sábado, 8 de junho de 2019

Em entrevista a Pedro Bial, Fagner critica Bolsonaro: “Frustrado”


Metrópoles - Seis meses após o início do governo Bolsonaro, alguns de seus eleitores mais famosos começam a demonstrar certo arrependimento. O último deles foi o cantor cearense Fagner.
Em entrevista ao jornalista Pedro Bial, na madrugada deste sábado (08/06/2019), o artista afirmou se sentir frustrado com o atual governo. “Tem horas que parece que ele continua na campanha, que ele não combina com a turma dele. Tá sempre tendo um disse-me-disse. Frustra um pouco. Passa a impressão de amadorismo”, afirmou.
Fagner, que no primeiro turno votou em Ciro Gomes (PDT), chegou a fazer campanha para o atual presidente no segundo turno. “Ele não disse que é presidente de todos os brasileiros? Então não é o momento de ficar provocando, ele já fez isso na campanha”, completou.
Essa é a segunda vez que Fagner demonstra arrependimento após ter apoiado algum político. Em 2017, após ter feito campanha para Aécio Neves na eleição presidencial anterior, o artista cobrou um pedido de desculpas do então senador devido às denúncias de corrupção.

'Dance Classics': Ouçam o hit "Looking For Love", de Karin Ramirez


O single 'Looking For Love', foi um dos hits que mais bombaram nas pistas europeias há vinte e um anos, e também o que deu projeção mundial à Karen Ramirez, que tinha vinte e sete anos na época do lançamento - em 03 de junho de 1998. A canção é uma versão de 'I Didn't Know I Was Looking For Love', single lançado e composto pelos membros do projeto Everything But The Girl, Tracey Thorn e Ben Watt. A versão de Karin foi usada para promover o álbum Distant Dreams, o primeiro de sua carreira.

Cantor Agnaldo Timóteo é transferido de Salvador para o HC em SP


Portal UAI - O cantor Agnaldo Timóteo, de 82 anos, foi transferido do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, para o Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, na manhã deste sábado (8), um dia após os médicos alertarem para piora do quadro clínico do músico.
Segundo informações do HGRS, a família do artista conseguiu reservar um leito na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HC. Em razão dos riscos de transporte, ele foi entubado e respirou com auxílio de aparelhos. O voo partiu da capital baiana por volta das 7h30 da manhã.
Ao dar entrada no centro médico, o cantor estava com pressão alta, vômito e glicemia baixa. Ele foi transferido para o Hospital do Oeste da Bahia na noite do mesmo dia. Além disso, o filho Márcio Timóteo já havia afirmado, em 21 de maio, que o músico foi diagnosticado com Acidente Vascular Cerebral (AVC). No mesmo dia, ele foi transferido para a UTI do HGRS em uma aeronave cedida pelo governo do Estado, onde permaneceu até a manhã deste sábado.
"Devido aos riscos do transporte, ele foi entubado e colocado em respiração por aparelhos. Toda equipe do HGRS, em Salvador, está em vibrações positivas pela recuperação do mesmo. Em São Paulo, ele terá o acolhimento de seus familiares com mais facilidade pela menor distância com o Rio de Janeiro", destacou em nota o hospital de Salvador.
O problema de saúde fez com que Agnaldo Timóteo precisasse cancelar um show agendado na cidade baiana Santa Rita de Cássia. Em vídeo publicado nas redes sociais, o músico apareceu deitado na cama do hospital e mandou um recado aos fãs.

Piora
Em 27 de maio, a saúde de Agnaldo Timóteo se agravou. Foi diagnosticado com infecção urinária e outras complicações, precisando respirar com a ajuda de aparelhos e também entrou em coma induzido. Dias depois, os sedativos começaram a ser retirados e voltou a respirar sem o auxílio de aparelhos.
No domingo (2), o quadro clínico do cantor estava estável, mas ele não tinha se adaptado à dieta via oral.
Na segunda-feira (3), ele apresentou um quadro de confusão mental, segundo informou o boletim médico divulgado na ocasião. "(Timóteo) Apresenta um quadro de desorientação flutuante compatível com delirium (confusão mental comum em idosos hospitalizados)", esclareceu a nota.
Na quinta-feira (6), o Hospital Geral Roberto Santos informou que o músico tinha autorização médica para ser transferido de Salvador para São Paulo. No entanto, o cantor apresentou retrocesso do padrão neurológico na sexta-feira (7), informou a assessoria de imprensa do HGRS, onde estava internado. O boletim médico divulgado pelo hospital informava que quadro do cantor era crítico. Neste sábado, o músico foi transferido para São Paulo.

