sábado, 1 de dezembro de 2018

Morte do ator Paul Walker completou cinco anos nesta sexta-feira (30)


Em 30 de novembro de 2013, morria de acidente automobilístico o ator Paul Walker, que tinha apenas 40 anos. O carro em que estava - um Porsche - bateu em um poste de luz e em uma árvore, por volta das 15h30 no horário local (21h30 em Brasília), e pegou fogo na hora. O amigo que conduzia o veículo, Roger Rodas, de 38 anos, também morreu.
Paul era mais conhecido por ser uma das estrelas principais da franquia 'Velozes e Furiosos', cujo primeiro filme saiu no começo da década passada. Ele também participou de 'Os Irmãos Id & Ota' (1998), 'Ela é Demais' (1999), 'Linha do Tempo' (2003), 'Anjo de Vidro' (2004) e 'Entre a Vida e a Morte' (2008).

Mãe de Mariano (da dupla com Munhoz) descobre câncer na garganta


Metrópoles - O cantor Mariano, da dupla com Munhoz, recentemente compartilhou uma notícia triste com seus fãs. A sua mãe, Valentina Aparecida Mariano Bijos Gomes, Dona Tina, está batalhando contra um câncer na garganta.
No Instagram, o músico pediu para que os seguidores rezem pela saúde de sua progenitora. O desabafo foi feito no stories do sertanejo: “Apesar de ser muito difícil falar sobre isso, eu resolvi passar pessoalmente para dar essa notícia antes que saia de qualquer jeito na mídia. Essa semana, sairam os resultados de um exame da minha mãe, onde foi diagnosticado um câncer de garganta”, contou ele.
“Peço do fundo do coração que coloquem minha mãe na oração de vocês. Toda energia positiva será muito bem-vinda. Fé em Deus e bora pra mais uma luta”, pediu o cantor.

Atriz Yara Charry muda radicalmente o visual para atuar em novela


TV Foco - Yara Charry, que faz o papel de Jade em Malhação, novela da Globo, aparecerá a partir do dia 07 de dezembro com um visual totalmente diferente.
A personagem será vitima de preconceito e tomará uma decisão em respeito ao seu cabelo. Nos próximos capítulos da novela, Jade surgirá loira e madeixes lisas. Seus amigos não irão aprovar o novo decisão da garota e tentaram convencê-la do contrario.
Mesmo tendo todo o direito de mudar, eles tentaram convencer Jade de que comentários de terceiros não são o suficiente para que ela deixe de valorizar suas qualidades.

Atriz Rania Youssef responderá processo na Justiça por usar vestido transparente em evento


A atriz egípcia Rania Youssef vai responder a um caso inusitado na justiça do país. Ela foi acusada de "incitar a libertinagem" ao aparecer no Festival de Cinema do Cairo - ocorrido há dois dias - com um vestido preto transparente. Se for condenada, ela poderá pegar até cinco anos de cadeia. Pode isso, produção?
A ação é de autoria do advogado Amru Abdesalam e será estudada até 12 de janeiro. As informações são dos sites Isto É e G1.

Eduardo Costa vai à Globo e Fernanda Lima se desespera

Fernanda ficou putíssima quando soube da presença do cantor na emissora
A apresentadora Fernanda Lima ficou pistola com a produção do programa 'Conversa com Bial' após saber que o entrevistado seria o cantor Eduardo Costa. De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, do portal UOL, Fernanda, que apresenta o 'Amor & Sexo' às terças-feiras, fez um escândalo pouco antes da entrevista ir ao ar e acusou a produção de terem lhe traído.


Fernanda não vai com a cara de Eduardo desde que foi chamada de imbecil após fazer este seguinte discurso feminista com teor político no Amor & Sexo que foi ao ar no dia 07 do mês passado: "Chamam de louca a mulher que desafia as regras e não se conforma. Chamam de louca a mulher cheia de erotismo, de vida e de tesão. Chama de louca a mulher que resiste e não desiste. Chamam de louca a mulher que diz sim e diz não. Não importa o que façamos, nos chamam de louca. Se levamos fama, vamos, sim, deitar na cama. Vamos sabotar as engrenagens desse sistema de opressão. Vamos sabotar as engrenagens desse sistema homofóbico, racista, patriarcal, machista e misógino. Vamos jogar na fogueira as camisas de forças da submissão, da tirania e da repressão. Vamos libertar todas nós e todos vocês. Nossa luta está apenas começando".
Depois de Rodrigo Hilbert se meter na confusão à favor da esposa, Eduardo se deu conta do que falou - segundo ele, "no calor da emoção" -, e pediu-lhe desculpas durante entrevista ao Fofocalizando, do SBT. Ele também usou o programa de Bial para repetir o ato.

