quinta-feira, 5 de abril de 2018

#MúsicaNova - Donk – "ßedroom"


Phouse - Hoje, foi lançada pela Phouse Tracks a música “ßedroom”, do DJ e produtor Donk. A faixa possui uma característica bem progressiva em um ritmo mais lento e acompanhado por um kick e um clap bem presentes. Introspectiva, esta é uma música que proporciona imersão.
“ßedroom” está agora disponível para free download no Artist Union, no nosso SoundCloud e no Spotify.

O projeto Donk é do catarinense Vinicius Kloppel. O jovem começou seus estudos de produção musical aos 15 anos e, desde então, vem lapidando seus conhecimentos, sempre buscando referências no techno e na house music.

Datena passa mal na Band e é internado; saiba como ele está


Portal Overtube - Datena não apresenta hoje o jornalístico Brasil Urgente na Band. O público deve ter ficado curioso ao ligar a TV e não encontrar o apresentador comandando as reportagens, e sim o seu filho mais velho, Joel Datena.
O que aconteceu com Datena? O apresentador passou mal numa lanchonete da Band, que fica no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo. O fato aconteceu na manhã desta quinta-feira (05). Datena teria sentido um mal estar e avisou aos colegas que estavam por perto que estava a ponto de desmaiar.
Às pressas, foi levado ao Hospital Albert Einstein e passa por uma série de exames médicos para conferir seu estado de saúde. Em seu lugar, o filho Joel Datena apresentou o Brasil Urgente nesta quinta (05) segundo OFuxico.
Segundo informações da Band, o apresentador passa bem e não foi liberado para voltar ao trabalho ainda nesta quinta-feira.

'Não pude salvá-lo dele mesmo', lamenta filho de João Gilberto

Cláudia Faissol é acusada pelos filhos de manipular o ex-marido
Jornal do Brasil - O filho mais velho de João Gilberto, João Marcelo Gilberto, publicou um texto no Facebook nesta quinta-feira, 5, lamentando a presença de "abutres" em torno do cantor, uma alusão à ex-companheira de seu pai, Claudia Faissol, a quem a família acusa de manipulá-lo. "Eu não pude salvá-lo dele mesmo", desabafou. Em seu texto, João Marcelo também faz críticas à irmã, Bebel Gilberto, pela forma como ela vem lidando com os problemas financeiros e de saúde do pai.

João Gilberto e o filho mais velho, João Marcelo
João Gilberto será internado numa clínica
João Gilberto tem 86 anos e está interditado judicialmente por Bebel desde novembro de 2017. Ela passou a ter a curatela do pai porque considerou que ele vinha sendo induzido por Claudia a assumir compromissos profissionais que não poderia cumprir, por causa da idade avançada e a saúde fragilizada. Seu quadro mental foi descrito como "confusional".
Na terça-feira, 3, a Justiça do Rio autorizou o arrombamento do apartamento onde ele mora, no Leblon, zona sul do Rio, a pedido de Bebel - João vive sozinho, não sai de casa há anos e se recusa a abrir a porta.
Bebel Gilberto foi quem teve a ideia da
interdição de seu pai
O texto de João Marcelo foi publicado em inglês. "Eu obviamente estou extremamente preocupado com a condição do meu pai", disse. "Às vezes, as pessoas constroem muros para se isolar e não receber ajuda, por causa dos facilitadores que as cercam - todos com seus interesses."
João Marcelo, que mora nos Estados Unidos, como Bebel, escreveu que tentou convencer seu pai de que ele precisava de ajuda para contornar a difícil situação financeira em que se encontra. Também se dispôs a fazer uma gravação dele tocando violão e cantando, em casa, já que é bastante improvável que um dia ele volte aos estúdios de gravação (o último CD saiu há 18 anos; o derradeiro show foi em 2008). Não conseguiu.
A condição de João Gilberto é descrita como de "absoluta penúria financeira", segundo nota que Bebel divulgou à imprensa à época da interdição. Ele enfrenta um processo de despejo do apartamento no Leblon e tem outras dívidas.
A curatela foi pedida por Bebel porque era necessário "impedir que ele continue sendo induzido a assinar documentos cujo conteúdo e respectivos compromissos lhe são danosos". João responde na Justiça a processos por não ter feito shows fechados por Claudia Faissol - mãe de sua caçula, Luisa, de 13 anos. O Estado procurou Claudia, mas não conseguiu contato.
É possível também que o cantor seja internado nos próximos dias. Segundo contou ao Estado sua ex-mulher Miúcha, mãe de Bebel, esta seria uma forma de ele ser submetido a exames, os quais se recusa a fazer: "Espero que não seja internado. A situação é difícil, ele é muito fechado, tem 86 anos e algumas questões de saúde. Está muito magrinho. A Bebel está tentando de tudo por ele. Todos queremos que o João se trate. Ele foge de médico como o diabo da cruz. Se a gente marcar, ele desmarca trinta vezes." Miúcha disse que pelo telefone João parece bem e tranquilo, e continua tocando e cantando como antes.

