sábado, 24 de novembro de 2018

Neusa Borges, de 'A Indomada', voltou à trabalhar na TV após dificuldades financeiras

Neusa Borges entre Marcelo Batista e Jayme Periard nos bastidores da novela 'Escrava Mãe', da Record, em 2016
A atriz Neusa Borges está no ar com a reprise de A Indomada no Canal Viva desde 30 de julho. No folhetim, originalmente exibido entre fevereiro e outubro de 1997, Neusa se destacou ao interpretar Florência, ex-babá de Helena (Adriana Esteves), a protagonista; descendente dos escravos que pertenceram à família Mendonça e Albuquerque e ligada misteriosamente à vilã Maria Altiva (Eva Wilma).

Neusa Borges e Eva Wilma em cena de A Indomada
Este ano, Neusa, que não aparece com um personagem fixo desde Salve Jorge, de 2012, foi convidada para fazer pequenas participações nas séries Xilindró, do canal Multishow, e Sob Pressão, da Globo. Também foi chamada para participar da novela portuguesa Valor da Vida, que está no ar desde 30 de setembro no canal TVI.
A atriz catarinense de 77 anos nunca teve contrato fixo com a Rede Globo, e desde o início da década passada, aparecia mais nas novelas escritas por Glória Perez, entre elas, 'O Clone' (2001), e 'América' (2005). Para sobreviver, montou um brechó (Canto de La Borges) em Salvador, onde mora com as filhas, com roupas doadas por atrizes, entre elas, Bruna Marquezine e Dira Paes.
A Indomada passa de segunda à sábado às 23h30 com direito à reprise dos capítulos às 13h30.

Justin Bieber confirma que está casado e celebra seu primeiro Ação de Graças como anfitrião


Zero Hora - Com uma publicação nas redes sociais nesta sexta (23), Justin Bieber, 24, celebrou seu primeiro Dia de Ação de Graças como um homem casado e anfitrião da celebração em sua casa.
O cantor canadense, casado com a modelo Hailey Baldwindesde setembro, afirmou que "o amor nem sempre é fácil", mas que ele estava tentando, como Jesus Cristo, ser mais paciente e altruísta.
"Feliz Dia das Ações de Graça atrasado a todos. Primeiro Dia de Ação de Graças como um homem casado, primeira vez sendo anfitrião. Primeira vez que ambas as partes da família se juntam", escreveu aos seus 102 milhões de seguidores no Instagram.
"Relacionamentos são difíceis e o amor nem sempre é fácil, mas obrigada, Jesus, por me mostrar como! Todo dia é um processo de aprendizado, tentando ser mais como Ele, paciente, gentil, altruísta, eu tenho um longo caminho! Mas a graça de Deus é suficiente!".
O casal frequenta a Igreja Evangélica Hillsong. Bieber confirmou oficialmente o matrimônio em comentários nas redes sociais na semana passada, quando chamou Baldwin de "minha esposa", e a modelo incluiu o sobrenome do marido em suas contas.

Suposto ex-assessor de Simaria detona cantora: “Sempre foi má”


Metrópoles - A dupla Simone e Simaria mal voltou para os palcos e já virou assunto nas redes sociais. Segundo o Notícias da TV, um suposto ex-assessor das cantoras deu o que falar com declarações polêmicas sobre a irmã mais velha da dupla.
Um homem chamado Cristian Machado comentou, nesta última sexta-feira (23/11), em uma publicação do UOL que dizia que Simaria tinha sido rude ao responder um internauta.
“Ela não muda. Acho que a doença foi um castigo. Não tem jeito! Trabalhei com ela em 2011. Além de humilhar os funcionários, ela não deixava a gente usar o banheiro do ônibus da banda”, disse o suposto ex-funcionário da cantora. “Simaria sempre foi uma pessoa má, já Simone, um anjo, mas temia a irmã”, continuou ele.
A dupla ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Mariah de Moraes faz desabafo sobre ser mãe solo: "Não é motivo de orgulho"