Paris é tomada por protestos dos ‘coletes amarelos’, sob os gritos “Macron, demissão”


El País - Os coletes amarelos desafiaram novamente neste sábado o Governo francês. Pelo terceiro fim de semana consecutivo, o movimento que nasceu para reivindicar a redução do preço dos combustíveis se manifestou em Paris e outras cidades da França. Uma concentração no Arco do Triunfo, ao norte da avenida dos Champs Élysées da capital francesa, logo descambou para confrontos violentos com a polícia. Um edifício desta zona chegou a ser incendiado pelos manifestantes. A polícia informou que 205 pessoas foram detidas. Há 92 feridos, segundo o jornal 'Le Monde'.
O presidente francês, Emmanuel Macron, que se encontra na Argentina participando do G20, continua sem encontrar a fórmula para desativar uma revolta com um grito comum: “Macron, demissão” (Macron, démission, em francês).
Paris viu novamente as cenas de tensão que marcaram o protesto de 24 de novembro. A diferença, desta vez, era que as forças da ordem controlavam todos os acessos aos Champs Élysées. As lojas, exceto os restaurantes de comida rápida, cobraram as vitrines para protegê-las da destruição.
Muitos coletes amarelos —a emblemática prenda fluorescente que os motoristas precisam ter em seus veículos— preferiram não entrar na avenida, que uma semana atrás se converteu num campo de barricadas e chamas. Havia apenas algumas centenas no local.
Toda a tensão se transferiu para o Arco do Triunfo, o monumento no extremo norte dos Champs Élysées onde arde a chama ao soldado desconhecido. Grupos de manifestantes lançaram objetos em direção à polícia, que respondeu com gases lacrimogênios. Houve monumentos pixados e carros incendiados. Os manifestantes —quase todos com coletes amarelos — se dispersaram pelas avenidas e ruas vicinais.
Outros seguiram por ruas paralelas para o bairro da Ópera e a rua Rivoli, no outro extremo da Champs-Élysées. Ao mesmo tempo, era realizada uma manifestação sindical na praça da República, a cinco quilômetros do local do protesto “amarelo”.
Por volta do meio-dia, o ministro do Interior, Christophe Castaner, contabilizou 36.500 manifestantes em toda a França, incluindo 5.500 em Paris. Se fosse confirmado até o fim do dia, seria um total muito modesto, inferior ao do sábado passado. O que inquieta o Governo francês não é tanto a dimensão dos protestos − desde que começaram, há duas semanas, em nenhum momento foram manifestações de massa, e sua adesão foi caindo −, mas sim sua popularidade entre o restante da população. Cerca de 75% dos franceses simpatizam com os coletes amarelos.
A mensagem de Macron, até agora, foi dupla. Por um lado, diz entender o mal-estar dos coletes amarelos com a queda do poder aquisitivo e as desigualdades sociais e territoriais. Do outro, reitera suas reformas e se nega a ceder, tanto em relação à exigência original do movimento − a revogação do aumento do imposto sobre o diesel, que deve entrar em vigor em janeiro − como ao leque de reivindicações variadas e em grande parte fora da realidade, que vão da redução de todos os impostos até a demissão do presidente.
O Governo cruza os dedos para que o movimento perca força ou os integrantes violentos acabem por desacreditá-lo. Os grafites ofensivos contra Macron no próprio Arco do Triunfo, e o caos ao redor desse templo republicano, podem prejudicar a imagem do movimento.
“A vontade declarada e assumida de atacar as nossas forças da ordem e os símbolos de nossos países são um insulto à República”, disse Castaner. Alguns coletes amarelos e políticos que simpatizam com eles denunciam os elementos violentos como grupos externos e culpam o Governo por focar neles para demonizar todos os demais. Ao ser um movimento tão heterogêneo e sem a organização de um sindicato ou partido – para ser colete amarelo, basta colocar um –, qualquer grupo violento pode reivindicá-lo.
Políticos de todas as correntes – exceto o partido de Macron – tentaram se aproximar dos ativistas. Entre eles Marine Le Pen, presidenta do Reagrupamento Nacional (partido herdeiro da extrema-direita da Frente Nacional) e Jean-Luc Mélenchon, líder da França Insubmissa, o partido da esquerda populista. O antecessor de Macron na Presidência, o socialista François Hollande, também conversou com os manifestantes e expressou sua simpatia.
O Governo francês também gostaria de falar com eles, mas está sendo difícil. Na sexta-feira, o primeiro-ministro Édouard Philippe convidou uma delegação ao palácio de Matignon, sede governamental. Só dois representantes compareceram. E um deles foi embora antes da reunião porque exigia que a conversa fosse transmitida ao vivo nas redes sociais. Philippe recusou.

Morre aos 94 o ex-presidente dos EUA "George H.W. Bush"


Veio à óbito às 22h30 desta sexta-feira (30) o ex-presidente estadunidense George H.W. Bush, de 94 anos. A morte, sem causa informada, foi comunicada por seu filho, George W. Bush, que também esteve à frente dos Estados Unidos.
George vinha enfrentando um tipo de Parkinson que o deixou em cima de uma cadeira de rodas nos últimos anos. Além disso, o político era internado constantemente devido à problemas respiratórios. As informações são do site Carta Capital.