A íntegra do texto de João Marcelo é:
"Recentemente, passei um bom tempo no Brasil, onde tentei convencer meu pai a me deixar ajudá-lo a controlar sua situação financeira, e até tentei gravá-lo profissionalmente em casa, pois sabia que era cada vez mais improvável que isso acontecesse de qualquer outra forma.
Infelizmente, não consegui. Eu não pude salvá-lo dele mesmo, e tive que voltar para cuidar dos assuntos da minha casa.
Agora não tenho qualquer contato com meu pai, e devo confiar no que leio on-line a respeito de sua condição.
Meu pai foi efetivamente sequestrado e alienado de mim e de minha família imediata. Ele viu minha filha Sofia Gilberto (dois anos de idade) apenas uma vez (!) E só porque tivemos que responder à invasão de sua porta por Claudia Faissol, para que eu pudesse fazer uma denúncia à polícia...
Mesmo assim, ele quase foi impedido de ver Sofia, já que Maria do Céu Harris tentou (como ela já havia feito antes) impedir fisicamente minha mulher e filha de entrar junto comigo.
Eu não sou informado nem consultado sobre as maquinações legais ou físicas que minha irmã tomou/ está tomando em relação ao meu pai, salvo o que eu leio nos noticiários.
Por respeito a João, eu tentei uma forma menos pública e mais respeitosa de expor as possíveis perdas nas finanças do meu pai, mas as moções da corte aparentemente foram adiadas por minha irmã, que também aparentemente decidiu ter uma abordagem claramente menos privada sobre esse assunto.
Eu obviamente estou extremamente preocupado com a condição do meu pai, mas tenho que dizer que, no tempo que passei lá, achei as autoridades e leis brasileiras, muitas vezes descritas como protetoras dos idosos, pesadas, conflitantes e lamentavelmente inúteis para o dilema do meu pai.
Às vezes, as pessoas constroem muros para se isolar e não receber ajuda, por causa dos facilitadores que a cercam, todos com seus interesses.

Michael Jackson

Prince

George Michael

Eu entendo o que aconteceu com esses homens.

Desculpe, pai, eu não consegui manter os abutres longe de você".

Há 50 anos, Mutantes lançavam álbum que revolucionaria a música brasileira

Jornal do Brasil - O ano era 1968. Faltavam noves meses para os militares decretarem o AI-5, que atirou o país nas trevas ao longo de décadas. Oito meses depois da passeata contra as guitarras, realizada em São Paulo, vestindo roupas coloridas, alegres, bem-humorados e conscientes da revolução musical que viriam a promover, os paulistanos Arnaldo Dias Baptista (19 anos), Rita Lee (20 anos) e Sérgio Dias Baptista (18 anos) tramavam com o maestro, compositor e grande feiticeiro da Tropicália, Rogério Duprat, o primeiro álbum de Os Mutantes, que está fazendo 50 anos.
Os três se juntaram a Duprat e ao produtor Manoel Barenbein para gravar um marco, um ícone, um disco que iria chacoalhar os ouvidos a as cabeças do Brasil e do mundo. Até hoje. Considerado genial (e é mesmo) o álbum “Os Mutantes” inventou, 50 anos atrás, um som que vai muito além deste século XXI. Na verdade, a modéstia dos três nunca os deixou assumir a paternidade do rock brasileiro, ao misturar o som das guitarras e muito experimentalismo, aos com sons tipicamente nacionais.
Arnaldo Dias Baptista vive uma longa e merecida calmaria existencial numa cidade mineira, dedicado à música e à pintura, e, em entrevista ao “Jornal do Brasil”, deu uma gargalhada quando o assunto é a invenção do rock brasileiro: “Hahahaha, claro que isso pode ser dito. Trouxemos para a música um lado psicodélico, cheio de efeitos especiais de guitarras, enfim, acho que inventamos o rock brasileiro, sim”. O álbum dos Mutantes foi relançado em vinil pelo selo Polysom, que também oferece um box com toda a discografia da banda, além de raridades.