Bolsonaro diz que, sem crédito extra, suspenderá benefícios neste mês

Jornal do Brasil - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi às redes sociais neste sábado (8) fazer um apelo para que deputados e senadores aprovem na terça-feira (11) um crédito extra de R$ 248 bilhões.
O PLN (Projeto de Lei do Congresso Nacional) de número 4 deveria ter sido votado na semana passada, mas ainda não foi aprovado nem mesmo na CMO (Comissão Mista de Orçamento).
Bolsonaro, em cerimônia no Planalto (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
Na quarta-feira passada (4), o governo tentou votar o texto na comissão para já levá-lo ao plenário na sessão do Congresso Nacional daquele dia. A oposição, no entanto, bloqueou a votação, adiando a apreciação do PLN 4 tanto na CMO como na sessão que reúne deputados e senadores em plenário em 11 de junho.
"Sem aprovação do PLN 4 pelo Congresso teremos que suspender o pagamento de benefícios a idosos e pessoas com deficiência já no próximo dia 25. Nos meses seguintes faltarão recursos para aposentadorias, Bolsa Família, Pronaf, Plano Safra...", escreveu Bolsonaro em sua rede social no início da noite deste sábado.
Por causa da crise nas contas públicas, o governo pediu, no início do ano, ao Congresso um crédito extraordinário de R$ 248 bilhões. Esses recursos serão obtidos com emissão de títulos do Tesouro. A chamada regra de ouro impede o governo federal de se endividar para pagar despesas correntes, como Previdência Social e benefícios assistenciais.
Sem o crédito suplementar, o governo fica sem dinheiro já em junho para pagar projetos que dependem do valor extra, como o Plano Safra. A partir de 20 de junho, faltará dinheiro, segundo o Ministério da Cidadania, para pagar aos 2 milhões de idosos pobres do BPC (Benefício de Prestação Continuada), deficientes pobres, que somam outros 2,5 milhões de beneficiados pelo programa, seriam afetados a partir de julho.
O projeto que pede o dinheiro adicional foi enviado ao Congresso em março. A desarticulação política do governo, porém, dificulta a solução do problema.
"Acredito na costumeira responsabilidade e patriotismo dos deputados e senadores na aprovação urgente da matéria", disse Bolsonaro na mensagem na internet.
Do total solicitado para 2019, são R$ 201,7 bilhões para aposentadorias e pensões, além de R$ 30 bilhões para o BPC. Há ainda recursos para o Bolsa Família e outros subsídios.
Depois da votação na CMO, o governo precisa conseguir 257 votos na Câmara e 41 no Senado para poder fazer os pagamentos com títulos públicos.
A aprovação do crédito extra não é a única questão na área econômica que preocupa o governo na próxima semana.
Até quarta-feira (12), o relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), deve apresentar seu parecer com alterações na proposta encaminhada pelo governo.
Durante todo este sábado (8) ele ficou reunido no Ministério da Economia com técnicos da pasta e consultores legislativos para tentar resolver impasses no texto. No fim da tarde, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, chegou à reunião que seguia ao menos até o início da noite.
Neste domingo (9), está prevista uma reunião na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
O grupo discute temas como mudanças nas regras do abono salarial, regra de transição para quem já está próximo de se aposentar e a vinculação ou não da pensão por morte ao salário mínimo.
Um outro ponto é a inclusão de estados e municípios no texto da reforma. Governadores e prefeitos não querem ter que fazer alterações em seus redutos, mas deputados também não desejam arcar sozinhos com o ônus político de alterar as regras para servidores estaduais e municipais.
Uma reunião com governadores está prevista para terça-feira (11), o que pode atrasar a entrega do relatório, prevista inicialmente para segunda-feira (10).

'Você Sabia?': Há 23 anos, último capítulo de A Próxima Vítima parava o país com fim de mistério


Em 03 de novembro de 1995, a Globo exibia o último capítulo da brilhante e aclamada 'A Próxima Vítima', de Sílvio de Abreu, sendo esta a primeira novela policial da extinta faixa 'das oito'. O capítulo 203 foi o mais esperado pelos telespectadores que atacaram de detetives policiais tentando revelar a identidade do assassino de nove personagens. Entre eles, os empresários Paulo Soares (Reginaldo Faria) - a primeira morte mostrada ao público - e Hélio Ribeiro (Francisco Cuoco), a filantropa Júlia Braga (Glória Menezes) e o garçom Josias da Silva (José Augusto Branco).

