quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Opinião: Damares Alves erra bastante nos seus argumentos em entrevista


A pastora e advogada Damares Alves teve bons argumentos ao ser entrevistada pela Globo - mas não foram muitos. Ela, que foi anunciada como ministra dos Direitos Humanos nesta quinta-feira (06), aparenta ser pouco preparada para o cargo por inúmeros motivos, entre eles, crer que os papéis do homem e da mulher na sociedade são como na pré-história - época que o ser humano agia feito animal -, que são trabalhar "pra sustentar a família" e "cuidar dos filhos", respectivamente.
Damares defende direitos iguais para homens e mulheres, mas acha que ambos são diferentes e praticamente pega bronca daquela que contesta sua obrigação de ser mãe e torna isso apenas uma opção de vida, pois estaria desafiando a biologia. Inclusive, ela entrou em contradição ao declarar que, mesmo gostando do que faz, gostaria de viver em um mundo no qual as mulheres pudessem trabalhar por livre e espontânea vontade. Como Deus (ou seja lá quem esteja, como dizem por aí, 'nos olhando') é perfeito em seu papel, isso nunca será possível.
Por ela, a mulher poderia muito bem se encostar em algum esposo, sem ajudar nas despesas da casa, só gastando o dinheiro dele e vivendo de pernas pro ar. Se ela não for mãe, isso tem nome: vagabundagem. Ser encosto na vida de alguém não pega mal só pro homem, não.
Já como ponto positivo, está a inserção na sociedade "do povo cigano, da mulher ribeirinha, da mulher seringueira, cortadora de cana, que cata siri, que quebra coco, que colhe açaí". Ela pretende tirar os garotos(as) de programa da prostituição que, como ela mesma disse, "não dignifica ninguém", só faz com que sofram. "Não tenho nenhum problema com a prostituta, mas quem consome mulher na prostituição pra mim é predador. Então eu quero muito pensar nessa prostituta como um ser humano que precisa de dignidade. Elas sofrem, apanham na rua. Não tem glamour, tem dor e sofrimento".
Damares detona com razão a violência contra a mulher, cujos índices crescem e preocupam dia após dia. Inclusive, a própria pastora foi abusada sexualmente na infância, e foi com esse trauma que decidiu lutar pelos mais necessitados, como, por exemplo, camponesas e pescadoras com quem trabalhou na segunda metade dos anos 1980. Elas exerciam suas profissões desde a infância e apanhavam dos cônjuges por qualquer coisinha.

Dancing Brasil 4 bate recorde de audiência na final; confira os consolidados desta quarta-feira (05/12/18)


TV Foco - Exibida na faixa das 22h51 à 00h27, a final da 4ª temporada da atração comandada por Xuxa Meneghel bateu recorde com 7,0 pontos de média, 11 pontos de pico e 13% de share, segundo dados consolidados Ibope da Grande São Paulo. No Rio, o Dancing Brasil também registrou o melhor índice da temporada, com 7 pontos de média, 9 pontos de pico e share de 13%.
A dupla vencedora foi Pérola Faria e Fernando Perrotti. A atriz levou o prêmio de R$ 500 mil e o bailarino profissional um carro 0 km.
Cada ponto equivale a 71.8 mil domicílios na Grande São Paulo e a 45.2 mil no Rio de Janeiro.