Precursores do rock brasileiro
Antes de os Mutantes eletrificarem o país, a saudosa Jovem Guarda tocava uma versão do rock básico norte-americano. Mas quem jogou Beatles e Stones na panela e misturou com Jorge Ben (hoje Benjor), Humberto Teixeira, Sivuca e, claro, Caetano Veloso e Gilberto Gil foram os Mutantes, turbinados pela inquietação de Rogério Duprat. “Naquela época, ouvia muito The Mamas & The Papas, fascinado com os vocais do grupo, que nos influenciaram também”, revela Arnaldo Baptista.
O álbum dos Mutantes está conectado a um disco histórico, lançado um mês depois (julho de 1968) e que se chamou “Tropicalia ou Panis et Circencis”, um LP-manifesto que reuniu Caetano, Gil, Gal Costa, Nara Leão, Mutantes e Tom Zé - acompanhados dos poetas Capinam e Torquato Neto, e do maestro Rogério Duprat (de novo). Foi quando o caldo entornou e a Tropicália tomou conta do Brasil.
Quando entraram no estúdio para gravar o álbum de estreia, Arnaldo e Sérgio ficaram deslumbrados com os equipamentos de gravação, os painéis acústicos e aproveitaram para improvisar mais ainda. “Já estávamos com o repertório selecionado, porém, quando tivemos contato com os novos equipamentos no estúdio, improvisamos muita coisa. Processamos e reprocessamos sons de bateria, de guitarra. Estávamos nos sentindo livres e acho que esse sentimento passou para o disco”, acredita.
Grande baixista, que se dedica também aos teclados, ele diz que há um bom tempo não ouvia o álbum, mas que, recentemente, pôs no toca-discos, ficou surpreso com a quantidade e qualidade das experiências que fizeram. “Muitos sons absurdos e maravilhosos, é um disco totalmente futurista”, orgulha-se.
O mitológico maestro da Tropicália, Rogério Duprat, foi um mentor para Arnaldo Baptista. “O meu conhecimento de música vem da minha mãe, que era concertista e de meu pai, que era cantor lírico. O Duprat, além de estimular o meu lado clássico, me incentivou muito a estudar piano. Os takes de trompas e outros instrumentos de orquestra presentes nos Mutantes foram concepções dele”.
O primeiro álbum dos Mutantes foi eleito um dos 50 discos mais experimentais da história, pela cultuada e respeitada revista inglesa “Mojo”, na frente de nomes como Pink Floyd e Frank Zappa. Já John Bush, do maior guia de música do mundo, o site Allmusic, disse que “o álbum de estreia de Os Mutantes é de longe o melhor, uma viagem incrivelmente criativa, que assimila pop orquestral, psicodelismo lunático, música concreta, encontro de sons ambientes; e isso é apenas a primeira música. O álbum é muito mais experimental do que qualquer um dos produzidos pelas bandas da Grã-Bretanha ou da América da era psicodélica”.
A faixa de abertura do álbum é “Panis et Circenses” (“Pão e circo”, em latim) de Gil e Caetano. Segundo Rita Lee, Gil e Veloso compuseram a canção em 15 minutos. “A minha menina” vem a seguir e é de Jorge Benjor (na época, Jorge Ben). Ela começa com Jorge dizendo “agora tosse, todo mundo tossindo”, dando indícios do clima de altíssimo astral da música.
“O relógio” começa como uma simples balada com acordes de violão caseiro, mas depois funde tendências técnicas da música popular francesa e do rock psicodélico inglês, marcando a acentuada influência do Tropicalismo. A brasilidade se faz presente de novo em “Adeus, Maria Fulô” (1951) de Sivuca e Humberto Teixeira. Rita Lee sugeriu a gravação desta faixa para “abrasileirar” a sonoridade do grupo. É um baião com tratamento moderno, com o toque de rock dos Mutantes e o arranjo peculiar composto por Rogério Duprat.
A canção apresenta sons de ventos, batidas entre objetos de vidro ou metal e pios de passarinhos que tentam reproduzir a atmosfera seca do nordeste. É curioso não conter o principal instrumento do baião, a sanfona, nem do principal instrumento do rock, a guitarra.