QUEM - Mariah de Moraes, mais conhecida por seu papel como Chiara em Malhação e ter sido apresentadora da TV Globinho - sob o nome Mariah Rocha -, usou seu Instagram neste sábado (24) para fazer um desabafo sobre as dificuldades de ser mãe-solo.
A atriz teve seu filho João Paulo quando tinha 19 anos e nunca teve auxílio do pai da criança. Hoje, nove anos mais tarde, ela fez uma reflexão sobre como foi criar seu filho sozinha.
"Ninguém quer ser mãe-solo. Não é motivo de orgulho pra nenhuma mulher. Não as que eu conheço. Geralmente, envolve uma incapacidade paterna, que pode ser por muitas razões, e a mãe acaba sobrecarregada. Eu me lembro a primeira vez que meu filho me chamou de guerreira. Aquilo partiu um pouco meu coração e ao mesmo tempo me deu uma ponta de orgulho. Sou chamada de guerreira todos os dias da minha vida... (Menos pelos meus familiares.) Penso que cuidar do meu filho é minha responsabilidade. Não devo ganhar uma estrela no meu nome por fazer algo que é minha obrigação e direito dele. Cuidar do meu filho com responsabilidade, amor e afeto é meu dever e direito dele. Bem simples assim.
Mas a responsabilidade solo disso as vezes é muito exaustiva. Tem uns 5 finais de semana que ele está competindo no futebol, tem 5 finais de semana que eu passo 24h por dia com ele. Fora todos os outros... Com ele também. Se estou longe, estou trabalhando. Todo mundo acha lindo. “Olha como ela cuida dele, está sempre com ele.” Essas mesmas pessoas, se meu filho, por exemplo, sai com uma blusa furada, pq eu não vi, vão julgar que sou desatenta e não cuido tão bem assim. Tudo isso pq sou mulher. Tudo isso pq vivemos nesse sistema massacrante do patriarcado.
Se meu filho tira notas altas na escola, meu Deus... Parabéns, Mariah. Se ele está mal humorado e sem paciência, e isso resulta numa resposta “desajustada”, “imprópria”, é pq eu não dou educação. É essa montanha russa. Guerreira ou coitada. Heroína ou vilã. Não sou nenhuma das duas. Sou uma mulher, uma mãe, latina, com pouca rede de apoio e exausta, numa grande parte do tempo. Mas nunca vou deixar de cuidar do meu filho como ele merece, pq como disse antes, não estou fazendo mais do que minha obrigação. Só to cansada de ser reduzida a esteriótipos, quando a minha maternidade vai muito além do que os olhares limitados que recebo podem ver. Um dia ainda escrevo um livro... Mas por hoje é só. Risos. Deixem a gente em paz. Um dia após o outro, fazemos o melhor que podemos. E hoje à noite, manda vinhos...", escreveu.




#Curiosidade - Quem foi George Stinney Jr., o condenado mais novo a ser executado nos EUA?


George Stinney Jr. foi um adolescente negro nascido nos Estados Unidos acusado de matar duas garotas brancas, Betty June Binnicker (11 anos) e Mary Emma Thames (7 anos), na base de pancadas. O crime ocorreu em 23 de março de 1944 numa pequena cidade localizada no estado da Carolina do Sul, Alcolu, marcada pela intensa segregação racial.
As duas amigas tinham saído para colher flores e não voltaram mais para casa. Após buscas feitas pela maioria da população, Betty e Mary foram encontradas mortas em local próximo à residência da família de George. O agravante para sua condenação é que ele, além de sua irmã, Aimé Ruffner, foi a última pessoa a vê-las.

Mary Emma Thames e Betty June Binnicker
O julgamento foi realizado em 16 de junho de 1944 e durou menos de três horas. George foi julgado apenas por pessoas brancas, que o condenaram à pena de morte com apenas 14 anos.

George Stinney Jr na prisão
Na época, a polícia noticiou que George confessou ter feito o crime, apesar de nunca terem visto nenhuma evidência. Entretanto, um ex-detento, Wilford Hunter, tem a lembrança de ter escutado George falar que foi obrigado pelas autoridades à confessar.
Setenta anos após o caso, a juíza Carmem Tevis Mullen determinou que George fosse inocentado das acusações devido a como seu julgamento foi feito na época - rápido diante do tempo de costume e também injusta. Além disso, ele era magro e baixo para quem cometeu uma atrocidade dessa - tinha 1.57 de altura e pesava 40 quilos.