Globo - média das 7h à 0h: 13,6
Bom Dia São Paulo 7,7
Bom Dia Brasil 8,0
Mais Você 6,9
Bem Estar 6,6
Encontro com Fátima Bernardes 6,7
SP1 10,8
Globo Esporte 10,3
Jornal Hoje 10,7
Vídeo Show 8,9
Sessão da Tarde: O Amor Não Tira Férias 10,9
Vale a Pena Ver de Novo: Belíssima 13,5
Malhação: Vidas Brasileiras 15,6
Espelho da Vida 17,5
SP2 19,8
O Tempo Não Para 21,8
Jornal Nacional 27,9
O Sétimo Guardião 29,6
Cinema Especial: O Agente da U.N.C.L.E. 18,3
Profissão Repórter 10,6
Jornal da Globo 7,5
Conversa com Bial 5,5
Empire: Fama e Poder 4,4
Corujão: Traição em Família 4,0
Hora Um 4,5

Record - média das 7h à 0h: 7,7
Balanço Geral Manhã 1,9
SP no Ar 4,1
Fala Brasil 4,6
Hoje em Dia 5,0
Balanço Geral SP 9,2
Bela, a Feia 5,2
Essas Mulheres 4,6
Cidade Alerta 11,7
A Terra Prometida 9,5
Jesus 9,1
Jornal da Record 8,4
A Fazenda 10 10,7
Dancing Brasil 4 – final 7,0
Programa do Porchat 4,7
Inteligência e Fé 1,9
Religioso 0,5

SBT - média das 7h à 0h: 7,1
Primeiro Impacto 5,4
Bom Dia & Cia 6,4
Fofocalizando 5,9
Casos de Família 5,9
Teresa 5,3
Carrossel 5,8
SBT Brasil 7,6
Roda a Roda 10,7
As Aventuras de Poliana 13,1
Chiquititas 12,0
Bolsa Família 10,9
Programa do Ratinho 9,7
The Noite com Danilo Gentili 6,3
Roda a Roda – reprise 4,7
SBT Notícias I 4,4
SBT Notícias II 3,9

Eduardo Costa enlouquece e critica comoção nacional por assassinato de cachorro


O cantor Eduardo Costa publicou uma imagem em seu perfil do Instagram criticando aqueles que se comoveram com o assassinato do vira-lata "Manchinha" dentro do Carrefour, sendo um segurança do estabelecimento o culpado. O crime ocorreu nesta quarta-feira (05), e muitos internautas cobraram um posicionamento da rede de hipermercados e exigiram a punição do vagabundo, diferente de Eduardo Costa, que enxerga isso como um "mimimi" do pessoal. O cantor sertanojo apagou a publicação, mas foi tarde demais.


Isso é para vermos a ignorância de Eduardo Costa.

'Homens e mulheres não são iguais', diz futura ministra de Direitos Humanos


O Globo - Damares foi anunciada nesta quinta-feira como ministra da nova pasta criada: Mulher, Família e Direitos Humanos. Em entrevista ao GLOBO, ela afirmou que homens e mulheres não são iguais, que é preciso inserir transexuais no mercado de trabalho e que o casamento homoafetivo é um direito adquirido. Afirmou também que é defensora dos indígenas e gostaria de ter a Fundação Nacional do Índio (Funai) sob sua tutela. Hoje a Funai é parte do Ministério da Justiça. O futuro ministro da Casa Civil, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou nesta quinta-feira que a fundação será abrigada no novo ministério dirigido por Damares.
Em uma visita ao gabinete de transição na semana passada, Damares foi convidada a assumir um órgão de Direitos Humanos e Mulheres, que ainda não se sabia se seria ou não ministério. Ela aceitou o convite após conversar com seu chefe, o senador Magno Malta (PR-ES), que não se reelegeu.

Como se deu sua militância pelos direitos humanos?
São anos na estrada na defesa da infância. A cada momento da minha vida, encontrei um grupo de crianças mais vulnerável que o outro. Nasci no Paraná, mas me criei entre Sergipe e Bahia. Em Aracaju, comecei com meninos e meninas de rua, por volta de 1984. Fui professora desde muito cedo. Estava em sala de aula há quinze anos, já, e trabalhava com a primeira infância. Às vezes o aluno não vinha porque algo tinha acontecido. “Meu irmão morreu”, “meu irmão está preso”. Eram meninos que estavam na rua. Militei algum tempo no movimento Meninos de Rua, atendendo meninos que estavam se prostituindo, cheirando cola.