Em “Baby”, de Caetano, Sérgio Dias faz os arpejos de base na guitarra, papel costumeiramente dado ao violão de cordas de náilon nas composições brasileiras. “Senhor F” é dos Mutantes, exceto pelos arranjos do maestro Rogério Duprat.
A canção é bem elaborada, com um ritmo que lembra standards de jazz, tornados mais agressivos, e soa também mais pop por causa da influência do rock. O piano é de Dona Clarisse Leite, mãe dos irmãos Baptista, além de ser responsável pelo riff de introdução, que lembra “Martha my dear”, dos Beatles.
De acordo com Rita Lee, a canção foi “chupada” de “Being for the benefit of Mr. Kite!”. Ela precede “Bat Macumba”, dos baianos. A percussão é baseada no candomblé, misturada ao efeito de distorção feito pelo engenheiro de som Cláudio César Dias Baptista, irmão de Arnaldo e Sérgio.
“Le premier bonheur du jour”, dos franceses Frank Gérald e Jean Renard, foi gravada originalmente por Françoise Hardy. Antes dos Mutantes, a canção fora cantada por Rita Lee no seu grupo, Teenage Singers. A faixa, originalmente, era um folk rock que foi transformada pelos Mutantes em um rock psicodélico.
Interessante o uso de uma bomba de inseticida ao invés do chimbau da bateria: como o som da bomba atingia o ápice de seu timbre exalando inseticida, e não água ou apenas ar, foi o que o grupo fez na gravação, deixando o estúdio impregnado do cheiro do veneno ao final da gravação.
“Trem fantasma” é parceria dos Mutantes com Caetano, enquanto “Tempo no tempo” é uma versão de “Once was a time I thought”, escrita originalmente por John Phillips para seu grupo, The Mamas & The Papas. Além do arranjo de vozes, da guitarra e do baixo, há uma tuba e uma corneta, instrumentos costumeiramente usados para criação de sonoplastia em filmes de comédia. A percussão da música é toda feita por estalar de dedos, que marca os tempos até o fim.
“Ave Gengis Khan” encerra o álbum e o tema é apresentado pelo piano em seus primeiros compassos, e, com o desenrolar da faixa, repetido junto a diversos instrumentos, em diferentedinâmicas e situações. Uma característica marcante da canção é a voz de César Baptista, pai de Sérgio e Arnaldo, que foi invertida em estúdio, para causar um efeito diferente na canção.

* Especial para o JB

Licença-maternidade de 180 dias é aprovada em comissão do Senado


Carta Capital - A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou, na quarta-feira 4, o projeto de Lei que amplia o prazo da licença-maternidade de 120 para 180 dias. Caso não haja recurso para que a proposta seja analisada pelo plenário do Senado, o texto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.
De autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), o PL 72/2017 também permite ao pai acompanhar a mãe do bebê em consultas e exames durante a gravidez.
O senador Paulo Paim (PT-RS), relator da proposta, alegou que o período de seis meses dedicado à amamentação exclusiva é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde.
Também considerou que, além de ter respaldo científico, o aumento da licença maternidade é melhor para o País do ponto de vista econômico, pois os dados da Sociedade Brasileira de Pediatria mostram que bebês que ficam seis meses ao lado da mãe têm reduzidas as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia ou sofrer com crises de diarreia.
A proposta recebeu críticas do senador Cidinho Santos (PR-MT), que teme que a medida possa prejudicar as mulheres no que se refere às contratações no mercado de trabalho. A presidenta da CAS, Marta Suplicy (PMDB-SP), reconheceu méritos no projeto, mas ponderou que a situação econômica do País ainda é difícil.
No entanto, lembrou que os seis meses de licença-maternidade já fazem parte da rotina de diversos países europeus e que talvez este seja o momento de encarar o desafio de implantá-la também por aqui.
Uma proposta mais abrangente sobre o assunto, também de autoria de Rose de Freitas, é o PL 151/2017 que modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ampliar a licença-maternidade para 180 dias, permitindo o compartilhamento de 60 dias, mesmo nos casos de licença-adoção. Na proposta, além de ampliar o tempo da licença, a senadora sugere o aumento no prazo da licença-maternidade, com a possibilidade de compartilhamento, como estímulo à paternidade responsável.
Embora essa proposta tenha sido lida e discutida na comissão, ela não foi votada por falta de quórum.O senador Jorge Viana (PT-AC), relator, apresentou um substitutivo ao projeto, favorável ao compartilhamento dos cuidados da criança nos primeiros meses de vida.
Para o senador, cabe aos pais, em conjunto, decidir quem está mais apto, nos primeiros meses de vida do bebê, a ficar afastado de seu posto de trabalho, a fim de ministrar os cuidados necessários ao bem-estar da criança, e quem, no mesmo período, está em melhores condições de permanecer trabalhando.