Referências:
O Aprendiz Verde
Jornal GGN
G1

Endividada, Perlla quer fazer festão de 30 anos com permuta, mas empresas fogem


Extra - Às vésperas do seu aniversário de 30 anos, na próxima quarta-feira, dia 28, Perlla até agora não sabe onde e como será a comemoração. A funkeira vem tendo dificuldade em encontrar empresas que queiram bancar o festejo, a famosa permuta. O local já mudou três vezes. A última opção foi uma casa de festas, localizada no Alto da Boa Vista, que topou sediar a festa de graça. O problema é que o espaço ainda está em obra e pode não ficar pronto até a data do aniversário da cantora.
Um hotel no Recreio chegou a oferecer o local para a comemoração e ainda cedeu três suítes para Perlla ficar lá com a família. Mas ela teria que desembolsar R$ 3 mil pelo espaço. Como a funkeira não quer gastar nenhum centavo, desistiu do hotel também. Uma quarta decoradora contratada para o evento também acaba de abandonar o barco. Outros fornecedores de doces, salgados e lembrancinhas fizeram o mesmo.
A artista está com dívidas acumuladas e tem cobrado R$ 2 mil por presença VIP depois de ter participado recentemente de um reality show.

Atriz de ‘Pais de Primeira’, Renata Gaspar não pretende ter filhos e conta que segurou um bebê pequeno pela primeira vez em cena


Extra - Uma visita inesperada bate à porta de Taís (Renata Gaspar) e Pedro (George Sauma) em “Pais de primeira”, série que estreia neste domingo, na Globo, após a “Escolinha do Professor Raimundo”. Quem chega sem mandar aviso prévio é a cegonha, que tem o poder de transformar a vida do casal a partir do momento em que anuncia a boa nova: Lia está a caminho. Da descoberta da gravidez aos primeiros dias de vida da pequena, passando pelo parto, tudo muda na rotina dessa família, que ganha mais uma integrante já no primeiro episódio.
— Pedro é “atropelado” pela notícia de que vai ser pai. É um baque, mas ele vai se apaixonando por essa ideia. A paternidade o amadurece e faz com que veja a vida de outra maneira — diz Sauma, de 29 anos, que é solteiro e não tem filhos.

Renata Gaspar e George Sauma são casal em Pais de Primeira
Uma verdadeira revolução também acontece com a futura mamãe já nos primeiros meses de gravidez, quando seu corpo ganha outras formas.
— Taís se sente feia na gravidez e fica com a autoestima baixa. Depois do nascimento de Lia, eles ficam ainda mais parceiros e percebem que precisam se resgatar como marido e mulher. Óbvio que rolam conflitos, mas eles permanecem apaixonados — frisa Renata, que namora a profissional de marketing Bebel Luz.

Sauma completa:
— Essa série traz a esperança de que vale a pena acreditar no amor.

Já viver a experiência de ter um filho é opcional.
— Sempre tive vontade de ser pai, mas esse trabalho me deu a noção de que ter um filho não é brincadeira. A vida muda em todos os sentidos. De repente, não dá mais para querer se mudar para o Japão de uma hora para outra. Ser pai não é uma obrigação, mas gostaria de viver isso — observa Sauma.

Renata diz em seguida:
— Não sou mãe e não pretendo ter filhos, mas foi gostoso conviver com as bebês (com quem contracenou).

Na trama, Lia é uma menina. No estúdio, eram três bebês de 3 meses que se revezavam na função.
— Foi a primeira vez na vida que segurei bebês tão pequenos no colo. Ficava insegura. Coloquei o peito de verdade para “mamarem”, mas, quando a criança deu uma sugadinha, eu quase morri — diverte-se Renata.

Silvio Santos quebra o silêncio e fala sobre polêmica com Claudia Leitte


Demorou duas semanas, mas Silvio Santos se pronunciou sobre a polêmica envolvendo ele e Claudia Leitte. No encerramento do Teleton, o dono do SBT fez declarações polêmicas e que têm rendido comentários na web até agora.
Durante gravação do “Jogo dos Pontinhos”, nesta quinta-feira (22), SS fez os participantes e plateia darem risada ao afirmar que sim, ficou excitado com a cantora.
Lívia Andrade falou sobre o assunto ao defendê-lo da repercussão que, segundo ela, foi exagerada. Silvio, então, teria surpreendido a todos com a reação.
“Mas eu não estava brincando, eu estava realmente excitado. Vocês vêm com essas roupas”, declarou. A informação é do site Notícias da TV.
A assessoria do SBT informou que, por não ter acesso ao estúdio durante as gravações, não poderia confirmar a informação. A suposta frase teria sido dita por uma mulher do auditório. A gravação do quadro não tem data para ir ao ar.