E depois?
Fui embora para São Paulo para fazer (faculdade de) direito e lá eu continuei trabalhando, mas mais focada no menor dependente químico e nas mulheres. No final de 1987, fui trabalhar com mulheres camponesas e pescadoras. Tenho uma história de muita intimidade e identificação com a história delas. São mulheres sofridas, que apanharam de maridos, foram agredidas na infância, trabalharam desde cedo.

Como foi a agressão que a senhora sofreu na infância?
Sofri uma violência sexual aos seis anos. A partir daí, tão logo comecei a trabalhar, decidi defender crianças, proteger os vulneráveis. Sou educadora e pastora, em 1991 me tornei advogada e passei a usar o direito para buscar a proteção de direitos. Essa foi a minha história até vir para o Congresso Nacional, onde eu vim fazer essa abordagem nos bastidores com os parlamentares. Eu ia para a rua brigar pelos meninos, mas ainda não tínhamos o Estatuto da Criança e do Adolescente. Então eu ajudei a construir e aperfeiçoar essa legislação. Achei que o Legislativo poderia ser uma seara em que eu pudesse ajudar a construir leis protetivas, leis punitivas com quem agride. No Legislativo, encontrei as crianças indígenas, que são uma causa especial para mim, assim como as crianças ciganas e os povos tradicionais.

De que igreja a senhora é pastora?
Sou pastora da Igreja Quadrangular. Meu pai é pastor Quadrangular e minha igreja me ordenou pastora. Eu sou obreira licenciada, o que os fiéis chamam de pastora. Mas hoje estou na Igreja Batista Lagoinha. É uma igreja com um trabalho social incrível, no Brasil e no mundo, e pela identificação com o projeto, acabei ficando com essa igreja.

Qual sua principal bandeira para o ministério?
Com toda a minha militância, a gente percebe que, na sociedade, temos os "invisíveis". Eu gostaria muito de trazer para o protagonismo dessa história de direitos humanos os invisíveis, que são os ciganos, a mulher ribeirinha, a mulher seringueira, cortadora de cana, que cata siri, que quebra coco, que colhe açaí. Essas mulheres de mãos calejadas não estão no protagonismo e as políticas públicas nem sempre chegam nelas. Temos mais de um milhão no ciganos no Brasil. Esse povo é lindo, é incrível, e está invisível, sofre preconceito e discriminação.

E os transexuais?
É essencial ter um diálogo com a travesti que está na rua, que está se prostituindo. Será que está lá por opção, ou porque não ingressam no mercado de trabalho? Gostaria muito de conversar sobre isso. Tenho encontrado travestis dotados de uma inteligência extraordinária e com o corpo machucado. O corpo na rua sendo machucado. Será que não está na hora de a gente começar a ver esse ser, que foi por tantos anos discriminado, e se perguntar: por que para o travesti sobra só a prostituição? Por que só esse caminho, por que não trazer eles para as universidades?

A senhora é a favor da legalização da prostituição?
Não. Prostituição não dignifica ninguém. Não tenho nenhum problema com a prostituta, mas quem consome mulher na prostituição pra mim é predador. Então eu quero muito pensar nessa prostituta como um ser humano que precisa de dignidade. Elas sofrem, apanham na rua. Não tem glamour, tem dor e sofrimento. Nem todas as mulheres são “Uma Linda Mulher”. Estou na rua com elas eu sei como é chorar com elas, levar sopa, cobertor. Meu sonho é um mundo em que ninguém precisasse vender o corpo, que a mulher tivesse o corpo respeitado.

