na de Saúde. Se aprovado, vai a plenário. A proposta não prevê punição em caso de não cumprimento da lei. “A lei é protetiva, informativa. Isso (a punição) será regulamentado depois”, diz a deputada.

‘Sofri da entrada à saída do hospital’
Vítima de maus-tratos em uma maternidade particular, Patrícia Vilaça, 28, aprova a ideia o projeto. “Eu sofri violência obstétrica da hora que eu entrei na maternidade até a hora em que eu saí”, conta. Ela lembra que a médica negou anestesia, induziu o parto sem necessidade, disse que era “frescura” quando ela reclamou de dor, gritou com ela na sala de parto, fez duas episiotomias sem consultá-la ou informá-la e mandou a enfermeira subir em sua barriga para “ajudar” o neném a nascer. Todas essas práticas são listadas como violência obstétrica no projeto de lei que tramita na Assembleia de Minas.
Patrícia diz que pensou em processar a médica que chefiava a equipe no dia de seu parto, mas desistiu quando descobriu que, um tempo depois, a profissional viveu um drama pessoal e perdeu um bebê poucos dias antes da data prevista para o nascimento. “Ela teve o que mãe nenhuma merece. Hoje, minha vontade é dar um abraço nela”, afirma.

Prática é tratada com naturalidade
A violência obstétrica é tratada com tal naturalidade, que os profissionais de saúde sequer admitem que a prática existe, diz a diretora da ONG Artemis, Raquel Marques. “As equipes médicas relutam a enxergar a sua conduta como violenta”, diz.
Ela afirma que a situação só vai mudar com informação e regulamentação. Em São Paulo, após uma intervenção do Ministério Público, a Secretaria Municipal de Saúde passou a telefonar para as mulheres no pós-parto para avaliar o atendimento e coibir abusos.

Saiba mais
Desrespeito. O presidente da Sogimig, Carlos Henrique Mascarenhas Silva, diz que o paciente no Brasil é desrespeitado sempre que não consegue consultas, exames ou vagas em hospitais. “Tem grávida que não consegue fazer ultrasom ou analgesia por falta de equipamentos e de equipes”, afirma. Ele completa que esses itens é que deviam preocupar o poder público.
Crime. No Brasil, a violência obstétrica não é considerada crime nem tem uma regulamentação específica. Tramita no Congresso Nacional um projeto que quer garantir às mulheres o direito à informação sobre o tema.

Homem busca drogas em festival de música em SP e é preso ao voltar para MG

O Tempo - Um homem de 19 anos foi preso com grande quantidade de haxixe e maconha em Patos de Minas, região do Triângulo Mineiro, na quarta-feira (28), segundo informações da Polícia Militar.
De acordo com a imprensa local, ele buscou drogas no festival de música Lollapalooza, em São Paulo, e transportou a droga para a cidade mineira.
A Polícia Militar informou que este homem estava em um ponto da cidade conhecido por concentrar usuários de drogas e traficantes. Com ele, a polícia encontrou as drogas.
Durante a abordagem, o suspeito afirmou aos policiais que guardava mais drogas em casa. Os policiais foram até a casa do elemento, no bairro Sobradinho, e encontraram pés de maconha, Ecstasy, LSD e uma balança de precisão. O homem foi preso em flagrante.