Maurício de Souza anuncia novos parques temáticos da Turma da Mônica


Info Money - Em parceria com a 2a1 Cenografia e a operadora ETM Brasil, a Mauricio de Sousa Ao Vivo anuncia a construção de novos parques temáticos inspirados na Turma da Mônica. Chamados de Estações Turma da Mônica, o primeiro projeto será inaugurado ainda no primeiro semestre de 2018, no Shopping Cerrado, em Goiânia. Segundos as três companhias, até o final de 2019, a previsão é que seis novos empreendimentos sejam lançados. Ao todo, serão 20 Estações no Brasil e no exterior.
A 2a1 Cenografia será responsável por assinar a construção e implantação da cenografia dos novos parques. Para atender a esta demanda e ao crescimento do segmento de parques temáticos interativos, a empresa divulgou sua mais nova divisão de mercado: a Cenoparque, que vai atuar em projetos de parques fixos de pequeno e médio porte, além de fornecer peças cenográficas para grandes operações.
“A nossa parceria com a Mauricio de Sousa AO VIVO é antiga e foi ela que nos inspirou a dedicarmos mais atenção neste mercado de parques e eventos temáticos. Com a abertura da Cenoparque estamos investindo em maquinários e novos funcionários, visando mais e maiores projetos”, completa Danielle Paulino, diretora comercial da 2a1 Cenografia.
Quanto ao trabalho das Estações Turma da Mônica, a previsão é que tudo seja entregue em até 90 dias. “Temos trabalhado em ritmo intenso para garantir que todo o material esteja pronto e instalado para a inauguração ainda no primeiro semestre deste ano”, destaca Danielle.


Entretenimento para toda a família
A primeira Estação Turma da Mônica, mais novo projeto da Maurício de Sousa AO VIVO, será um Centro de Entretenimento Familiar ou FEC (Family Entertainment Center), termo como é globalmente conhecido na indústria de diversões, de 1.600 m², com atrações inspiradas no incrível mundo das histórias em quadrinhos e desenvolvidas com base em conceitos temáticos, interativos e educativos.
A proposta das FECs é diferente do Parque da Mônica, localizado em São Paulo, com 12 mil m², característica que o torna o maior parque coberto da América Latina. As FECs terão entre 800 m² e 3 mil m², com atrativos importantes aos shopping centers, uma vez que as áreas de entretenimento e de convivência familiar têm ganhado destaque dentre as opções de roteiro e lazer.
Segundo o presidente da ETM Brasil, Álvaro Mendes Pereira, o projeto da Estação Turma da Mônica está sendo desenvolvido há quase três anos e prevê a implantação de dezenas de unidades no Brasil e no exterior a partir de 2018.
“Estamos muito animados com a concretização desse primeiro projeto e mais satisfeitos ainda por lançá-lo em Goiânia, a segunda cidade mais populosa do Centro-Oeste. A partir dessa inauguração, focaremos as implantações da Estação Turma da Mônica nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil”, ressalta Mauro Sousa, diretor da divisão de live experience do Grupo Maurício de Sousa Produções.
Para a próxima unidade a ser inaugurada em 2018, em Olinda, PE, a equipe da Cenoparque já iniciou a produção. “Estamos muito contentes e ansiosos para ver nosso trabalho de cenografia em todo o Brasil por meio das Estações. Não poderia haver melhor referência”, comemora Danielle.

Sobre a 2a1 Cenografia
Com quase 2.000 ações já realizadas em todo o Brasil, a 2a1 é especialista em soluções de cenografia dos mais diversos temas. Fundada em 1999, a empresa é hoje, uma das maiores do segmento cenográfico e a única a produzir eventos de ponta a ponta, desde a confecção dos cenários até a logística e montagem. A companhia oferece uma linha completa de exposições, serviços, promoções e recreações para shopping centers. A 2a1 integra o grupo ND/C, detentor também da Dgital, Nótice e Imaginatex.