“Sequestro Relâmpago”, um filme necessário em tempos de bolsonarismo


Diário do Centro do Mundo - Poderia ser um filme baseado em fatos reais sobre uma jovem burguesa sequestrada em São Paulo, mas o olhar de Tata Amaral transformou “Sequestro Relâmpago” em uma obra repleto de tensões sociais, raciais e de gênero necessárias para o país do ódio de classes, da misoginia institucionalizada e do racismo à brasileira.
Isabel, personagem de Marina Ruy Barbosa, é sequestrada por dois homens – Matheus (Sidney Santiago) e Japonês (Daniel Rocha) – e coagida a permanecer com eles madrugada adentro até que as agências bancárias abram as portas e Isabel possa fazer o saque do próprio resgate.
A tensão permanente do espectador vem das aterradoras possibilidades narrativas sutilmente colocadas no filme: a possibilidade de abuso sexual de Isabel; as cenas paralisantes em que o sequestro quase fora descoberto; e as cenas nas quais o espectador tem certeza de que a história real contada no filme terminará em tragédia.
Essa tensão pode levar-nos a supor “Sequestro Relâmpago” como um suspense em torno de um crime: trata-se, na verdade, de uma narrativa política fortíssima, que traz de pano de fundo questionamentos ao mesmo tempo pertinentes e perturbadores: o quanto os burgueses que defendem igualdade social conseguem dialogar não-violentamente com a base da pirâmide social?
O quão política é a violência urbana? O discurso vazio sobre igualdade de fato reverbera na consciência social dos mais pobres? O que há além de dinheiro no lodo do abismo entre as classes no Brasil?
Tata Amaral consegue fazer essas perguntas sem, no entanto, fazê-las.
Em diálogos sutis, lança provocações fortes que tomam o espectador de surpresa. Como quando Isabel procura aproximar-se dos sequestradores a partir do poder do discurso, e falha.
“Nós somos todos iguais!”, argumenta. Matheus rebate com mais lucidez e menos raiva: “Você já foi pra a Disney? Você tem descarga em casa, mina? Então cala a boca e olha pra frente.”
O filme reproduz o que certamente diria a periferia de Mano Brown a essa esquerda identitária bem-intencionada, mas pouco eficiente. “Não força amizade, mina!”
A atuação de Sidney Santiago merece um parêntese por sua sutileza: somada à força narrativa do filme, ela induz o leitor a gostar do personagem que deveria ser considerado um vilão.
Eis a profundidade do olhar de Tata Amaral: não há vilãos e heróis, há uma conjuntura social de desigualdades aparentemente irremediáveis e cujas estruturas parecem prestes a ruir.
A trilha sonora é também um espetáculo a parte, principalmente pela música de abertura, que eu consideraria um hino do feminismo de quarta onda: “Eu sou um monstro”, da sublime Karina Buhr.
Este filme nos faz, sobretudo, questionar nosso senso moral ao nos fazer torcer pelo sequestrador Matheus – ele aparece no início como um pai amoroso, que rouba para comprar fraldas para o filho, mas sobretudo consciente de seu lugar e muito, mas muito distante do conformismo diante dele.
O olhar lançado sobre os sequestradores não é exatamente piedoso: trata-se de um olhar realista, sem a fantasia daquela construção de personagem que em geral transforma criminosos em não-humanos nas telas de cinema e principalmente na televisão.
Atuando como testemunha não-passiva da história trágica da divisão de classes no Brasil, o filme evita o maniqueísmo hollywoodiano e não aponta culpados: em vez disso, lança provocações.
Não há respostas prontas, mas sem dúvida é possível encontra-las a partir de uma reflexão particular.
A cena do abuso sexual de Isabel, por exemplo – desculpem o spoiler, garanto que isso não estragará a sua experiência – soa como uma revelação: prestes a ser estuprada, ela diz ao seu algoz, com a coragem que eu não esperava de uma personagem de Marina Ruy Barbosa: “O D do painel é de Drive, não de dirija!” – referindo-se a uma cena anterior em que o sequestrador supôs que o painel do carro da moça estaria escrito em português. “É isso que separa a gente”, finaliza.
Bingo!
O cabresto da ignorância mantido nos pobres é a maneira mais eficiente que o sistema encontra de mantê-los pobres pela posteridade. É a dominação ideológica, antes da dominação do capital, que primeiro escraviza o pobre privado de educação libertadora e, consequentemente, de sua consciência de classe.
Nenhum filme precisa conter uma grande mensagem para que seja considerado bom, mas este especificamente traz em si uma provocação que não podemos deixar de aceitar: no país onde há um abismo entre Matheus e Isabel, a conciliação de classes pretendida pela nova esquerda é de fato possível?
Todo filme é político, mas uns são mais do que outros.
Vida longa ao cinema brasileiro, sobretudo nestes tempos.