Personagens assassinados em 'A Próxima Vítima': Kleber Noronha (Antônio Pitanga), Josias da Silva (José Augusto Branco), Hélio Ribeiro (Francisco Cuoco), Júlia Braga (Glória Menezes), Ulysses Carvalho (Otávio Augusto), Eliseo Giardini (Gianfrancesco Guarnieri), Ivette Bezerra (Liana Duval) e Paulo Soares (Reginaldo Faria).
Todos eles, que receberam uma lista de horóscopo chinês para saberem quem seria a próxima vítima, morreram por queima de arquivo, pois foram testemunhas do assassinato de Gigio di Angelis (Carlos Eduardo Dolabella), ocorrido vinte e seis anos antes, e sabiam quem era o culpado.
Cécil Thiré como Adalberto Vasconcellos, o assassino de 'A Próxima Vítima'
A alta cúpula da emissora esperava algo em torno dos 70 pontos em seu desfecho, mas se frustrou ao ver que a média obtida foi 62, com direito a pico de 64 - obtido no momento da revelação do assassino. Já no Rio de Janeiro, a segunda praça mais importante do Ibope, o final teve 59 pontos de média e 81% de participação.
Em compensação, a repercussão em torno do assassino do horóscopo chinês foi tão grande que, além de haver bolões, várias capitais ficaram desertas, como Goiânia, Recife e Curitiba. Esse feito só voltou a se repetir oito anos anos depois, quando o país parou pra saber quem matou o empresário Lineu Vasconcelos (Hugo Carvana) em Celebridade; e no ano seguinte, quando América obteve 68 pontos de média nacional e 86% de participação. O mesmo ocorreu com a novela das nove Avenida Brasil, cujo desfecho obteve 56 pontos - 16 acima da meta exigida para o horário nobre entre 2008 e 2014.

'Houve primeiro passo para o sonho', diz Bolsonaro sobre eventual moeda única Brasil-Argentina

BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro disse a jornalistas na madrugada desta sexta-feira (7), antes de deixar a Argentina, que é favorável a estudos para a eventual implementação de uma moeda única, no futuro, entre Brasil e Argentina -a possibilidade foi aventada na quinta-feira (6) em reunião com empresários. A moeda teria o nome de "peso real".
"Houve um primeiro passo para o sonho de uma moeda única, como aconteceu com o euro lá atrás, pode acontecer o peso real aqui."
Bolsonaro acrescentou que "já falei para vocês que a economia não é meu forte, mas nós acreditamos no feeling, na bagagem, no conhecimento e no patriotismo do Paulo Guedes".
Bolsonaro e Paulo Guedes (Foto: Marcos Corrêa/PR)
Indagado sobre se, com a moeda única, a Argentina ganharia e o Brasil teria de pagar um preço, o presidente disse: "Não há dúvida de que em todo casamento alguém perde alguma coisa e ganha outras. Eu sou pelo casamento. Eu sou pela família tradicional."
"Será? Vai desvalorizar o real? O dólar valendo R$ 6? Inflação voltando? Espero que não", escreveu o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em uma rede social nesta sexta.
Bolsonaro voltou a dizer que não foi a Buenos Aires para falar de política local, mas voltou a fazê-lo, expressando seu desejo de que Macri vença as eleições de outubro: "O que nós queremos é que na América do Sul ninguém mais flerte com o socialismo, com o comunismo, como infelizmente aconteceu com a nossa querida Venezuela. Eu quero dizer ao povo argentino que Deus os ilumine para decidir nas eleições de outubro".
Indagado sobre sua fala no dia anterior, propondo um encontro dos países da América do Sul com o presidente norte-americano Donald Trump, Bolsonaro disse que era "uma proposta embrionária. Nós vamos agora, via Itamaraty no Brasil, costurar isso aí. Essa possibilidade dos países aqui da América do Sul, alinhados com a centro-direita, conversarem com o Trump. Quem sabe a mesma agenda tratada comigo e ele nos EUA seja estendida agora para toda a América do Sul".
O presidente também foi questionado sobre a decisão do Supremo que definiu que para vender estatais seria necessária a aprovação do Congresso Nacional. Bolsonaro disse: "As empresas mães, segundo o Supremo, passam pelo Parlamento. Não deixou de ser um avanço e digo parabéns para o Supremo Tribunal Federal que agiu com patriotismo, contrário a política anterior que havia no Brasil, nessas questões econômicas. O viés ideológico para se fazer negócios vai deixando de existir no Brasil".
Bolsonaro contou que foi assistir um show de tango na noite de quinta (6) e que a primeira-dama adorou. Ele deixou o hotel Alvear, no bairro da Recoleta, por volta das 6h, rumo ao Rio de Janeiro.