Qual sua opinião sobre a discussão da identidade de gênero?
Eu tenho uma posição muito forte em relação à teoria de gênero. É uma teoria furada, sem nenhuma comprovação científica. Nós temos que lutar pela igualdade de direitos civis entre homens e mulheres. Eu não quero nenhuma mulher ganhando menos que um homem ou sendo preterida por ser mulher, ou sendo enterrada viva por ser mulher, o que acontece no Brasil. Mas homens e mulheres não são iguais. E isso eu tenho certeza. Mulher é mulher, homem é homem. É muito ruim dizer que somos iguais, porque eu não consigo carregar um saco de cimento nas costas, e o homem que está do meu lado não consegue fazer todas as coisas que eu faço ao mesmo tempo.

A senhora já está enfrentando críticas por ter dito que a mulher nasceu para ser mãe
Mas a mulher nasceu para ser mãe, porque nasceu com útero. Nesse planeta Terra, a fêmea nasce com útero para gerar. Então eu não menti. A mulher nasce para ser mãe. Se ela não quer ser mãe, é uma opção dela, mas a mulher nasceu, sim, para ser mãe. Isso é tão instintivo, da natureza humana, que mesmo aquelas que não querem ser mães vão dizer “puxa, eu podia ter sido mãe”. Então a veia salta dizendo que é direito da mulher não querer ser mãe. Eu concordo, mas é uma luta contra a natureza humana. Quem manda são as regras biológicas, que nos fizeram com peito, útero, ovário e trompas, para gerar.

Então o papel da mulher é procriar, e do homem é ganhar o pão?
É raça humana. O homem é protetor, provedor, cuidador. Mas a raça humana mudou. Então a gente briga com a natureza. A civilização está mudando e a gente tem que ir para o mercado de trabalho, mas eu gostaria de ter um mundo em que a mulher só trabalhasse se quisesse. Mas não temos essa opção hoje, precisamos trabalhar para sobreviver. Algumas têm prazer em trabalhar, eu, por exemplo. Eu sou privilegiada, porque sou muito feliz com o que eu faço. Mas nem todos são felizes.

Isso não vale para mulheres e homens?
Mulheres e homens. Mas entendo que o ideal para a mulher seria, quando tiver um filho, escolher se quer ficar quatro anos em casa com o bebê. Mas não tem como. Somos muito cobradas, a competição no mercado de trabalho é muito grande. Precisamos ajudar com o sustento, ajudar o marido. Somos, em maioria, chefes de família. Vejo mães de licença-maternidade agoniadas com o que está acontecendo no trabalho. É angustiante.

As mulheres sofrem discriminação?
Sim. O Brasil é um país que a mulher sofre, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada, a cada 7 uma sofre violência doméstica, e detalhe, esses são os números oficiais. E a mulher que não denuncia, que não fala? É uma nação que machuca as mulheres e eu sonho com essa mudança.

Como combater a violência contra a mulher?
Nós vamos ter que fazer uma revolução cultural. Todos os meninos vão ter que entregar flores para as meninas nas escolas, para entender que nós não somos iguais. Quando a teoria de gênero vai para a sala de aula e diz que todos são iguais e que não tem diferença entre menino e menina, as meninas podem levar porrada, porque são iguais aos meninos. Somos frágeis, mas somos muito especiais, fazemos coisas que eles não conseguem fazer. Vamos proteger as crianças, as grávidas, e mostrar que uma nação que teve uma mulher presidente da República tem tudo para ser o melhor país do mundo para mulheres.

Qual sua posição sobre o casamento homoafetivo?
Isso é uma questão que já está praticamente definida no Brasil. É uma conquista deles. Direitos conquistados não se discute mais. Então, pra mim, é uma questão vencida, tanto é que o movimento gay nem tem mais isso como pauta, é uma questão superada, um direito civil garantido.