#ElaVoltou - Globo define Belíssima como a substituta de 'Celebridade' no Vale A Pena Ver de Novo


Não foi em 2009, mas agora sim um dos grandes sucessos da Rede Globo já tem permissão concedida para ser reprisado no Vale A Pena Ver de Novo! Com 48.5 (49) pontos acumulados no tempo que foi transmitida, Belíssima iria ser reprisada há oito anos, substituindo Senhora do Destino, mas o Ministério da Justiça censurou a trama por ser pesada demais para a tarde. A mesma coisa aconteceu com várias outras que foram transmitidas na mesma faixa de horário, como Torre de Babel (em 2002), Porto dos Milagres (em 2005) e Páginas da Vida (em 2012).
Entre novembro de 2005 e julho do ano seguinte, a trama apresentou Glória Pires como a protagonista Júlia Assumpção, presidente da marca de roupa íntima Belíssima; Fernanda Montenegro, a vilã Bia Falcão (avó de Júlia); Tony Ramos, o grego Nikos; Marcello Antony, o golpista André; Cláudia Abreu, a ex-menina de rua Vitória; Reynaldo Gianecchini, o mecânico Pascoal; Cláudia Raia, a fogosa Safira; Letícia Birkheuer, a modelo Érica; Vera Holtz, a socialite Ornela; Vladimir Brichta, o mulherengo Narciso, entre outros.











Belíssima tem a missão de elevar os índices de Celebridade, outro novelão que não está indo muito bem na reprise, acumulando apenas 13.9 (14) pontos de média, 1 abaixo da meta exigida pela casa (e olha que foi um dos mais pedidos pelos telespectadores). Espera-se agora que essa também não fracasse.

Giulia Gam mais uma atriz demitida da Globo este ano

Giulia Gam em cena da novela Mulheres Apaixonadas, onde se consagrou ao interpretar a ciumenta obsessiva Heloísa
Após 30 anos de serviço, a atriz Giulia Gam deixa de fazer parte do elenco fixo da Rede Globo, onde fez novelas importantes como 'Que Rei Sou Eu?' (1989), 'Fera Ferida' (1993), 'Mulheres Apaixonadas' (2003), 'A Favorita' (2008) e 'Amor Eterno Amor' (2012), e as minisséries 'Primo Basílio' (1988) e 'Dona Flor e Seus Dois Maridos' (1998).
O motivo da demissão é que a Globo privilegia somente aqueles que estão em plena atividade, fazendo uma atração após a outra em curto espaço de tempo, ou seja, com menos férias. A mesma coisa aconteceu com Malu Mader, Carolina Ferraz, Isabela Garcia e Maitê Proença. Apesar disso, todas podem fazer contratos por obra.

Giulia Gam e Edson Celulari em 'Fera Ferida'
Giulia Gam com Edson Celulari e Marco Nanini em 'Dona Flor e Seus Dois Maridos'
Giulia Gam e Cláudia Raia nos bastidores de 'A Favorita'
Giulia Gam em cena de 'Sangue Bom' (2013)
A atriz em sua última novela na emissora, 'Boogie Oogie' (2014)

'Não tenho que obedecer a ninguém', diz Bethânia após gravar música de Pablo


Diário de Pernambuco - Maria Bethânia e Zeca Pagodinho sobem ao palco juntos, pela primeira vez, para a turnê nacional que tem estreia no sábado (7), às 21h, no Classic Hall. Os artistas vão reverenciar o samba, elo descoberto após cantarem juntos a faixa Sonho meu, na gravação do CD/DVD O quintal do Pagodinho, em 2016. O projeto foi batizado de De Santo Amaro a Xerém em referência a dois locais de forte significado da vida dos artistas. Bethânia, 71 anos, nasceu em Santo Amaro da Purificação (Bahia), e Zeca, 59, vive um sítio no distrito de Xerém, em Duque de Caxias (RJ). A parceria ganhou música escrita especialmente para a ocasião por Caetano Veloso.
"Vamos reverenciar o samba de roda e o samba brasileiro que nasceu no Rio de Janeiro. Eu pedi a Caetano, já que há muitos anos não pedia uma música. É um samba que fala desse encontro comemorativo e simples. Ele aceitou e fez um samba muito bonito”, explica Bethânia, que gravou um DVD em março e incluiu no repertório uma canção de Pablo, o “rei da sofrência”.
Para o sambista com 35 anos de carreira, a turnê é uma responsabilidade e tanto. "Rapaz, é de tomar todos os calmantes do mundo", brinca Zeca. "Bethânia é uma rainha e eu sou só um cantador. Estou preocupado, mas ela sempre me tranquiliza. Não sonhava em conhecer Maria Bethânia (que iniciou sua carreira há 53 anos), que dirá cantar no mesmo palco que ela".
O repertório será organizado entre duetos e momentos solos de cada artista, e inclui sucessos como Negue (Adelino Moreira), Reconvexo (Caetano Veloso), Maneiras (Sylvio da Silva) e Verdade (Nelson Rufino/Carlinhos Santana). Os artistas interpretam juntos Deixa a vida me levar (Serginho Meriti/Eri do Cais) e Sonho meu (Ivone Lara/Delcio Carvalho), e prometem fazer homenagem às escolas de samba Mangueira e Portela. "Ainda estamos definindo alguns detalhes nos ensaios", explicou Zeca, deixando espaço para surpresas no setlist. A direção musical do espetáculo é de Jaime Alem (violão) e Paulão Sete Cordas (violão). 