RJ: morte de crianças e adolescentes por intervenção policial aumenta


R7 - Em 2017, 365 crianças e adolescentes foram mortos no Estado do Rio de Janeiro, sendo 104 em ações das Forças de Segurança, o que corresponde a 28% do total.
O número mostra uma tendência de crescimento no Estado desde 2011, quando a taxa de homicídios decorrentes de intervenção policial para adolescentes por grupo de 100 mil habitantes foi de 0,9, crescendo ano a ano até chegar a 7,4 no ano passado.
Os dados estão na quarta edição do Dossiê Criança e Adolescente, lançado na sexta-feira (23) pelo ISP (Instituto de Segurança Pública), órgão da Secretaria de Estado de Segurança.
Segundo a organizadora do dossiê, Flávia Vastano Manso, o Estado segue a tendência nacional de aumento dos assassinatos: “Na questão da letalidade violenta [de crianças e adolescentes] a gente viu que o Rio de Janeiro segue a tendência nacional, com mudança de patamar a partir de 2014 na taxa das vítimas de homicídios dolosos e também de mortes por intervenção policial”.
Crianças e adolescentes responderam por 59% do total de vítimas de violência sexual em 2017, 16% dos homicídios decorrentes de intervenção policial e 8% dos homicídios dolosos. Por faixa etária, 28,6% dos adolescentes assassinados foram vítimas de intervenção policial e 70,4% de homicídio doloso. Entre os adultos, a proporção é de 13,2% de óbitos por intervenção policial e 81,9%, por homicídio doloso.
Entre os homicídios dolosos de crianças e adolescentes, 83% das vítimas eram pretas ou pardas e 88% meninos. Nas mortes ocorridas em ações policiais, a proporção é de 79% de pretos ou pardos, sendo que 8% das vítimas não tiveram identificação de cor, e 97% de meninos.
As meninas são 83% das vítimas de violência sexual e 56% de lesão corporal. O Dossiê destaca que 90,5% dos adolescentes e 51,9% das crianças mortos de forma violenta foram vítimas de disparo de arma de fogo.

Agressor conhecido
Para a organizadora do dossiê, chama a atenção a proporção de agressores conhecidos das vítimas, sendo familiares ou amigos da família os responsáveis por 47% das agressões físicas e dos crimes de ameaça e constrangimento ilegal, por 40% dos crimes de violência sexual e por 38% dos crimes de violência moral.
“A vítima que convive com o seu agressor tende a sofre uma violência mais recorrente e mais duradoura, que pode durar anos. O encaminhamento disso é você ter uma rede de proteção acolhedora para a vítima, os profissionais que tem contato com a criança e o adolescente, estabelecer um canal de diálogo e de confiança, pra que esse adolescente possa se sentir à vontade e, percebida a violência, imediatamente denunciar e tomar as providências cabíveis”, disse Flávia Manso.
Ela explica que é comum a criança que sofre violência sexual ou maus tratos não encontrar apoio dentro da própria família, “porque às vezes o agressor é uma pessoa bem quista, é o provedor financeiro do lar”. Com isso, ela destaca a importância do acolhimento em outros espaços, como a escola. "É uma responsabilidade compartilhada, a criança e o adolescente passam muito tempo lá [na escola] e esses profissionais precisam estar preparados para esse tipo de situação e poder dialogar com eles”.