Os ministros do governo Bolsonaro aparentemente não querem ficar com a Funai. A senhora abrigaria o órgão?
Eu brigaria pela Funai. Índio não é um problema. Funai não é um problema, o problema é a forma como nós lidamos com a política indigenista. Me incomoda a proposta de colocar os índios no ministério da Agricultura. Metade dos nossos índios já estão em área urbana. O que o ministério da Agricultura vai fazer com o índio universitário? Foge da atribuição do ministério da Agricultura. Nossos índios já estão com internet, têm senso crítico, participam. Então a gente tem que preparar os indígenas para um novo momento de interação. Os técnicos da Agricultura não teriam essa habilidade. O presidente Bolsonaro está falando de uma forma muito bela, quando diz que índio não é bicho.
(O ministro Lorenzoni afirmou que a Funai será abrigada no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.)

A senhora é a favor de uma flexibilização nas regras das reservas indígenas?
O problema é que quando se fala em índio só se pensa em terra. Não é por aí. Mas sim, sou a favor do índio poder ter um manejo sustentável em suas terras, existem excelentes programas de criação de peixe, de camarão. Para sua sobrevivência, sim. Outra questão é a mineração em áreas indígenas, está sendo discutido no Congresso Nacional. Mas não aceito demarcar uma área enorme e deixar o índio solto, sozinho, sem ajuda para sustento, sem fiscalização. Quem quer ficar no mato, fica, quem quer ficar na cidade, pode ficar. Mas se me perguntar de que lado eu estou, eu estarei sempre do lado do índio. Sempre.

Sua filha é indígena?
Minha filha é índia, do povo Kamayurá, e está comigo desde os seis anos. É uma linda moça, uma princesa que está se preparando para o curso superior. Tem 20 anos hoje. Se tivesse nascido do meu útero, não era tão parecida comigo. Sempre recebo a família biológica dela em Brasília, nós vivemos bem e ela mantém a identidade cultural dela, se pinta, dança, canta, come formiga. Sou divorciada. Está indo assumir o ministério uma nova configuração de família. Sou uma mulher divorciada, mãe de uma filha adotiva. Essas famílias existem e estão aí no Brasil.

Mulher encontra filha, que achou que havia morrido no parto, 69 anos depois


Revista Crescer - Imagine descobrir que sua filha não morreu depois de cerca de 70 anos. Foi isso que aconteceu com a americana Genevieve Purinton. Em 1949 ela foi informada de que sua filha havia morrido após o parto. "Eu pedi para ver o bebê e eles disseram que ela morreu, isso é tudo que eu lembro", disse Purinton, hoje com 88 anos, ao NBC News.
A menina, Connie Moultroup, hoje com 69 anos, foi adotada e viveu a maior parte de sua vida sem conhecer a mãe biológica. A adotiva, morreu quando ela tinha apenas 5 anos. Mas, no último dia 3 de dezembro, através de um kit de teste de DNA que é feito nos Estados Unidos e ajuda a saber quem são seus ancestrais, elas se encontrarem.
Tudo isso só foi possível porque a filha de Connie, Bonnie Chase, de 50 anos, fez o teste e descobriu alguns primos que lhe contaram sobre Purinton, uma mulher que acabaria sendo sua avó. "Minha mãe sempre fantasiava sobre a minha avó biológica. Era o sonho da vida dela conhecer a mãe dela, ou seja, minha avó", disse Chase.
Purinton descobriu o telefone da filha e ligou para ela contando que achava que era sua mãe biológica. As duas caíram no choro na hora. "Nós choramos muito. E houve muitas lágrimas o tempo todo desde então. Tem sido realmente incrível. Ela queria lembrar se eu conhecia meu nome original, Margaret Ann Mitch", disse Moultroup.


Moultroup disse que a filha Chase comprou o kit de DNA nas festas do ano passado para testar os seus próprios genes. "Foi apenas um presente de Natal legal que mudou completamente nossas vidas", disse Chase.
Jasmin Jimenez, porta-voz da AncestryDNA, empresa que faz o teste, disse que está entusiasmado pelo fato de o Ancestry ter ajudado a encontrar Genevieve Purinton a encontrar sua filha, cerca de 70 anos depois. "Desejamos a ela e a sua família o melhor, e que isso seja apenas o começo de um relacionamento duradouro".