Perguntas // Maria Bethânia
Como se deu a parceria com Zeca Pagodinho?
Zeca é um dos maiores intérpretes de samba e tenho admiração por ele. Já ele tem admiração pelo meu lado teatral, essa introdução da poesia no meu show. É um menino muito cavalheiro, atento, inteligente e que gosta de estudar o que lhe interessa. Eu sou uma baladeira que se arrisca a cantar samba. O que aprendi na Bahia e no Rio de Janeiro. Mas meu suingue é lento, não tem essa pegada forte dele. Esse encontro é de alegria.

Você gravou Vingança do amor, de Pablo, e canções de Bruno e Marrone, Zezé di Camargo e Luciano, entre outros artistas. Por que motivo as pessoas se impressionarem com esse repertório?
Essa música do Pablo eu amei. No Brasil e no mundo todo, a palavra chave é o preconceito. A música tem que emocionar, comover e tocar o intérprete. A Bethânia não pode cantar Pablo? Eu digo que posso, sou livre. Declamo Camões, canto cordel e não tenho que obedecer a ninguém. 

O mercado musical aponta a ascensão e decadência de vários ritmos. Em que fase está o samba na sua opinião?
O samba para mim é a raiz de tudo. O que conduz a cadeia musical, os movimentos importantes da música. O samba está em tudo, está dentro do frevo, do baião, da música negra.

Após decisão do STF, Moro já pode determinar prisão de Lula


SÃO PAULO E BRASÍLIA — Após o Supremo Tribunal Federal (STF) negar o habeas corpus do ex-presidente Lula, a discussão passou a ser a respeito de quando o petista deve ser preso. Cabe ao juiz Sergio Moro expedir o mandado de prisão. O magistrado pode determiná-lo a qualquer momento ou aguardar o fim do julgamento pelo Tribunal Regional Federal (TRF-4) de um último recurso, o embargo do embargo.
A assessoria do TRF-4 afirma que a expedição do mandado de prisão por Moro ainda deve aguardar o julgamento do embargo do embargo, cujo prazo final para apresentação é o próximo dia 10, às 23h59m.
A espera, porém, não é obrigatória. O TRF-4 já decidiu pela prisão do ex-presidente desde o julgamento de janeiro passado, quando aumentou a sentença de Lula para 12 anos e um mês. O acórdão da decisão foi publicado, e os embargos de declaração foram negados. O embargo do embargo é considerado meramente protelatório pelo próprio TRF-4.
Não é raro, em caso de início de cumprimento de pena, que os advogados do réu se antecipem e entrem em contato com a Justiça para negociar a apresentação do cliente às autoridades, a fim de evitar o desgaste de receber a polícia em casa.
Foi o caso de Gerson Almada, ex- executivo da Engevix, condenado a 34 anos e 20 dias de reclusão. O juiz Sergio Moro determinou a prisão no dia 19 de março e, no despacho, informou que a defesa de Almada já havia falado com a Justiça, informando que ele se apresentaria na carceragem da Polícia Federal em Curitiba.
Inicialmente, se perder no STF, Lula pode ser encaminhado ao Complexo Médico Penal, na região Metropolitana de Curitiba, onde ficam os presos da Lava-Jato. Estão lá, por exemplo, o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. O presídio é considerado seguro, pois os presos da operação ficam numa ala sem contato direto com criminosos comuns.
Na carceragem da Polícia Federal ficam apenas os presos que manifestaram intenção ou negociam acordo de delação premiada, como é o caso do ex-ministro Antônio Palocci.
A defesa de Lula pode pedir a transferência para um presídio mais próximo da residência do petista — no caso, São Paulo.
Pela lei, o ex-presidente cumpriria pelo menos um sexto da pena em regime fechado — o que equivale, com base na sentença do caso tríplex, a dois anos de prisão. Depois disso, é possível pedir progressão de regime, para semiaberto e, em um terceiro momento, regime aberto. É ainda possível reduzir o tempo de pena com estudos e trabalho no presídio.