Ministério Público
A promotora de Justiça Eliane Pereira, coordenadora do Laboratório de Análises Jurídicas, disse que o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) acompanha o trabalho do ISP e destacou a importância dos dados para fazer uma reflexão e determinar uma prática mais eficiente para combater o problema.
Nesse sentido, ela informou que o MP apresentou na quarta-feira (21) uma resolução para priorizar a investigação de crimes contra crianças e adolescentes. “Essa prioridade está prevista no Artigo 227 da Constituição, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Convenção Internacional dos Direitos da Criança. Ninguém inventou a roda, está no arcabouço normativo. O que foi feito é um esforço de efetivação dessa prioridade na investigação e processamento das ações relativas à responsabilização dos autores de mortes de crianças e adolescentes”.

Navio naufragado há 90 anos é encontrado quase intacto


Revista Vogue - Um navio que naufragou há 90 anos no lago Huron, no Canadá, acaba de ser descoberto por caçadores de náufragos. De acordo com eles, a embarcação está praticamente intacta.
E uma famosa tradição de navegantes ronda seu acidente: o “Manasoo”, que foi construído em Glasgow em 1888, passou 39 anos nas docas de Macassa. Mas mudou de nome sem nenhum ritual de renovação. De acordo com superstições de capitães, os navios e barcos que mudam de tiítulo precisam honrar Poseidon, conhecido como deus das águas, antes de seguirem seu caminho, ou serão amaldiçoados com má sorte.


Depois do acidente que não teve causa definida, em 1928, foram décadas sem encontrar os destroços do navio, mesmo com muitas buscas para retomar os corpos de 16 pessoas desaparecidas.


Agora ele foi descoberto em um lago de sua rota, e muitas de suas cargas foram encontradas intactas. No entanto, não foram encontrados resquícios humanos no local.


Um Chevrolet Coupe de 1927 coberto por musgos foi encontrado estacionado no navio. Ele pertencia à Donald Wallace, o único passageiro que sobreviveu ao naufrágio.


Mirtes, vilã de Elizabeth Savalla em O Sétimo Guardião, ganha elogios do público


Observatório da Televisão - O público nas redes sociais já elegeu uma das personagens favoritas em O Sétimo Guardião: a vilã Mirtes, vivida por Elizabeth Savalla.
A falsa beata apareceu pouco na trama e teve maior destaque no capítulo de quinta (22), quando teve um embate com Ondina (Ana Beatriz Nogueira) e Milu (Zezé Polessa).
Além disso, Mirtes foi “causar” no salão de Neide (Viviane Araújo), somente para provocar Adamastor (Theodoro Cochrane) e a nora Stela (Vanessa Giácomo).
Entretanto, as poucas cenas já foram necessárias para os internautas se divertirem com a personagem de Savalla.
A atriz ganhou muitos elogios e diversas pessoas reconheceram a qualidade de seu trabalho na novela de Aguinaldo Silva.
Vale destacar que a última novela de Savalla no horário nobre foi Amor à Vida, em 2013, na qual viveu Márcia.
O sucesso na trama de Walcyr Carrasco levou a atriz a ganhar o prêmio de melhor coadjuvante no Melhores do Ano do Domingão do Faustão.
Elizabeth Savalla caracterizada como Mirtes
Cenas de Mirtes divertem o público
A cena em que Mirtes cruza com Ondina e Milu deu o que falar nas redes sociais, sobretudo pela personagem ter dito em alto e bom tom uma palavra de “baixo calão”.
Ao passar na rua e avistar a cafetina e a feiticeira falando sobre o sétimo guardião, a beata logo provocou.
“A cafetina com a feiticeira, coisa boa não vai sair daí”, provoca a personagem de Elizabeth Savalla.
“Coisa boa não vai sair daqui se você der mais um pio, falsa beata. Te quebro as duas pernas”, ameaça Ondina.
A resposta de Mirtes foi um detalhe à parte.
“Só se vier você com todas as suas putas juntas, porque se vier sozinha eu dou conta”, soltou.
Pelas falas e comportamento da personagem, muita gente já declarou Mirtes como uma das melhores coisas de O Sétimo Guardião.
Confira algumas reações do público à cena no Twitter:

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"A cafetina com a feiticeira...não há de sair coisa boa..." "Se vier com as putas juntas..." (Mirtes)
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Amar a Savalla, rir da Mirtes porém não suportá-la como pessoa e nas cenas de sogra megera é um conflito interno 😂 Sinal de que a rainha está sendo maravilhosa e se superando em sua atuação como sempre!
Veja outros Tweets de prazer, t h i a g o! 💋