Vitor Belfort faz texto para a irmã desaparecida desde 2004: "Queria que estivesse aqui"


QUEM - Vitor Belfort emocionou os internautas ao publicar um texto em homenagem para a irmã, Priscila, desaparecida desde 2004. A publicação foi feita pelo ex-lutador nas redes sociais e já acumula mais de 40 mil curtidas.
"Pri, já se passaram 14 anos desde a última vez que nos vimos. Confesso que nunca imaginei que isso poderia acontecer, mas não vou perder meu tempo pois para quem fica esse assunto é pior que a morte. Pri, queria tanto que você estivesse aqui, queria poder te abraçar mais um vez, te beijar mais uma vez, queria tanto que você conhecesse seus sobrinhos: Davi, Vitória e Kyara. Eles sempre perguntam de você. Já contei a eles todas as histórias possíveis e impossíveis que tivemos juntos. Pri, depois que você se foi a mãe e o pai envelheceram bastante, não dá nem pra imaginar a dor que eles sentem. Cada um expressa de uma forma. Confesso que enterrar um filho(a) é algo que não deveria acontecer nunca, e ter um filho(a) desaparecido deveria ser inadmissível", escreveu ele.
Priscila desapareceu dia 9 de janeiro de 2004 e as circunstâncias nunca foram esclarecidas pela polícia.


"O pai vai vir passar o Natal aqui com a gente, ele continua forte demais, mas ainda acha que é um garotão e sempre fala que pega mais peso que os jovens. Fala que dá “canseira” nos garotões nas partidas de tênis ou seja: continua daquele jeito! A mãe ainda não tirou passaporte nem visto, você sabe que ela sempre foi meio desorganizada, mas continua linda (mesmo não cuidando de sua saúde como deveria). Ela prometeu que agora vai começar a se cuidar pois tem 'lindos' motivos: um deles é ver os netos crescerem e ser uma bisa, ela é forte demais. Não posso esquecer que agora a Mãe e a Tia Cássia moram juntas, e Tia Cássia continua linda e uma super executiva (ela morre de saudades de você)", continuou.
"Me lembro que seu quarto era todo organizado e você sempre foi a certinha, do contrário, eu era muito desorganizado e bem bagunceiro, bem parecido com a mamãe! Querida irmã, ao escrever isso lembro do cuidado que você tinha comigo, sempre preocupada comigo e querendo me agradar. Se pudesse voltar o tempo confesso queria poder te dar meu último abração e o último beijo. O tempo como todos sabem é um santo remédio mas ao mesmo tempo para algumas circunstâncias, ele é a própria morte. Conselho: 'Faça o tempo trabalhar em seu favor, não deixe o tempo te matar.' Creio que o desaparecimento é um eterno enterro até que o caso seja solucionado. Muita famílias sofrem com isso, e só eles sabem o quanto isso é doloroso", finalizou ele.
Belfort é casado com Joana Prado. Os dois são pais Davi, de 13 anos; Victoria, de 10; e Kyara, de 9. Joana, que viveu a personagem Feiticeira no Programa H, comandado por Luciano Huck, se envolveu com Belfort em 2002, durante confinamento na Casa dos Famosos.