Em breve, o Brasil todo vai vê-lo assim
JURISPRUDÊNCIA EM XEQUE
Os votos no julgamento de quarta-feira não foram capazes de pacificar a jurisprudência do STF sobre a prisão em segunda instância. Daqui para frente, até mesmo a situação jurídica do próprio Lula pode mudar por decisão posterior da Corte. A divisão do tribunal continua, e a reviravolta pode acontecer em uma eventual votação de Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs), que tratam do tema como regra geral.
A presidente do STF, Cármen Lúcia, se recusa a pautar os processos sob o argumento de que não cabe à Corte rever sua jurisprudência em um período tão curto. Foi em 2016 que se fixou a atual jurisprudência.
Antes do habeas corpus de Lula ser pautado, ministros articulavam fazer uma questão de ordem em plenário para constranger Cármen a colocar em votação as duas ações. A presidente do STF se antecipou e pautou apenas o caso de Lula. No dia em que ela fez esse anúncio, o ministro Marco Aurélio Mello afirmou no plenário não faria o pedido de inclusão das ADCs na pauta.
O voto de Rosa Weber, porém, deixou o tema em aberto. Ela negou o habeas corpus de Lula, mas sinalizou que votaria contra a prisão em segunda instância em uma discussão nas ADCs. Durante o próprio julgamento, advogados já especulavam como trazer o tema de volta.
A estratégia mais falada é mesmo a da questão de ordem. Acredita-se que haveria maioria em plenário a favor de se discutir as ADCs, mas o regimento dá o poder a Cármen de decidir esse tipo de questão. Assim, somente se ela decidir compartilhar a decisão com os colegas a estratégia teria sucesso.
Se nenhum ministro conseguir forçar a votação das ADCs, é provável que o ex-presidente Lula fique preso por pelo menos cinco meses. Caso Cármen resista até o fim de mandato, somente a partir de setembro a jurisprudência poderia ser revista. Cármen será substituída por Dias Toffoli, justamente quem lidera o plenário para a mudança no entendimento.

STF nega habeas corpus a Lula; o que falta para ele ser preso agora?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Miguel Schincariol/AFP)
Veja - Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de negar o habeas corpus preventivo pedido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o petista dificilmente conseguirá se livrar da prisão, mas ela não deverá ocorrer imediatamente. Isso porque ainda cabe no Tribunal Regional Federal da 4ª Região um recurso derradeiro, os chamados “embargos dos embargos”.
Desde antes do julgamento da apelação criminal contra a condenação do juiz Sergio Moro, o TRF4 tem reafirmado que o petista cumpriria sua pena somente depois que se esgotassem os recursos cabíveis na corte — incluindo estes últimos.
A defesa de Lula tem até a próxima terça-feira (10) para questionar os desembargadores do TRF4 e pedir esclarecimentos sobre pontos específicos da decisão que rejeitou, no último dia 26 de março, os embargos de declaração contra a condenação em segunda instância.
Embora este instrumento não tenha o poder de alterar a decisão que condenou Lula a doze anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP), seu efeito prático é apenas postergar ao máximo uma eventual ordem de prisão contra o petista. Não há prazo para os desembargadores da 8ª Turma julgarem os embargos dos embargos, mas eles não têm demorado para rejeitar este recurso.
“Esses novos embargos possivelmente serão considerados protelatórios, permitindo que sejam negados de imediato”, explica a criminalista Fernanda de Almeida Carneiro, professora de pós-graduação do IDP-São Paulo. Ela observa que, em tese, o TRF4 não precisaria aguardar o fim dos recursos para determinar a expedição do mandado de prisão.
“O STF, ao autorizar a prisão após condenação em segunda instância não explicitou que ela poderia ocorrer apenas após o exaurimento de todos os recursos perante aquela instância. Coube ao próprio TRF4, no caso do Lula, a decisão de prender após os recursos cabíveis naquele tribunal. Eles poderiam ter autorizado a prisão já na decisão que manteve a condenação, mas como não houve manifestação nesse sentido no último julgamento, o mais provável é que aguardem eventuais novos embargos”, disse a advogada.
Uma vez notificado do encerramento dos recursos em segunda instância, o juiz Sergio Moro pode emitir a ordem de prisão para Lula dar início ao cumprimento da pena. Na Lava Jato, o magistrado tem respeitado os prazos da defesa e já sinalizou cautela extra no caso do ex-presidente. Quando condenou o petista em julho de 2017, Moro afirmou que não decretaria sua prisão imediatamente. “Considerando que a prisão cautelar de um ex-presidente da República não deixa de envolver certos traumas, a prudência recomenda que se aguarde o julgamento pela Corte de Apelação antes de se extrair as consequências próprias da condenação”, escreveu o juiz na ocasião.