Bolsonaro quer votar Reforma da Previdência no primeiro semestre


Brasil 247 - O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse nesta quarta-feira (5) que está confiante em que a reforma da Previdência começará a ser votada no primeiro semestre de 2019. Segundo ele, há a possibilidade de aproveitar parte da proposta encaminhada pelo presidente Michel Temer. A prioridade, de acordo com Bolsonaro, é fixar idade mínima.
"Não adianta apresentarmos uma boa proposta e ela acabar ficando [parada] na Câmara ou no Senado. Este seria o pior dos quadros possíveis. Nosso grande problema, o que mais interessa no primeiro momento, é a idade mínima. Vamos começar com essa ideia e, depois, apresentar outras propostas", disse Bolsonaro, indicando que pode se reunir com o relator da proposta, o deputado federal reeleito Arthur Maia (DEM) a fim de convencê-lo de propor a votação da idade mínima.
"A proposta [de Temer] está aí, andando. Conversando com o relator, se pode mover apenas a idade mínima e votá-la logo, sem esperar por todo o trâmite de uma nova proposta via emenda constitucional", disse o presidente eleito, que foi condecorado com a Medalha do Pacificador com Palma, entregue pelo comandante da força, general Eduardo Villas Boas, no Quartel General da força, em Brasília.
O futuro presidente disse ainda que, se pudesse, aprovaria novas regras para a Previdência já no dia 1º de fevereiro, quando começa a nova legislatura. "Mas temos que respeitar o calendário de tramitação de proposições. Pretendemos, logicamente, aprovar a Reforma da Previdência porque, se não a fizermos, daqui a pouco estaremos na mesma situação que a Grécia esteve há pouco tempo."
Bolsonaro também revelou que convidará os líderes partidários para discutir a proposta antes de enviá-la à Câmara. Ele reiterou que "não pretende fazer política da forma como era feito antes". "Posso não saber a fórmula do sucesso, mas a do fracasso é continuarmos fazendo a política de coalizão, de repartir o Poder Executivo com o Parlamento, ao qual respeitamos muito."
Ontem (4) Bolsonaro já havia dito que pretende apresentar ao Congresso uma proposta fatida e que a definição de uma idade mínima para aposentadoria será prioridade.

Reforma tributária
Bolsonaro afirmou também que a reforma tributária em discussão no Congresso Nacional deve ser discutida com Paulo Guedes, confirmado para o Ministério da Economia. Questionado sobre os avanços e perspectivas, ele disse que a pergunta deveria ser feita a Gudes.
"Esta é uma boa pergunta para fazer ao Paulo Guedes. Porque é bastante complexo. Para entender o emaranhado da nossa legislação [tributária] é preciso ser PHD em Economia", brincou o presidente eleito antes de voltar a defender a necessidade de flexibilizar as leis trabalhistas.
"Quero mudar o que for possível [na legislação trabalhista]. Temos direitos demais e empregos de menos. Precisamos chegar a um equilíbrio e a reforma aprovada há pouco tempo já deu uma certa tranquilidade para os empregadores", concluiu o presidente eleito.

Reynaldo Gianecchini fala sobre personagem na novela de Walcyr Carrasco: “Não será nada óbvio”


Observatório da Televisão - Após Juliana Paes dar spoiler sobre sua protagonista na próxima novela de Walcyr Carrasco, foi a vez de Reynaldo Gianecchini falar sobre a trama.
Em entrevista ao portal Glamurama, o ator deu algumas pistas sobre seu personagem em Dias Felizes, novela das nove que estreia após O Sétimo Guardião.
Ainda sem nome divulgado, ele fará par com Juliana Paes, uma mulher batalhadora que acabará vivendo uma reviravolta em sua vida.
De acordo com Gianecchini, o personagem será bem diferente de tudo que já fez.
“Não sei muito sobre ele, mas adianto que não será nada óbvio, não sei nem se é mocinho, se é bandido… (risos). Mas já aviso: as pessoas vão se surpreender porque todo mundo da trama tem seus deslizes”, adiantou.
Além disso, o ator elogiou a próxima história de Walcyr Carrasco.
“Walcyr [Carrasco] me surpreende muito, como ele é criativo… Li a sinopse e falei, caramba! Essa novela tem muitos personagens interessantes, com histórias nada óbvias, como o meu papel”, contou.
Conforme boatos, o personagem de Gianecchini ainda pode se envolver com a antagonista vivida por Paolla Oliveira, que também terá destaque na trama.